Imbassahy diminui fala de Maia sobre MP: ‘o que o Rodrigo falou eu também falaria’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Densidade pop Maia 2011

– Antonio Imbassahy diminuiu, nesta quarta-feira, as declarações do presidente da Câmara, Rodrigo Maia , que alegou que a Casa não aceitaria mudanças na reforma trabalhista via nova Medida Provisória , acordo firmado pelo Palácio do Planalto com os senadores. Antonio Imbassahy é o ministro da Secretaria de Governo. Se aprovou a reforma em o plenário de o Senado que é a Casa revisora,, em esta terça-feira , e considerou-se o placar um triunfo folgado para o governo. Segundo Imbassahy alegou ao GLOBO, Maia está somente encarnando a “vontade majoritária” dos deputados, já que firmou-se o acordo para fazer mudanças em a reforma com o Senado que é a ” Casa revisora “,. Ele declarou que também teria declarado o que falou o presidente da Câmara. — Foi um triunfo espetacular ontem, não tem problema nenhum, o que o Rodrigo falou eu também falaria, ele encarna a vontade majoritária da Câmara, mas, e houve o entendimento de uma nova MP para que a MP aprovada não voltasse para a Câmara. Os senadores foram absolutamente acolhedores — declarou Imbassahy. O ministro, assim como outros integrantes do governo, também alegaram que a questão do imposto sindical está “liquidada”. Esse ponto não vai constar no texto da nova MP, que será mandada ao Congresso pelo presidente Michel Temer. — O imposto sindical já era, ficará como se o aprovou ontem — alegou o ministro. O líder do governo no Senado, Romero Jucá , já expôs uma série de mudanças que são consensuais entre os parlamentares da Casa e terão que entrar na nova MP. Um dos principais pontos de mudança é em relação ao trabalho intermitente. Incluiu-se essa espécie de contrato durante a tramitação em a Câmara e permite uma jornada descontínua, com convocação por alguns dias ou horas, e realiza-se o pagamento por o fase efetivamente trabalhado. O próprio relator de mérito da matéria no Senado, Ricardo Ferraço , já havia assinalado que esse item era problemático porque deixava a licença “bastante extensa”. Assim, a ideia é que a MP limite essa espécie de contrato a alguns setores. Na primeira versão do texto da medida, a limitação era aos setores de comércio e serviços. Agora, no entanto, senadores e governo estudam se atendem o pleito da indústria e incluem também esse setor entre os permitidos para contratações intermitentes. A MP também tem que abrandar algumas normas bastante rígidas que estão no texto original da reforma. O projeto aprovado nesta terça-feira calcula, por exemplo, que nos casos em que o trabalhador se compromete com o serviço e não aparece, deverá pagar uma multa de 50% do valor que seria recebido. Isso tem que cair com a MP.

