É bastante difícil aprovar reforma da Previdência no Brasil em ano eleitoral, declara S&P

Por: SentiLecto

– Vai ser bastante difícil a reforma da Previdência ser votada neste ano no Brasil, marcado por votações presidenciais, bem como progredir com medidas fiscais mais dolorosas, alegou nesta sexta-feira a diretora para ratings soberanos da Standard & Poor’s, Lisa Schineller. Na noite passada, a agência de classificação de risco rebaixou o rating de Brasil em função da demora na aprovação de medidas para reequilibrar as contas públicas, num claro sinal para a reforma da Previdência, e de incertezas devido às evotaçõesdeste ano.

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Bate-boca marca fim da leitura do voto de relator na CCJ

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Perondi está localizado em: Albânia

Leu seu relatório pedindo a aceitação da acusação contra o presidente Michel Temer, o clima continuou tenso após o final do voto, se os ânimos estavam acirrados durante a sessão daSergio Zveiter. Sergio Zveiter é o relator. Sergio Zveiter é o relator.

A reação deve ser capitaneada pela tropa de choque da base aliada na CCJ , evitando o envolvimento direto do presidente.

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Relator vota pela aceitação de acusação contra Temer; compreenda peso da resolução

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – SergioZveiter

Estes são links externos e vão abrir numa nova janela

O deputado federal Sérgio Zveiter , relator do processo sobre Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, se posicionou nesta segunda-feira em defesa do prosseguimento da ação contra o presidente.

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Governo federal acerta com relator manutenção do prazo de 20 anos para limite de gastos

Foto: Wikipedia – Darcisio perondi

– O relator da Proposta de Emenda à Constituição que lrestringeo crescimento dos gastos públicos ao IPCA do ano anterior, deputado Darcísio Perondi , aalegouque há “um consenso fechado” com o governo sobre a manutenção do prazo de duração do regime em 20 anos, podendo o indicador de correção ser amodificadoa partir do 10o ano. Após sair de sua segunda reunião nesta quarta-feira no Ministério da Fazenda para aparar as arestas do relatório, juntamente com os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, Perondi avaliou que o texto melhorou, mas ainda não está ótimo. Por isso , isso marcou em a Fazenda para a manhã de segunda-feira. Mais cedo, Perondi havia declarado que o relatório seria lido em delegação especial da Câmara na terça-feira da próxima semana, com expectativa de eleição no colegiado na quinta. Em 1 mês, a eleição em primeiro turno de a PEC em a Casa deve acontecer.

