Dólar cai a R$ 3,27 e Bolsa progride 1,2% com melhora do humor externo

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Hauptbahnhof Frankfurt

O dólar comercial cai nesta quinta-feira pela primeira vez em quatro sessões, e a Bolsa sobe compensando parte da queda de mais de 2% no último pregão, em dia de retomada do apetite para risco nos mercados mundiais. O dólar cai 1,2%, cotado a R$ 3,271 para venda, e o índice de referência da B3 progride 1,26%, aos 71.719 pontos.

Os ativos de Brasil acompanham o movimento dos seus pares estrangeiros, que tiveram pregão negativo na quarta-feira — dia sem negócios no Brasil por causa do feriado. As ações europeias progridem pela primeira vez em oito sessões, com o índice de referência Euro Stoxx 50 subindo 0,58%, a Bolsa de Londres ganhando 0,12%, a de Paris, 0,65%, e a de Frankfurt, 0,45%.

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Fohb anuncia nova administradora de Parcerias e Novos Negócios

Por: SentiLecto

O Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil anunciou Priscila Balbino como a nova administradora de Parcerias e Novos Negócios da entidade. Graduada em Turismo, a profissional tem 12 anos de experiência na área comercial e passagens por Blue Tree Hotels, Rede Tauá de Hotéis, Grupo CRK e Utell International do Brasil.

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Refis cria ‘desequilíbrio de tratamento’ entre grandes e micro companhias, declara presidente do Sebrae

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Guilherme Afif

– Durante cerimônia realizada em comemoração ao Dia Nacional do Micro e Pequeno Empresário, realizada no Palácio do Planalto nesta quarta-feira, Guilherme Afif Domingos alegou que a proposta de Refis aprovada pela Câmara estabelece um “desequilíbrio de tratamento” entre as grandes companhias e os microempreendedores. Guilherme Afif Domingos é o presidente do Sebrae. Afif discordou ainda da aprovação da medida provisória que inclui as micro e pequenas companhias do Simples no Refis. O presidente relembrou que em 2016 foi instituído prazo excepcional para os microempreendedores de 120 meses para refinanciamento das dívidas. Entretanto, na ocasião no houve diminuição de juros ou da multa aplicada. — Na época foi arguido que não se poderia dar [as vantagens]. Agora vem e enquanto deixaram, se toma resolução de fazer forte diminuição de multa e juros em cima dos grandes devedores-se os pequenos de lado — criticou Guilherme Afif. De acordo com ele, a Constituição determina “tratamento distinguido” aos microempreendedores. Afif evidenciou, inclusive, que as novas propostas para o segmento devem ser exibidas na maneira de Lei Complementar, e não por MP. — Agora cabe ao Congresso fazer um projeto estendendo aos pequenos o mesmo vantagem que foi dado na MP. E isso tem que ser feito com urgência para que haja equidade no tratamento do campo econômico — evidenciou o presidente do Sebrae ao defender que as micro companhias têm “qualidades bastante especiais”. Aprovado pela Câmara no último dia 3, o Refis é um dispositivo instituído para regularizar os débitos de companhias junto à Receita Federal, à Procuradoria Geral da Fazenda e o Instituto Nacional do Seguro Social .

