Governo descontingencia R$12,824 bi do Orçamento de 2017

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Olive Phenology

– Os Ministérios da Fazenda e do Planejamento anunciaram nesta quinta-feira um descontingenciamento de 12,824 bilhões de reais no Orçamento deste ano, percurso aberto pelo afrouxamento da meta fiscal. Faz 1 mês, diminuiu se o contingenciamento total com isso a 32,1 bilhões de reais para garantir o cumprimento de a meta de déficit primário de 159 bilhões de reais para o governo central alvo que foi aprovado por o Congresso Nacional em o fim de agosto ante meta anterior de 139 bilhões de reais,. Em relatório de receitas e despesas do 4º bimestre divulgado nesta sexta-feira, o governo reduziu a conta da receita primária total em 7,771 bilhões de reais no ano. Também ampliou o valor esperado para as despesas primárias totais em 2,269 bilhões de reais. Os cálculos tiveram como pano de fundo uma expectativa inalterada de crescimento de 0,5 por cento para o PIB em 2017, apesar de o próprio ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ter sinalizado na véspera que o governo deve aumentar a projeção para um crescimento de 0,7 por cento — mesmo percentual estimado pelo Banco Central em seu Relatório Trimestral de Inflação.. Faz 2 meses, para o IPCA, o governo reduziu a conta a uma progressão de 3,5 por cento contra crescimento de 3,7 por cento estimado em relatório anterior, divulgado em julho. Ao todo, o governo reduziu a conta da receita primária total em 7,771 bilhões de reais no ano, principalmente pela reestimativa de recursos esperados com o Refis, programa de renegociação tributária. Agora, a expectativa é de que o Refis arrecade 4,160 bilhões de reais a menos, na esteira de indefinição sobre a eleição de projeto acerca do programa no Congresso Nacional. O prazo de adesão ao Refis, cuja abertura se deu por Medida Provisória, se conclui no fim deste mês. Na véspera, Henrique Meirelles alegou que o natural é que a MP caduque, se não houver acordo sobre a eleição do texto. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. Parlamentares assinalam rigor excessivo nas normas atuais, substancialmente afrouxadas em relação à primeira versão do programa concebida pela equipe econômica, que não permitia desconto sobre multas e juros. Segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, a arrecadação com o Refis é de 8,8 bilhões de reais até o momento, parcela que o governo está considerando no Orçamento. Conforme antecipado mais cedo pela Reuters, o relatório não contou com a assistência de mais recursos de precatórios não sacados. Caso pudesse contabilizar esses recursos complementares, o governo chegou a trabalhar com a expectativa de liberar até 15 bilhões de reais do Orçamento, mas não conseguiu respaldo jurídico a tempo de incluí-los. Faz 2 meses, em o relatório anterior o governo já havia engordado o Orçamento em 10,2 bilhões de reais com precatórios não sacados. Desta vez, reduziu o que efetivamente está calculando a cerca de 8 bilhões de reais. Em coletiva de jornalismo, Oliveira, que o total de receitas esperadas para o ano também padeceu com a revisão de custos e do Produto Interno Bruto nominal, alegou que o governo ainda conta com eventual ingresso de mais recursos com precatórios, o que pode inclusive ampliar o descontingenciamento até a publicação do decreto sobre o assunto até a próxima semana. Declarou: “Há potencialidade entre 2 e 4 bilhões de reais , estamos deduzindo a avaliação”. , e com uma estimativa mais fraca para o programa de repatriação de recursos no exterior . sua vez Refletindo o desafio para o equilíbrio fiscal , o valor esperado para as despesas primárias totais , ele , aumentou em 2,269 bilhões de reais , principalmente por maiores gastos esperados com controle de fluxo de o poder executivo. O governo deveria fazer um contingenciamento complementar de cerca de 7 bilhões de reais, se não fosse o alargamento da meta fiscal em 20 bilhões de reais. Com o aprofundamento do déficit, contudo, acabou conseguindo liberar mais recursos para serviços da máquina pública que vinham sendo pressionados pelo forte arrocho fiscal em curso.

