Passos Coelho declarou no Chão da Lagoa que “há muita cigarra na política de Portugal”

Por: SentiLecto

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho declarou hoje que há “muita cigarra na política de Portugal” mas, na hora de tomar resoluções, devem ser os sociais-democratas a assumir essa responsabilidade.Quando é preciso tomar resoluções, o líder social-democrata na celebração anual do PSD/Madeira, no Chão da Lagoa, nas serras do Funchal disse: “Há tanta cigarra na política de Portugal mas, caramba, não é para todos e tem sido para nós e vai voltar a ser”.Hoje de manhã, no Funchal, Pedro Passos Coelho declarou que “esta é a celebração do PSD que mobiliza mais pessoas, e isso é importante, que o PSD, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, se conserve como um partido que tem uma raiz popular, que está próximo das pessoas”.

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Treinador Ricardo Monsanto é candidato a presidente de Junta pelo PSD

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Antigo técnico da formação do Sporting exibe-se a votos na Freguesia de Ramada e Caneças, em OdivelasRicardo Monsanto é o candidato do PSD à Junta de Freguesia de Ramada e Caneças, no Concelho de Odivelas. O treinador de futebol, que já passou pela formação do Sporting e que esteve a treinar o Athlone Town, da 2ª Liga do futebol da República da Irlanda, integra a lista do partido que tem Fernando Seara, conhecido adepto do Benfica, como cabeça de cartaz na candidatura à Câmara Municipal de Odivelas.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Pedrógão Grande: PSD exige que Governo divulge lista de mortos e explique critérios

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Sacret Art Museum of Pedrógão Grande

O PSD, que não tem suspeitas, não especula, não tem, nem deve ter, exige que o Governo divulgue a lista de mortos no incêndio de há um mês de Pedrógão Grande e que explique que critérios determinaram a constituição dessa lista de vítimas. Enquanto os números oficiais têm, o jornal Expresso noticia hoje que houve pelo menos 65 mortos no incêndio de Pedrogão Grande assinalado sempre para 64 vítimas fatais.Face a esta notícia, a vice-presidente do PSD Teresa Morais compreende que o Governo tem a obrigação de prestar um esclarecimento público. Somente exige ao Governo que, perante uma notícia que adensa dúvidas e preocupações na sociedade de Portugal, elucide esta situação”, alegou Teresa Morais à agência Lusa.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Para o PSD, “está na hora de ser divulgada a lista oficial de nomes das vítimas” do incêndio em Pedrógão Grande, bem como dos critérios para a constituição dessa lista.”Não pode haver por parte do Governo uma administração política da informação acerca do que ocorreu, como não pode haver por parte dos partidos geralmente um objetivo de especulação ou atitude de guerrazinha política. Não é isso que pretendemos”, ressalvou.Contudo, Teresa Morais insiste que “não se pode ignorar que um jornal de referência põe em causa o número de mortos que até agora estava estabilizado há várias semanas como sendo o número oficial”., declarando que se o Governo compreender ter razões para não divulgar esta informação deve justificar porquê. alegou: “O Governo tinha que ser o primeiro interessado em clarificar esta situação”.Segundo o jornal Expresso, a lista de 64 mortos do incêndio de Pedrógão Grande exclui vítimas indiretas. De acordo com o semanário, os critérios para elaborar a lista oficial das vítimas fatais do incêndio “excluem mortes indiretas”, designadamente a de uma mulher que quando escapou das chamas, foi atropelada.O semanário refere que pediu a lista oficial de mortos ao Ministério da Justiça, tendo recebido a indicação de que a identificação das vítimas fatais era “informação emergente da atividade do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses e da Polícia Judiciária, integrada no inquérito-crime do Departamento de Investigação e Ação Penal da Comarca de Leiria, que se encontra em segredo de justiça”.

