Talvez só reste ao PSDB se inspirar no papelão do Senado e ‘apagar as luzes’

Por: SentiLecto

A tática de protesto conhecida como “sit-in”, sentar-se-se em algum lugar não sancionado até tomar ser expulso à força ou atendido, é um doaslherançasdo advogado ide IndiaMohandas Karamchand Gandhi .

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Em Londres, BC explica a investidores a crise de Brasil

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – London at Night 2012-05-16-002

– Na tentativa de explicar o que acontece recentemente no Brasil a investidores e analistas econômicos, Tiago Berriel admitiu na manhã desta quarta-feira que a crise política no Brasil trouxe incerteza aumentada quanto na velocidade do processo de reformas e ajustes na economia de Brasil. Tiago Berriel é o diretor da área internacional do Banco Central.No entanto, falou que o BC de Brasil tomou uma “ação firme” para conservar a funcionalidade total dos mercados, principalmente na área cambial. Na reunião, em Londres, ele detalhou os dispositivos utilizados para suprir a corrida ao dólar e tudo que foi feito para fornecer liquidez e ainda que o Banco Central e o Tesouro Nacional têm várias ferramentas em mãos, declarou. — Essas ações foram bem sucedidas no restabelecimento da antiga estabilidade ao mercado doméstico mercados financeiros. Tiago Berriel, que listou várias medidas feitas pelo BC que têm que melhorar o ambiente de negócios no Brasil, falou sobre os riscos que o Comitê de Política Monetária enxerga com a crise política. Com uma recuperação mais lenta, a inflação vai continuar controlada. No entanto, a turbulência pode afetar o dólar e ainda fazer com que a queda dos juros não seja tão extensa quanto esperado anteriormente. — Geralmente, as projeções condicionais do Copom atuais envolvem maior incerteza. Evidenciou que, atualmente, a economia de Brasil mostra maior habilidade para responder a choques internos e externos por ter um grande volume de reservas em moeda internacional e que a inflação está controlada e as expectativas estão ancoradas. Frisou que após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff a política econômica doméstica mudou de rumo e isso fez o risco-país cair substancialmente. Detalhou a agenda BC+ para ampliar a inclusão financeira, melhorar as leis, ampliar a eficiência do sistema financeiro e diminuir o preço do crédito no país. Informou, por exemplo, sobre as mudanças feitas no mercado de cartões de crédito, a mudança na Taxa de Juros de Longo Prazo _ que corrige os contratos do BNDES e que começam a vigorar no ano que vem- e ainda falou da Medida Provisória que dá mais poder ao Banco Central em processos punitivos e que cria o acordo de leniência para os bancos. Com isso, deduziu que o Brasil segue no percurso de diminuição de juros. — O cenário prescreve o prosseguimento do ciclo de flexibilização do política monetário, considerando os riscos atuais em torno do cenário de linha de base e as estimativas da extensão do ciclo. Sobre o cenário externo, declarou que tem sido favorável, como uma economia mundial mais forte, mas continuam a haver dúvidas quanto à alta de juros nos Estados Unidos e seus econseqüência Falou também sobre as incertezas sobre as perspectivas para a economia de China e a evolução dos custos das commodities.

