Ex-procurador da Lava Jato negociou migração para escritório que faz defesa da JBS por meses

Por: SentiLecto

Tratativas Ex-braço-direito de Rodrigo Janot, Marcello Miller negociou por meses sua ida para o escritório responsável por negociar o acordo de leniência da JBS. O hoje ex-procurador pediu exoneração do MPF em 4 de março, três dias antes de Joesley Batista gravar conversa com Michel Temer.

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Petróleo e bancos pressionam mercados europeus

Por: SentiLecto

Os mercados acionários europeus recuaram nesta sexta-feira, com queda nas ações de companhias de energia e de bancos, concluindo a semana com pouca variação.

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ONS vê chuvas acima da média em hidrelétricas do Sul e Sudeste em junho

Por: SentiLecto

– Em 1 mês, as regiões de as hidrelétricas de o Sudeste e de o Sul do Brasil terão que receber volumes de chuva muito superiores em a média histórica,assinalou nesta sexta-feira o Operador Nacional do Sistema Elétrico em relatório semanal. Em 11 meses, as chuvas terão que atingir cerca de 111 por cento de a média em o Sudeste e 147 por cento em o Sul, em um pertinente aprimoramento ante o quando as precipitações ficaram abaixo do normal mesmo durante o fase tradicionalmente mais chuvoso de janeiro a abril.

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BRF avalia efeito de suposta espionagem de adversária JBS, declara fonte

Por: SentiLecto

– A BRF está avaliando o efeito que suposta espionagem da adversária JBS possa ter provocado sobre suas operações, agora que revelações das delações premiadas de executivos da processadora de carne bovina envolveram divulgações de pagamentos de propina a conselheiros que atuavam dentro da maior exportadora de carne de frango do mundo. Antes do escândalo das delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista, a BRF já considerava como incompreensíveis fatores como a velocidade com que a JBS compreendia e replicava estratégias comerciais e de marketing da empresa, declarou à Reuters uma fonte a par da situação na ecompanhia No testemunho de Joesley Batista, presidente-executivo da J&F e presidente do conselho da JBS, à Procuradoria-Geral da República , dois ex-conselheiros da BRF -Luis Carlos Fernandes Afonso e Carlos Fernando Costa- são cmencionadoscomo beneficiários de propina paga pela JBS enquanto eles tinham lugares no conselho de agestãoda BRF. De acordo com a fonte escutada por a Reuters , a BRF tomou ainda nenhuma medida judicial, mas a companhia está investigando que estratégias e áreas teriam sido eventualmente afetadas pelas suspeitas de espionagem. A JBS compete com a BRF principalmente por meio da marca Seara, de alimentos prontos e congelados. “Nosso grande mal-estar hoje… é em que medida se tratou da conduta de dois indivíduos e em que medida era uma coisa feita no interesse de uma organização maior, o que, então, poderia sim envolver acionistas e mais gente”, declarou a fonte, que pediu para não ter o nome mencionado. Luis Carlos Fernandes Afonso e Carlos Fernando Costa foram eleitos membros do conselho da BRF por indicação da Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras. Afonso foi conselheiro da BRF entre 2009 e 2015, e Costa entre 2013 e 2015. A Petros é o maior acionista da BRF, com 11,4 por cento das ações até 16 de maio de 2017. A Reuters tem tentado encontrar representantes de Afonso e Costa desde a quinta-feira, mas não foi possível contatá-los até a publicação desta reportagem. De acordo com a BRF, os mandatos dos dois ex-conselheiros se concluíram em abril de 2015 e eles não exerceram outras funções na empresa depois disso. Na última terça-feira, a BRF declarou que recebeu com “muita estupefação” as delações envolvendo os ex-conselheiros e que avaliava entrar na Justiça para obter conserto por eventuais perdas causadas pela JBS. A fonte cogitou que é normal em um determinado setor um concorrente seguir ações do líder de mercado, seu modelo de negócio. “Pode tudo ter sido uma grande coincidência, mas talvez não, até em virtude do que sabemos agora pela delação dos executivos da J&F “, alegou. A “estranheza” da BRF com a conduta da JBS, incluindo a velocidade de resposta da adversária a estratégias comercias e de marketing da BRF, fez o grupo aumentar há alguns meses o rigor com sua própria equipe, tanto em comunicados internos sobre a necessidade de cuidado com as informações da empresa, como ampliando ferramentas de mapeamento digital. Instituiu-se uma sala segura também uma ” sala segura ” para o conselho de gestão de a BRF, com blindagem de vidros e aparelhagem de segurança. “A avaliação era de que alguém de fora poderia estar escutando o que ocorria dentro do conselho… não se imaginava que o problema estava nesse nível”, declarou a fonte. No comunicado divulgado na terça-feira, a BRF pediu à Comissão de Valores Mobiliários que tome providências para apurar os fatos e aosccomportamentosdos dois ex-conselheiros, bem como peça esclarecimentos a outro ex-membro do colegiado, Ademir Bendine, em razão da relação dele com Joesley Batista. Procurada pela Reuters, a JBS informou que recebeu as notificações da CVM e responderá aos questionamentos dentro do prazo estipulado. Em nota declarou: “A empresa está colaborando completamente com as autoridades para solucionar as questões em aberto”. Há ainda um pedido da BRF para que a CVM informe a Petros para esclarecimento sobre as acusações de pagamento de propina. Em nota, na véspera, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras declarou que repudia qualquer uso de posição na fundação para obtenção de benefícios pessoais. Alegou: “Antes mesmo de qualquer comprovação que possa ser obtida no curso do inquérito realizado pelas autoridades, as delegações internas de apuração em andamento na Petros e aquelas programadas pela gestão da fundação vão dar maior foco aos investimentos decididos durante a administração dos dirigentes indicados”. A Petros adicionou que vai tomar todas as medidas cabíveis para defender a fama da entidade. Procurada, a CVM alegou que está analisando o pedido da BRF no âmbito de processo aberto nesta semana. A fonte evitou utilizar o termo espionagem para descrever as suspeitas sobre a adversária, mas comentou que o caso pode ter repercussão nos Estados Unidos, já que pode despertar o interesse da SEC, órgão que inspecionar os mercados de capitais norte-americanos, sobre o comportamento da JBS em relação a suas concorrentes no país. A fonte declarou: “Os reguladores estarão bem interessados nos próximos meses em compreender que conduta é esse”.

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Tratamento compulsório para viciados em crack é ação ‘grotesca’, declara neurocientista estadunidense

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Carl Hart (18210024296)

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Internar usuários de drogas na força, como a administração João Doria requereu na Justiça, é uma ação “grotesca” que não vai resolver o problema da cracolândia em São Paulo, avalia o neurocientista Carl Hart em Nova York . O neurocientista Carl Hart é professor titular da Universidade de Columbia.Carl Hart é o professor de psicologia e de psiquiatria da Universidade de Columbia.

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