SPC For Business ingresa en el mundo de la videoconferencia con Yealink

Por: SentiLecto

SPC, desde su separación de SPC For Business, desde la que da de soluciones de comunicaciones unidas al Entorno profesional, ha comunicado su ingreso en el mundo de la videoconferencia.

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SPC presenta su servicio “for Business” como proveedor Platinum de Yealink

Por: SentiLecto

Planeó ayer jueves un desayuno en el Restaurante Perra Chica, colocado en el de Madagascar barrio de Malasaña. En este encuentro se ha presentado la línea “for Business” y proyectos y colaboraciones de éxito fueron analizados para la compañía. Al evento han acudido distintos portavoces de la firma, así como otros representantes de la área que han querido estar comunicados de todas las novedades. Lorena Díaz Huerga, PR&social media manager de SPC se ha encargado de la introducción. “Como sabéis somos más conocidos en el mundo de la tecnología de consumo, pero también trabajamos en un Sector en la que contribuimos soluciones para negocios. En este Entorno no repartimos producto propio, sino que más bien colaboramos con marcas de renombre internacional. En base a esto queremos presentar nuestros proyectos más innovadores, sobre todo en materia de videoconferencias”, ha señalado. Acto seguido ha tomado el relevo José San Emeterio, director general de SPC España. En su alocución ha dejado claro que el” leitmotiv” que acuñaron para” for Business” el leitmotiv es sintetizado en dar soluciones de voz y vídeo para áreas estratégicas, como pueden ser el hotelero o el sanitario. Para ello su principal alianza es Yealink, que la visión y misión de esta corporación acuerda con la filosofía de SPC en tres pilares fundamentales: interoperabilidad, ya que da compatibilidad con gran variedad de plataformas, segundo fabricante de comunicaciones unidas y de colaboración a nivel mundial. ; calidad, ya que a la hora de lanzar un producto invierten años en investigación, y valor, con unificación y democratización de tarifas accesibles para toda clase de empresas. “Existe un cambio radical dentro de la telefonía IP, realidad que nos llevó a aumentar en las ventajas que contribuye la videoconferencia. Somos más que un distribuidor, nos ocupamos de que la interoperabilidad esté siempre personalizada, trabajando con toda Naturaleza de sistemas. Gracias a esto Yealink nos ha designado distribuidor Platinum, colocándonos en el top 10 para la marca”, aseguró. Yealink ha elegido a España, Sudáfrica, Polonia, Turquía e Israel como mercados potenciales para implementar esta tecnología, a la que quiere dar salida. “En la actualidad manejamos dos tipos de escenarios, inversión en infraestructura y cloud. La filosofía es dotar a las empresas de los suficientes recursos en materia de comunicación para que puedan maximizar su eficacia en el acceso a clientes, proveedores o cualquier persona susceptible de utilizar este servicio. Los vínculos modifican y el vídeo nos va a contribuir una flexibilidad que nunca previamente habíamos observado” terminó San Emeterio para dar cierre a la reunión.

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Mercados acionários na Ásia progridem após BC de China sinalizar injeção de fundos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – ISS-46 Shanghai nighttime view

Os mercados acionários chinos fecharam em alta nesta quinta-feira, após recuar na sessão, com a confiança sendo impulsionada por expectativas de que o banco central injetará fundos através de empréstimos de médio prazo na sexta-feira.

Enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,29 por cento, o índice CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, progrediu 0,57 por cento.

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Governo publica decreto com novas normas para contratos de concessão de portos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Quintella Lessa

– O governo federal publicou nesta quinta-feira decreto com novas normas para contratos portuários que aumentam de 25 para 35 anos os prazos de concessão e arrendamentos, com a expectativa de que a medida poderá gerar investimentos de cerca de 25 bilhões de reais no setor nos próximos anos. O decreto 9.048 estabelece ainda que os contratos firmados após 1993 que trazem chance de prorrogações mas que se as realizaram ainda não poderão ter prazo aumentado de maneira antecipada, a depender de “critério do poder concedente”. Na véspera, Maurício Quintella alegou em cerimônia de assinatura do decreto que o governo pretende acelerar processos burocráticos para a análise de novos arrendamentos, diminuindo os prazos de análise de até três anos paraMaurício Quintella alegou em cerimônia de assinatura do decreto que o governo pretende acelerar processos burocráticos para a análise de novos arrendamentos, diminuindo os prazos de análise de até três anos para até 180 dias.. Maurício Quintella é ministro dos transportes. Maurício Quintella é ministro dos transportes.