– O relator da Proposta de Emenda à Constituição que lrestringeoaaprogressãodos gastos públicos à inflação do ano anterior, deputado Darcísio Perondi , afalegouue o texto que apexibirám codelegaçãospecial deterá que conterm gatilho para permitir almudançaa renormapós a dívida bruta chegar a determinado paplatô”Nós estamos debatendo. Isso é possível que tenha”, declarou a jornalistas após longa reunião no ministério da Fazenda com Henrique Meirelles além do ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. Henrique Meirelles é o chefe da pasta. Ele também alegou ser provável que a duração do regime não seja modificada em seu relatório na comparação com a proposta original da Fazenda. Declarou: “Se vai mexer o tempo possivelmente não”. Na PEC, a equipe econômica estabeleceu uma restrição de 20 anos para o crescimento das despesas pelo IPCA do ano anterior, com chance de revisão do índice usado a partir do 10º ano. Perondi alegou que outra reunião será feita na Fazenda no começo desta noite para tratar novamente da PEC, estimando que concluirá seu relatório após esse novo encontro. Em 1 mês, a leitura de o texto em delegação especial de a Câmara dos Deputados será feita em a próxima, alegou o deputado, adicionando que o texto deverá ser votado pelo colegiado em a quinta-feira, sendo apreciado em primeiro turno em a Câmara em o dia 10 ou 11 de outubro. Declarou: “Desejamo fechar isso na segunda quinzena de outubro, o segundo turno , para mandar na última semana de outubro para o Senado”. Avaliou: “Há condições, a mobilização é intensa”. – O governo fez ontem uma ofensiva e reuniu 27 ministros em um jantar para persuadi os líderes da base a votar a favor e com rapidez a proposta de emenda constitucional 241, que fixa um telhado para os gastos públicos. Segundo os deputados presentes, o acordo é levar o projeto ao plenário na segunda semana de outubro, por volta do dia 11. Faze 23 dias, isso significa que votará se a matéria em a comissão especial de o Congresso que trata de o tema já em a semana que vem, Faze 26 dias, Deputado Darcísio Perondi deve apresentar seu relatório em a. Deputado Darcísio Perondi é o relator da PEC. persistência TOTAL DE BANCADAS Na reunião, os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Fazenda, Henrique Meirelles, fizeram uma apresentação detalhando a PEC. A proposta restringe o crescimento dos gastos públicos à inflação do ano anterior. O ponto mais controverso e que ainda é um entrave para que alguns partidos e deputados se digam favoráveis diz respeito à mudança de vinculação do mínimo constitucional para as áreas da saúde e educação. Se calcula o piso hoje, como um percentual de a arrecadação. A ideia é modificar esse cálculo para que o mínimo passe a ser corrigido pela inflação. O deputado Paulinho da Força alegou que o governo não tocou no tema da reforma da Previdência, mas declarou que, para vários dos líderes, a chance de que o projeto seja mandado antes das votações — ainda nessa semana, portanto — está “sepultada”. Geddel Vieira Lima alegou que exibirá-se o texto de a reforma para o presidente Michel Temer amanhã Geddel Vieira Lima é o ministro da Secretaria de Governo., mas não falou em data para envio ao Congresso Nacional. — O presidente fez um pedido, e teve toda uma apresentação dos ministros Padilha e Meirelles sobre a PEC 241, do telhado. Ele fez um pedido para que os partidos pudessem debater com suas bancadas e fazer toda uma estratégia para que pudesse ser aprovada — contou Paulinho da Força, adicionando: A partir da semana que vem então, há uma persistência total de todas as bancadas dos líderes dos partidos para que a PEC seja aprovada. Segundo Paulinho, o governo garantiu que não pretende mexer na norma mundial, mas que pode debater as propostas para saúde e educação. Hoje, há uma série de emendas à PEC para amodificaresse trecho. Elas propõem, por exemplo, que a inflação teria que incidir sobre a soma realmente gasto e não sobre o empenhado para aquela área no Orçamento do ano. SEM REFORMA ‘GOELA ABAIXO’ Em relação ao envio da reforma da Previdência ao Congresso Nacional, o ministro Geddel Vieira Lima alegou que o governo não deseja se passar por autoritário e pretende debater o projeto antes de mandar ao Legislativo. A questão tem sido alvo de idas e vindas no Planalto nas últimas semanas. Primeiramente, por pressão do PSDB, o governo divulgou que mandaria a proposta antes das votações municipais, até o fim de setembro. — O presidente acha que isso é fundamental para que depois não nos acusem de autoritarismo, de tentar mandar uma reforma goela abaixo para o Congresso Nacional — realçou Geddel, emendando que vai ir se reunir com as centrais sindicais na próxima semana.- Darcísio Perondi alegou após reunião com a equipe econômica que não deve modificar os prazos calculados pelo governo na proposta original. Darcísio Perondi é o relator da proposta de emenda constitucional que fixa um telhado para os gastos públicos. O texto estipula que o crescimento da despesa mundial vai ficar restringido à inflação do ano anterior por 20 anos, mas o governo vai poder alterá-lo no décimo ano. Algumas emendas pretendiam reduzi esse prazo, mas Perondi sinalizou que não vai ir incluí-las no relatório que deve ser lido para os parlamentares na próxima terça-feira. À noite, o deputado deve voltar ao Ministério da Fazenda para uma nova reunião sobre o mesmo tema. — vai mexer-se o tempo possivelmente não — declarou. Ele alegou, contudo, que ainda estuda, em conjunto com a equipe econômica, um gatilho que permita que o indexador seja alterado se houver uma diminuição expressiva na trajetória da dívida bruta ou um crescimento expressivo. Outro item que pode ser modificado e continua em estudo é em relação à mudança na vinculação para cálculo do mínimo constitucional para saúde e educação. A PEC calcula que o piso para os recursos da área deixe de ser um percentual sobre a receita arrecadada, como é hoje, e passe a ser corrigido pela inflação do ano anterior. O deputado, contudo, evitou bater o martelo sobre possíveis mudanças: — Quando estiverem no texto, as mudanças vocês saberão. Nós não fechamos ainda. O texto está sendo aperfeiçoado, pegando mais funcionalidade, melhorando. Perondi repetiu que a PEC não tem que cortar recursos para Saúde e Educação, na medida em que estipula um valor mínimo e não o máximo que poderá ser gasto nessas áreas. Ele alegou que uma vinculação à receita “desestimula a eficiência” na elaboração do Orçamento. — A vinculação desestimula a eficiência, a priorização. A desvinculação valoriza o Congresso, para repensar prioridades e fazer um Orçamento verdadeiro. Ele alegou que o programa já está fechado. O relatório deve ser lido na terça-feira às 14h30 e votado na quinta-feira. Faze 18 dias, a intenção é. O segundo turno da eleição deverá acontecer ainda na segunda quinzena para que o texto seja enviado ao Senado Federal até o fim do mês. — Há condições, a mobilização é intensa. O governo está mobilizado, as lideranças da base estão mobilizadas e a sociedade está cobrando.

