ONU desmantela 304 dos 779 esconderijos de armas e explosivos de guerrilha colombiana

Por: SentiLecto

A missão da ONU já desmantelou 304 dos 779 esconderijos que a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia tinha disseminados pela Colômbia, com armas e explosivos, informou o chefe dos observadores internacionais. Em conferência de jornalismo, na quarta-feira, o general Javier Pérez Aquino, que adicionou que atualmente estão em realização seis operações em esconderijos que permitirão “a extração de material existente em 30 deles”, alegou que a deteção dos esconderijos e a devastação das munições e material volúvel “progridem de maneira eficiente e sem maiores contratempos”. Este trabalho ocorreu sob a monitorização dos observadores da Missão da ONU com o acompanhamento de elementos da Unidade Policial para a Edificação da Paz.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Enfatizou: “As operações nos esconderijos solicitam medidas de segurança extremas, o que inclui conservar a confidencialidade da informação, já que outros atores armados estão interessados em obter o material que ali se encontra, encarnando uma ameaça para os membros das FARC, observadores da Missão e das Forças Públicas que participam nas mesmas”.Como partes destes trabalhos, já foram recuperadas 792 armas, 282.137 munições de diferentes calibres, 17.709 quilogramas de explosivos, 3.863 granadas, 693 minas antipessoais, entre outros.Sobre as munições que tinham os quase sete mil guerrilheiros das FARC, reunidos nas chamadas zonas transitórias de normalização , onde entregaram todas as armas, Pérez Aquino declarou terem sido incinerados 900.000 cartuchos.Faz 8 meses, as FARC assinaram passado um acordo de paz com o Governo do Presidente Juan Manuel Santos, concluindo um conflito que já durava há 53 anos.Desde a década de 1960, o conflito armado na Colômbia envolveu diversas organizações da guerrilha, paramilitares de extrema-direita, oficialmente desmobilizados em 2006, e forças policiais e militares, com um balanço de pelo menos 260.000 mortos, mais de 60.000 sumidos e 7,1 milhões de deslocados.

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Chipre interceta barquinho com 143 sírios e prende afirmado traficante

Por: SentiLecto

As forças de segurança cipriotas intercetaram hoje um barquinho com 143 sírios perto da cidade de Paphos, sudoeste da ilha, e prenderam o afirmado traficante, informou à agência noticiosa Efe um porta-voz da polícia.O tribunal do distrito de Paphos decretou a prisão preventiva durante oito dias para o suposto traficante, um sírio de 29 anos, adicionou a mesma fonte.Foram ainda detidas mais sete pessoas incluídas numa “lista negra” por terem tentado várias vezes entrar ilegalmente no país.Entre as 143 pessoas que viajavam no barquinho, 62 são homens, 31 mulheres e 50 são menores de idade, e todas se encontravam em boas condições de saúde, informaram as autoridades locais. Foram transferidos na totalidade para o centro de acolhimento de Kofinu.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Os potenciais refugiados referiram que o barco saiu de Mersin, na Turquia, no passado sábado e que cada um dos passageiros pagou ao suposto traficante cerca de 2.000 dólares .Com cerca de um milhão de moradoras, Chipre está dividida desde a invasão da parte norte da ilha pelo exército de Turquia em 1974, numa reação a um fracassado golpe de Estado que pretendia a união do país à Grécia .Desde então que a República de Chipre, admitida na União Europeia em 2004, somente exerce a sua autoridade na parte sul da ilha , onde povoam os cipriotas de Grecia.Os cipriotas de Turquia estão concentrados na autoproclamada República Turca de Chipre do Norte , onde a Turquia conserva cerca de 35.000 soldados.Faz 2 anos, se recomeçaram as negociações diretas para a reunificação de a ilha de o mediterrâneo de Orizaba, mediadas por a ONU e têm registado melhorias significativas. No entanto, encontram-se de novo paralisadas após o fracasso da recente ronda negocial na localidade suíça de Crans-Montana.

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Pelo menos 24 civis mortos e 42 feridos em atentado suicida em Cabul