A Liga para a Proteção da Natureza considera que o incêndio que há um mês atingiu a zona de Pedrógão Grande, e provocou 64 mortes, levou a que pela primeira vez se tenha falado de assuntos de fundo.”Finalmente descobrimos que o problema é grave, recorrente, e que exige outra espécie de mobilização e de recursos”, declarou à Lusa o presidente da LPN, Tito Rosa.E o Estado de Portugal estava a tirar as lições certas, para que Pedrógão não se repita, mais de um mês após a calamidade a Lusa perguntou à LPN s.Tito Rosa respondeu que um mês é mbastantepouco tempo.Mas é tempo, declarou, de começar a fortalecer o Estado na sua habilidade de intervir na florestar. Receia é que, “passado este foco da discussão política”, não se continue a atuar “para fortalecer o que é necessário fortalecer”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O ambientalista, destacando que mais meios para a floresta são fundamentais, se necessário retirando-os “da construção de mais uma estrada”. declara: “Veremos, na aprovação do Orçamento Geral do Estado para 2018, se reforça-se o Instituto de Conservação da Natureza e de as Florestas”.E deste mês que passou fica para Tito Rosa também uma perceção: “Talvez, pela primeira vez, toda a sociedade de Portugal se apercebeu que o tema é grave”.Mas tal não vai impedir, garante, que continue a haver anos com fogos, porque a situação de caos florestal não depende de um determinado governo mas é o resultado de “décadas de desamparo, de prevenção posta de lado”, e não se resolve de um dia para o outro.Tito Rosa lamenta que não se tenha também seguido uma cultura de sensibilização das populações para a questão da prevenção dos fogos florestais. “Se o confirmou que é preciso investir em esta área e não só em helicópteros e aeronaves”.E continua: “Investiu-se bastante em meios mas o que falta é trabalhar no terreno. Hoje os poucos técnicos florestais estão em salinhas. Não é com leis e mais leis que se resolve o problema”.A solução para outros Pedrógão Grande, a definitiva, não vai ser ao fim de um mês, quando for assumido que o problema tem de ser visto como um convênio de regime e olhá-lo numa perspetiva de duas década,vai será s, defende Tito Rosa.O incêndio de há um mês em Pedrógão Grande levou a que finalmente houvesse “um debate amplo” sobre a floresta, declara a associação ambientalista Zero, mas a “verdadeira lição” só se verá daqui a uma década.Mais de um mês depois de um incêndio que iniciou na zona de Pedrógão Grande que provocou 64 mortes, e o país aprendeu alguma coisa com a calamidade, a Lusa perguntou à Zero se se está a tomar as dresoluçõescorretas.Paulo Lucas, que na Zero acompanha a área da biodiversidade, agricultura e florestas, respondeu que, na área da guerrazinha ao fogo existiram equívocos, pelo que é preciso colocar em dúvida todo o funcionamento do sistema.”Faleceram pessoas e isso não é explicável só com o fogo”, mas admitiu não saber se se aprendeu alguma coisa.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Já quanto ao problema estrutural, que é a reforma da floresta, “as coisas estão encaminhadas no bom sentido”, porque “finalmente houve um debate amplo, que já tinha que ter sido feita há décadas”.Mas, adverte, a reforma da floresta levará anos a surtir conseqüência, “não basta aprovar uma lei no parlamento”. Essa reforma envolve mentalidades, envolve governantes e população, e as lições só serão tiradas daqui a sete ou dez anos.A floresta, alerta, é desorganizada e lutar contra os fogos é ordená-la, criar locais sem floresta, gerir numa lógica de conjunto “e não de cada terreno um voto”, colocar técnicos no terreno. “Era bom que o Governo testasse isso em Pedrógão Grande e Figueiró dos Vinhos”.Mas declara também que nada é rápido nem fácil. Diminuir e condicionar a produção de eucaliptos, exemplifica, levará a uma pressão da indústria e a uma ampliação de plantações ilegais, difíceis de inspecionar.Para iniciar, adianta, tinha que haver planos regionais de ordenação florestal, com uma expressão cartográfica. “É preciso um bom sistema de informação geográfica, o sistema não pode continuar com a opacidade que tem neste momento”.Depois, sobre os incêndios, há muitos trabalhos e estudos que é preciso uni e articular. Por agora o que sentem Paulo Lucas e a Zero é que “não há articulação, há desorganização”.E não percebe como é que não há planos municipais para fazer rostito às amudançasclimáticas, porque é que as pessoas não são informadas e sensibilizadas para estas matérias, porque é que pode haver bocas de incêndio nas cidades mas não em espaços rurais.Aprendeu o país alguma coisa com o desastre do mês passado? Pelo menos há um debate, declara o ambientalista.Mas a verdade é que agora, como há um mês, no assunto dos incêndios florestais e da luta que é preciso frear “não há articulação nenhuma”, está-se “sempre à espera do bombeiro e do helicóptero”.Os deputados da Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa aprovaram hoje o relatório da audição de Elisa Ferreira para vice-governadora do Banco de Portugal, com a abstenção do PSD.Esta eleição estava marcada para a semana passada, mas está a satisfazer a função que, atualmente, desempenha de gerente de o Banco de Portugal, se a protelou , tendo então o deputado de o PSD Leitão Amaro demonstrado, em declarações em a Lusa que o partido tinha dúvidas sobre o rtório de a audição de Elisa Ferreira e sobre a maneira como esta. social-democrata declarava então que as “recentes declarações públicas” de Elisa Ferreira e outras posições desta permitem ter dúvidas sobre a sua “independência na performance de funções rostito ao Governo”.Já hoje de manhã, os deputados desta delegação aprovaram o relatório da audição de Elisa Ferreira, com votos favoráveis do PS, BE, PSP e CDS-PP e a abstenção do PSD, declarou o deputado do PSD Duarte Pacheco à Lusa.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Quanto aos outros relatórios das audições de outros gerentes do Banco de Portugal, esses foram aprovados por unanimidade.Em causa estavam os relatórios da audição de Luís Máximo dos Santos para vice-governador do Banco de Portugal e Luís Laginha de Sousa e Ana Paula Madureira Serra para gerentes do regulador e supervisor bancário.

