ONS diminui projeção de carga de energia em janeiro; conserva previsão de chuva favorável

Por: SentiLecto

– O Operador Nacional do Sistema Elétrico estima que a carga de energia do sistema interligado brasileira terá que fechar janeiro com progressão de 0,6 por cento ante o mesmo mês do ano passado, um recuo frente a uma projeção na semana passada de alta de 1,2 por cento, segundo relatório nesta sexta-feira. Já as previsões para a chuva na região das hidrelétricas, principal fonte de energia brasileira, seguem praticamente inalteradas e favoráveis, segundo o ONS. Enquanto em o Nordeste a previsão subiu para 47 por cento, se conservou estimativa de precipitações em o Sudeste, em 105 por cento de a média histórica , ante 42 por cento anteriormente.

Leer Más

Preço spot da energia elétrica não pode mais ser republicado, decide Aneel

Por: SentiLecto

– O custo spot da energia elétrica, ou Preço de Liquidação das Diferenças , divulgado semanalmente, quando forem identificados erros em seu cálculo, não vai poder mais ser republicado com conseqüência retroativo mesmo , decidiu a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica nesta terça-feira. A deliberação atendeu a pedidos de uma série de investidores do setor de eletricidade, que se queixavam ao regulador sobre riscos associados à pchancede recálculo do pcustocom econseqüênciasobre transações passadas. Usa-se O Pld em o mercado de curto prazo de eletricidade e também serve como referência para custos de contratos em o mercado livre de energia, onde grandes consumidores podem negociar o suprimento diretamente junto a geradores e comercializadoras. A nova norma aprovada pela Aneel para os custos spot alega: “Na suposição de identificação de erro no processo de formação do PLD, o Operador Nacional do Sistema Elétrico e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica vão dever corrigi-lo, produzindo-seconseqüênciao na semana operativa subsequente à identificação”. A norma antes vigente calculava que o PLD poderia ser republicado quando encontrado erro com efeito superior a 10 por cento do valor mínimo definido para o indicador, que é de 33,68 reais por megawatt-hora em 2017.

Leer Más

Governo define normas para privatizar distribuidoras e transmissoras de energia

Por: SentiLecto

– O presidente Michel Temer publicou nesta terça-feira decreto que regulamenta a privatização de distribuidoras e transmissoras de energia elétrica, incluindo a concessão de novos contratos, de trinta anos, para os ativos que forem ser vendidos. No caso das distribuidoras, a União poderá vender empresas nas quais detém controle direto ou indireto, caso das companhias da estatal Eletrobras, ou assumir proficiências necessárias à privatização de distribuidoras controladas por governos municipais ou estaduais, desde que sob pedido destes. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social será nomeado para executar e acompanhar os processos de desestatização de companhias estaduais ou municipais, o que inclui a contratação de consultorias e auditorias necessárias. Já os ministérios de Minas e Energia, Fazenda e Planejamento deverão aprovar os estudos e avaliações econômicas das empresas a serem privatizadas, bem como a modalidade operacional da privatização e outras condições aplicáveis. Segundo o decreto, poderá haver flexibilização no nível de tarifas praticado pelas distribuidoras antes de elas serem vendidas, mas nesse caso o leilão vai ter como ganhador o investidor que aceitar assumir a concessão com a menor ampliação de tarifas. Por outro lado, se não houver desequilíbrio econômico-financeiro da empresa para justificar a flexibilização das tarifas, poderá haver cobrança de outorga no leilão de privatização, com condições, prazo e forma de pagamento a serem definidas pelo Ministério da Fazenda. Já para as privatizações de transmissoras de energia, o decreto envolve somente companhias controladas direta ou indiretamente pela União. Essas transmissoras poderão ser licitadas por critério em que ganha a disputa pelo ativo quem se oferecer a assumir suas operações pela menor receita anual permitida . Vai dever, ainda, ser estabelecido um valor pelas ações da companhia a ser vendida, a partir de estudos. Vai haver ainda a suposição, caso o valor da companhia a ser vendida não seja positivo, de a Agência Nacional de Energia Elétrica definir os critérios e realizar a licitação da concessão. Nesses casos, no entanto, o vendedor do leilão deverá comprar os ativos da transmissora pelo valor correspondente aos investimentos já realizados e não amortizados nos bens da concessão, valorados pela metodologia de Valor Novo de Reposição . Acesse a íntegra do decreto presidencial no Diário Oficial da União: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=07/11/2017&jornal=515&pagina=1&totalArquivos=120

Leer Más

Governo não debate abertura de capital da Caixa, declara secretária do Tesouro

Por: SentiLecto

– A secretária do Tesouro Nacional, que confirmou que torná-lo uma sociedade anômima está na mesa, e presidente do Conselho da Caixa Econômica Federal, Ana Paula Vescovi, negou nesta quinta-feira que o governo esteja debatendo eventual abertura de capital do banco público , mas Segundo ela, também existe a chance de aporte de 10 bilhões de reais da FI-FGTS na Caixa, cifra que resolveria problemas de insuficiência de capital para cumprimento de Basileia III.

