Cerco a Lula faz aliados de Alckmin o aconselharem a se firmar como o anti-Bolsonaro em 2018

Por: SentiLecto

Rei posto O cerco jurídico ao ex-presidente Lula, que o grupo mais próximo ao tucano declara que ele precisa se firmar, o mais rápido possível, como o anti-Bolsonaro, levou aliados do governador Geraldo Alckmin a recomendarem o redirecionamento de sua estratégia. A tese ganhou força após o TRF-4 marcar a data do julgamento do petista na segunda instância, o que cristalizou no universo político a sensação de que Lula não conseguirá chegar até o final da votação presidencial de 2018.

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PT promete guerrilha jurídica por Lula, mas admite que a ‘ficha caiu’

Por: SentiLecto

O domo do PT se prepara para o que chama de “guerrilha jurídica” para tentar garantir a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência em 2018, mas a marcação do julgamento do recurso que vai dever impedi-lo de concorrer fez “cair a ficha” no partido.

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Restrição a gay doador de sangue não tem consenso entre médicos

Por: SentiLecto

Alvo de polêmica no Supremo Tribunal Federal, onde passa por análise, a limitação à doação de sangue por homens gays também não encontra consenso entre eexpertsoescutadospela Folha.

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Planalto retalia deputados que votaram contra Temer e manda a primeira lista de exonerações

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Dilma Rousseff e Michel Temer em 24 de novembro de 2015

Causa e consequência A retaliação veio a jato. O Palácio do Planalto mandou já na noite desta quinta para o Diário Oficial a primeira parte da lista de exonerações de afilhados de deputados que foram infiéis a Michel Temer na eleição da acusação. O governo fez sua própria peneira. Constatou que seis parlamentares traíram o presidente. A ordem é não poupar nenhuma posição. Se a vai publicar em a próxima semana, uma próxima leva de cortes. Não houve tempo para que a Casa Civil assinasse todas as demissões.

Michel Miguel Elias Temer Lulia é um político, advogado e escritor brasileiro, atual presidente brasileiro após o impeachment da titular, Dilma Rousseff.

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Auditores, juízes e procuradores do trabalho fazem ato contra portaria

Por: SentiLecto

— Parlamentares, auditores e entidades ligadas à Justiça do Trabalho fizeram um ato nesta quinta-feira no Salão Verde da Câmara contra a portaria do Ministério do Trabalho que dificulta a fiscalização do trabalho escravo. A medida, divulgada na última segunda-feira pelo ministro Ronaldo Nogueira, traz novas concepções de práticas ligadas ao trabalho análogo à escravidão e determina que a “lista suja”, que traz os nomes dos empregadores autuados pelo crime, só seja divulgada após dresoluçãodo ministro O juiz Guilherme Feliciano, presidente da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho aafirmoupreocupação com os precedentes que a portaria pode abrir: — O Brasil foi na América o último país a abolir a escravidão. Que não seja essa portaria o horizonte para que seja o primeiro país a fazer o percurso de volta. Essa portaria encarna uma invasão da proficiência legislativa do Congresso Nacional que definiu quais são os quatro comportamentos básicos que configuram a escravidão moderna, e também da independência técnica dos juízes federais e trabalhistas – disse o presidente da Anamatra. Carlos Silva evidenciou que a medida contraria convenções internacios assinadas pelo Brasil: — Essa portaria tenta revogar a Lei Áurea. Carlos Silva é presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho . O ministro resolveu deixar de lado o Código Penal Brasileiro, em seu artigo 149, resolveu rasgar também todas as convenções internacionais assinadas por esse país, ratificadas pela OIT , certamente com um único motivo, atender ao pedido dos ruralistas, estes sim que tem interesse na concepção reduzida que está sendo exibido no texto da portaria 1.129 — argumentou Carlos. Cerca de 70 auditores fiscais do trabalho participaram do ato, que contou também com a presença de parlamentares da Rede, PT e PSB. Alguns dos parlamentares presentes já entraram com um Projeto de Decreto Legislativo na Câmara pedindo a anulação da portaria. O deputado Alessandro Molon , autor de um dos PDCs, comunicou que pediu urgência na tramitação desses projetos e acusou o governo de ter negociado a portaria com a bancada ruralista em troca de votos a seu favor na acusação que tramita na Casa. — Nós estamos aqui para declarar que nós não aceitamos que o presidente da República negocie a dignidade, a liberdade dos trabalhadores brasileiros em troca de votos para garantir a sua impunidade — declarou Molon. Deputados do PT e PSB que estavam presentes anunciaram que irão entrar com ações na justiça contra a portaria.

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