– Faz 2 dias, o governo federal publicou em esta medidas provisórias que prorrogam os prazos para adesão a o novo Refis e a o parcelamento de os débitos de o Funrural. Ambas as medidas ainda estão no Congresso em negociação com parlamentares e perderiam validade hoje. Em 27 dias, com a mudança, a adesão a o parcelamento de o Funrural poderá ser feita e, a o Refis, até 31 de outubro. Quem aderir nos próximos meses deverá fazer alguns pagamentos acumulados, para compensar o fase que já ficou para trás. Quem aderir ao Refis, por exemplo, deverá quitar as parcelas equivalentes a agosto, setembro e outubro cumulativamente, em qualquer dos formatos de parcelamento. O governo ainda tenta chegar a um formato melhor para o Refis no Congresso. Se aprovou o texto base já por o plenário de a Câmara dos Deputados, mas não comprouve a equipe econômica, que ainda tentará fazer novas mudanças por meio de destaques. As mudança aprovadas com o Refis vão fazer com que a arrecadação estimada fique R$ 5 bilhões abaixo do esperado, caindo para R$ 3,8 bilhões.- A resolução da Câmara dos Deputados de incluir no novo Refis a renegociação de dívidas decorrentes de crimes de corrupção provocou reação no Congresso. O relator da medida provisória do Refis no Senado, senador Ataídes Oliveira , alegou ao GLOBO neste sábado que não aceitará o texto aprovado pelos deputados. Segundo ele, caso da Câmara não retire essa espécie de débito do programa, o Senado o vai fazer. — transformou-se o texto de a MP em o artigo 1º, incluindo a chance de renegociação de dívidas com a Procuradoria-Geral da União , mas eu não compactuarei com essa malandragem. Eu posso derrubar essa medida e vou fazer isso. O texto vai ser devolvido à Câmara. A MP do Refis perde a validade no dia 11 de outubro. O texto-base já foi aprovado pela Câmara, mas ainda é preciso votar 18 destaques. Isso deve acontecer na terça-feira. Depois disso, a proposta segue para o Senado. Questionado sobre a chance de a MP acabar perdendo a validade antes de ser totalmente votada no Congresso, Oliveira alegou: — É preferível que a MP caia então. ‘MP TRANSATLÂNTICO, MAIOR QUE O OCEANO’ O líder da minoria na Câmara, deputado José Guimarães , alegou que as mudanças na MP feitas pelo relator na casa, deputado Newton Cardoso Jr. , serve somente para beneficiar grandes devedores e é uma maneira de o governo tentar conseguir suporte para barrar a segunda acusação da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer. — Essa e outras mudanças foram feitas para segurar a acusação da PGR. Se ela passar assim, o Temer que vete tudo. Essa é a MP do transatlântico, é maior do que o mar — declarou Guimarães. O líder do DEM na Câmara, Efraim Filho , declarou que as mudanças feitas por Cardoso na MP escapam ao objetivo original do Refis e que não serão aceitas nem pela sociedade e nem pelo Congresso: — Esse é o entendimento do DEM e os demais partidos teriam que ter a mesma posição. Há total incompatibilidade do texto com a finalidade original da MP. Isso não pode prosperar. Líderes e integrantes do governo alegam que as mudanças de Cardoso – ele próprio interessado nas benesses do Refis para incluir dívidas de companhias de sua família – servem como incentivo ao não pagamento de dívidas tributárias e não tributárias. Além de beneficiar corruptos, a MP aumentou descontos em juros e multas dos débitos renegociados e permitiu um extensa uso de perdas fiscais para abatimento dos valores. A previsão de arrecadação para este ano, que era de R$ 8,8 bilhões, passou para R$ 3,8 bilhões depois que o texto-base recebeu o aval da Câmara. Tanto que os técnicos do governo admitem que os ganhos de receita obtidos com os leilões de usinas da Cemig e de blocos de petróleo e gás serão consumidos pelas perdas com o Refis. No caso das usinas, o governo teve um ganho extra de R$ 1,2 bilhão. Já os blocos de petróleo e gás renderam R$ 3 bilhões acima do esperado. No entanto, esses R$ 4,2 bilhões poderão ser invalidados pela perda de R$ 5 bilhões com o Refis. — O relator retirou da medida provisória o artigo que vedava essa chance . Diante de tantas mudanças, seria melhor que a MP perdesse a validade — declarou um integrante da área econômica, recordando que o Ministério da Fazenda tem tentado, sem êxito, barrar as ações do relator. Esse técnico admite que parte do próprio governo deixou Cardoso ir adiante nas mudanças para não desagradar ao Congresso. O vice-líder do governo na Câmara, Beto Mansur , alegou que o Refis trata de um alcance grande de dívidas e, portanto, fica difícil separar o que pode ou não ser incluído no programa. Segundo o deputado, a equipe econômica está torcendo para que a MP caia, mas isso deixaria o Palácio do Planalto numa situação ruim em relação ao Legislativo. — Para fazer um Refis, às vezes o governo tem que simplesmente tapar o nariz e ir adiante — aalegouMansur. