Sem referência de Wall St, Ibovespa fecha em leve alta em dia de exercício de alternativas

Por: SentiLecto

– O principal índice acionário de Brasil fechou em leve na morna sessão desta segunda-feira, sem a referência das bolsas de Wall Street, fechadas por feriado nos Estados Unidos, o que tornou o exercício de alternativas de ações como principal acontecimento do dia. Os investidores seguiram atenciosos ao noticiário econômico e político, incluindo a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, que praticamente enterrou os debates sobre reforma da previdência, mas isso não teve poder suficiente para mudar o tom das negociações. No final de um dia de pouca variação, com as pontuações máxima e mínima numa pausa de cerca de 400 pontos, o Ibovespa fechou em alta de 0,32 por cento, a 84.792 pontos. O giro financeiro adicionou 13,3 bilhões de reais, incluindo o exercício de alternativas sobre ações, de 7,1 bilhões. “O mercado está mais sereno, sem negócios nos Estados Unidos… Agora é aguardar para ver como votarão a intervenção e como fica a situação da reforma da Previdência”, declarou o administrador de renda mutável do H.Commcor Ari Santos. A Câmara dos Deputados tem que votar esta noite o decreto de intervenção federal na segurança fluminense. Isso afeta a reforma da previdência porque enquanto intervenções estiverem em forcita, a Constituição federal não permite mudanças constitucionais. Apesar de alguma precaução, agentes de mercado realçam os riscos de rebaixamentos da nota de crédito brasileiros pelas agências de classificação de risco, embora diminuam conseqüência negativos de longo prazo em torno da derrocada da reforma da Previdência neste governo, uma vez que o mercado vinha precificando que a aprovação do texto este ano era improvável. “A maioria dos analistas, ao longo dos últimos meses, também se tornou cética… Mas vale notar: após a revisão do rating, que sem a reforma da Previdência, espere novas revisões da nota de crédito”, escreveram mais cedo os analistas da Guide Investimentos, em nota a clientes, pela S&P , e Também no radar esteve o Índice de Atividade Econômica do Banco Central , espécie de prévia do Produto Interno Bruto , que subiu 1,41 por cento em dezembro ante novembro, ante estimativa em pesquisa Reuters de progressão de 1,1 por cento, com o país voltando a aumentar, após dois anos de recessão. Faz 1 ano, a economia aumentou 1,33 por cento, em 2017. DESTAQUES – FIBRIA ON ganhou 3,2 por cento e SUZANO PAPEL E CELULOSE ON teve alta de 3,5 por cento, tendo no radar a confirmação de conversas entre as duas companhias para debater opções estratégicas. – PETROBRAS PN subiu 3,2 por cento e PETROBRAS ON teve alta de 2,8 por cento, em linha com o movimento dos custos do petróleo no mercado internacional. – COSAN ON ganhou 4,1 por cento, entre as maiores altas do índice, após a equipe do BTG Pactual aumentar o preço-alvo dos papéis da companhia para 56 reais, ante 51 reais, com recomendação de “compra”. – VIA VAREJO UNIT caiu 1,2 por cento, após subir 3,7 por cento na máxima, na esteira da divulgação do resultado do quarto trimestre. A companhia divulgou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização de 517 milhões de reais, alta de 10 por cento ano a ano. – BB SEGURIDADE ON caiu 4,6 por cento, liderando a ponta negativa do Ibovespa, após reportar seu resultado do quarto trimestre, com queda de 12,5 por cento no lucro líquido adaptado, para 941 milhões de reais. A companhia também divulgou estimativas para este ano, com projeção de variação do lucro líquido adaptado entre queda de 2 por cento e alta de 2 por cento.

