Irma arrasa la costa central cubana, inundaciones son reportadas

Por: SentiLecto

El huracán Irma ha arrasado con los cayos del norte cubanos y pueblos de la costa central durante la noche del viernes y la madrugada del sábado.

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Centro de Cuba amanhece com estragos provocados pelo furacão “Irma”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Província de Bréscia

O centro cubano amanheceu neste sábado com os estragos provocados pelos ventos de entre 160 e 190 quilômetros por hora com os quais o furacão “Irma”, que , que é o primeiro de categoria 5 que toca terra de Cuba com seu olho desde 1932, afetou o norte do leste de Cuba desde a noite de quinta-feira e durante toda a jornada de sexta-feira, puniu o norte da ilha durante a noite. O furacão, que voltou nas últimas horas à categoria quatro, se encontra neste momento nas proximidades da província central de Villa Clara, perto das cidades de Remedios e Caibarién, onde nesta manhã já se viam fortes dprejuízosapós terem spadecidointensas chuvas e ventos, segundo constatou uma equipe da Agência Efe na região.

Trump ordenou ao Departamento de Segurança Nacional e à Agência Federal para Gestão de Emergências que corganizemtodos os esforços derivados da declaração.Um total de 17 províncias, entre elas Santo Domingo, a capital, estão em alerta vermelho , 12 em alerta amarelo e três em verde , enquanto que se disse o alerta vermelho em o Haiti em todo o país.

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Anvisa esquálida

Por: SentiLecto

Ao sancionar o texto que libera para venda no país três remédios anorexígenos , o presidente interino, Rodrigo Maia , arrancou mais um naco da autoridade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

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Cada macaco no seu galho

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

– Depois da pílula do câncer, parlamentares resolveram mais uma vez fazer um “bypass” da Anvisa. O Congresso aprovou e a Presidência sancionou uma lei que autoriza a produção, a comercialização e o consumo de alguns remédios emagrecedores que foram banidos pela agência sanitária em 2011. Congressistas têm direito de instituir leis sobre quase qualquer matéria. Mas ter direito não significa que devam exercê-lo. Agências reguladoras surgiram justamente para lidar com temas que são técnicos demais para ficar a cargo de parlamentares. Remédios são um caso emblemático. Sua regulação tem que estar calcada na melhor ciência disponível e, se há algo em que políticos excelem, é em ignorar evidências científicas e pautar suas resoluções por pressões do eleitorado, lobbies e até propinas. Não há muito como contestar a avaliação da Anvisa de que as drogas proscritas em 2011, três anorexígenos da família das anfetaminas, são suspeitas. Estudos mostram que a diminuição média de peso por elas proporcionada é modesta e em geral de curta duração. Como esses fármacos trazem risco aumentado de conseqüência adversos, é sempre arriscado usar-los. Penso, porém, que a agência exagerou ao banir os medicamentos em vez de somente dificultar-lhes o acesso. É sempre ruim diminuir o arsenal terapêutico à disposição da medicina. Já é moralmente errado proibi-la, se houver um único paciente para o qual a droga possa trazervantagenss. Creio que a Anvisa optou pelo veto porque julgou que médicos prescreviam anfetaminas com excesso de liberalidade. Talvez. Mas não acredito que caiba à agência consertar fequívocosna formação de médicos. Num Estado livre e democrático, o papel da Anvisa deveria ser o de assegurar que a bula dos medicamentos esteja correta, traga todas as informações relevantes e de definir o tipo de receita que será exigido para cada droga. A resolução final sobre utilizar-la é prerrogativa de médicos e pacientes.

Logo em seguida, o STF interrompeu os conseqüência da lei e testes realizados com a substância no Icesp mostraram que ela tinha pouca efetividade na guerrazinha ao câncer.”O Poder Legislativo não pode trocar o juízo essencialmente técnico da Anvisa, por um juízo político, interferindo de maneira injustificada em procedimento de natureza tipicamente administrativo.” Esse foi o entendimento do ministro Luís Roberto Barroso, do STF, ao votar pela suspensão da lei da “fosfo”.

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