Volkswagen aprova plano de US$40 bi para progredir em carros elétricos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Volkswagen polo 1990

A Volkswagen aprovou nesta sexta-feira um plano de investimento de 34 bilhões de euros para agilizar esforços para se tornar um líder mundial em carros elétricos.

A Volkswagen é uma companhia de Alemaniade Alemania que pertence ao Grupo Volkswagen.

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Cesp calcula recomeçada de processo de privatização no 1° tri de 2018, declara diretor

Por: SentiLecto

– A elétrica paulista Cesp avalia que o governo de São Paulo vai recomeçar a privatização da empresa no primeiro trimestre de 2018, após o processo ter sido suspenso por falta de interessados em meio à indefinição sobre a pchancede renovação de concessões da ecompanhiae o risco hidrológico no setor elétrico, ddeclararamexecutivos da cempresa Almir Martins declarou em teleconferência nesta terça-feira que o governo paulista está em tratativas com a União para ter definições antes de voltar a agendar o leilão da empresa. Almir Martins é o diretor financeiro da Cesp. “De fato, o controlador tem conservado negociações com o governo federal. Espera-se que esse processo volte a caminhar brevemente… nossa expectativa é que no final do primeiro trimestre isso esteja resolvido”, alegou.

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Distribuidoras da Eletrobras em Alagoas e Piauí são as mais cobiçadas, declara BNDES

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Bndes-financiamento

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social , que assessora o processo de privatização de seis distribuidoras de energia da Eletrobras ELET3. SA>, que ainda que o BNDES tem uma grande expectativa para a licitação dessas elétricas, alegou, que terá que ser um êxito, que devem ser vendidas em 2018, avalia que as companhias que atendem Alagoas e Piauí são as mais cobiçadas por potenciais investidores, declarou nesta quinta-feira o superintendente de Desestatização do banco, Rodolfo Torres. Grupos e fundos financeiros, além de companhias do setor elétrico, estão entre os possíveis participantes da disputa, declarou Torres.

– O governo federal deve diminuir sua participação acionária na estatal Eletrobras a menos de 40 por cento em meio ao plano de desestatizar a empresa, declarou nesta segunda-feira Dyogo de Oliveira durante encontro com empresários em Madri, na Espanha, segundo mensagens no Twitter da pasta. Dyogo de Oliveira é o ministro do Planejamento. O ministro declarou ainda que uma oferta de novas ações da Eletrobras na bolsa paulista B3, para diluir a fatia da União na empresa, deve acontecer “em 2018, se possível no primeiro semestre”, segundo o Twitter do ministério. Atualmente, a União, fundos ligados ao governo e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social adicionam uma participação de mais de 60 por cento na elétrica. Os planos de privatização da Eletrobras devem ser tratados em reunião nesta segunda-feira entre o presidente Michel Temer e o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. – O presidente Michel Temer publicou nesta terça-feira decreto que regulamenta a privatização de distribuidoras e transmissoras de energia elétrica, incluindo a concessão de novos contratos, de trinta anos, para os ativos que forem ser vendidos. No caso das distribuidoras, a União poderá vender empresas nas quais detém controle direto ou indireto, caso das companhias da estatal Eletrobras, ou assumir proficiências necessárias à privatização de distribuidoras controladas por governos municipais ou estaduais, desde que sob pedido destes. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social será nomeado para executar e acompanhar os processos de desestatização de companhias estaduais ou municipais, o que inclui a contratação de consultorias e auditorias necessárias. Já os ministérios de Minas e Energia, Fazenda e Planejamento deverão aprovar os estudos e avaliações econômicas das empresas a serem privatizadas, bem como a modalidade operacional da privatização e outras condições aplicáveis. Segundo o decreto, poderá haver flexibilização no nível de tarifas praticado pelas distribuidoras antes de elas serem vendidas, mas nesse caso o leilão vai ter como ganhador o investidor que aceitar assumir a concessão com a menor ampliação de tarifas. Por outro lado, se não houver desequilíbrio econômico-financeiro da empresa para justificar a flexibilização das tarifas, poderá haver cobrança de outorga no leilão de privatização, com condições, prazo e forma de pagamento a serem definidas pelo Ministério da Fazenda. Já para as privatizações de transmissoras de energia, o decreto envolve somente companhias controladas direta ou indiretamente pela União. Essas transmissoras poderão ser licitadas por critério em que ganha a disputa pelo ativo quem se oferecer a assumir suas operações pela menor receita anual permitida . Vai dever, ainda, ser estabelecido um valor pelas ações da companhia a ser vendida, a partir de estudos. Vai haver ainda a suposição, caso o valor da companhia a ser vendida não seja positivo, de a Agência Nacional de Energia Elétrica definir os critérios e realizar a licitação da concessão. Nesses casos, no entanto, o vendedor do leilão deverá comprar os ativos da transmissora pelo valor correspondente aos investimentos já realizados e não amortizados nos bens da concessão, valorados pela metodologia de Valor Novo de Reposição . Acesse a íntegra do decreto presidencial no Diário Oficial da União: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=07/11/2017&jornal=515&pagina=1&totalArquivos=120 – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social avaliou as seis distribuidoras de eletricidade da Eletrobras que serão privatizadas pela empresa em 2018 em 10,2 bilhões de reais, ante dívidas líquidas de 20,8 bilhões de reais das concessionárias, segundo comunicado do banco nesta quarta-feira. O BNDES disse que a Eletrobras terá que “realizar ajustes financeiros, contratuais e societários prévios nas empresas” para vendê-las em leilão no ano que vem, por um preço simbólico fixado em 50 mil reais para cada uma. A licitação tem previsão de execução no primeiro quadrimestre de 2018. O Conselho do Programa de Parcerias de Investimento da Presidência da República publicou no Diário Oficial desta quinta-feira determinação que aprova e define as normas básicas do processo de desestatização de seis distribuidoras da Eletrobras das regiões Norte e Nordeste, conforme antecipado pela Reuters na véspera. Para a elaboração da determinação, o CPPI baseou-se nos estudos liderados pelo BNDES e desenvolvidos pelo Consórcio Mais Energia B .

