Engie poderá avaliar privatização da Cesp após mudança de normas, declara CEO

Por: SentiLecto

– A geradora Engie Brasil Energia EGIE3.SA>, controlada pelo grupo de Francia Engie ENGIE.PA>, poderá avaliar a chance de disputar o leilão de privatização da elétrica paulista Cesp, após um decreto federal autorizar a renovação das concessões da empresa, o que deve ampliar a atratividade do negócio. “Obviamente, a mudança na estrutura melhora muito. A gente pode potencialmente olhar o ativo, mas o momento não chegou ainda, esperaremos os documentos “, declarou Eduardo Sattamini em teleconferência com investidores nesta sexta-feira. Eduardo Sattamini é o presidente da empresa. O governo do Estado de São Paulo chegou a agendar um leilão de privatização da Cesp no ano passado, mas interrompeu o acontecimento devido à falta de interessados. Se recomeçou o processo após o decreto, e um edital para o leilão da empresa pode ser publicado até abril.

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Estagnado no Datafolha, Alckmin se declara otimista para o segundo turno

Por: SentiLecto

Ao comentar na manhã desta quarta-feira a pesquisa Datafolha na qual alcança %11 das intenções de voto, Geraldo Alckmin declarou que é cedo para falar sobre suas possibilidades na disputa pela Presidência Geraldo Alckmin é o governador de São Paulo. possibilidades na disputa pela Presidência, mas que está confiante.

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Pastas de Doria e Alckmin batem boca com administração Temer sobre febre amarela

Por: SentiLecto

Em meio aa ampliação de casos e a filas para vacinação, a progressão da febre amarela em São Paulo deu começo a uma troca de denúncias entre a administração Michel Temer , o governo do Estado e a prefeitura da capital paulista.

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Veja trechos da entrevista de Bolsonaro à Folha em Angra dos Reis

Por: SentiLecto

A reportagem da Folha entrevistou o deputado e presidenciável Jair Bolsonaro na quinta-feira em sua residência na pequena Vila Histórica de Mambucaba, em Angra dos Reis .

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BRF começa operação de marca de alimentos processados com custo mais baixo

Por: SentiLecto

– A BRF, que a nova marca, chamada de Kidelli, vai ser vendida a redes de atacarejo e distribuidores independentes, devendo chegar às gôndolas entre o final deste mês e icomeçode fevereiro, vai ciniciarneste mês o trabalho de venda de sua terceira marca de alimentos processados, apostando em um segmento com pcustomais baixo para aauxiliara eaumentaras margens do grupo por meio de ganhos de eficiência em sua operação. A linha vai ser independente das principais marcas da BRF, Sadia e Perdigão, e não vai ter orçamento para campanhas de mídia, declarou Alexandre Almeida a jornalistas. Alexandre Almeida é o vice-presidente de operações brasileiro da empresa. “A nova marca nos permite utilizar de maneira bastante melhor nosso parque fabril… Isso permite que ampliemos nossa produção sem ter efeito nos projetos de Sadia e Perdigão”, declarou o executivo. Os produtos da Kidelli serão produzidos em cinco das 29 fábricas da BRF no Brasil. Faz 5 meses, a companhia tinha, cujos produtos serão, passado.Almeida alegou que a maior parte da produção da Kidelli vai utilizar “sobras de produção” das outras marcas da empresa que se as vendem hoje a terceiros em o país ou exportadas. Com a agregação de valor gerada pela produção complementar de alimentos processados, a BRF espera aumentar sua margem nos próximos meses, declarou o executivo sem dar detalhes. A nova marca atuará em segmento de mercado que trabalha com custos 15 por cento abaixo da média de marcas mais tradicionais como as atuais da BRF e de adversárias como Seara, do grupo JBS. O objetivo do grupo é que a Kidelli tenha custos “competitivos nesse segmento”, que entende cerca de 30 por cento do mercado de Brasil de alimentos processados, declarou Almeida. Questionado se a BRF pretende aumentar custos de suas outras marcas por conta do lançamento da Kidelli, Almeida declarou que a nova marca não vai mudar o posicionamento atual dos custos de Sadia e Perdigão. INVESTIMENTO A Kidelli vai começar a operar com uma linha formada por 14 produtos, entre “presuntaria”, empanados, mortadela, linguiças e hambúrguer, segmentos que são trabalhados por marcas regionais pelo país e também pela principal adversária nacional, a Seara. Almeida não revelou o investimento da BRF na Kidelli. Nos últimos três anos, a BRF investiu 560 milhões de reais em inovação e parte dessa soma foi para o desenvolvimento da nova marca. O lançamento da marca pela BRF acontece em momento em que a economia de Brasil se conserva em trajetória de crescimento, com vendas no varejo progredindo acima que o esperado e registrando o melhor novembro em seis anos. A iniciativa também começa a ser implementada com o começo do trabalho do novo presidente-executivo da BRF, José Aurélio Drummond Jr., que assumiu o posto no lugar de Pedro Faria em 22 de dezembro. Almeida rebateu afirmação de que a BRF está entrando “atrasada” no segmento de entrada, comentando que o grupo estava com atuação restringida no mercado de Brasil até meados do ano passado pelo acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica , que permitiu a criação do grupo no começo da década. Almeida declarou: “O lançamento de Kidelli é chance de aumentar participação e voltar a atuar em segmento que as duas empresas originárias já trabalhavam e que pararam de atuar por causa das limitações do Cade”. Segundo o executivo, o mercado de Brasil neste ano tem perspectiva de “crescimento saudável”. O executivo sem fazer projeções declarou: “As projeções do mercado são de crescimento mais forte do que em 2017, com performance melhor do que tivemos em 2015 e 2016″. Ele, porém, comentou sem dar detalhes que em novembro a BRF atingiu “o maior volume vendido no mercado de Brasil”. As ações da BRF apresentavam alta de 0,55 por cento às 14:01, cotadas a 39,92 por cento. O papel acumula queda de cerca de 10 por cento desde o final de outubro.

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