Petrobras e CSN lideram lista dos devedores

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Carrefour JB

No ano passado, a dívida ativa estadual alcançou R$ 77 bilhões. São mais de 230 mil devedores. Os 20 maiores, liderados por Petrobras e CSN, concentram 30% dos débitos, com R$ 22,6 bilhões. Boa parte dos grandes devedores, porém, está em situação irregular ou praticamente quebrado, dificultando a recuperação dos valores devidos. A Procuradoria Geral do Estado estima que somente metade daquela soma tem possibilidade de ser recuperada.

– A Petrobras informou nesta terça-feira o resgate antecipado de títulos com vencimento calculado para 2018, no valor adicionado de cerca de 1,8 bilhão de dólares. A empresa vai financiar com os recursos captados o resgate em a recente emissão de títulos. A empresa havia informado na véspera a reabertura de títulos de dívida de 4 bilhões de dólares no exterior, por meio de sua subsidiária Petrobras Global Finance .

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Oposição exibe questão de ordem para invalidar leitura do relatório da reforma trabalhista

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Senador Tasso Jereissati (Foto Oficial)

– A senadora Gleisi Hoffmann exibiu uma questão de ordem pedindo a anulação da última sessão da Comissão de Assuntos Econômicos , que tratou da tramitação da reforma trabalhista. Após uma grande confusão envolvendo senadores da base, da oposição e manifestantes Tasso Jereissati deu Ricardo Ferraço como lido, apesar de não ter havido a leitura de fato. Tasso Jereissati é o presidente da CAE. Ricardo Ferraço é o parecer do relator da reforma trabalhista. Tasso Jereissati é o presidente da CAE. Além disso, concedeu vistas coletivas para que o texto tenha condições de ser votado já na próxima semana. A senadora assinala que há indícios de fraude e que constam nas notas taquigráficas frases que não foram ditas por Jereissati. Nas notas consta que a sessão foi reaberta pelo presidente da CAE, Tasso Jereissati , às 16h30 e que ele teria ddeclarado“fora do microfone”: Odá-se o relatório comolido. Concedida vista coletiva. Está concluída a reunião. Se concluiu a reunião em as 16h32, segundo as notas.