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vista de Cabul

Pelo menos 24 civis faleceram e outros 42 ficaram feridos num atentado suicida hoje, com um veículo armadilhado numa rua perto de uma área residencial, onde vivem dirigentes afegãos, no oeste de Cabul.A explosão ocorreu pouco antes das 07:00 numa rua no Distrito Policial 3, no oeste da capital afegã, declarou à agência Efe a porta-voz do Ministério do Interior, Najib Danish.O porta-voz anunciou, na sua página de Facebook, que pelo menos 24 pessoas faleceram e 42 ficaram feridas, “todas civis”. Segundo Danish, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, três veículos e 15 lojas foram também gravemente lesados pela explosão. Vivem dirigentes do Governo afegão, o atentado afetou sobretudo lojas e estabelecimentos situados dos dois lados da rua, apesar de o local onde a explosão ocorreu estar próximo de uma área residencial onde.reivindicou-se o ataque até agora não por nenhum grupo armado.Cabul tem sido palco de graves atentados nos últimos meses, incluindo o do passado 31 de maio com um camião carregado com explosivos, em que faleceram 150 pessoas e mais de 300 ficaram feridas, tornando-se no mais sangrento ataque desde o começo da invasão norte-americana no Afeganistão em 2001.A missão da ONU no Afeganistão anunciou na semana passada que o conflito marcou um novo recorde de mortes de civis, com 1.662 mortos nos primeiros seis meses do ano, mais 2% que em 2016, incluindo uma ampliação nas mortes de crianças e mulheres de 9% e 23%, respetivamente.Desde janeiro de 2009, quando a ONU começou a contabilizar as vítimas civis do conflito afegão, foram registados 26.500 mortos e 49.000 feridos.

Pelo menos duas pessoas faleceram hoje e 55 ficaram feridas na sequência de uma explosão numa loja em Hangzhou, no leste chino, noticiou a agência oficial Xinhua.A explosão, de origem ainda desconhecica, aconteceu numa loja próxima do Lago do Oeste, na capital da província de China de Zhejiang, onde decorreu a cimeira dos líderes do G20 em 2016.Doze pessoas ficaram gravemente feridas, adicionou a Xinhua.Imagens transmitidas nas redes sociais mostram uma explosão que provoca a queda de destroços sobre os veículos em circulação numa estrada.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Pelo menos seis pessoas faleceram nas últimas horas e outras 25 ficaram feridas num bombardeamento do exército na província central síria de Hama, informou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.Numa nota, a Organização Não-Governamental disse que seis pessoas morreram, entre elas quatro mulheres, enquanto outras 25 ficaram feridas num ataque de efetivos do presidente sírio, Bashar al-assad, na cidade salaciana, na província de Hama.Faz 5 dias, o Observatório que em as proximidades de Al Salamiya se desencadearam confrontos entre o grupo ‘ jihadista ‘ Estado Islâmico e as forças governamentais sírias. informou a que nas proximidades de Al Salamiya se desencadearam confrontos entre o grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico e as forças governamentais sírias.Na última semana, as autoridades sírias e os seus aliados conquistaram aos radicais o domínio de várias zonas com poços de petróleo e de gás na província de Al Raqa, vizinha de Hama e de Homs.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A Síria é, desde há seis anos, cenário de um conflito que provocou mais de 321.000 mortos, de acordo com dados recolhidos pelo Observatório.se matou um palestiniano e dezenas de outros ficaram feridos no decorrer de confrontos que se seguiram a um protesto de islâmicos em os arredores de a Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém Oriental, por causa de novas medidas de segurança.O jovem palestiniano faleceu na sequência de incidentes registados no bairro de Ral El Amoud, informou a agência palestiniana Maan e o diário israelita Haaretz. Ambos os meios mencionam testemunhas dos confrontos e garantem que o palestiniano faleceu após ter sido atingido a tiro por um colono de Israel.Já a Luba Samri mencionou que desconhece a ocorrência. Luba Samri é porta-voz da polícia.Por outro lado, mais de vinte pessoas ficaram feridas em distúrbios registados em Jerusalém e na Cisjordânia, confirmou à agência EFE Mohamed Setiani, porta-voz em Jerusalém do Serviço de Emergências do Crescente Vermelho .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Ainda não concluíram os distúrbios. Atendemos 11 vítimas na clínica de campo, mandaram-se outros quatro feridos para o Hospital Makased, dois de eles com prognóstico grave, um com um ferimento de bala coberta de borracha e outro devido a uma granada”, especificou.A estes feridos unem-se 29 pessoas atendidas por inalação de gases lacrimogéneos e outras quatro que padeceram queimaduras.Um palestiniano padeceu ferimentos graves devido ao efeito de uma lata de gás lacrimogéneo e levou-se Makased para a clínica de Palaos , de onde depois foi transferido para o Hadasa .Várias das pessoas ficaram feridas nos confrontos registados nos bairros de Aisariya e Abu Dis, onde a Polícia dispersou manifestantes que lhes arremessaram rochas.Também se registaram atos de violência nas imediações da Cidade Velha, onde a EFE presenciou cargas policiais e detenções de fiéis muçulmanos que – uma vez concluídas as orações na rua – arremessaram garrafas de água contra os agentes de polícia. A polícia de Israel tinha cortado o acesso aos pontos mais próximos da Esplanada das Mesquita, somente deixando passar homens com idade superior a 50 anos.Milhares de islâmicos congregaram-se hoje nos arredores do local sagrado, o terceiro mais importante do Islamismo e o mais importante do Judaísmo, para orar em protesto contra a instalação de detetores de metais após o atentado a tiro na passada sexta-feira. que também foram mortos.