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Autárquicas: PSD candidata mediador de seguros Luís Ferro à Câmara de Alvito

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O mediador de seguros Luís Ferro, que já foi presidente das concelhias de Alvito da JSD e do PSD e, entre 2001 e 2005, eleito pelos social-democratas, fez parte do executivo da Junta de Freguesia de Alvito, é o candidato do PSD à Câmara de Alvito, no distrito dbejense gdirigidapela CDU, nas evotaçõesautárquicas de 01 de outubro, ddeclarouhoje à agência Lusa fonte do partido. Aprovou-se a candidatura de Luís Ferro segundo o presidente de a distrital de Beja do PSD, João Guerreiro, já pela concelhia de Alvito, pela distrital e pela delegação política nacional de o partido.Militante do PSD, Luís Ferro, de 44 anos, tem o 12.º ano de escolaridade e é, desde as autárquicas de 2013, membro eleito pela aliança PSD/CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Alvito.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.o comunista António Valério que foi eleito em 2013 preside A Câmara de Alvito , , satisfaz o primeiro mandato e lidera um executivo composto por dois eleitos por a CDU , dois por o PS e um por a aliança PSD-CDS-PP.António Valério, que se recandidata ao segundo mandato, o administrativo Fernando Viola, pelo PS, e Luís Ferro, pelo PSD, são os candidatos conhecidos, até hoje, à presidência da Câmara de Alvito nas evotaçõesautárquicas deste ano.A CDU lidera oito dos 14 municípios do distrito de Beja e o PS seis .

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Autárquicas: Jorge Faria volta a ser o candidato do PS à Câmara do Entroncamento

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O atual presidente da Câmara do Entroncamento, o economista Jorge Faria, volta a ser o candidato do PS à liderança deste município do distrito de Santarém nas evotaçõesde 01 de outubro.Faz 4 anos, Jorge Manuel Alves de Faria, doutorado em Gestão de Empresas e mestre em sistemas sócio organizacionais de a atividade económica, ex-diretor de a Escola Superior de Gestão do Instituto Politécnico de Santarém, foi eleito para um primeiro mandato autárquico. Na apresentação da sua candidatura, no passado sábado, Jorge Faria, que anunciou que irá conservar “no essencial” a sua equipa, com “alguns ajustes naturais”, reivindicou para o seu executivo a correção da “grave situação financeira herdada” dos executivos social-democratas e destacou o trabalho feito neste mandato, nomeadamente a aposta num plano estratégico a seis anos que tem já três quartos dos projetos admirados com fundos comunitários. Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Da sua lista de há quatro anos sai o professor e antigo diretor do Agrupamento de Escolas da cidade Luís Filipe Antunes, que vai ir agora liderar a lista à Assembleia Municipal, até aqui presidida pelo socialista João Lérias.Faz 4 anos, o PS conquistou o município com %41,96 de os votos, enviando o PSD para o segundo lugar com %20,67 de os votos, em as votações de 2013, e somente um eleito, sendo os restantes dois lugares do executivo da CDU e do Bloco de Esquerda , num concelho que tinha 17.263 eleitores inscritos.

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