Câmara empurra para 2020 fim das alianças entre partidos

Por: SentiLecto

Em 3 anos, o plenário de a Câmara dos Deputados empurrou a entrada em forcita de a interdição de as alianças irrestritas entre partidos em as votações para deputados e vereadores.

Leer Más

Imbassahy diminui fala de Maia sobre MP: ‘o que o Rodrigo falou eu também falaria’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Densidade pop Maia 2011

– Antonio Imbassahy diminuiu, nesta quarta-feira, as declarações do presidente da Câmara, Rodrigo Maia , que alegou que a Casa não aceitaria mudanças na reforma trabalhista via nova Medida Provisória , acordo firmado pelo Palácio do Planalto com os senadores. Antonio Imbassahy é o ministro da Secretaria de Governo. Se aprovou a reforma em o plenário de o Senado que é a Casa revisora,, em esta terça-feira , e considerou-se o placar um triunfo folgado para o governo. Segundo Imbassahy alegou ao GLOBO, Maia está somente encarnando a “vontade majoritária” dos deputados, já que firmou-se o acordo para fazer mudanças em a reforma com o Senado que é a ” Casa revisora “,. Ele declarou que também teria declarado o que falou o presidente da Câmara. — Foi um triunfo espetacular ontem, não tem problema nenhum, o que o Rodrigo falou eu também falaria, ele encarna a vontade majoritária da Câmara, mas, e houve o entendimento de uma nova MP para que a MP aprovada não voltasse para a Câmara. Os senadores foram absolutamente acolhedores — declarou Imbassahy. O ministro, assim como outros integrantes do governo, também alegaram que a questão do imposto sindical está “liquidada”. Esse ponto não vai constar no texto da nova MP, que será mandada ao Congresso pelo presidente Michel Temer. — O imposto sindical já era, ficará como se o aprovou ontem — alegou o ministro. O líder do governo no Senado, Romero Jucá , já expôs uma série de mudanças que são consensuais entre os parlamentares da Casa e terão que entrar na nova MP. Um dos principais pontos de mudança é em relação ao trabalho intermitente. Incluiu-se essa espécie de contrato durante a tramitação em a Câmara e permite uma jornada descontínua, com convocação por alguns dias ou horas, e realiza-se o pagamento por o fase efetivamente trabalhado. O próprio relator de mérito da matéria no Senado, Ricardo Ferraço , já havia assinalado que esse item era problemático porque deixava a licença “bastante extensa”. Assim, a ideia é que a MP limite essa espécie de contrato a alguns setores. Na primeira versão do texto da medida, a limitação era aos setores de comércio e serviços. Agora, no entanto, senadores e governo estudam se atendem o pleito da indústria e incluem também esse setor entre os permitidos para contratações intermitentes. A MP também tem que abrandar algumas normas bastante rígidas que estão no texto original da reforma. O projeto aprovado nesta terça-feira calcula, por exemplo, que nos casos em que o trabalhador se compromete com o serviço e não aparece, deverá pagar uma multa de 50% do valor que seria recebido. Isso tem que cair com a MP.