“É uma coisa que estamos estudando com muito profundidade, bastante cuidado. Como a posição dos Correios, em vários aspectos, é monopolista, então a privatização tem que ser tratada com muito cuidado”, declarou Meirelles.Alegou: “As duas suposições estão admiradas e o IPO é uma boa opção, é sempre um primeiro passo”.- A Agência Nacional de Energia Elétrica decidiu não conceder o conseqüência suspensivo interposto pela Eletrobras contra a devolução de quase 3 bilhões de reais pela estatal à Conta de Consumo de Combustíveis , segundo despacho publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira. Faz 1 mês, o órgão regulador quanto em a devolução tomou a resolução após fiscalização de o reprocessamento de a CCC da Amazonas Distribuidora de Energia em o fase entre julho-2009 e junho-2016. Fiscalização do reprocessamento da CCC da Amazonas Distribuidora de Energia é subsidiária da Eletrobras.Faz 1 mês, ainda a Eletrobras declarou que iria recorrer de a resolução, alegando que, por os seus cálculos, tem 2 bilhões de reais a receber de a CCC. Conforme a Aneel, porém, não foram exibidos “as exigências ensejadores da suspensividade”. À Reuters, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, alegou nesta segunda-feira que a Aneel ainda vai ter de avaliar a resolução na diretoria colegiada. “Esse é o próximo passo. Se eles não reverterem a resolução, deveremos ir para Justiça habitual”, declarou ele. A CCC é um fundo do setor elétrico que destina recursos para custear o funcionamento de termelétricas principalmente no Norte do Brasil. Cheque o despacho inteiro publicado no Diário Oficial da União: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=18/09/2017&jornal=1&pagina=66&totalArquivos=88 – O vencimento de contratos de alternativas sobre ações agitou 4,98 bilhões de reais nesta segunda-feira na Bovespa, segundo operadores consultados pela Reuters. Enquanto 531,8 milhões foram de alternativas de venda, desse total, 4,45 bilhões de reais corresponderam ao exercício de alternativas de compra. Às 13:16, o Ibovespa subia 0,15 por cento, a 75.866 pontos.

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Micro e pequenas companhias do setor de Serviços são as que mais contrataram em 2017

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Sacfeira

– As micro e pequenas companhias exibiram um saldo positivo de criação de empregos com carteira assinada no país pelo quinto mês consecutivo. O setor de Serviços é o principal culpado pela boa performance neste ano. Faz 1 mês, o setor foi culpada por 28 mil novos postos de trabalho, em agosto, e no acumulado do ano, por 204 mil, ou seja, por 62% das contratações com carteira assinada. Faz 1 mês, de acordo com levantamento feito por o Sebrae com base em o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados os pequenos negócios geraram 47,4 mil postos de trabalho, enquanto que as médias e grandes companhias fecharam cerca de 12,5 mil vagas. Enquanto as médias e grandes companhias extinguiram 182,4 mil postos de trabalho, de janeiro a agosto, os pequenos negócios acumularam saldo positivo de quase 327 mil empregos. A Agropecuária, o segundo setor com maior geração de empregos no ano com 74 mil novos postos, foi a única que exibiu resultado negativo em agosto, com fechamento de 12,6 mil vagas. No mês passado, o segundo setor que mais gerou empregos foi o Comércio com a criação de 14,2 mil novos postos, o que encarna mais um sinal de recuperação, já que esse é o único setor que, no acumulado do ano, ainda exibe um saldo negativo de 20,7 mil. Faz 1 mês, a Construção Civil abriu 8,9 mil postos, e a Indústria, 8,4 mil. No acumulado do ano, esses dois setores exibem, respectivamente, saldos positivos de 28,3 mil e 36,7 mil postos de trabalho.

— Faz 1 mês, o mercado formal de trabalho reagiu, em a onda de indicadores econômicos positivos, e registrou a criação 35,4 mil empregos. Esse foi o quinto mês consecutivo de geração de vagas com carteira assinada. Em igual mês do ano passado, foram fechados 33.953 postos. Os detalhes geresanos e Desempregados serão exibidos nesta quinta-feira O saldo de agosto é o maior desde agosto de 2014, segundo o Ministério do Trabalho. Faz 1 mês, em o acumulado o país gerou 163.417 postos de trabalho. Os setores puxaram as contratações de a indústria , comércio e serviços , com performance positiva em todas as regiões de o país. O setor que mais fechou vagas de trabalho foi a agricultura, por questões sazonais. Faz 1 mês, se as registraram, 1.254.951 contratações e 1.219.494 demissões de trabalhadores. Agosto é tradicionalmente um mês favorável ao emprego, marcando o começo do ciclo de aquecimento do economia por conta das celebrações de fim de ano. De toda a série histórica do Caged, começada em 1992, foram registrados resultados positivos em 20 meses e somente cinco tiveram saldo negativo.