O ministro escreveu: “Progressão de 0,28% do indicador de atividade econômica do BC em abril confirma nossas expectativas”.As previsões de que o Brasil começa a entrar numa rota de recuperação foram alimentadas pela boa performance do setor de serviços. Na quarta-feira, o IBGE divulgou que houve uma alta de 1% nesse segmento, o maior da economia de Brasil. Foi a melhor performance desde abril de 2013, o que estimulou os experts.- Haruhiko Kuroda alegou que a manutenção das atuais condições de política monetária frouxa é apropriada porque os custos estão em defasagem em relação nas melhoras da economia e permanecem distantes da meta de inflação do banco central. Haruhiko Kuroda é o presidente do banco central do Japão.Kuroda, em um discurso nesta quarta-feira, reiterou o crescente otimismo do Banco do Japão no cenário econômico devido aa ampliação das exportações, maior produção industrial e aperto do mercado de trabalho. Deram-se as declarações de Kuroda depois que se as compras de dívida por o governo caírem abaixo de sua orientação para as operações de mercado, a ata de a reunião de 26 e 27 de abril de o banco central mostrou que as autoridades não veem problemas. “Nossa economia está em base mais firme, mas ainda estamos muito distantes de nossa meta de inflação de 2 por cento”, declarou Kuroda. “É apropriado conservar as condições monetárias frouxas com nossa atual estrutura de operações do mercado.” Faz 2 meses, o Banco do Japão conservou a política monetária em a reunião e ofereceu sua avaliação mais otimista da economia em nove anos. Desde então, Kuroda tem repetidamente sinalizado que não admira o fim antecipado do estímulo, e que o ritmo de compras de dívida do governo pode ampliar de novo tão facilmente quanto reduziu recentemente.- O Conselho Monetário Nacional tem que fixar a meta de inflação para 2019 em 4,25% ao ano, confirmaram fontes escutadas pelo GLOBO. O valor é levemente inferior àquele em vforcitadesde 2005 e que vale até 2018, de 4,5% ao ano. A equipe econômica até ponderou ser mais radical e estipular um alvo de 4%. No entanto, a avaliação foi que isso seria prejudicial, porque havia o risco de sinalizar que os juros deveriam subir para alcançar o resultado. O jornal antecipou a informação de que a meta tem que ficar em %4,25 a o ano em 2019 ” Valor Econômico ” ontem. Nos bastidores, havia pressão para que o CMN fosse mais ousado. O recrudescimento da crise política, entretanto, passou a dificultar uma queda maior na meta de inflação. Para um integrante do governo, o ideal é fazer uma mudança gradual, para garantir o processo de desinflação do país. — O que a gente deseja é ancorar as expectativas — confirmou uma fonte da equipe econômica. O receio é que uma indicação mais agressiva tivesse o conseqüência oposto. Ou seja, que os juros futuros voltassem a subir, já que ninguém sabe ao certo qual vai ser o desfecho da crise política e seus efeitos sobre a economia de Brasil, que começa a dar sinais de recuperação. — A intenção é sinalizar diminuição da inflação sem sinalizar nada para a política de curto prazo — explicou outro integrante do governo. Na segunda-feira, durante a tradicional reunião do BC com economistas, os representantes da autoridade monetária escutaram queixas de que está bastante difícil fazer cenários e previsões, por causa da indefinição dos rumos políticos no país. — Está todo mundo perdido — sintetizou um participante do encontro. Quando se vai decidir a meta de inflação para 2019, as atenções dos analistas estão voltadas para o norte que será mencionado pela equipe econômica após a reunião do CMN da última semana de junho. No Banco Central, um objetivo de longo prazo é levar a meta de inflação para 3% ao ano. ‘OPORTUNIDADE A SE APROVEITAR’ “Fala-se em diminuição de 4,50% para 4,25% . Parece pouco; bastante barulho por nada, ou quase nada. Mas é difícil imaginar, ainda by the book , que a chance atual não seja aproveitada”, evidenciou José Francisco de Lima Gonçalves em comunicado aos clientes. José Francisco de Lima Gonçalves é economista-chefe Banco Fator. Os analistas esperam sinais mais claros no relatório trimestral de inflação do BC, que será publicado na semana que vem. Além de tentar compreender o cenário de longo prazo da autoridade monetária, os experts desejam indicações de quais serão os próximos passos na condução da política de guerrazinha à inflação. Há a estimativa de que o BC reduza o ritmo de queda dos juros daqui para frente.

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Temer cede a pressão e sanciona com vetos nova Lei de Migração

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Assinatura SENADOR FREITAS NETO

Sob pressão do Ministério da Defesa e do GSI , o presidente Michel Temer sancionou com 20 vetos proposta que cria a nova Lei de Migração, com normas mais flexíveis para a entrada e continuidade de estrangeiros no Brasil.