Senadores da Comissão de Constituição e Justiça do Senado reagiram na manhã desta quarta-feira à declaração do presidente da Câmara, Rodrigo Maia de que não aceitaria mudanças dos senadores na reforma trabalhista. Para os senadores, Maia desrespeitou um acordo firmado anteriormente e injuriou o Senado. A reunião da CCJ tem como objetivo a sabatina da subprocuradora Raquel Dodge mencionada para comandar o Ministério Público Federal, mas deixou-se o assunto em segundo plano. — O presidente da Câmara, se sentindo a maior autoridade da República, desmoraliza o Senado. O Senado não pode ser avacalhado pelo presidente da Câmara como está sendo — declarou o senador Jorge Viana . O senador Ronaldo Caiado de o presidente de a Câmara reprovou também a conduta , de o mesmo partido de o deputado. Para Caiado, é inadmissível que Maia tenha declarado que não sediaria emendas de senadores à reforma trabalhista. — É inaceitável — declarou Caiado. Os senadores Maia também foi duramente criticado ele Jader Barbalho , Paulo Rocha e Vanessa Graziotin.- O governo tem que esperar a eleição da acusação contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados para mandar ao Congresso Nacional a medida provisória que vai modificar trechos da reforma trabalhista. A percepção, segundo o líder do governo na Câmara, André Moura , é que o governo está focado na acusação e “não deseja trabalhar em várias frentes”. — O governo está focado em outra pauta. O governo vai se sentar-se com os relatores na Câmara e no Senado e, depois que vencermos essa etapa com quem mais desejar debater a matéria. Não vai ser nada de hoje para amanhã. Não vai se editar uma MP que não foi conversada com a Câmara e o Senado — declarou ao GLOBO. Após a aprovação do projeto da reforma trabalhista no Senado Federal ontem à noite, a edição da MP sobre o mesmo tassuntotem cprovocadodivergências dentro da base. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, deixou claro que não acha necessárias mudanças no projeto. Dentro da base, o maior problema é a chance de que a medida traga alguma mudança no fim da obrigatoriedade do imposto sindical. Deputados já mandaram o recado ao governo de que não vão aceitar mexer nesse item. Se extinguiu essa cobrança e Faz 1 dia, se tornou opcional com o texto aprovado. — Se for tratar da contribuição, terá problema. Essa é uma matéria que os deputados não consentem porque compreendem que já votaram essa resolução. É desrespeitar uma resolução já tomada — declarou o líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli . A MP tem que tratar de vários assuntos, como a regulamentação da jornada intermitente e a mudança no cálculo das indenizações por prejuízos morais, mas é a contribuição sindical o principal problema para a Câmara. O governo chegou a estudar a chance de um fim gradual para a cobrança ou mesmo de uma mudança no cálculo, baseado na performance negocial do sindicato. Moura, no entanto, deixou claro que isso está descartado: — O governo não tem nenhum comprometimento com essa questão da contribuição sindical. Isso não é discutível na MP. Os deputados da base veem o fim da contribuição como uma “questão de honra” após vários sindicatos terem colocado em outdoors a facezinha dos parlamentares que apoiavam o assunto, uma maneira de queimá-los em seus estados de origem.PAULO. Ricardo Patah declarou que o texto base da reforma trabalhista, aprovado na noite desta terça-feira no Senado, é um retrocesso que retira direitos dos trabalhadores e de atuação dos sindicatos num momento de grave crise do emprego no país. Ricardo Patah é o presidente da União Geral dos Trabalhadores . E cobra do presidente Michel Temer, o compromisso de editar uma Medida Provisória que corrija algumas das mudanças calculadas no texto base. — Vivemos um momento bastante grave de crise econômica e política e, da maneira que foi aprovada, a reforma é um instrumento de redução de direitos e de atuação dos sindicatos — declarou Patah, completando: — E teve bastante mais votos do que imaginávamos. Ficamos indignados. Entre os pontos que a UGT defende sejam incluídos na MP estão o veto ao trabalho de mulheres grávidas em ambientes insalubres; é análogo a o trabalho escravo ” —, se o aprovou mudanças em as normas para o trabalho intermitente — que como “; as novas normas para votação de representantes de trabalhadores em companhias com mais de 200 empregados, que excluem os sindicados do processo; revisão da medida que estabelece o fim da homologação das demissões pelos sindicatos; revogação do artigo que permite a negociação individual entre companhias e empregados; a mudanças do imposto sindical em contribuição que o trabalhador pode optar em pagar ou não. — A nossa expectativa é que o presidente Michel temer satisfaça o compromisso de, aprovado o projeto base, sancioná-lo e em seguida editar uma medida provisória corrigindo esses erros —declaroue o dirigente da UGT, que espera em seguida um consenso entre os partidos para a aprovação da MP no Congresso.

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Com crise política, Temer desiste de encontro do G20

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Deputado Michel Temer

Sob o risco de ser afastado da posição, o presidente Michel Temer desistiu de participar do encontro do G20, que será realizado nos dias 07 e 08 de julho na Alemanha.

