Indústria de frango e porcos do Brasil diminui expectativa para exportações

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fernando Henrique Cardoso, 34.º Presidente do Brasil

Enquanto empresas ainda lidam com os efeitos dos inquéritos da Operação Carne Fraca, a produção e a exportação de carnes de frango e porca do Brasil em 2017 vão ficar abaixo das expectativas iniciais , da Polícia Federal, alegou a ABPA nesta terça-feira .

Depois que cortou sua previsão de crescimento para 1% ante 2016, o grupo declarou que espera uma produção de frango em 2017 de 13,1 milhões de toneladas , versus uma perspectiva de crescimento 3% a 5% divulgada no começo do ano.

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JBS disputa mercado de lasanhas com Perdigão

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Friboi jbs

– Em 5 dias, Últimas linhas de produtos que continuavam fora de o mercado por imposição de o Conselho Administrativo de Defesa Econômica as lasanhas de a marca Perdigão vão estar de volta em as gôndolas de os supermercados.O regresso ocorre num momento em que a principal concorrente da Perdigão no segmento, a Seara, controlada pela JBS, enfrenta a desconfiança dos consumidores, após a delação premiada de seus controladores e do acordo de leniência fechado pela companhia, que consentiu em pagar multa de R$ 10,3 bilhões. Dados da consultoria Nielsen mostram que o mercado de lasanhas prontas agitou R$ 740 milhões nos últimos 12 meses. Quando as lasanhas da Perdigão foram retiradas do mercado, cinco anos atrás, em cumprimento às condições impostas pelo Cade para a criação da BRF , elas respondiam por 25% das vendas nesse mercado. A fatia da Seara, até então braço de produtos congelados de varejo da Marfrig, não passava dos 7%. — Não podemos declarar que estamos saindo do zero agora. A marca é bastante forte junto aos consumidores e muitos nem sabem que a Perdigão havia saído do mercado — observa Cecília Alexandre, administradora executiva de Marketing da Perdigão. ‘TIRO NO PÉ DA PROPAGANDA’ Em 2013 , a JBS que desembolsou R comprou a Seara , que desembolsou R$ 5,85 bilhões. Com a venda, a Marfrig perdeu cerca de 30% de suas receitas, mas ganhou alento para fazer frente a uma dívida de R$ 9 bilhões à época. Com o marketing turbinado pela JBS, a Seara viu sua fatia de mercado subir a quase 20% em algumas categorias, como a de congelados. Para a consultora de Food Service da AGR Consultores, Rafaela Natal, não vai ser difícil a Perdigão recuperar essa fatia de consumidores no médio prazo. Para ela, a marca tem bom pedido junto ao público que já a conhecia e pode ganhar uma nova leva de consumidores mais jovens que buscam praticidade e custos competitivos em alimentos congelados, especialmente na crise. — A Perdigão terá um preço mais baixo que os produtos Sadia, que se tornou uma marca premium, voltada a um consumidor mais preocupado com saúde, já que oferece 30% menos sódio — diz Rafaela Natal. O custo da embalagem de 600g da Perdigão tem que ficar mais próximo de R$ 10 do que os R$ 12,90 praticados pela Sadia, avalia a consultora da AGR. Ela recorda que a Perdigão está tentando atrair o público com embalagens de 600g e 1kg e um novo sabor de frango com bacon. — Este sabor tem bom pedido, e as embalagens de um quilo, destinadas à família, são mais econômicas — aalegaRafaela. Outro expert em varejo, que prefere não se identificar, avalia que, neste primeiro momento, o fato de as marcas da JBS enfrentarem certa aversão do consumidor favorece a Perdigão. Ele recorda que, após a Operação Carne Fraca, que encontrou anormalidades em frigoríficos, incluindo os da JBS, a companhia fez uma forte ação de marketing expondo todas as suas marcas, como Swift, Alpargatas, Vigor e a própria Seara. — Acabou sendo um tiro no pé. Se antes o consumidor não sabia que a Seara era da JBS, acabou sendo informado pela propaganda — declara o consultor, que avalia que, neste momento em que a companhia está em evidência por corrupção e pagamento de propina a políticos, há um efeito negativo no consumo de seus produtos. — Outra marca que também também vai padecer a concorrência da Perdigão é a Aurora, que está na mesma faixa de custo. Os produtos da Perdigão começaram a voltar ao mercado em 2015, após a resolução do Cade. Naquele ano, foi a vez do presunto, da linguiça defumada e de produtos natalinos regressarem às gôndolas. No ano passado, foi o salame. Com a lasanha, a companhia volta a atuar em todas as categorias com maior volume de vendas.