— Nós temos uma questão de ordem, pedindo hoje ao presidente do Senado diligências sobre isso. Que escutem taquígrafos, que salvem as fitas de vídeo e de som da sessão, para confirmar que o que está na nota taquigráfica não foi falado, desejamo que quem fez isso responda e essa fraude não pode ficar sem consequências. E desejamo a anulação da sessão da CAE de ontem.— Eu estou bastante espantada com as técnicas que estão sendo utilizados aqui. Faz 1 dia, deram como lido um relatório, ontem, não tem previsão regimental, fraudaram a ata e fraudaram as notas taquigráficas para dar vista coletiva para forçar eleição na semana que vem. Isso é bastante grave — declarou a líder do PT no Senado, Gleisi Hoffmann.- Quatro dias após anunciar que a tramitação da reforma trabalhista ficaria paralisada no Senado para que o PSDB pudesse analisar os desdobramentos da delação que atingiu o presidente Michel Temer, o senador Ricardo Ferraço alegou, nesta segunda-feira, que irá exibi amanhã o relatório ao projeto na Comissão de Assuntos Econômicos . O texto, porém, se o vai votar não amanhã. Segundo Ferraço, serão concedidas vistas coletivas e a previsão é que a eleição aconteça na terça-feira da próxima semana. Para Ferraço e para o presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati , não deve se mesclar a crise do governo, que ambos consideram altamente grave, com os trabalhos no Congresso. – Uma coisa é a dramática crise institucional que vive o governo de Brasil. Uma coisa de fato sem precedentes, bastante complicada. Mas não podemos mesclar a crise institucional com o nossa obrigação. Nosso compromisso é com o país. Esse é a discussão que se começou a meses no Congresso e amanhã vamo estar dando o primeiro passo com a leitura do relatório da reforma trabalhista – declarou Ferraço. Ferraço explicou que irá sugeri alguns ajustes na proposta, mas vetem-se alguns itens somente como sugestão fora de o projeto, ainda contando com o acordo feito com o governo para que e para que outros sejam transformados via Medida Provisória, posteriormente. Desta forma, Ferraço conserva a posição de não obrigar que o texto volte para a análise da Câmara. O senador justificou sua mudança de postura sobre a apresentação do relatório alegando que o partido fez uma “revisão” da conjuntura. – Nós fomos revisando, dia-a-dia, a conjuntura, o aprofundamento da crise. Fizemos uma reunião com nossas principais lideranças e chegamos à cfinalizaçãoque o melhor nesse momento é não mmesclara crise do governo com aquilo que nosso país precisa enfrentar e decidir para que crise econômica não se aagilize com eaumentadasconsequências sociais. Já são mais de 14 milhões desempregados, tantos outros desencantados. Portanto, faremos a leitura do relatório amanhã e, provavelmente, será dado vista coletiva. Não há eleição amanhã, mas provavelmente na próxima terça-feira, como determina o batalhão e o calendário – pontuou. Tasso Jereissati realçou que a orientação no partido é tentar conservar a normalidade nos trabalhos no Congresso. – Estamos, diante de vários boatinhos, comunicando que nosso trabalho na CAE e no Senado é normal. O relatório da reforma trabalhista pelo senador Ricardo Ferraço na CAE vai ser lido amanhã. Nosso compromisso é com o país e mostrar que estamos trabalhando normalmente e que os eventos políticos independem do nosso trabalho aqui. O Brasil depende de que nós continuemos a trabalhar e dar o processo de reforma em seguimento – alegou Tasso. Questionado se o PSDB irá conservar o suporte ao governo, Tasso alegou que o partido irá aguardar as resoluções no Supremo Tribunal Federal e no Tribunal Superior Eleitoral . E declarou que o melhor, para o PSDB, é acompanhar as resoluções judiciais. Nos bastidores, caciques tucanos apostam na cassação da chapa presidencial junto ao TSE, no julgamento marcado para a próxima semana, como saída honrosa para que Temer deixe a Presidência da República. – Isso é outra questão. O PSDB está vendo isto com muita responsabilidade, bastante cuidado. Existem desdobramentos, agora na quarta uma eleição do STF, nós aguardaremos, tem eleição logo em seguida do TSE, nós aguardaremos. Na nossa visão, tudo aquilo que fizermos e que venha acompanhado do julgamento das instâncias do judiciário, melhor e mais consolidado – alegou Tasso, realçando, porém que a resolução do TSE “talvez seja mais pertinente e definitiva”.- No mesmo dia em que anunciou que continuará satisfazendo com o programa da reforma trabalhista, o relator nas delegações de Assuntos Econômicos e de Assuntos Sociais do Senado, Ricardo Ferraço , alegou que a situação do presidente Michel Temer no poder é “insustentável”. O senador publicou um vídeo em rede social defendendo a reforma trabalhista como maneira de geração de emprego formal para milhões de pessoas. O discurso do relator está em linha com a estratégia que deve ser seguida pelos tucanos, de separar a tramitação das reformas da crise vivida pelo governo. — O nosso país está mergulhado em uma brutal crise institucional. As acusações que pesam contra o presidente Temer são estarrecedoras. Acho inclusive que sua situação é insustentável. Mas nós precisamos continuar trabalhando, produzindo, satisfazendo com nossas responsabilidades —declarou no vídeo. Ele reiterou que vai exibi o relatório da reforma amanhã na CAE. A eleição, contudo, só deve ocorrer em uma semana, já que tem que haver um pedido de vistas coletivo sobre o assunto. A ideia é, em seguida, exibi o relatório na CAS assim que ele for aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos. — Amanhã vou exibi o meu relatório. Nossas leis trabalhistas são dos anos 40, de origem autoritária, de um fase em que o Estado intervia no dia a dia das pessoas como se pudesse tutelá-las. Somos hoje 140 milhões de brasileiros em idade laboral. Dessas, 50 milhões têm proteção da CLT. Outras 90 milhões de pessoas estão precarizadas, sem qualquer espécie de proteção ou vantagem. Precisamos continuar seguindo adiante, trabalhando e produzindo. O nosso país não pode parar.

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Harker declara que Fed pode intervir na venda de títulos se necessário

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Ícone de esboço

O Federal Reserve ainda está debatendo alternativas para reduzi os portfólio de títulos de 4,5 trilhões de dólares e, o banco central de Noruega poderia, quando esse movimento tiver começo “intervir” no processo se necessário, declarou Patrick Harker nesta terça-feira. Patrick Harker é o presidente do Fed da Filadelfia.