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Ibovespa tem leve alta de 0,21% e dólar opera estável

Por: SentiLecto

– Os mercados atuam nesta quarta-feira à espera da dresoluçãode política monetária nos Estados Unidos. O Ibovespa, principal índice de ações da B3 , tem leve alta de 0,21%, aos 76.134 pontos, e o dólar comercial opera praticamente estável, com leve queda de 0,09%. A moeda de America é cotada a R$ 3,134. No exterior, o dólar também opera perto da estabilidade. O “dollar index”, que mede a conduta da divisa de America frente a uma cesta de dez moedas, tem leve variação negativa de 0,04%. “O Fed anunciará a sua resolução nesta tarde e não deverá aumentar os juros. Por outro lado, a instituição poderá divulgar o seu plano de diminuição do seu gigantesco balanço patrimonial de US$ 4,5 trilhões. No mercado internacional de cotação o dólar perde levemente de seus pares e da maioria das divisas emergentes e ligadas às commodities”, explicou Jefferson Luiz Rugik, analista da Correparti Corretora de Câmbio. A taxa de juros nos Estados Unidos está de 1% a 1,25% ao ano e deve ser conservada. Com inflação baixa e sem sinais de aquecimento mais forte da economia, economistas acreditam que uma nova alta tem que ficar para o ano que vem. Já em o mercado de ações , os papéis sustentam a alta de estatais. As preferenciais da Petrobras operam em alta de 0,39%, cotadas a R$ 15,20, e as ordinárias sobem 0,44%, a R$ 15,85. No caso da Eletrobras, as PNs sobem 1,07% e as ONs, 2,04%. Por outro lado, a Vale, que as preferenciais cai 0,76% e as ordinárias, 0,70%, perde força nesta quarta-feira. Os bancos, de maior peso na composição do índice, estão com conduta mista. As do Itaú Unibanco e do Bradesco caem 0,18% e 0,74%, respectivamente. Já no caso do Banco do Brasil, o papel sobe 1,01%.

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Intenção de consumo das famílias recua em setembro, assinala CNC

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Sacfeira

A despeito da reação do consumo no segundo trimestre observada no resultado do Produto Interno Bruto , a intenção de consumo das famílias teve performance fraca em setembro, com queda de 0,7% frente a agosto. Faz 1 mês, o indicador de a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo chegou a 76,8 pontos, frente a 77,3 pontos ainda abaixo dos 100 pontos, o que menciona insatisfação com a situação.