– Grandes frigoríficos estão reabrindo unidades no Mato Grosso, estado com 30,5 milhões de bovinos, o maior rebanho do país, num movimento oposto ao dos últimos anos. O objetivo é ganhar mercado que pertencia à JBS. A companhia passou a enfrentar obstáculos, diminuindo abates, após a delação premiada de seus controladores e do acordo de leniência, que calcula multa de R$ 10,3 bilhões. Faz 1 dia, a Marfrig anunciou que reabrirá, em duas semanas, sua unidade frigorífica de Nova Xavantina, em o Nordeste de o estado. A companhia já tem duas unidades funcionando no estado, em Tangará da Serra e Paranatinga. Além disso, as unidades de Mineiros , Tucumã , Chupinguaia e de Paranatinga estão expandindo as linhas de produção. Com isso, a Marfrig deseja aumentar sua habilidade de produção de carne bovina em 25%. Se vai reativar outra unidade, em Pirenópolis, . Segundo a Marfrig, esse movimento se deve à “maior disponibilidade de bovinos para abate no Brasil, decorrente do ciclo positivo de gado e maior retenção no primeiro semestre do ano e do atual cenário macroeconômico”. — A crise na JBS e a Operação Carne Fraca já provocaram queda de 6% no custo da carne. Temos superoferta de bois e diminuímo o ICMS, de 7% para 4%, para abater em outros estados. Essas reaberturas são bem-vindas — declara o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Ricardo Tomczyk. Em junho, a Minerva anunciara reabertura de unidade de bovinos em Mato Grosso, em Mirassol D’Oeste, a partir de meados de julho. No mercado, comenta-se que ao menos dois frigoríficos que estavam arrendadas à JBS no estado também serão reabertos em breve. Nos últimos anos, Mato Grosso assistiu ao encerramento de uma série de unidades de abate, especialmente pela JBS. Faz 3 meses, uma Comissão Parlamentar de Inquérito deduziu que a companhia exercia o monopólio de o mercado, graças em a compra de vários frigoríficos que eram fechados,, ” em um caso clássico de concentração econômica “.A CPI recomendou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica a abertura de um procedimento administrativo. Procurado, o Cade informou que ainda não recebeu o documento, mas que vai requisitá-lo. Deputado Ondanir Bortolini declarou que os indícios de suspeita de monopólio levaram ao pedido de inquérito: — O que estimulou a instalação da CPI foi a concentração de plantas com a JBS. Deputado Ondanir Bortolini é o presidente da CPI. CONCENTRAÇÃO DE MERCADO O relatório da CPI deduziu que a JBS detinha 56% do mercado frigorífico do estado, contra menos de 25% da segunda, a Marfrig. O documento revelou, ainda, que a companhia passou a arrendar frigoríficos em regiões em que já tinha unidades funcionando. Em seguida, fechou ou paralisou o abate em muitos deles. Hoje, das 25 unidades da JBS , 14 estão fechadas. Experts em agropecuária escutados pelo GLOBO avaliam que a estratégia utilizada pela JBS no Mato Grosso não é habitual. Para o analista de mercado, Gustavo Aguiar, da Scot Consultoria, essa prática, teoricamente, é desleal. Ele recorda, entretanto, que, com a crise de 2008, muitos frigoríficos fecharam e ficaram disponíveis para compra, o que aumentou a concentração nesse mercado. — De cinco anos pra cá, algumas unidades fecharam porque acabou ocorrendo uma readequação à menor oferta de gado no país. Mas grande parte da concentração se deu mesmo nas mãos da JBS — declara Aguiar. Estudo da consultoria TCP Latam mostra que, no Mato Grosso, houve uma queda no número de abates entre 2013 e 2016. O total caiu de 5,8 milhões de cabeças para 4,5 milhões no fase. — O “conseqüência JBS”, com encerramento de frigoríficos, aparece claramRicardo Jacomassi observando que também houve queda na procura. Ricardo Jacomassi é o diretor da consultoria. Ricardo Jacomassi é o diretor da consultoria. O encerramento de unidades da JBS provocou ao menos 14 mil demissões no estado. Em Colíder, cidade de 32 mil moradoras ao norte de Mato Grosso, a companhia fechou uma unidade em 2011 e demitiu 700 trabalhadores diretos. Ao menos três mil pessoas dependiam dos salários pagos pela JBS. O presidente do sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Carnes e Laticínios do Portal da Amazônia , José Evandro Navarro, alegou ao GLOBO que a atuação da JBS no Mato Grosso, nos últimos cinco anos, foi determinante para o sufocamento de pequenos e médios frigoríficos: — Se você tem o frigorífico vizinho fechado, você reduz em R$ 8 o custo pago pela arroba do gado, na média. Segundo o relatório, a JBS afirmou inviabilidade financeira ou operacional de algumas plantas e falta de matéria-prima em algumas localidades para justificar o encerramento de unidades. Procurada, a JBS respondeu que se a informou sobre a finalização de a CPI dos Frigoríficos em Mato Grosso e “vai cooperar com seus desdobramentos à medida que houver solicitações de órgãos públicos originadas pelo relatório da Assembleia Legislativa do estado”.