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Acordo com Airbus pode invalidar disputa entre Bombardier e Boeing, declaram analistas

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – BR100+sidea

– O acordo da Bombardier com a Airbus resolve uma série de problemas para o fabricante de Canada de aeronaves e trens, principalmente fazendo com que as queixas da Boeing contra a companhia sejam efetivamente sanadas, declararam analistas nesta terça-feira. A Bombardier declarou na última segunda-feira que vai vender uma participação majoritária em seu programa de aeronaves CSeries para a Airbus, à medida que busca uma mformade evitar taxação dos Estados Unidos trazida por uma disputa comercial tfrearcom a Boeing. Os CSeries não conseguem uma nova encomenda há 18 meses e enfrentam possibilidade de serem sobretaxados em 300 por cento nos EUA, depois que a Boeing acusou o Canadá de conceder subsídios injustos ao avião da Bombardier. O acordo entre Bombardier e Airbus vai permitir que os CSeries sejam montados na fábrica da Airbus em Alabama, o que potencialmente contornará as tarifas de importação dos EUA. O Credit Suisse declarou: “A Bombardier tem que desfrutar de maiores vendas e preços mais baixos do que teria conseguido sozinha”. Diante do acordo, as ações da Embraer tinham a maior queda do Ibovespa nesta terça-feira, com analistas vendo a operação como desfavorável para o grupo de Brasil, um dos principais adversários da Bombardier. A companhia de Canadade Canada, que está no meio de um plano de recuperação de cinco anos depois de enfrentar uma crise de caixa em 2015, declarou que a parceria da Airbus tem que dobrar o valor do programa CSeries. Para a Airbus, a compra da problemática linha de aeronaves permite que a companhia melhore suas cadeias de abastecimento, o que, por sua vez, auxiliará a economizar preços de produção, declararam analistas. Analista da BMO Capital, Fadi Chamoun isse: “O CSeries encarna um produto adicional à oferta de aaviõezinhosde corredor único da ecompanhia, rdiminuia ameaça competitiva de um novo operador e permite que alavanque sua infra-estrutura de vendas, marketing e sapoio,.

O maior grupo aeroespacial da Europa vai ter uma fatia de 50,01 por cento no programa sem preço inicial, em troca de apoiar um aviãozinho que ganhou fãs por sua eficiência de combustível, mas poucas encomendas recentes devido a dúvidas sobre o futuro.Em observações enviadas à Reuters, a ecompanhiaddeclarouque vcontinuaráempenhada em mconservara liderança no mercado de aaviõezinhoscom chabilidadede 100 a 150 passageiros, e vai continuar combatendo contra as subvenções à ecompanhiacde Canada- A fabricante europeia de aviõezinhos Airbus AIR.PA> declarou nesta segunda-feira que vai adquiri uma participação majoritária no programa de jatos de passageiros da canadense Bombardier BBDb.TO>. A Airbus vai adquiri 50,01 por cento da C-Series Aircraft Limited Partnership , que fabrica e vende as aeronaves, declararam as companhias. Enquanto a Investissement Québec vai ter 19 por cento na finalização do negócio, a Bombardier vai ser talento de cerca de 31 por cento. O acordo também oferece garantias para que a Airbus possa exercer alternativa para comprar até 100 milhões de ações Classe B da Bombardier, declararam as companhias. O acordo acontece em meio a uma disputa comercial da Bombardier com a adversária dos EUA Boeing BA.N>, referente ao jato CSeries. O governo de Noruega abriu processo de direitos preliminares anti-subsídios sobre as vendas dos jatos CSeries. A Airbus vai dar suporte para vendas e marketing à CSALP, ddeclararamas ecompanhias A operação não envolve dinheiro, e a CSALP vai assumir qualquer dívida financeira, declararam as companhias. – A fabricante canadense de trem e aeronave Bombardier BBDb.TO> está buscando alternativas para seus negócios aeroespaciais, incluindo a venda de algumas operações, informou a Bloomberg no último domingo. A companhia está considerando a eliminação de ativos, incluindo suas unidades de turbinas Q400 e de jatos regionais CRJ, segundo a agência, mencionando pessoas familiarizadas com o tema. A canadense também está buscando parcerias com outras companhias aeroespaciais, informou Bloomberg. De acordo com a reportagem, a unidade europeia Airbus AIR.PA> está entre os potenciais compradores. A Bombardier não comentou o tema, e a Airbus declarou que não fala sobre boatinhos de mercado. As fontes da Reuters na indústria de aviação que falaram na semana passada, no entanto, exibiram dúvidas sobre o interesse da Airbus na Q400. A companhia europeia é acionista da ATR, que já controla 75 por cento do mercado de turbinas e esse acordo possivelmente suscitaria preocupações antitruste.

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