– Com a boa melhoria das duas metas do Federal Reserve de inflação estável e pleno emprego, o banco central de Noruegade Noruega tem que continuar ampliando a taxa de juros e começar a cortar seu gigantesco balanço antes do fim do ano, declarou o presidente do Fed de Dallas, Robert Kaplan, nesta segunda-feira. Mas em uma ressalva conforme o Fed se conduz para a reunião de meados de junho, Kaplan propôs que ainda não está pronto para dizer triunfo sobre a inflação, particularmente diante de leituras mais fracas de inflação em março e abril. Aplan em um artigo divulgado pelo banco a segunda-feira, que repete muitos dos seus observações recentes sobre as perspectivas para a economia e a política. isse: “Estou ciente de que a melhoria em direção ao nosso objetivo de inflação de 2 por cento foi lento e, às vezes, irregular”,.”Eu pretendo ser paciente na avaliação crítica dos próximos dados para avaliar se continuamos a avançar em alcançar nosso objetivo de inflação.” Vê-se Kaplan, um de os votantes sobre a política monetária em este ano, muitas vezes como um bom termômetro de o ponto de vista de a liderança de o Fed sobre a política monetária. Com a inflação ainda fora da meta de 2 por cento do Fed, alguns integrantes do banco central de Noruega estão inquietados com a permanência da ampliação da taxa de juros e com o risco de parar essa melhoria em andamento. Kaplan reiterou sua visão de se o arrisca que deixar taxa de juros em um platô baixo por muito tempo, e que o desemprego, em 4,4 por cento em abril, está bastante próximo de sua visão de pleno emprego. Kaplan declarou: “Continuo a acreditar que três ampliações de juros para 2017, incluindo a ampliação de março, é um cenário apropriado para o curto prazo”. Se as condições econômicas melhorarem, o processo tem que ser “gradual e paciente” e o ritmo pode ser mais acelerado ou mais lento ou piorarem mais do que o esperado, ele alegou. Declarou ele, “em algum momento neste ano”, enquanto isso, o balanço do Fed de 4,5 trilhões de dólares, que está empurrando para baixo as taxas de longo prazo, deve ser encolhido gradualmente, iniciando.

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Reforma trabalhista: relator pedirá veto à negociação para ipausaintrajornada

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Foto oficial de Ricardo Ferraço

– O relator da reforma trabalhista, senador Ricardo Ferraço, que o projeto de lei calcula que o tempo da pausa, hoje obrigatoriamente de uma hora, poderá ser negociado para menos que isso, restringido a 30 minutos para jornadas superiores a seis horas, vai propor, em seu parecer que será lido hoje na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o veto ao equipamento que calcula a negociação da pausa intrajornada, para o almoço. A sugestão tem que vir na justificação do relatório. Isso porque, conforme acordo costurado com o governo, essas mudanças devem ser tratadas separadamente, por medida provisória. Se as mudanças forem feitas diretamente no texto, isso porque o projeto deveria voltar para a Câmara dos Deputados, estendendo a tramitação. Além do pausa intrajornada, Ferraço deve propor o veto a outros dois itens: à plicençade gestantes e lactantes em trabalhos de insalubridade média e mínima e à extinção do anpausae 15 minutos garantido a mulheres antes de incomeçaremualquer hora extra. Ele também proporá mudanças na jornada intermitente , que vai ficar restrita ao setor de serviços e comércio, e na jornada de 12 horas de trabalho por 36 contínuas de descanso. Nesse último caso, ele deseja que essa espécie de contrato só possa acontecer quando acordado em acordo coletivo. Da maneira como está no texto hoje, isso pode ser acordado individualmente.