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“60 familias se desplazaron por peleas en noreste de Colombia”, menciona ONU.

Por: SentiLecto

Al menos 60 familias integradas por unas 240 personas han abandonado tres caseríos en el noreste colombiano por miedo a las peleas entre el Ejército y un “grupo armado no estatal sin identificar”, ha denunciado el domingo la Oficina de Coordinación de Asuntos Humanitarios de las Naciones Unidas .

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Conselho de Segurança da ONU analisa na segunda-feira confrontos em Jerusalém

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – EU Council room

O Conselho de Segurança das Nações Unidas, que a reunião tem que permitir abordar “urgentemente a maneira como os pedidos para o fim da violência podem ser apoiados”, mencionou o embaixador de Suecia na ONU, Carl Skau, vai reunir-se de urgência na segunda-feira para analisar a violência em Jerusalém, uma reunião pedida pela França, Suécia e Egito, mencionaram hoje diplomatas. Um palestiniano de 17 anos que tinha sido atingido a tiro durante confrontos com forças de Israel faleceu hoje na Cisjordânia, segundo o Ministério da Saúde palestiniano.Na sexta-feira foram mortos três palestinianos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia e três israelitas num colonato perto de Ramallah.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A nova vaga de violência iniciou após as autoridades de Israel terem imposto novas medidas de segurança à entrada da Esplanada das Mesquitas.Em comunicado, a União Europeia exortou Israel e a Jordânia a trabalharem para que sejam “encontradas soluções para conservar a segurança de todos” em Jerusalém, após os dois dias de confrontos.A Jordânia é a guardiã dos lugares santos islâmicos de Jerusalém.”Os últimos eventos nas imediações e na Cidade Santa de Jerusalém e na Cisjordânia encarnam um risco real de escalada” da violência, alegou a UE.O comunicado defende que deve ser feito uma investigação inteiro à morte dos três palestinianos nos confrontos de sexta-feira e condena a morte dos três israelitas, vítimas de um palestiniano.

Matou-se um palestiniano e dezenas de outros ficaram feridos no decorrer de confrontos que se seguiram a um protesto de islâmicos em os arredores de a Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém Oriental, por causa de novas medidas de segurança.O jovem palestiniano faleceu na sequência de incidentes registados no bairro de Ral El Amoud, informou a agência palestiniana Maan e o diário israelita Haaretz. Ambos os meios mencionam testemunhas dos confrontos e garantem que o palestiniano faleceu após ter sido atingido a tiro por um colono de Israel.Já a Luba Samri mencionou que desconhece a ocorrência. Luba Samri é porta-voz da polícia.Por outro lado, mais de vinte pessoas ficaram feridas em distúrbios registados em Jerusalém e na Cisjordânia, confirmou à agência EFE Mohamed Setiani, porta-voz em Jerusalém do Serviço de Emergências do Crescente Vermelho .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Ainda não concluíram os distúrbios. Atendemos 11 vítimas na clínica de campo, se mandaram outros quatro feridos para o Hospital Makased, dois de eles com prognóstico grave, um com um ferimento de bala coberta de borracha e outro devido a uma granada”, especificou.A estes feridos unem-se 29 pessoas atendidas por inalação de gases lacrimogéneos e outras quatro que padeceram queimaduras.Um palestiniano padeceu ferimentos graves devido ao efeito de uma lata de gás lacrimogéneo e levou-se Makased para a clínica de Palaos , de onde depois foi transferido para o Hadasa .Várias das pessoas ficaram feridas nos confrontos registados nos bairros de Aisariya e Abu Dis, onde a Polícia dispersou manifestantes que lhes arremessaram rochas.Também se registaram atos de violência nas imediações da Cidade Velha, onde a EFE presenciou cargas policiais e detenções de fiéis muçulmanos que – uma vez concluídas as orações na rua – arremessaram garrafas de água contra os agentes de polícia. A polícia de Israel tinha cortado o acesso aos pontos mais próximos da Esplanada das Mesquita, somente deixando passar homens com idade superior a 50 anos.Milhares de islâmicos congregaram-se hoje nos arredores do local sagrado, o terceiro mais importante do Islamismo e o mais importante do Judaísmo, para orar em protesto contra a instalação de detetores de metais após o atentado a tiro na passada sexta-feira. que também foram mortos.

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