Exportação de frango do Brasil progride, mas aparição da Carne Fraca persiste

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – EU Council room

Em 1 ano, a produção global de carne de frango terá que atingir 91 milhões de toneladas, com ampliação de %1,2 em relação a o volume calculado para este ano.

O cenário internacional vai favorecer o Brasil, que é o principal provedor global de carne de frango.

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China abre inquérito sobre importação de carne de frango brasileira

Por: SentiLecto

A China abriu nesta sexta-feira uma inquérito antidumping sobre as importações de carne de frango brasileiras após reclamação da indústria doméstica de que o país está vendendo seu produto abaixo do valor de mercado. O Brasil, maior exportador mundial do produto, respondeu por mais de 50% da oferta de produtos de carne de frango para a China, que é o maior consumidor de carnes brasileiro, segundo consumidor mundial, entre 2013 e 2016, de acordo com uma análise preliminar, informou o Departamento do Comércio em comunicado. Qualquer medida para penalizar as importações avaliadas em mais de US$ 1 bilhão por ano seria um grande golpe para a indústria de Brasil de proteínas, abalada neste ano pelas revelações da Operação Carne Fraca, que assinalou um esquema de propina envolvendo fiscais sanitários e indústrias.

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BRF mira público de baixa renda com nova marca de produtos processados

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Brasão de armas de Faria

A BRF vai instituir uma terceira marca de produtos, desta vez com foco no segmento de baixa renda, declararam executivos da empresa nesta sexta-feira a analistas de mercado.

A brf s.a. é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, com mais de 30 marcas em seu portfólio, entre elas, sadia, perdigão, qualy, paty, dánica e bocatti.

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Indústria de frango e porcos do Brasil diminui expectativa para exportações

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fernando Henrique Cardoso, 34.º Presidente do Brasil

Enquanto empresas ainda lidam com os efeitos dos inquéritos da Operação Carne Fraca, a produção e a exportação de carnes de frango e porca do Brasil em 2017 vão ficar abaixo das expectativas iniciais , da Polícia Federal, alegou a ABPA nesta terça-feira .

Depois que cortou sua previsão de crescimento para 1% ante 2016, o grupo declarou que espera uma produção de frango em 2017 de 13,1 milhões de toneladas , versus uma perspectiva de crescimento 3% a 5% divulgada no começo do ano.

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JBS disputa mercado de lasanhas com Perdigão

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Friboi jbs

– Em 5 dias, Últimas linhas de produtos que continuavam fora de o mercado por imposição de o Conselho Administrativo de Defesa Econômica as lasanhas de a marca Perdigão vão estar de volta em as gôndolas de os supermercados.O regresso ocorre num momento em que a principal concorrente da Perdigão no segmento, a Seara, controlada pela JBS, enfrenta a desconfiança dos consumidores, após a delação premiada de seus controladores e do acordo de leniência fechado pela companhia, que consentiu em pagar multa de R$ 10,3 bilhões. Dados da consultoria Nielsen mostram que o mercado de lasanhas prontas agitou R$ 740 milhões nos últimos 12 meses. Quando as lasanhas da Perdigão foram retiradas do mercado, cinco anos atrás, em cumprimento às condições impostas pelo Cade para a criação da BRF , elas respondiam por 25% das vendas nesse mercado. A fatia da Seara, até então braço de produtos congelados de varejo da Marfrig, não passava dos 7%. — Não podemos declarar que estamos saindo do zero agora. A marca é bastante forte junto aos consumidores e muitos nem sabem que a Perdigão havia saído do mercado — observa Cecília Alexandre, administradora executiva de Marketing da Perdigão. ‘TIRO NO PÉ DA PROPAGANDA’ Em 2013 , a JBS que desembolsou R comprou a Seara , que desembolsou R$ 5,85 bilhões. Com a venda, a Marfrig perdeu cerca de 30% de suas receitas, mas ganhou alento para fazer frente a uma dívida de R$ 9 bilhões à época. Com o marketing turbinado pela JBS, a Seara viu sua fatia de mercado subir a quase 20% em algumas categorias, como a de congelados. Para a consultora de Food Service da AGR Consultores, Rafaela Natal, não vai ser difícil a Perdigão recuperar essa fatia de consumidores no médio prazo. Para ela, a marca tem bom pedido junto ao público que já a conhecia e pode ganhar uma nova leva de consumidores mais jovens que buscam praticidade e custos competitivos em alimentos congelados, especialmente na crise. — A Perdigão terá um preço mais baixo que os produtos Sadia, que se tornou uma marca premium, voltada a um consumidor mais preocupado com saúde, já que oferece 30% menos sódio — diz Rafaela Natal. O custo da embalagem de 600g da Perdigão tem que ficar mais próximo de R$ 10 do que os R$ 12,90 praticados pela Sadia, avalia a consultora da AGR. Ela recorda que a Perdigão está tentando atrair o público com embalagens de 600g e 1kg e um novo sabor de frango com bacon. — Este sabor tem bom pedido, e as embalagens de um quilo, destinadas à família, são mais econômicas — aalegaRafaela. Outro expert em varejo, que prefere não se identificar, avalia que, neste primeiro momento, o fato de as marcas da JBS enfrentarem certa aversão do consumidor favorece a Perdigão. Ele recorda que, após a Operação Carne Fraca, que encontrou anormalidades em frigoríficos, incluindo os da JBS, a companhia fez uma forte ação de marketing expondo todas as suas marcas, como Swift, Alpargatas, Vigor e a própria Seara. — Acabou sendo um tiro no pé. Se antes o consumidor não sabia que a Seara era da JBS, acabou sendo informado pela propaganda — declara o consultor, que avalia que, neste momento em que a companhia está em evidência por corrupção e pagamento de propina a políticos, há um efeito negativo no consumo de seus produtos. — Outra marca que também também vai padecer a concorrência da Perdigão é a Aurora, que está na mesma faixa de custo. Os produtos da Perdigão começaram a voltar ao mercado em 2015, após a resolução do Cade. Naquele ano, foi a vez do presunto, da linguiça defumada e de produtos natalinos regressarem às gôndolas. No ano passado, foi o salame. Com a lasanha, a companhia volta a atuar em todas as categorias com maior volume de vendas.