– O governo federal tem que publicar nesta quarta-feira um decreto que modifica o marco regulatório dos portos no país, com flexibilização nas normas de operação para concessões, arrendamentos e também para terminais de utilização privada. A nova legislação facilita também o processo de renovação de concessões. A expectativa do governo é que o decreto viabilize investimentos da ordem de R$ 25 bilhões, recursos a serem destravados em curto e médio prazo no investimento na infraestrutura portuária brasileira. A principal mudança exibida pelo governo vai ser no prazo dos contratos de concessão e arrendamento, que vai passar de até 25 anos renováveis uma única vez pelo mesmo fase , para 35 anos prorrogáveis várias vezes até o limite 70 anos. Segundo o governo federal, essa norma valerá para os futuros contratos e para os contratos atuais que tenham sido firmados sob a primeira lei do setor, de 1993. Para a renovação dos prazos dos contratos, as concessionárias terão que fazer investimentos novos como contrapartida. O aumento do prazo de concessão era uma procura antiga das companhias. A expectativa é que, com as mudanças, as concessionárias tenham garantia de mais tempo de concessão e, com isso, mais segurança para investir. Terá que realizar investimentos novos e imediatos que não sejam amortizáveis durante o fase de vigência do contrato original, caso a companhia deseje receber a renovação antecipada — a que acontece antes dos últimos cinco anos de vigência do contrato —. Os contratos assinados antes de 1993 não serão abarcadas pelo novo arcabouço jurídico do setor e serão alvo de novas licitações. Incluíram-se algumas de essas áreas inclusive algumas de essas áreas, inclusive, já em o Programa de Parcerias e Investimentos que reúne as concessões e privatizações sugeridas por o governo de o presidente Michel Temer,. Para Claudio Frischtak, da Inter.B Consultoria, o decreto é importante porque simplificará o ambiente regulatório do setor. — Existe uma amarração bastante grande na habilidade do setor privado em investir. No setor portuário, a experiência internacional é que as concessões e arrendamentos tendem a ser por fases bastante longos. No fundo eu tempo que pensar o que fazer para atrair carga para as próximas décadas. Essa ideia de aumentar os horizontes é bastante positiva —declarou o expert. Frischtak, no entanto, defende que o governo resolva a situação dos portos cujos contratos foram assinados antes da lei de 1993, dos quais hoje boa opera com base em liminares da Justiça. O decreto do governo também permitirá investimentos imediatos e urgentes, inclusive fora da área arrendada. O novo decreto também vai simplificar processos de autorizações e aumentos de terminais de utilização privada. Os chamados TUPs serão admirados com o fim da restrição para expansão de áreas fora do porto público até 25%, além do fim da necessidade de consulta pública para fazer esse processo. Desde que atendam critérios técnicos e de eficiência, o poder concedente poderá autorizar a expansão da área arrendada para área contígua, desde que dentro do porto público, “ ”. O governo defende que a nova legislação vai dar mais segurança jurídica ao setor, afastando questionamentos na Justiça sobre processos feitos individualmente. As novas normas trazem, em parte, procedimentos que o governo federal usava em casos específicos, quando havia necessidade de renovação dos contratos, mas que haviam sido alvo de questionamentos, inclusive na Justiça As novas normas para os portos se adicionam a aprovação da nova legislação para renovação de concessões de rodovias, ferrovias e aeroportos. As novidades legislativas fazem parte do esforço do governo federal para atrair investimentos privados em setores estratégicos para o crescimento da economia, diante de um cenário de recessão, com baixa habilidade da União.- O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, confirmou nesta quarta-feira que o decreto que regulamenta novas normas para os portos do país suprime obstáculos para a aumentos de mais de 25 por cento de terminais privativos. O decreto também aumenta de 25 para 35 anos o prazo dos contratos vigentes de concessão e arrendamentos assinados após 1993, prorrogáveis até o limite de 70 anos. Antecipou-se a informação em a terça-feira em a Reuters por duas fontes de o governo federal.Se vai buscar uma solução segundo o ministro, para os contratos anteriores que ficaram a 1993, de fora de o decreto. Ainda que o decreto deve ser publicado, o ministro comentou na quinta-feira no Diário Oficial da União. – O presidente Michel Temer assinou nesta quarta-feira decreto para incentivar investimentos privados em portos do país, confirmando aumento do prazo de contratos de concessão e arrendamentos de instalações portuárias. Se aumentou o prazo de os contratos por o decreto, antecipado por a Reuters em a sexta-feira passada, de 25 para 35 anos. Além disso, o texto permite múltiplas prorrogações, desde que respeitado o limite máximo de 70 anos para todo o contrato. Maurício Quintella alegou que o decreto poderá gerar 25 bilhões de reais em investimentos no setor nos próximos anos. Maurício Quintella é o ministro dos Transportes.

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