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Ibovespa tem leve alta de olho em noticiário corporativo e sem referencial dos EUA

Por: SentiLecto

– O principal índice da bolsa paulista operava no azul nesta segunda-feira, de olho no noticiário corporativo local, em sessão sem o referencial de Noruegade Noruega, que permanece fechado devido a feriado. Vencimento de alternativas de o pregão marca ainda a primeira parte sobre ações , o que pode trazer alguma volatilidade a os negócios. Às 11:25, o Ibovespa subia 0,42 por cento, a 84.882,04 pontos. O giro financeiro era de 4 bilhão de reais. Faz 2 meses, em o radar de os negócios de esta sessão estava ainda o dado de atividade econômica que subiu mais brasileira, do que o esperado com o país voltando a aumentar em o ano passado. Faz 3 meses, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central, espécie de sinalizador de o Produto Interno Bruto, subiu 1,41 por cento ante novembro, ante estimativa em pesquisa Reuters de progressão de 1,1 por cento. No ano passado, a economia aumentou 1,33 por cento, na série dessazonalizada. Uma vez que a Constituição federal não permite mudanças constitucionais enquanto intervenções estiverem em forcita, as atenções se voltam ainda para o noticiário brasileiro, com a intervenção na segurança pública no Rio de Janeiro e suas implicações na proposta de reforma da Previdência. A Câmara dos Deputados tem que votar esta noite o decreto de intervenção federal. Apesar de alguma precaução, analistas diminuem eventuais conseqüência negativos em torno da derrocada da reforma da Previdência neste governo, uma vez que o mercado vinha precificando cada vez menos a chance de aprovação da texto este ano. “A maioria dos analistas, ao longo dos últimos meses, também se tornou cética… Mas vale notar: após a revisão do rating, que sem a reforma da Previdência, espere novas revisões da nota de crédito”, escreveram analistas da Guide Investimentos, em nota a clientes, pela S&P , e DESTAQUES – VIA VAREJO UNIT progredia 2,6 por cento, após a companhia reportar seu resultado para o quarto trimestre, com analistas alegando que os números operacionais vieram fortes. A companhia divulgou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização de 517 milhões de reais, alta de 10 por cento na comparação anual. – FIBRIA ON ganhava 2,2 por cento e SUZANO PAPEL E CELULOSE ON tinha alta de 2,5 por cento, tendo no radar a confirmação de conversas entre as duas companhias para debater opções estratégicas. – PETROBRAS PN subia 2,1 por cento e PETROBRAS ON tinha alta de 1,9 por cento, em linha com o movimento dos custos do petróleo no mercado internacional. – COSAN ON ganhava 4,6 por cento, entre as maiores altas do índice, após a equipe do BTG Pactual aumentar o preço-alvo dos papéis da companhia para 56 reais, ante 51 reais, com recomendação de “compra”. – BB SEGURIDADE ON caía 3 por cento, liderando a ponta negativa do Ibovespa, após reportar seu resultado do quarto trimestre, com queda de 12,5 por cento no lucro líquido adaptado, para 941 milhões de reais. Também no radar estava a divulgação de estimativas da companhia para este ano, com projeção de variação do lucro líquido adaptado entre queda de 2 por cento e alta de 2 por cento.

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S&P 500 conclui semana mais forte em cinco anos

Por: SentiLecto

– O S&P 500 concluiu com ligeira alta nesta sexta-feira e fechou sua semana de mais rápida alta desde 2013, embora tenha devolvido a maior parte de seu ganho do começo da sessão após um tribunal dos Estados Unidos indiciar diversos russos por interferência na votação presidencial de 2018. Enquanto o S&P 500 ganhou 0,04 por cento, o Dow Jones subiu 0,08 por cento, a 25.219 pontos , a 2.732 pontos. O Nasdaq Composite recuou 0,23 por cento, a 7.239 pontos. A salinha do procurador especial dos EUA, Robert Mueller, declarou que um tribunal federal dos EUA indiciou 13 cidadãos russos e três entidades russas sob denúncia de interferir com as votações dos EUA em um esforço para apoiar o então candidato Donald Trump. O S&P 500 havia subido mais de meio por cento, mas perdeu quase toda a progressão após o anúncio dos indiciamentos. “O mercado estava procurando uma desculpa para mudar de direção e as manchetes da Rússia fariam isso. Você teve um rali para a semana e as pessoas têm procurado uma desculpa para realizar lucros antes do fim de semana”, declarou Dennis Dick, operador da Bright Trading. Uma correção do mercado desencadeada por preocupações sobre inflação no começo de fevereiro aumentaram preocupações de que um mercado altista de nove anos havia acabado, mas dados sobre custos ao consumidor e vendas de varejo nesta semana deixaram investidores menos preocupados. Nesta sexta-feira investidores adquiriram ações da Johnson & Johnson, Abbvie e Pfizer, todas com alta de mais de 1,4 por cento e apoiando o S&P 500 mais do que quaisquer outras ações.