Michel Miguel Elias Temer Lulia é um político, advogado e escritor brasileiro, atual presidente brasileiro após o impeachment da titular, Dilma Rousseff.

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Reforma trabalhista progride, mas eleição final no Senado pode ficar para julho

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Senador Lindbergh Farias (Retrato oficial )

Depois de uma derrota do governo na terça-feira , a reforma trabalhista voltou a progredir no Senado. Se deduziu a leitura de o relatório de o senador Romero Jucá em a CCJ em a manhã de esta quarta-feira, abrindo percurso para que a tramitação de a matéria seja deduzida em a delegação em a próxima semana.

O próximo passo é a eleição no colegiado do parecer do senador, que é líder do governo no Senado, na próxima quarta-feira . O objetivo palatino era levar o assunto para apreciação do plenário no mesmo dia, concluindo o debate das mudanças nas leis trabalhistas no Congresso.

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PSDB adia encontro da executiva sobre destino de Aécio

Por: SentiLecto

Após o deferimento do julgamento sobre pedido de prisão contra o senador tucano Aécio Neves , o PSDB remarcou para a próxima semana reunião da executiva que ocorreria nesta quarta-feira sobre sua continuidade no comando da sigla.

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Bolsa cai 0,7% com tombo do petróleo e política; JBS recua pelo 9º dia seguido

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Bovespa Index

O índice de referência da Bolsa de Brasil, o Ibovespa, registra queda de 0,68% nesta terça-feira, aos 61.591 pontos, acompanhando a queda do petróleo no mercado internacional e refletindo o nervosismo no cenário político. O Supremo Tribunal Federal recebeu relatório parcial dos inquéritos da Polícia Federal na investigação do qual o presidente Michel Temer faz parte e, para os investigadores, há indícios de que o presidente praticou corrupção. Na cotação, o dólar comercial sobe 0,51% contra o real e vale R$ 3,306, acompanhando a valorização da divisa em escala mundial com a depreciação das commodities.