– Quatro dias após anunciar que a tramitação da reforma trabalhista ficaria paralisada no Senado para que o PSDB pudesse analisar os desdobramentos da delação que atingiu o presidente Michel Temer, o senador Ricardo Ferraço alegou, nesta segunda-feira, que irá exibi amanhã o relatório ao projeto na Comissão de Assuntos Econômicos . O texto, porém, se o vai votar não amanhã. Segundo Ferraço, serão concedidas vistas coletivas e a previsão é que a eleição aconteça na terça-feira da próxima semana. Para Ferraço e para o presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati , não deve se mesclar a crise do governo, que ambos consideram altamente grave, com os trabalhos no Congresso. – Uma coisa é a dramática crise institucional que vive o governo de Brasil. Uma coisa de fato sem precedentes, bastante complicada. Mas não podemos mesclar a crise institucional com o nossa obrigação. Nosso compromisso é com o país. Esse é a discussão que se começou a meses no Congresso e amanhã vamo estar dando o primeiro passo com a leitura do relatório da reforma trabalhista – declarou Ferraço. Ferraço explicou que irá sugeri alguns ajustes na proposta, mas vetem-se alguns itens somente como sugestão fora de o projeto, ainda contando com o acordo feito com o governo para que e para que outros sejam transformados via Medida Provisória, posteriormente. Desta forma, Ferraço conserva a posição de não obrigar que o texto volte para a análise da Câmara. O senador justificou sua mudança de postura sobre a apresentação do relatório alegando que o partido fez uma “revisão” da conjuntura. – Nós fomos revisando, dia-a-dia, a conjuntura, o aprofundamento da crise. Fizemos uma reunião com nossas principais lideranças e chegamos à cfinalizaçãoque o melhor nesse momento é não mmesclara crise do governo com aquilo que nosso país precisa enfrentar e decidir para que crise econômica não se aagilize com eaumentadasconsequências sociais. Já são mais de 14 milhões desempregados, tantos outros desencantados. Portanto, faremos a leitura do relatório amanhã e, provavelmente, será dado vista coletiva. Não há eleição amanhã, mas provavelmente na próxima terça-feira, como determina o batalhão e o calendário – pontuou. Tasso Jereissati realçou que a orientação no partido é tentar conservar a normalidade nos trabalhos no Congresso. – Estamos, diante de vários boatinhos, comunicando que nosso trabalho na CAE e no Senado é normal. O relatório da reforma trabalhista pelo senador Ricardo Ferraço na CAE vai ser lido amanhã. Nosso compromisso é com o país e mostrar que estamos trabalhando normalmente e que os eventos políticos independem do nosso trabalho aqui. O Brasil depende de que nós continuemos a trabalhar e dar o processo de reforma em seguimento – alegou Tasso. Questionado se o PSDB irá conservar o suporte ao governo, Tasso alegou que o partido irá aguardar as resoluções no Supremo Tribunal Federal e no Tribunal Superior Eleitoral . E declarou que o melhor, para o PSDB, é acompanhar as resoluções judiciais. Nos bastidores, caciques tucanos apostam na cassação da chapa presidencial junto ao TSE, no julgamento marcado para a próxima semana, como saída honrosa para que Temer deixe a Presidência da República. – Isso é outra questão. O PSDB está vendo isto com muita responsabilidade, bastante cuidado. Existem desdobramentos, agora na quarta uma eleição do STF, nós aguardaremos, tem eleição logo em seguida do TSE, nós aguardaremos. Na nossa visão, tudo aquilo que fizermos e que venha acompanhado do julgamento das instâncias do judiciário, melhor e mais consolidado – alegou Tasso, realçando, porém que a resolução do TSE “talvez seja mais pertinente e definitiva”.- No mesmo dia em que anunciou que continuará satisfazendo com o programa da reforma trabalhista, o relator nas delegações de Assuntos Econômicos e de Assuntos Sociais do Senado, Ricardo Ferraço , alegou que a situação do presidente Michel Temer no poder é “insustentável”. O senador publicou um vídeo em rede social defendendo a reforma trabalhista como maneira de geração de emprego formal para milhões de pessoas. O discurso do relator está em linha com a estratégia que deve ser seguida pelos tucanos, de separar a tramitação das reformas da crise vivida pelo governo. — O nosso país está mergulhado em uma brutal crise institucional. As acusações que pesam contra o presidente Temer são estarrecedoras. Acho inclusive que sua situação é insustentável. Mas nós precisamos continuar trabalhando, produzindo, satisfazendo com nossas responsabilidades —declarou no vídeo. Ele reiterou que vai exibi o relatório da reforma amanhã na CAE. A eleição, contudo, só deve ocorrer em uma semana, já que tem que haver um pedido de vistas coletivo sobre o assunto. A ideia é, em seguida, exibi o relatório na CAS assim que ele for aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos. — Amanhã vou exibi o meu relatório. Nossas leis trabalhistas são dos anos 40, de origem autoritária, de um fase em que o Estado intervia no dia a dia das pessoas como se pudesse tutelá-las. Somos hoje 140 milhões de brasileiros em idade laboral. Dessas, 50 milhões têm proteção da CLT. Outras 90 milhões de pessoas estão precarizadas, sem qualquer espécie de proteção ou vantagem. Precisamos continuar seguindo adiante, trabalhando e produzindo. O nosso país não pode parar.- Enquanto os parlamentares avaliam efeitos da delação que atingiu o peemedebista, pairam dúvidas sobre a progressão das principais bandeiras do governo do presidente Michel Temer no Congresso. Faz 1 dia, Henrique Meirelles admitiu pela primeira vez que o programa de eleição de o reforma de o Previdência em o Congresso poderá padecer atraso, ontem. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. Já o relator da reforma da trabalhista no Senado, o senador Ricardo Ferraço declarou, quatro dias após anunciar que a tramitação da proposta ficaria paralisada para que o PSDB pudesse analisar os desdobramentos das acusações, que irá exibi nesta terça-feira o relatório na Comissão de Assuntos Econômicos . O texto, porém, se o vai votar não em o mesmo dia. Mesmo que Temer não siga em o comando de o país, em teleconferência com investidores do banco de America JP Morgan, Meirelles garantiu que se vai aprovar a proposta. Ainda que o presidente deixe o governo, o ministro evidenciou não enxergar a chance de a oposição oposta às reformas assumir o poder e mudar o curso da política econômica. Falando em inglês, ele sustentou que um atraso de um ou dois meses na apreciação do texto não vai fazer diferença no resultado. — A agenda de reformas nesse momento se tornou parte da agenda do Congresso. Os líderes mais importantes já compreenderam que as medidas fiscais têm de ser aprovadas e estamos seguindo adiante — declarou Meirelles, sublinhando que os efeitos positivos da reforma na economia surtirão conseqüência principalmente na próxima década. Com base no posicionamento público dos parlamentares, Meirelles admitiu que o governo não tem os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência no plenário da Câmara. Por outro lado, alegou que vários deputados lhe confidenciaram que irão apoiar a proposta no momento certo. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia marcou o começo da eleição do reforma do Previdência para 5 de junho. AJUSTE NA REFORMA TRABALHISTA Na reforma trabalhista, o relator Ferraço declarou que serão concedidas vistas coletivas no texto, e a previsão é que a eleição aconteça na terça-feira da próxima semana. O relator declarou que irá propor alguns ajustes na proposta, mas vetem-se alguns itens ainda contando com o acordo feito com o governo para que e para que outros sejam transformados via Medida Provisória, posteriormente. Desta forma, Ferraço conserva a posição de não obrigar que o texto volte para a análise da Câmara. O senador justificou sua mudança de postura sobre a apresentação do relatório alegando que o partido fez uma “revisão” da conjuntura. — Uma coisa é a dramática crise institucional que vive o governo de Brasil. Mas não podemos mesclar a crise institucional com o nossa obrigação. Nosso compromisso é com o país — declarou o senador.