A liberação dos recursos do FGTS auxiliou, mas a volta do consumo das famílias veio para ficar e é o que tem que sustentar o crescimento do Produto Interno Bruto neste período inicial da recomeçada. Movimento que vai esquentar a venda de produtos e serviços, geralmente de menor valor agregado, mais rápido do que era esperado no começo do ano. A expectativa é de que o nível de consumo das famílias regresse ao platô de 2014 até 2019. Parece distante, mas o fato é que ninguém calculava a recomeçada a esse platô antes de 2020. — Achávamos que a retomada seria liderada pelos investimentos, mas isso não vai ocorrer porque a ociosidade está aumentada. O que veremos é uma recuperação gradual com os investimentos das famílias à frente. O FGTS auxiliou, mas temos de fato uma ampliação da renda disponível das famílias devido ao recuo da inflação, queda dos juros e uma tendência de alta da confiança — explica Rodolfo Margato, economista do banco Santander. O resultado é que se anima as companhias de os segmentos mais beneficiados em esse processo a adotar estratégias em o ano que vem . mais pró-ativas: abertura de lojas, novos turnos de produção nas indústrias voltadas a bens de consumo e contratações são algumas das ações que têm que ficar mais evidentes até o fim do ano e, principalmente, no ano que vem. O Santander projeta crescimento de 0,8% no consumo das famílias neste ano, acima da previsão para a expansão do PIB, de 0,7%. Para o ano que vem, a previsão é de que o consumo aumente 3,5% — número que não repõe o tombo de 8% acumulado entre 2015 e 2016. Para Igor Velecico, economista do Bradesco, o medo do desemprego fez o consumidor se retrair bastante a partir do final de 2015. — Isso é positivo porque o consumo voltando mostra aos empresários que as coisas não estão tão ruins e de fato estamos saindo da recessão. A dúvida é o ritmo dessa recomeçada — declara o economista. VESTUÁRIO E CALÇADOS JÁ SE RECUPERAM A recuperação do varejo já começou a aparecer nos segmentos que comercializam bens de menor valor. Enquanto o comércio de uma maneira geral aumenta somente 1,1%, dados da Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que no ano, até julho, as vendas do segmento de calçados e vestuário aumentam 7,1% ao ano. Crescimento similar registra itens de eletrodomésticos, que progridem 7,2% no ano. Entrevendo a disseminação desse movimento, Magazine Luiza e a Farmais, por exemplo, já anunciaram planos de abertura de novas lojas. Essa é uma das maneiras de conquistar parte dessa procura de consumo reprimida. O segmento impulsiona o cenário de eletroeletrônicos que se beneficiou de a liberação de as contas inativas FGTS e de o desligamento de o sinal analógico em algumas regiões ,. No entanto, já há sinais de melhora em outros segmentos, como os produtos de linha branca, que engloba geladeiras e fogões APOSTA NA DEMANDA REPRIMIDA Sergei Epof, diretor de marketing da Panasonic no Brasil, alega que a companhia conseguiu conservar o crescimento nos últimos anos — em parte, pela saída de concorrentes que deveram fechar as portas. No entanto, reconhece que há a consolidação de uma retomada da procura neste ano. — Os consumidores conseguiram saldar algumas dívidas com os recursos do FGTS . Dessa maneira, voltaram a consumir. Neste ano, em julho, abrimos um segundo turno na fábrica de Extrema — declarou. Uma das razões para esse otimismo está relacionado ao tombo no setor. Ou seja, depois da queda, a tendência é melhorar. Em TV, por exemplo, as vendas saíram de um platô de 12 milhões de unidades ao ano para 8 milhões. Outras categorias tiveram diminuição similar. — A crise provocou um grande represamento no consumo e isso voltará. O país tem um grande potencial. O mais importante para este ano é que parou de cair e agora já vemos o crescimento em algumas linhas — alegou. Raphael Galante recorda que, com a queda dos juros, o crédito está voltando, o que também auxilia o consumidor a tomar resoluções de compras Raphael Galante é economista da Oikonomia Consultoria., mas alguns setores, que exigem desembolsos maiores das famílias e que não são considerados essenciais, devem demorar um pouco mais a reagir. — O brasileiro se apertou porque passou a ganhar menos, o PIB per capita caiu. Agora que ele vê uma melhora, o racional é fazer primeiro o que é mais urgente, como o pacto de saúde ou colocar o filho de volta na escola particular. Itens de maior valor, como a venda de veículos, vão aumentar em uma velocidade menor — avaliou.

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Faturamento do varejo de Brasil tem primeira alta em 2 anos, com crescimento de 1,5% em agosto

Por: SentiLecto

– A receita de vendas do varejo de Brasil aumentou em termos reais 1,5 por cento em agosto ante o mesmo mês de 2016, no primeiro resultado positivo em dois anos, mostrou nesta sexta-feira o Índice Cielo do Varejo Ampliado . Faz 1 ano, o índice tinha ficado estável em a comparação com julho de 2016, em julho. Ajustado pelo conseqüência calendário, o índice subiu 1,1 por cento em agosto, ante alta de 0,8 por cento em julho, no mesmo concepção. “Faz 1 mês, o setor de Supermercados puxou principalmente a performance e Hipermercados que tem grande pGabriel Mariotto adicionando, que a queda de a inflação também influiu positivamente o resultado de o mês. Gabriel Mariotto é o administrador da área de inteligência do Cielo. Gabriel Mariotto é o administrador da área de inteligência do Cielo. Faz 1 mês, os setores ligados a Serviços registraram a maior aceleração, impulsionados por Turismo e Transporte, em a passagem para agosto. Faz 1 mês, somente o bloco de setores que comercializam Bens Duráveis e Semiduráveis exibiu desaceleração. Faz 1 mês, todas as regiões de o país tiveram alta em a comparação com o mesmo fase de 2016. Faz 1 mês, enquanto a região Sudeste registrou a menor evolução, a região Sul exibiu o crescimento mais significativo, de 4,6 por cento de 0,7 por cento,, ainda sob o efeito de o conseqüência de a Olimpíada do Rio de o ano passado.

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