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Ao menos 51 países conservam limitações à carne bde Brasil

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Maggiwürze-alt

– Mais de três meses após a Polícia Federal começar a Operação Carne Fraca, ao menos 51 países, além da União Europeia , ainda conservam limitações à importação da carne bde Brasil conforme levantamento feito pelo Ministério da Agricultura a pedido do GLOBO. Nove países bloqueiam totalmente as importações. A lista também mostra que 42 países e a União Europeia ainda limitam a entrada dos produtos de Brasil. São casos de suspensão parcial na compra de carnes e reforço nas inspeções antes de as mercadorias serem vendidas para os consumidores. Segundo o levantamento, outros 20 países aceitaram as medidas anunciadas pelo Brasil e abriram seus mercados. Com a credibilidade arranhada por sucessivas crises desde o começo da operação — que investiga supostas fraudes na liberação de permissões e fiscalização irregular de frigoríficos —, o principal foco dos problemas está no mercado de carne bovina. Companhias exportadoras e pecuaristas tentam reconquistar a confiança dos compradores internacionais. Enquanto isso, as metas de expansão da participação de Brasil no setor ficam em suspenso. O Brasil pretendia chegar a 10% de participação global do mercado de carnes e buscava alcançar e aumentar a presença principalmente nos mercados de Japão, México e Coreia do Sul. Agora, o país gerenciar crises, trabalha para reconstruir sua credibilidade e não perder compradores. — A expectativa de aumentar a participação vai para o saco, porque é bastante difícil exportar a mesma coisa que foi no ano passado — declarou o analista da MB Agro Cesar de Castro. BRASIL VETA ENTRADA DE CARNE DOS Eua O reflexo da crise nas exportações de carnes bovinas pode ser visto nos dados da balança comercial, divulgados pelo Ministério da Indústria e Comércio Exterior. Faz 2 meses, de este ano, o Brasil exportou US $ 1,75 bilhão em carne bovina congelada, fresca ou refrigerada, queda de %4,6 ante o mesmo fase de 2016, de janeiro e maio. O recuo é ainda maior no volume total exportado: 10% a menos que em 2016, no acumulado do ano. O balanço de junho deve ser divulgado na próxima semana. Mercados importantes como Rússia e China reforçaram as inspeções de produtos de Brasil. E, após passar a conferi todos os carregamentos saídos do Brasil, os EUA identificaram “inconformidades sanitárias” em 11% dos produtos, segundo a Secretaria de Agricultura estadunidense, o que levou à suspensão da compra da carne in natura bde Brasil Para tentar persuadi os estadunidense a voltarem a adquiri carne fresca de Brasil, o Ministério da Agricultura mandou ontem nas autoridades dos EUA uma nota técnica com informações sobre o sistema de inspeção brasileiro e relatando as medidas adotadas para resolver o problema assinalado pelos compradores. O Ministério da Agricultura é blairo Maggi.Faz 1 mês, Maggi declarou, também, que o Brasil vetou a entrada de lotes de carne de os EUA. De 32 contêineres de carne fresca e miúdos, 20 foram devolvidos por motivos de rotulagem, rastreabilidade e certificação, explicou. O embargo seria anterior à suspensão da compra pelos aestadunidense — Significa que 62,5% do exportado pelos EUA para o Brasil tiveram que regressar àquele país. Vejam que, antes do comércio, vêm a segurança e proteção dos consumidores em ambos os países — afirmou, acrescentando que os dois mercados precisam aprender a lidar entre si. Uma missão europeia também mostrou preocupação com o controle sanitário no Brasil. Em relatório divulgado ontem, o Ministério da Agricultura informa que análises em frigoríficos não encontraram em passaritos as dois espécies de salmonelas que podem afetar a saúde pública. O documento declara que houve reforço no controle sanitário. Segundo o ministério, serão contratados