Joesley gravou um diálogo que teve com Temer em março. No áudio, divulgado pelo STF na quinta-feira, eles indicam uma pessoa chamada Eduardo, que seria o ex-deputado Eduardo Cunha.manipulou-se essa gravação clandestina e adulterada com objetivos nitidamente subterrâneos, incluída em a investigação sem a devida e adaptada averiguação, levou muitas pessoas a o engano induzido e trouxe grave crise a o Brasil.

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Parar o Congresso Nacional

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

Você deixaria o seu futuro e o futuro de seus filhos ser decidido por criminosos ou por pessoas com fortes suspeitas de crimes? Pois é isso que está ocorrendo agora.

Questões fundamentais para o seu futuro, como o sistema de aposentadorias e as leis trabalhistas, estão sendo decididas por pessoas indiciadas na participação em crimes milionários ou que são réus em ações penais correndo no STF. Só na última lista da Lava Jato são 24 senadores e 39 deputados indiciados, inclusive os atuais presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Além disto, quatro senadores e 50 deputados respondem atualmente por ações penais no STF.

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Bancos amparam recuperação da Bovespa em dia com vencimento de alternativas

Por: SentiLecto

– Embora investidores sigam cuidadosos com os desdobramentos das delações no âmbito da operação Lava Jato, o principal índice da Bovespa operava no azul nesta segunda-feira, em uma tentativa de recuperação após cair ao menor platô em três meses no último pregão, com as ações de bancos exercendo a principal influência positiva. Vencimento de os contratos de alternativas de o pregão marca ainda a primeira parte sobre ações , o que pode somar volatilidade a os negócios. Às 11:07, o Ibovespa subia 1,1 por cento, a 63.520 pontos. O giro financeiro era de 1,52 bilhão de reais. Em meio às delações da Odebrecht envolvendo uma série de políticos em esquemas de corrupção, o presidente Michel Temer busca mconservaros esforços para aprogredira reforma da Previdência e pediu na noite passada a parlamentares aliados e ministros que atuem para mconservaro cprogramade veleiçãoda proposta no Congresso. No exterior, os sinais eram mistos, com os crescentes nervosismos geopolíticos ainda despertando precaução, enquanto o crescimento econômico mais forte que o esperado chino trazia algum alívio. DESTAQUES – BRADESCO PN subia 1,46 por cento e ITAÚ UNIBANCO PN tinha alta de 1,48 por cento, em movimento de recuperação após caírem 3,05 e 1,82 por cento, respectivamente, na quinta-feira. BANCO DO BRASIL ON liderava os ganhos entre os bancos e mostrava alta de 2,68 por cento, após a queda de 5,20 por cento no pregão anterior. – USIMINAS PNA progredia 5,14 por cento, entre as maiores altas do Ibovespa, após o jornal O Estado de S.Paulo informar que a companhia teve lucro líquido de 121 milhões de reais e Ebitda de 366 milhões de reais no primeiro bimestre do ano. – ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES ON tinha alta de 3,56 por cento e KROTON ON subia 3,47 por cento, também figurando entre os destaques positivos do índice, em movimento de recuperação após as fortes quedas vistas na quinta-feira. – PETROBRAS PN cedia 0,14 por cento e PETROBRAS ON tinha baixa de 0,55 por cento, em sessão sem viés único para os custos do petróleo no mercado internacional. No radar estavam ainda os dados divulgados na noite de quinta-feira, mostrando crescimento de cerca de 7 por cento na produção média de petróleo e gás natural da Petrobras no primeiro trimestre ante o mesmo fase do ano passado, impulsionada principalmente pelos novos poços do pré-sal. – VALE PNA recuava 1,37 por cento e VALE ON tinha baixa de 1,24 por cento, em dia de queda para os contratos futuros do aço e do minério de ferro negociados na China.

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