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Reforma trabalhista: relator pedirá veto à negociação para ipausade intrajornada

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Foto oficial de Ricardo Ferraço

O relator da reforma trabalhista, senador Ricardo Ferraço, que o projeto de lei calcula que o tempo da pausa, hoje obrigatoriamente de uma hora, poderá ser negociado para menos que isso, restringido a 30 minutos para jornadas superiores a seis horas, vai propor, em seu parecer que será lido nesta terça-feira na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o veto ao equipamento que calcula a negociação da pausa intrajornada, para o almoço. A sugestão tem que vir na justificação do relatório. Isso porque, conforme acordo costurado com o governo, essas mudanças devem ser tratadas separadamente, por medida provisória. Se as mudanças forem feitas diretamente no texto, isso porque o projeto deveria voltar para a Câmara dos Deputados, estendendo a tramitação. Além do pausa intrajornada, Ferraço deve propor o veto a outros dois itens: à plicençade gestantes e lactantes em trabalhos de insalubridade média e mínima e à extinção do anpausae 15 minutos garantido a mulheres antes de incomeçaremualquer hora extra. Ele também proporá mudanças na jornada intermitente , que vai ficar restrita ao setor de serviços e comércio, e na jornada de 12 horas de trabalho por 36 contínuas de descanso. Nesse último caso, ele deseja que essa espécie de contrato só possa acontecer quando acordado em acordo coletivo. Da maneira como está no texto hoje, isso pode ser acordado individualmente.