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Ibovespa fecha em alta e sobe 4,5% na semana com exterior favorável

Por: SentiLecto

– O principal índice de ações da B3 fechou em leve alta nesta sexta-feira, após uma sessão sem uma direção firme, concluindo uma semana mais curta e positiva, em que o pregão de Brasil se beneficiou de um ambiente mundial mais favorável a ativos de risco. O Ibovespa subiu 0,28 por cento, a 84.524 pontos. Na semana, progrediu 4,48 por cento. O volume financeiro no pregão desta sexta-feira adicionou 10,928 bilhões de reais. A bolsa de Brasilde Brasil não funcionou segunda e terça-feira em razão do Carnaval no Brasil, recomeçando os negócios na tarde de quarta-feira sob influência do tom benigno nas praças acionárias mundiais, onde investidores aparentemente passaram a priorizar o crescimento econômico ante os riscos de uma inflação mais alta. De acordo com profissionais da área de renda mutável, o Ibovespa esteve muito correlacionado com o movimento nos pregões no exterior, particularmente Wall Street. Nesta sexta-feira, a falta de alento em boa parte do dia em Nova York abriu espaço para um respiro no mercado doméstico, com a cena corporativa local também sob os holofotes e investidores ainda se preparando para a retomada da temporada de balanços na próxima semana. No final da tarde, o norte-americano S&P 500 subia 0,4 por cento, o que auxiliou no encerramento positivo do Ibovespa. DESTAQUES – VALE concluiu em alta de 0,17 por cento, a 46,03 reais, após oscilar no vermelho em boa parte da sessão, apesar de números de produção no quarto trimestre considerados fortes por analistas do Credit Suisse. As ações vinham de uma série de três altas, em que acumularam ganho de 10,5 por cento. Estrategistas do Itaú BBA recomendaram a venda das ações até 45,30 reais. – GERDAU PN subiu 6,2 por cento, a 15,93 reais, máxima desde fevereiro de 2014. A notícia de que Wilbur Ross recomendou limitações fortes para importação de aço e alumínio impulsionou a ação . Wilbur Ross é o secretário de Comércio dos Estados Unidos. – GRUPO PÃO DE AÇÚCAR PN recuou 2,57 por cento, antes da divulgação do resultado trimestral na próxima segunda-feira, após o encerramento do mercado. Analistas do JPMorgan avaliam que os números não têm que mostrar boas tendências de margens e podem ditar uma reação negativa das ações. – FIBRIA saltou 6,6 por cento e SUZANO PAPEL E CELULOSE progrediu 5,17 por cento, na ponta positiva do Ibovespa, em meio à notícia publicada no jornal O Estado de S. Paulo na edição desta quinta-feira de que as cempresasvoltaram a ddebatera pchancede combinar ativos ou até mesmo psugeriuma aquisição. – BRF caiu 2,62 por cento, novamente na ponta negativa, conforme investidores seguem cuidadosos quanto ao balanço no último trimestre de 2017 na próxima semana . Em nota a clientes nesta quinta-feira, o BTG Pactual avaliou que o resultado de quarto trimestre deve desapontar investidores. No setor, MARFRIG cedeu 1,93 por cento e JBS perdeu 0,62 por cento. – PETROBRAS PN concluiu com variação positiva de 0,1 por cento e PETROBRAS ON fechou com variação negativa de 0,05 por cento, em sessão sem tendência únida para os custos do petróleo, que fecharam em alta.

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Wall Street tem quinta alta seguida impulsionada por ações de tecnologia

Por: SentiLecto

Enquanto investidores diminuíram as recentes preocupações com a inflação que mandaram o mercado para uma venda generalizada de ações no início do mês, wall Street progrediu nesta quinta-feira para registrar sua quinta sessão consecutiva de ganhos, liderada pela Apple e outras ações de tecnologia. O Dow Jones subiu 1,23 por cento para 25.200 pontos, o S&P, que 500, depois que a Berkshire Hathaway, de Warren Buffet, tornou a fabricante do iPhone seu principal investimento, 500 ganhou 1,21 por cento a 2.731 pontos e o Nasdaq teve alta de 1,58 por cento para 7.256.

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