Senadores da Comissão de Constituição e Justiça do Senado reagiram na manhã desta quarta-feira à declaração do presidente da Câmara, Rodrigo Maia de que não aceitaria mudanças dos senadores na reforma trabalhista. Para os senadores, Maia desrespeitou um acordo firmado anteriormente e injuriou o Senado. A reunião da CCJ tem como objetivo a sabatina da subprocuradora Raquel Dodge mencionada para comandar o Ministério Público Federal, mas deixou-se o assunto em segundo plano. — O presidente da Câmara, se sentindo a maior autoridade da República, desmoraliza o Senado. O Senado não pode ser avacalhado pelo presidente da Câmara como está sendo — declarou o senador Jorge Viana . O senador Ronaldo Caiado de o presidente de a Câmara reprovou também a conduta , de o mesmo partido de o deputado. Para Caiado, é inadmissível que Maia tenha declarado que não sediaria emendas de senadores à reforma trabalhista. — É inaceitável — declarou Caiado. Os senadores Maia também foi duramente criticado ele Jader Barbalho , Paulo Rocha e Vanessa Graziotin.- O governo tem que esperar a eleição da acusação contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados para mandar ao Congresso Nacional a medida provisória que vai modificar trechos da reforma trabalhista. A percepção, segundo o líder do governo na Câmara, André Moura , é que o governo está focado na acusação e “não deseja trabalhar em várias frentes”. — O governo está focado em outra pauta. O governo vai se sentar-se com os relatores na Câmara e no Senado e, depois que vencermos essa etapa com quem mais desejar debater a matéria. Não vai ser nada de hoje para amanhã. Não vai se editar uma MP que não foi conversada com a Câmara e o Senado — declarou ao GLOBO. Após a aprovação do projeto da reforma trabalhista no Senado Federal ontem à noite, a edição da MP sobre o mesmo tassuntotem cprovocadodivergências dentro da base. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, deixou claro que não acha necessárias mudanças no projeto. Dentro da base, o maior problema é a chance de que a medida traga alguma mudança no fim da obrigatoriedade do imposto sindical. Deputados já mandaram o recado ao governo de que não vão aceitar mexer nesse item. Se extinguiu essa cobrança e Faz 1 dia, se tornou opcional com o texto aprovado. — Se for tratar da contribuição, terá problema. Essa é uma matéria que os deputados não consentem porque compreendem que já votaram essa resolução. É desrespeitar uma resolução já tomada — declarou o líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli . A MP tem que tratar de vários assuntos, como a regulamentação da jornada intermitente e a mudança no cálculo das indenizações por prejuízos morais, mas é a contribuição sindical o principal problema para a Câmara. O governo chegou a estudar a chance de um fim gradual para a cobrança ou mesmo de uma mudança no cálculo, baseado na performance negocial do sindicato. Moura, no entanto, deixou claro que isso está descartado: — O governo não tem nenhum comprometimento com essa questão da contribuição sindical. Isso não é discutível na MP. Os deputados da base veem o fim da contribuição como uma “questão de honra” após vários sindicatos terem colocado em outdoors a facezinha dos parlamentares que apoiavam o assunto, uma maneira de queimá-los em seus estados de origem.PAULO. Ricardo Patah declarou que o texto base da reforma trabalhista, aprovado na noite desta terça-feira no Senado, é um retrocesso que retira direitos dos trabalhadores e de atuação dos sindicatos num momento de grave crise do emprego no país. Ricardo Patah é o presidente da União Geral dos Trabalhadores . E cobra do presidente Michel Temer, o compromisso de editar uma Medida Provisória que corrija algumas das mudanças calculadas no texto base. — Vivemos um momento bastante grave de crise econômica e política e, da maneira que foi aprovada, a reforma é um instrumento de redução de direitos e de atuação dos sindicatos — declarou Patah, completando: — E teve bastante mais votos do que imaginávamos. Ficamos indignados. Entre os pontos que a UGT defende sejam incluídos na MP estão o veto ao trabalho de mulheres grávidas em ambientes insalubres; é análogo a o trabalho escravo ” —, se o aprovou mudanças em as normas para o trabalho intermitente — que como “; as novas normas para votação de representantes de trabalhadores em companhias com mais de 200 empregados, que excluem os sindicados do processo; revisão da medida que estabelece o fim da homologação das demissões pelos sindicatos; revogação do artigo que permite a negociação individual entre companhias e empregados; a mudanças do imposto sindical em contribuição que o trabalhador pode optar em pagar ou não. — A nossa expectativa é que o presidente Michel temer satisfaça o compromisso de, aprovado o projeto base, sancioná-lo e em seguida editar uma medida provisória corrigindo esses erros —declaroue o dirigente da UGT, que espera em seguida um consenso entre os partidos para a aprovação da MP no Congresso.

Leer Más

Com crise política, Temer desiste de encontro do G20

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Deputado Michel Temer

Sob o risco de ser afastado da posição, o presidente Michel Temer desistiu de participar do encontro do G20, que será realizado nos dias 07 e 08 de julho na Alemanha.

Michel Miguel Elias Temer Lulia é um político, advogado e escritor brasileiro, atual presidente brasileiro após o impeachment da titular, Dilma Rousseff.

Leer Más

Reforma trabalhista progride, mas eleição final no Senado pode ficar para julho

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Senador Lindbergh Farias (Retrato oficial )

Depois de uma derrota do governo na terça-feira , a reforma trabalhista voltou a progredir no Senado. Se deduziu a leitura de o relatório de o senador Romero Jucá em a CCJ em a manhã de esta quarta-feira, abrindo percurso para que a tramitação de a matéria seja deduzida em a delegação em a próxima semana.

O próximo passo é a eleição no colegiado do parecer do senador, que é líder do governo no Senado, na próxima quarta-feira . O objetivo palatino era levar o assunto para apreciação do plenário no mesmo dia, concluindo o debate das mudanças nas leis trabalhistas no Congresso.

Leer Más

PSDB adia encontro da executiva sobre destino de Aécio

Por: SentiLecto

Após o deferimento do julgamento sobre pedido de prisão contra o senador tucano Aécio Neves , o PSDB remarcou para a próxima semana reunião da executiva que ocorreria nesta quarta-feira sobre sua continuidade no comando da sigla.

Leer Más