– Grandes frigoríficos estão reabrindo unidades no Mato Grosso, estado com 30,5 milhões de bovinos, o maior rebanho do país, num movimento oposto ao dos últimos anos. O objetivo é ganhar mercado que pertencia à JBS. A companhia passou a enfrentar obstáculos, diminuindo abates, após a delação premiada de seus controladores e do acordo de leniência, que calcula multa de R$ 10,3 bilhões. Faz 1 dia, a Marfrig anunciou que reabrirá, em duas semanas, sua unidade frigorífica de Nova Xavantina, em o Nordeste de o estado. A companhia já tem duas unidades funcionando no estado, em Tangará da Serra e Paranatinga. Além disso, as unidades de Mineiros , Tucumã , Chupinguaia e de Paranatinga estão expandindo as linhas de produção. Com isso, a Marfrig deseja aumentar sua habilidade de produção de carne bovina em 25%. Se vai reativar outra unidade, em Pirenópolis, . Segundo a Marfrig, esse movimento se deve à “maior disponibilidade de bovinos para abate no Brasil, decorrente do ciclo positivo de gado e maior retenção no primeiro semestre do ano e do atual cenário macroeconômico”. — A crise na JBS e a Operação Carne Fraca já provocaram queda de 6% no custo da carne. Temos superoferta de bois e diminuímo o ICMS, de 7% para 4%, para abater em outros estados. Essas reaberturas são bem-vindas — declara o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Ricardo Tomczyk. Em junho, a Minerva anunciara reabertura de unidade de bovinos em Mato Grosso, em Mirassol D’Oeste, a partir de meados de julho. No mercado, comenta-se que ao menos dois frigoríficos que estavam arrendadas à JBS no estado também serão reabertos em breve. Nos últimos anos, Mato Grosso assistiu ao encerramento de uma série de unidades de abate, especialmente pela JBS. Faz 3 meses, uma Comissão Parlamentar de Inquérito deduziu que a companhia exercia o monopólio de o mercado, graças em a compra de vários frigoríficos que eram fechados,, ” em um caso clássico de concentração econômica “.A CPI recomendou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica a abertura de um procedimento administrativo. Procurado, o Cade informou que ainda não recebeu o documento, mas que vai requisitá-lo. Deputado Ondanir Bortolini declarou que os indícios de suspeita de monopólio levaram ao pedido de inquérito: — O que estimulou a instalação da CPI foi a concentração de plantas com a JBS. Deputado Ondanir Bortolini é o presidente da CPI. CONCENTRAÇÃO DE MERCADO O relatório da CPI deduziu que a JBS detinha 56% do mercado frigorífico do estado, contra menos de 25% da segunda, a Marfrig. O documento revelou, ainda, que a companhia passou a arrendar frigoríficos em regiões em que já tinha unidades funcionando. Em seguida, fechou ou paralisou o abate em muitos deles. Hoje, das 25 unidades da JBS , 14 estão fechadas. Experts em agropecuária escutados pelo GLOBO avaliam que a estratégia utilizada pela JBS no Mato Grosso não é habitual. Para o analista de mercado, Gustavo Aguiar, da Scot Consultoria, essa prática, teoricamente, é desleal. Ele recorda, entretanto, que, com a crise de 2008, muitos frigoríficos fecharam e ficaram disponíveis para compra, o que aumentou a concentração nesse mercado. — De cinco anos pra cá, algumas unidades fecharam porque acabou ocorrendo uma readequação à menor oferta de gado no país. Mas grande parte da concentração se deu mesmo nas mãos da JBS — declara Aguiar. Estudo da consultoria TCP Latam mostra que, no Mato Grosso, houve uma queda no número de abates entre 2013 e 2016. O total caiu de 5,8 milhões de cabeças para 4,5 milhões no fase. — O “conseqüência JBS”, com encerramento de frigoríficos, aparece claramRicardo Jacomassi observando que também houve queda na procura. Ricardo Jacomassi é o diretor da consultoria. Ricardo Jacomassi é o diretor da consultoria. O encerramento de unidades da JBS provocou ao menos 14 mil demissões no estado. Em Colíder, cidade de 32 mil moradoras ao norte de Mato Grosso, a companhia fechou uma unidade em 2011 e demitiu 700 trabalhadores diretos. Ao menos três mil pessoas dependiam dos salários pagos pela JBS. O presidente do sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Carnes e Laticínios do Portal da Amazônia , José Evandro Navarro, alegou ao GLOBO que a atuação da JBS no Mato Grosso, nos últimos cinco anos, foi determinante para o sufocamento de pequenos e médios frigoríficos: — Se você tem o frigorífico vizinho fechado, você reduz em R$ 8 o custo pago pela arroba do gado, na média. Segundo o relatório, a JBS afirmou inviabilidade financeira ou operacional de algumas plantas e falta de matéria-prima em algumas localidades para justificar o encerramento de unidades. Procurada, a JBS respondeu que se a informou sobre a finalização de a CPI dos Frigoríficos em Mato Grosso e “vai cooperar com seus desdobramentos à medida que houver solicitações de órgãos públicos originadas pelo relatório da Assembleia Legislativa do estado”.

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