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Prazos da PEC do telhado do gasto não devem ser modificados, declara relator

Foto: Wikipedia – Perondi está localizado em: Albânia

– Darcísio Perondi alegou após reunião com a equipe econômica que não deve modificar os prazos calculados pelo governo na proposta original. Darcísio Perondi é o relator da proposta de emenda constitucional que fixa um telhado para os gastos públicos. O texto estipula que o crescimento da despesa mundial vai ficar restringido à inflação do ano anterior por 20 anos, mas o governo vai poder alterá-lo no décimo ano. Algumas emendas pretendiam reduzi esse prazo, mas Perondi sinalizou que não vai ir incluí-las no relatório que deve ser lido para os parlamentares na próxima terça-feira. À noite, o deputado deve voltar ao Ministério da Fazenda para uma nova reunião sobre o mesmo tema. — se vai mexer o tempo possivelmente não — declarou. Ele alegou, contudo, que ainda estuda, em conjunto com a equipe econômica, um gatilho que permita que o indexador seja alterado se houver uma diminuição expressiva na trajetória da dívida bruta ou um crescimento expressivo. Outro item que pode ser modificado e continua em estudo é em relação à mudança na vinculação para cálculo do mínimo constitucional para saúde e educação. A PEC calcula que o piso para os recursos da área deixe de ser um percentual sobre a receita arrecadada, como é hoje, e passe a ser corrigido pela inflação do ano anterior. O deputado, contudo, evitou bater o martelo sobre possíveis mudanças: — Quando estiverem no texto, as mudanças vocês saberão. Nós não fechamos ainda. O texto está sendo aperfeiçoado, pegando mais funcionalidade, melhorando. Perondi, que alegou que uma vinculação à receita “desestimula a eficiência” na elaboração do Orçamento, repetiu que a PEC não dtem que cortarrecursos para Saúde e Educação, na medida em que estipula um valor mínimo e não o máximo que poderá ser gasto nessas áreas. — A vinculação desestimula a eficiência, a priorização. A desvinculação valoriza o Congresso, para repensar prioridades e fazer um Orçamento verdadeiro. Ele alegou que o programa já está fechado. O relatório deve ser lido na terça-feira às 14h30 e votado na quinta-feira. Faze 17 dias, a intenção é. O segundo turno da eleição deverá acontecer ainda na segunda quinzena para que o texto seja enviado ao Senado Federal até o fim do mês. — Há condições, a mobilização é intensa. O governo está mobilizado, as lideranças da base estão mobilizadas e a sociedade está cobrando.