emergencialmente, em até 60 dias, 300 veterinários, que vão atuar com auditores fiscais federais agropecuários nos frigoríficos. A pasta também pediu ao Planejamento um concurso de mil fiscais para suprir a procura dos próximos dez anos. A crise do setor ampliou após a delação dos executivos da JBS, maior exportadora de carne bovina brasileira. A empresa reduziu os abates e, sem a possibilidade de os animais serem comprados na mesma proporção por outros frigoríficos, os pecuaristas viram os preços do boi desabarem. — É o pior momento para a pecuária — declarou o vice-presidente da Sociedade Rural Brasileira, Pedro Camargo Neto. Inquietada com a situação dos mercados internacionais e os efeitos nas vendas, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu divulgou uma carta aberta endereçada a Maggi na qual reclama das “constantes agressões padecidas” pelo setor.

– O governo de Brasil admitiu nesta terça-feira que precisa de mais 1.600 fiscais em instalações frigoríficas, mas também questionou a rápida suspensão imposta pelos Estados Unidos aos embarques de carne bovina in natura. Luis Rangel declarou na Reuters em entrevista que os provedores de carne de Brasil estão trabalhando para se ajustar a exigências mais rigorosas do mercado norte-americano. Luis Rangel é o secretário de Defesa Agropecuária.exigências mais rigorosas do mercado de Noruega. Se os tolerariam em outros mercados, rangel alegou que alguns problemas erguidos pelas autoridades de segurança alimentar dos Estados Unidos ” ” e que nenhum sistema é infalível. Na semana passada, o governo de Noruega interrompeu as importações de carne um ano depois de abrir o mercado para o produto in natura. Funcionários dos EUA declararam que as inspeções de embarques descobriram problemas como abscessos, tecidos proibidos e material não identificado na carne. Autoridades de Brasil declararam que a maioria dos problemas com a carne decorreu das vacinas. Na segunda-feira, um sindicato dos fiscais declarou que a indústria não tem inspetores suficientes para garantir a segurança do produto e culpou os cortes no Orçamento do governo. Rangel admitiu que há uma carência de fiscais. Ele declarou que o ministério está buscando financiamento para contratar 1.600 novos inspetores, um efetivo que encarna mais de 50 por cento do número atual de 2.800. “Estamos pedindo 1.600 vagas, e caso haja, não descartamos a chance de contratação emergencial , em casos específicos, um problema mais agudo de falta de pessoas”, alegou. “O mercado de America é o mais exigente entre os mercados que servimos, então as companhias de Brasil terão de se ajustar, deverão seguir as exigências de maneira bastante rígida”, declarou Rangel. Segundo o secretário, o governo já está fazendo algumas mudanças após as questões erguidas pelas autoridades dos EUA. O movimento dos EUA contra o maior exportador global de carne bovina assombrou as autoridades de Brasilde Brasil, que declararam que vão trabalhar com as autoridades dos EUA para permitir que os envios de carne de bovino sejam recomeçados. Em nota nesta terça-feira, o Ministério da Agricultura alegou que o processo para reverter a resolução do governo norte-americano de interromper a compra da carne bovina in natura brasileira deve demorar pelo menos um mês, a partir da data do anúncio da restrição na semana passada. Rangel disse que o processo é um pouco lento em função dos ritos que devem ser seguidos. Uma missão técnica do Ministério da Agricultura vai aos Estados Unidos no começo de julho para debater o fim da suspensão, segundo Rangel. Carta com respostas aos norte-americanos está sendo preparada pela equipe técnica e deve ser deduzida até o fim de semana. Somente após o regresso da missão é que o ministro Blairo Maggi vai aos EUA para tratar sobre o tema pessoalmente com o secretário de Agricultura do governo do presidente Donald Trump, Sonny Perdue.