– Quatro dias após anunciar que a tramitação da reforma trabalhista ficaria paralisada no Senado para que o PSDB pudesse analisar os desdobramentos da delação que atingiu o presidente Michel Temer, o senador Ricardo Ferraço alegou, nesta segunda-feira, que irá exibi amanhã o relatório ao projeto na Comissão de Assuntos Econômicos . O texto, porém, se o vai votar não amanhã. Segundo Ferraço, serão concedidas vistas coletivas e a previsão é que a eleição aconteça na terça-feira da próxima semana. Para Ferraço e para o presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati , não deve se mesclar a crise do governo, que ambos consideram altamente grave, com os trabalhos no Congresso. – Uma coisa é a dramática crise institucional que vive o governo de Brasil. Uma coisa de fato sem precedentes, bastante complicada. Mas não podemos mesclar a crise institucional com o nossa obrigação. Nosso compromisso é com o país. Esse é a discussão que se começou a meses no Congresso e amanhã vamo estar dando o primeiro passo com a leitura do relatório da reforma trabalhista – declarou Ferraço. Ferraço explicou que irá sugeri alguns ajustes na proposta, mas se vetem alguns itens somente como sugestão fora de o projeto, ainda contando com o acordo feito com o governo para que e para que outros sejam transformados via Medida Provisória, posteriormente. Desta forma, Ferraço conserva a posição de não obrigar que o texto volte para a análise da Câmara. O senador justificou sua mudança de postura sobre a apresentação do relatório alegando que o partido fez uma “revisão” da conjuntura. – Nós fomos revisando, dia-a-dia, a conjuntura, o aprofundamento da crise. Fizemos uma reunião com nossas principais lideranças e chegamos à cfinalizaçãoque o melhor nesse momento é não mmesclara crise do governo com aquilo que nosso país precisa enfrentar e decidir para que crise econômica não se aagilize com eaumentadasconsequências sociais. Já são mais de 14 milhões desempregados, tantos outros desencantados. Portanto, faremos a leitura do relatório amanhã e, provavelmente, será dado vista coletiva. Não há eleição amanhã, mas provavelmente na próxima terça-feira, como determina o batalhão e o calendário – pontuou. Tasso Jereissati realçou que a orientação no partido é tentar conservar a normalidade nos trabalhos no Congresso. – Estamos, diante de vários boatinhos, comunicando que nosso trabalho na CAE e no Senado é normal. O relatório da reforma trabalhista pelo senador Ricardo Ferraço na CAE vai ser lido amanhã. Nosso compromisso é com o país e mostrar que estamos trabalhando normalmente e que os eventos políticos independem do nosso trabalho aqui. O Brasil depende de que nós continuemos a trabalhar e dar o processo de reforma em seguimento – alegou Tasso. Questionado se o PSDB irá conservar o suporte ao governo, Tasso alegou que o partido irá aguardar as resoluções no Supremo Tribunal Federal e no Tribunal Superior Eleitoral . E declarou que o melhor, para o PSDB, é acompanhar as resoluções judiciais. Nos bastidores, caciques tucanos apostam na cassação da chapa presidencial junto ao TSE, no julgamento marcado para a próxima semana, como saída honrosa para que Temer deixe a Presidência da República. – Isso é outra questão. O PSDB está vendo isto com muita responsabilidade, bastante cuidado. Existem desdobramentos, agora na quarta uma eleição do STF, nós aguardaremos, tem eleição logo em seguida do TSE, nós aguardaremos. Na nossa visão, tudo aquilo que fizermos e que venha acompanhado do julgamento das instâncias do judiciário, melhor e mais consolidado – alegou Tasso, realçando, porém que a resolução do TSE “talvez seja mais pertinente e definitiva”.