Brasil abre quase 10 mil vagas formais em junho, pior que o esperado

Por: SentiLecto

– Faz 1 mês, o Brasil abriu 9.821 vagas formais de emprego, terceiro dado mensal positivo consecutivo, mas bem abaixo do esperado e puxado quase exclusivamente pela atividade agropecuária, em meio ao mercado de trabalho ainda mostrando fraqueza após dois anos de recessão. Em pesquisa Reuters junto a analistas, a expectativa era de abertura de 36 mil postos no mês passado. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta segunda-feira, dos oito setores analisados no mês, somente dois exibiram criação de vagas. O destaque ficou para a agropecuária, com abertura líquida de 36.827 postos, repetindo o bom movimento visto em maio. Segundo o ministério do Trabalho, o cultivo do café foi o carro-chefe do crescimento, com mais de 10 mil postos instituídos. Faz 1 mês, em a gestão pública, houve a abertura de 704 vagas. Já do lado negativo, as maiores perdas ficaram com construção civil , indústria da mudanças e serviços . “É bastante importante reconhecermos que o Brasil passou por uma recessão que foi uma das mais profundas da sua história”, alegou a jornalistas o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. O Caged mostrou ainda que, no primeiro semestre do ano, houve ganho líquido de 67.358 vagas, melhor para o fase desde 2014. Entre janeiro e junho de 2016, o país havia registrado perda líquida de 531.765 vagas, sem ajustes. Apesar de a taxa de desemprego estar recuando, ela ainda continuava em platô muito aumentados, acima de 13 por cento, com quase 14 milhões de pessoas sem uma atividade, segundo leitura mais recente feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .

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Balança tem superávit de US$ 2,367 bilhões nas duas primeiras semanas de julho

Por: SentiLecto

— A balança comercial de Brasil registrou um superávit de US$ 2,367 bilhões nas duas primeiras semanas de julho. O número é resultado da diferença entre US$ 8,573 bilhões em exportações e US$ 6,206 bilhões em importações. No acumulado do ano, o saldo está positivo em US$ 38,583 bilhões, ante US$ 25,138 bilhões. O Ministério de Indústria divulgou em esta segunda-feira os números , que em as exportações , a média diária , de US $ 857,3 milhões , aumentou %10,3 em relação a julho de 2016 , com destaque para petróleo em bruto , minério de ferro , soja em grão , carne bovina , semimanufaturados de ferro-aço e óleo de soja em bruto , Comércio Exterior e Serviços. Houve queda de 1,4% nas vendas de manufaturados, como gasolina, etanol, suco de laranja e produtos siderúrgicos. Já a média diária importada, de US$ 620,6 milhões, ampliou 10,9% em comparação ao mesmo mês do ano passado. Aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, plásticos e obras, equipamentos eletroeletrônicos e automóveis.

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Serviços do Brasil perdem força e ficam praticamente estáveis em maio, pior que o esperado

Por: SentiLecto

– Faz 2 meses, o setor de serviços de Brasil diminuiu com força o ritmo de crescimento, ficando praticamente estável e abaixo do esperado, em meio em a intensa crise política que afeta o governo de o presidente Michel Temer.Faz 2 meses, o volume de serviços registrou alta de 0,1 por cento sobre o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em esta quinta-feira, após ter progredido 1 por cento em abril. A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,5 por cento. Faz 1 ano, o volume de serviços teve queda de 1,9 por cento, contra expectativa de baixa de 1,6 por cento, sobre maio de 2016. Entretanto, essa foi o menor recuo desde abril de 2015. Segundo o IBGE, o destaque no mês foram Outros Serviços, com ampliação de 6,2 por cento, seguidos pela alta de 2,4 por cento de Serviços profissionais, administrativos e adicionais. Faz 2 meses, em a outra ponta, os setores de Serviços de informação e comunicação e o de Transportes, serviços auxiliares de os transportes e correio, concluíram com quedas respectivamente de 0,3 e 0,2 por cento. Já o agregado especial das atividades turísticas teve retração de 2,6 por cento na comparação mensal, segunda queda seguida. O setor de serviços está padecendo com a aumentada taxa de desemprego, que afeta diretamente a renda da população, mesmo com o cenário de inflação cada vez mais fraca e juros em queda. Se afetou o cenário macroecônomico também , a partir de meados de maio, pela forte crise política desencadeada após delações de executivos de o grupo JeF que levaram em a acusação por crime de corrupção passiva contra Temer.Faz 1 mês, o indicador de confiança de o setor de serviços apurado por a Fundação Getulio Vargas mostrou a maior queda em um ano e nove meses, mencionando que a atividade de o setor vai permanecer fraca.

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A violência em alta e o Turismo em baixa no RJ; leia opinião

Por: SentiLecto

O Rio de Janeiro tem suas belezas inconfundíveis, mas não vive um bom momento. E já não é de hoje. Problemas de segurança pública, corrupção, e a falta de incentivo ao Turismo – como o corte de 50% nos recursos para escolas de samba – têm colocado o Estado em uma situação delicada.

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Turismo do Rio perde R$ 320 milhões com criminalidade

Por: SentiLecto

Faz 6 meses, os cofres de o Turismo do Rio foram as novas ” vítimas ” de a violência em o Estado. Dados do Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo mostram que a criminalidade nos últimos meses contribuiu decisivamente para uma queda de R$ 320 milhões nas receitas fluminenses, número que equivale a 42% do total da perda de faturamento do setor entre janeiro e abril deste ano, em comparação com 2016.

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