– O governo ainda vai fazer várias reuniões durante essa semana e a próxima para fechar um texto final sobre a PEC do telhado de gastos. Mas uma primeira versão tem que ser entregue ao presidente Temer amanhã, segundo informou o ministro Geddel Vieira Lima . O tema também foi assunto do café da manhã desta quarta-feira do presidente da Câmara, Rodrigo Maia , e líderes aliados do governo Michel Temer. Darcísio Perondi ainda não bateu o martelo sobre as emendas irá sediar. Darcísio Perondi é o relator da proposta. Segundo ele, se tiver mudança no texto “vai ser para ser mais estrito”. Ele admite que estão debatendo uma solução para o piso da saúde, a ideia é conservar o piso. — A emenda da verba impositivo mudou o piso da saúde para receita corrente líquida. A verba de 2016 foi feito com base no piso da Dilma, essa verba foi o menor de todos os tempos. Estamos debatendo na PEC para melhorar mais esse piso, a Pec consertará parcialmente a perversidade fiscal que a Dilma “entubou” no Congresso — declarou Perondi, sem adiantar qual vai ser a solução. No caso da educação, Perondi declarou o salário educação, dos professores, fica de fora. O texto deve ser lido na próxima terça-feira na delegação especial e votado na quinta-feira. Faze 17 dias, há um acordo,. A PEC sugere que o crescimento do gasto público seja restringido à inflação por 20 anos. Ou seja, não haveria crescimento real durante esse fase. Segundo o texto mandado pelo governo, esse cálculo poderia ser transformado por resolução do presidente da República a partir do décimo ano. Uma emenda do deputado Sílvio Torres sugere diminuir esse prazo de dez para sete anos. Primeiramente, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sinalizou que essa proposta poderia ser acatada para suavizar os conseqüência da PEC. Hoje, no entanto, o deputado Danillo Forte declarou que vai acatar-se a emenda não .- O governo fez ontem uma ofensiva e reuniu 27 ministros em um jantar para persuadi os líderes da base a votar a favor e com rapidez a proposta de emenda constitucional 241, que fixa um telhado para os gastos públicos. Segundo os deputados presentes, o acordo é levar o projeto ao plenário na segunda semana de outubro, por volta do dia 11. Faze 22 dias, isso significa que votará se a matéria em a comissão especial de o Congresso que trata de o tema já em a semana que vem, Faze 25 dias, Deputado Darcísio Perondi deve apresentar seu relatório em a. Deputado Darcísio Perondi é o relator da PEC. persistência TOTAL DE BANCADAS Na reunião, os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Fazenda, Henrique Meirelles, fizeram uma apresentação detalhando a PEC. A proposta restringe o crescimento dos gastos públicos à inflação do ano anterior. O ponto mais controverso e que ainda é um entrave para que alguns partidos e deputados se digam favoráveis diz respeito à mudança de vinculação do mínimo constitucional para as áreas da saúde e educação. Se calcula o piso hoje, como um percentual de a arrecadação. A ideia é modificar esse cálculo para que o mínimo passe a ser corrigido pela inflação. O deputado Paulinho da Força alegou que o governo não tocou no tema da reforma da Previdência, mas declarou que, para vários dos líderes, a chance de que o projeto seja mandado antes das votações — ainda nessa semana, portanto — está “sepultada”. Geddel Vieira Lima alegou que exibirá-se o texto de a reforma para o presidente Michel Temer amanhã Geddel Vieira Lima é o ministro da Secretaria de Governo., mas não falou em data para envio ao Congresso Nacional. — O presidente fez um pedido, e teve toda uma apresentação dos ministros Padilha e Meirelles sobre a PEC 241, do telhado. Ele fez um pedido para que os partidos pudessem debater com suas bancadas e fazer toda uma estratégia para que pudesse ser aprovada — contou Paulinho da Força, adicionando: A partir da semana que vem então, há uma persistência total de todas as bancadas dos líderes dos partidos para que a PEC seja aprovada. Segundo Paulinho, o governo garantiu que não pretende mexer na norma mundial, mas que pode debater as propostas para saúde e educação. Hoje, há uma série de emendas à PEC para amodificaresse trecho. Elas propõem, por exemplo, que a inflação teria que incidir sobre a soma realmente gasto e não sobre o empenhado para aquela área no Orçamento do ano. SEM REFORMA ‘GOELA ABAIXO’ Em relação ao envio da reforma da Previdência ao Congresso Nacional, o ministro Geddel Vieira Lima alegou que o governo não deseja se passar por autoritário e pretende debater o projeto antes de mandar ao Legislativo. A questão tem sido alvo de idas e vindas no Planalto nas últimas semanas. Primeiramente, por pressão do PSDB, o governo divulgou que mandaria a proposta antes das votações municipais, até o fim de setembro. — O presidente acha que isso é fundamental para que depois não nos acusem de autoritarismo, de tentar mandar uma reforma goela abaixo para o Congresso Nacional — realçou Geddel, emendando que vai ir se reunir com as centrais sindicais na próxima semana.- O relator da Proposta de Emenda à Constituição que lrestringeoaaprogressãodos gastos públicos à inflação do ano anterior, deputado Darcísio Perondi , afalegouue o texto que apexibirám codelegaçãospecial deterá que conterm gatilho para permitir almudançaa renormapós a dívida bruta chegar a determinado paplatô”Nós estamos debatendo. Isso é possível que tenha”, declarou a jornalistas após longa reunião no ministério da Fazenda com Henrique Meirelles além do ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. Henrique Meirelles é o chefe da pasta. Ele também alegou ser provável que a duração do regime não seja modificada em seu relatório na comparação com a proposta original da Fazenda. Declarou: “Se vai mexer o tempo possivelmente não”. Na PEC, a equipe econômica estabeleceu uma restrição de 20 anos para o crescimento das despesas pelo IPCA do ano anterior, com chance de revisão do índice usado a partir do 10º ano. Perondi alegou que outra reunião será feita na Fazenda no começo desta noite para tratar novamente da PEC, estimando que concluirá seu relatório após esse novo encontro. Em 1 mês, a leitura de o texto em delegação especial de a Câmara dos Deputados será feita em a próxima, alegou o deputado, adicionando que o texto deverá ser votado pelo colegiado em a quinta-feira, sendo apreciado em primeiro turno em a Câmara em o dia 10 ou 11 de outubro. Declarou: “Desejamo fechar isso na segunda quinzena de outubro, o segundo turno , para mandar na última semana de outubro para o Senado”. Avaliou: “Há condições, a mobilização é intensa”.

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