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China recebe primeiro embarque de carne bovina dos EUA em 14 anos

Por: SentiLecto

A China, que autorizou oficialmente as importações de carne dos EUA na terça-feira, após os dois lados terem fechado as condições para as exportações na semana passada, recebeu os primeiros carregamentos de carne bovina dos Estados Unidos em 14 anos nesta sexta-feira, após os dois países terem consentido em recomeçar o comércio em maio, segundo notícia no jornalismo estatal. A Cofco Meat Holdings viabilizou as importações junto em a processadora norte-americana de carnes Tyson Foods , declarou a Rádio Nacional da China em esta sexta-feira , mencionando a Agência de Inspeções e Quarentenas de o país.

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Bolsa cai 0,2% seguindo exterior; dólar estável, cotado a R$ 3,34

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Bovespa Index

O dólar comercial opera perto da estabilidade nesta sexta-feira, progredindo somente 0,08% e cotado a R$ 3,340 para venda. Na Bolsa, o índice de referência Ibovespa recua 0,20%, aos 61.149 pontos, acompanhando a desvalorização dos pregões no exterior.

A Bolsa de Brasilde Brasil sobe 0,44% nesta segunda-feira, aos 61.901 pontos, acompanhando o movimento dos pregões estrangeiros, depois de o partido do presidente francês Emmanuel Macron, La République En Marche!, ter obtido extensa maioria nas votações legislativas concluídas no domingo. Na cotação, o dólar comercial registra alta de 0,33% frente ao real, cotado a R$ 3,300 para venda.As ações da JBS têm mais um pregão volátil, caindo agora 2,36% , sua nova queda consecutiva. Em meio a pressão que enfrenta desde a delação premiada de seus executivos, a JBS exibiu nesta terça-feira um plano de venda de ativos que pode chegar a R$ 6 bilhões, incluindo operações na Europa e a participação na Vigor. Essa soma vai ir se adicionar ao R$ 1 bilhão da venda dos frigoríficos no Mercosul para a Minerva. Estão no plano de desinvestimentos a fatia de 19,2% da Vigor, a participação na Moy Park e a alienação dos ativos da Five Rivers Cattle Feeding e fazendas.Faz 5 meses, o Ibovespa recuou %2,01, a os 60.766 pontos, o menor platô desde 2 de janeiro, ontem. Na cotação, o dólar comercial subiu 1,27% ante o real, cotado a R$ 3,331 para venda. N na máxima já chegou a R$ 3,345. Esse movimento foi uma reação à piora nas expectativas de reformas pelos investidores, que são consideradas importantes para a retomada da confiança e do crescimento econômico.

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