– O principal índice da bolsa paulista subiu nesta segunda-feira, recuperando parte das perdas recentes e fechando em 62 mil pontos pela primeira vez desde 9 de junho, em sessão que teve entre os destaques positivo as ações da Embraer e da Vale. No entanto, a cautela com o cenário político permaneceu no radar e afastou o Ibovespa das máximas da sessão, quando subiu um pouco mais de 1 por cento. O Ibovespa fechou em alta de 0,63 por cento, a 62.014 pontos. O giro financeiro adicionou 8,88 bilhões de reais, incluindo volume do exercício de alternativas sobre ações na primeira parte do pregão, que agitou 2,8 bilhões de reais. Favorecendo o tom de precaução no cenário político estavam as declarações do empresário Joesley Batista, um dos proprietários da JBS, que sublinhou as denúncias contra o presidente Michel Temer em entrevista à revista Época, além de ddeclararque Temer é chefe da “maior e mais parriscadaorganização criminosa do Brasil” e que ele uutilizaa máquina do governo para retaliá-lo. Diante desse cenário, investidores seguem à espera de novidades sobre o andamento das reformas no Congresso Nacional, o que vinha eanimandoum movimento de alta no mercado acionário, isuspendidodesde a divulgação de conteúdo de conversas entre Temer e um dos sócios da JBS, há um mês. “No curto prazo a bolsa tem como positivo as expectativas ancoradas de inflação que sustentam a queda da taxa de juros… Mas isso não é o suficiente para poder fazer com que a gente tenha visão boa de médio e longo prazo”, declarou o analista da Clear Corretora Raphael Figueredo. O movimento de recuperação neste pregão teve respaldo ainda do tom positivo em Wall Street, com o Dow Jones e o S&P 500 atingindo máximas históricas com altas em setores como o de tecnologia em destaque. DESTAQUES – EMBRAER ON progrediu 4,6 por cento, liderando os ganhos do Ibovespa, após notícia de que os Estados juntados vão avaliar o aeronave de ataque A-29 Super Tucano, com potencial para se converter em uma compra de mais de 120 unidades, e expectativa por novas encomendas. – VALE PNA subiu 1,85 por cento e VALE ON ganhou 3,25 por cento, em sessão de alta para os contratos futuros do minério de ferro na China. – GERDAU PN teve alta de 2,11 por cento, também na esteira dos ganhos dos contratos futuros de aço e do minério de ferro na China. Já CSN ON invalidou os ganhos vistos mais cedo e fechou estável, enquanto USIMINAS PNA não conseguiu conservar o tom positivo e fechou em baixa de 0,25 por cento. – PETROBRAS PN teve variação positiva de 0,08 por cento e PETROBRAS ON caiu 1,19 por cento, com pressão dos custos do petróleo no mercado internacional, que firmaram-se no vermelho na parte da tarde. Restringindo as perdas, no entanto, estava o dado divulgado mais cedo mostrando ampliação de 3,9 por cento na produção de petróleo no Brasil em maio, para uma média de 2,18 milhões de barris por dia. [O/R] – JBS ON perdeu 4,08 por cento, liderando a ponta negativa do Ibovespa. Os papéis da companhia têm mostrado forte volatilidade desde a delação de seus executivos e em meio a especulações sobre vendas de ativos que têm acontecido devido às multas pelo acordo de leniência com autoridades bde Brasil- Em dia de volume diminuído de negócios devido à ponte entre o feriado de Corpus Christi e o final de semana, o Ibovespa opera em queda nesta sexta-feira, puxado por ações de bancos e Petrobras, que têm mais peso no índice. No começo da tarde, o Ibovespa recuava 0,99% aos 61.311 pontos e volume financeiro de R$ 2,7 bilhões. No mercado de cotação, o dólar comercial está em alta de 0,30% frente ao real, cotado a R$ 3,29. O dólar chegou a registrar leves baixas frente ao real, principalmente após dados mais fracos sobre a economia de America. Ficou em 94,5 em junho, abaixo da previsão de 97,1, se o divulgou em esta manhã, que começo de as construções de novos moradias em os EUA caiu %5,5 em maio e o índice de confiança de o consumidor. Faz 1 dia, mas a moeda recomeçou em a trajetória de alta, com os investidores adaptando suas posições após o feriado A corretora Guide em relatório a clientes informou: “O dólar deve se adaptar após o feriado, que não foi nada favorável para os ativos dos emergentes”. A crise política também segue no radar, fazendo com que os investidores evitem grandes apostas no curto prazo. A expectativa é que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, exiba na próxima semana acusação contra o presidente Michel Temer, por corrupção passiva e obstrução de justiça, com base na delação do empresário da JBS Joesley Batista. Analistas da corretora Lerosa Investimentos, em nota a clientes, referindo se ao andamento das reformas no Congresso Nacional. escreveram: “Nada tramita na velocidade esperada, enquanto temos disputas em torno da manutenção da Presidência”. Os papéis ordinários da Petrobras caem 1,77% a R$ 13,31, enquanto os preferenciais recuam 1,58% a R$ 12,43. As ações ordinárias do Itaú perdem 0,81%, a R$ 33,00, enquanto as PN caem 1,51% a R$ 35,87. Já as ON do Bradesco recuam 1,33% a R$ 26,64 e as PN perdem 1,32% a R$ 26,78.A Bolsa de Brasilde Brasil sobe 0,44% nesta segunda-feira, aos 61.901 pontos, acompanhando o movimento dos pregões estrangeiros, depois de o partido do presidente francês Emmanuel Macron, La République En Marche!, ter obtido extensa maioria nas votações legislativas concluídas no domingo. Na cotação, o dólar comercial registra alta de 0,33% frente ao real, cotado a R$ 3,300 para venda.

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