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , fez questão de declarar que a mudança no texto da MP do Refis foi feita no começo do processo, ainda durante o debate na Comissão Mista, formada por deputados e senadores. O relator mudou todo o texto original da MP 783, editada pelo governo, e instituiu um verdadeiro impasse que durou semanas. Cardoso fez 23 textos diferentes, até chegar à emenda aprovada em plenário na semana passada. Eunício Oliveira não desejou se demonstrar sobre o texto da Câmara. Eunício Oliveira é o presidente do Senado. Ao GLOBO, declarou que está aguardando a MP chegar ao Senado.- A repercussão negativa da brecha no texto da Medida Provisória do novo Refis que beneficia investigados na Lava-Jato mobiliza aliados do Palácio do Planalto e o próprio presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , para que se construa uma saída política para o caso. O esforço é tentar resolver o caso, retirando essa parte do texto, ainda na Câmara, onde faltam votar destaques exibidos ao texto. Maia declarou que se vai votar a MP de o novo Refis em esta terça-feira ou na quarta-feira, a depender da evolução da eleição da reforma política, que é a prioridade da Casa. Maia declarou que com acordo político sempre há uma opção, ao ser perguntado sobre a chance de haver mudanças no texto da MP para retirar o trecho que permite que devedores investigados na Lava-Jato, por exemplo, renegociem suas dívidas. Nos bastidores, técnicos advertem que existe um destaque exibido ao texto pelo PT que poderia ser utilizado como brecha, para faze ruma “mágica”. Mas um acordo deverá ter a participação dos partidos. A ideia é retirar a chance de renegociações junto à Procuradoria Geral da União. — Não olhei o texto ainda. Mas, como acordo, sempre tem percurso — declarou Maia, sem dar maiores explicações, ao tratar da polêmica. No final de semana, como O GLOBO mostrou, Maia ficou muio aborrecido com as críticas recebidas pela Câmara com o texto-base aprovado na semana passada. Ele chamou de “oportunistas” as críticas, alegando que aprovou-se essa questão de a Procuradoria-Geral da União já em o período de a delegação especial que é formada por deputados, e senadores. Na verdade, deputado Newton Cardoso Júnior fez 23 versões diferentes ao texto original. Deputado Newton Cardoso Júnior é o relator da MP. O Palácio do Planalto deu aval político às mudanças feitas pelo relator, de olho nos votos da base alidada para derrubar a segunda dacusaçãocontra o presidente Michel Temer, que foi encaminhada à Câmara pela Procuradoria Geral da República. O destaque assinalado como uma brecha é o destaque exibido com base na emenda 93, exibida por parlamentar do PT. O texto da emenda declara que “fica criado o Programa Especial de Regularização Tributária junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e que poderão aderir pessoas físicas e jurídicas, de direito público ou privado, inclusive aquelas que se encontrarem em recuperação judicial, desde que não tenham distribuído lucros ou dividendos aos sócios ou acionistas nos últimos três anos”. Mas a tese deverá contar com a benevolência dos líderes dos partidos, porque já se está num período de, tecnicamente, somente fazer retiradas de partes do texto e com base em destaques já exibidos. O vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Mansur , recordou que aprovou-se o texto principal em a semana passada em eleição simbólica, ou seja, sem polêmica. — Acho que aprova como está e o Senado, se desejar, modifica — declarou Beto Mansur. Mas há técnicos que declaram que mudanças só podem ser feitas no Senado. A MP perde a validade no próximo dia 11. Teria que voltar à Câmara para uma única veleição se for amodificadasexclusivamenteno Senado.Da parte da Fazenda, a torcida é para que a MP não seja votada e perca a validade.

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Passarela da SPFW arremessa mão do branco e exalta criatividade de Brasil

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Red shoes

A São Paulo Fashion Week exaltou em seu terceiro dia a criatividade de Brasil, com a apresentação de oito coleções, nas quais o branco e as cores cruas foram protagonistas, até mesmo nos desfiles da moda praia.

Giuliana Romanno é uma estilista de Brasil, dona da marca Giuliana Romanno.

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Se instala delegação que pretende regulamentar Airbnb

Por: SentiLecto

Faz 1 dia, foi implantada em a Câmara dos Deputados a Comissão Especial do Marco Regulatório da Economia Colaborativa que pretende regulamentar serviços descentralizados que funcionem de forma compartilhada o Airbnb, em o ramo de a hospitalidade, o caso mais notório., – sendo o Airbnb, no ramo da hospitalidade, o caso mais notório. Se definiu o presidente de a delegação já : Herculano Passos, com Thiago Peixoto sendo o relator de a matéria.

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