- No mesmo dia em que anunciou que continuará satisfazendo com o programa da reforma trabalhista, o relator nas delegações de Assuntos Econômicos e de Assuntos Sociais do Senado, Ricardo Ferraço , alegou que a situação do presidente Michel Temer no poder é “insustentável”. O senador publicou um vídeo em rede social defendendo a reforma trabalhista como maneira de geração de emprego formal para milhões de pessoas. O discurso do relator está em linha com a estratégia que deve ser seguida pelos tucanos, de separar a tramitação das reformas da crise vivida pelo governo. — O nosso país está mergulhado em uma brutal crise institucional. As acusações que pesam contra o presidente Temer são estarrecedoras. Acho inclusive que sua situação é insustentável. Mas nós precisamos continuar trabalhando, produzindo, satisfazendo com nossas responsabilidades —declarou no vídeo. Ele reiterou que vai exibi o relatório da reforma amanhã na CAE. A eleição, contudo, só deve ocorrer em uma semana, já que tem que haver um pedido de vistas coletivo sobre o assunto. A ideia é, em seguida, exibi o relatório na CAS assim que ele for aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos. — Amanhã vou exibi o meu relatório. Nossas leis trabalhistas são dos anos 40, de origem autoritária, de um fase em que o Estado intervia no dia a dia das pessoas como se pudesse tutelá-las. Somos hoje 140 milhões de brasileiros em idade laboral. Dessas, 50 milhões têm proteção da CLT. Outras 90 milhões de pessoas estão precarizadas, sem qualquer espécie de proteção ou vantagem. Precisamos continuar seguindo adiante, trabalhando e produzindo. O nosso país não pode parar.- Enquanto os parlamentares avaliam efeitos da delação que atingiu o peemedebista, pairam dúvidas sobre a progressão das principais bandeiras do governo do presidente Michel Temer no Congresso. Faz 1 dia, Henrique Meirelles admitiu pela primeira vez que o programa de eleição de o reforma de o Previdência em o Congresso poderá padecer atraso, ontem. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. Já o relator da reforma da trabalhista no Senado, o senador Ricardo Ferraço declarou, quatro dias após anunciar que a tramitação da proposta ficaria paralisada para que o PSDB pudesse analisar os desdobramentos das acusações, que irá exibi nesta terça-feira o relatório na Comissão de Assuntos Econômicos . O texto, porém, se o vai votar não em o mesmo dia. Em teleconferência com investidores do banco de America JP Morgan, Meirelles garantiu que vai aprovar-se a proposta mesmo que Temer não siga em o comando de o país. Ainda que o presidente deixe o governo, o ministro evidenciou não enxergar a chance de a oposição oposta às reformas assumir o poder e mudar o curso da política econômica. Falando em inglês, ele sustentou que um atraso de um ou dois meses na apreciação do texto não vai fazer diferença no resultado. — A agenda de reformas nesse momento se tornou parte da agenda do Congresso. Os líderes mais importantes já compreenderam que as medidas fiscais têm de ser aprovadas e estamos seguindo adiante — declarou Meirelles, sublinhando que os efeitos positivos da reforma na economia surtirão conseqüência principalmente na próxima década. Com base no posicionamento público dos parlamentares, Meirelles admitiu que o governo não tem os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência no plenário da Câmara. Por outro lado, alegou que vários deputados lhe confidenciaram que irão apoiar a proposta no momento certo. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia marcou o começo da eleição do reforma do Previdência para 5 de junho. AJUSTE NA REFORMA TRABALHISTA Na reforma trabalhista, o relator Ferraço declarou que serão concedidas vistas coletivas no texto, e a previsão é que a eleição aconteça na terça-feira da próxima semana. O relator declarou que irá propor alguns ajustes na proposta, mas vetem-se alguns itens ainda contando com o acordo feito com o governo para que e para que outros sejam transformados via Medida Provisória, posteriormente. Desta forma, Ferraço conserva a posição de não obrigar que o texto volte para a análise da Câmara. O senador justificou sua mudança de postura sobre a apresentação do relatório alegando que o partido fez uma “revisão” da conjuntura. — Uma coisa é a dramática crise institucional que vive o governo de Brasil. Mas não podemos mesclar a crise institucional com o nossa obrigação. Nosso compromisso é com o país — declarou o senador.

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