Leer Más

Energia tem que seguir mais cara em novembro por limitação em linhão do Norte ao Sudeste

Por: SentiLecto

– Uma restrição na soma de energia que pode ser transportado pela maior linha de transmissão de eletricidade brasileira, que leva até o Sudeste a produção de duas enormes hidrelétricas em Rondônia, Jirau e Santo Antônio, terá que pressionar as contas de luz em novembro, declararam experts à Reuters. Embora a limitação esteja presente desde o começo da operação do linhão, ela ainda não era considerada nos modelos computacionais que calculam o custo da energia –em alta pelas fracas chuvas em áreas de hidrelétricas– e guiam o acionamento das termelétricas. Se a vai considerar mas a partir do próximo mês a questão , após a Agência Nacional de Energia Elétrica avaliar que o problema é de ” personalidade estrutural “, restringindo um alívio para os bolsos de os consumidores que poderia acontecer com a chegada de a temporada de chuvas em as hidrelétricas. Os consumidores do país têm pago um adicional nas tarifas desde julho, devido a chuvas abaixo da média na região das hidrelétricas, principal fonte de geração brasileira. Em outubro, a cobrança extra foi elevada para seu maior nível, a chamada bandeira tarifária segundo patamar, com custo de 3,50 reais a cada 100 kilowatts-hora. Em novembro, quando em geral iniciam chuvas na região das hidrelétricas, a expectativa era de que a cobrança extra caísse para 3 reais, primeiro platô da bandeira vermelha, ou 2 reais, com bandeira amarela, mas a restrição de transmissão pode conservar a tarifa sob pressão, declarou à Reuters o presidente da comercializadora FDR Energia, Erik Azevedo. “O que vai ocorrer é que, com a habilidade diminuída da transmissão, vai diminuir a energia disponível no Sudeste… a gente sem dúvida poderia ter bandeira vermelha nível 1, se não fosse essa limitação do linhão. Com isso, já passa para bandeira vermelha nível 2″, declarou. Quando a oferta de energia no sistema é menor, instituídas para incentivar uma diminuição no consumo as bandeiras tarifárias geram preços maiores quando saem da cor verde para a vermelha ou amarela. O preço de nível de os bandeiras guia a mudança de os usinas termelétricas acionadas para atender em o procura em complemento em os usinas hídricos ,. bandeira vermelha nível 1 é acionada quando há utilização de termelétricas com preço acima de 422 reais. O nível 2 da bandeira é acionado com a utilização de térmicas acima de 610 reais. Atualmente, as térmicas mais caras em funcionamento estão na casa dos 860 reais por megawatt-hora. A comercializadora de energia Comerc calculava que a usina térmica mais cara a ser acionada em novembro teria preço na casa dos 524 reais, mas com as limitações esse preço tem que subir para quase 700 reais no Sudeste, o que caracterizaria a bandeira vermelha no segundo nível. “Tem uma ampliação bastante grande de custo, porque você não consegue escoar a energia pro Sudeste. Isso afeta, sim, o cenário de oferta”, declarou a administradora de estudos setoriais da Comerc, Juliana Chade. LINHÃO BUSCA SAÍDA A limitação, que pode durar até o final de 2019 se o problema não for resolvido, tem origem em restrições em um equipamento chamado “eletrodo de terra” em um dos dois bipolos do linhão de transmissão que liga Rondônia ao Sudeste, operado pela IE Madeira, parceria entre Cteep e Eletrobras. O eletrodo, que é usado somente em casos de interrupção no funcionamento de um dos bipolos, vai precisar ser instalado em local diferente do inicialmente planejado para funcionar de forma adequada. O Operador Nacional do Sistema Elétrico avaliou que, com as restrições no equipamento, equívocos que obrigassem o desligamento forçado de qualquer um dos dois bipolos do linhão poderiam redundar em um blecaute de grande porte no Sul e Sudeste. Para evitar esse risco, o ONS estabeleceu que os dois bipolos do linhão de 2,4 mil quilômetros de extensão terão que operar em habilidade máxima de 4,7 mil megawatts, ante uma habilidade total de 6,3 mil megawatts das estruturas. Antes, calculava-se que o linhão alcançaria uma habilidade de 5,6 mil megawatts ainda em 2016 e chegaria ao total de 6,3 mil megawatts em 2017. As hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, entre as maiores brasileiras, adicionam cerca de 7,5 mil megawatts em habilidade de geração. Jairo Kalife declarou na Reuters que a companhia está em processo de finalização de estudos e conversas com o órgão ambiental Ibama e com o Iphan afim de ter autorização para uma obra que vai solucionar o problema, com uma mudança no posicionamento do eletrodo de terra. Jairo Kalife é o diretor técnico da IE Madeira.posicionamento do eletrodo de terra. A intervenção terá que custar cerca de 50 milhões de reais. O investimento total da IE Madeira na construção de seu bipolo e subestações no linhão foi de mais de 3 bilhões de reais. “Com uma complementação de entre quatro a seis meses a gente faz isso… a grande incógnita é quanto tempo vão tardar as liberações ambientais”, declarou Kalife. A IE Madeira tem padecido um desconto de 10 por cento em sua receita desde a entrega do linhão, em 2014, devido à lrestriçãodo eletrodo de terra. Atualmente, a companhia tenta persuadi a Agência Nacional de Energia Elétrica a cancelar a penalização, afirmando que enfrentou obstáculos no período de testes do empreendimento devido a atos de vandalismo que derrubaram torres de energia necessárias aos ensaios.

Leer Más