Emirates diminui voos para os Estados Unidos; saiba

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Flag of Orlando, Florida

Esde que Donald Trump assumiu a presidência, a Emirates Airline decidiu diminuir seus voos para os Estados Unidos, devido à queda significativa na demanda por viagens ao país, d há três meses.A aérea informa que não deixará de operar em qualquer dos aeroportos norte-americanos, porém, irá diminuir as frequências de voos em pelo menos cinco regiões, das 12 que atualmente opera.

A Emirates Airlines é a principal empresa aérea dos Emirados Árabes Unidos . Se conhece A Emirates Airlines é mais conhecida como Emirates.

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Inflação sobe menos que o esperado em abril e vai abaixo do centro da meta

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Torre coimbra

– A prévia da inflação oficial brasileira subiu menos que o esperado em abril e foi abaixo do centro da meta do governo, no resultado mais fraco em pouco mais de sete anos e favorecendo diminuições de juros mais agressivas pelo Banco Central. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 subiu 4,41 por cento em 12 meses até abril, contra progressão de 4,73 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira. A meta oficial é de 4,5 por cento pelo IPCA, com tolerância de 1,5 ponto percentual, neste ano e no próximo. Quando subiu 4,31 por cento, trata-se do nível mais baixo do IPCA-15 nessa base de comparação desde janeiro de 2010. Na comparação mensal, o IPCA-15 subiu 0,21 por cento, sobre 0,15 por cento em março, também abaixo do esperado e na leitura mais baixa para abril desde 2006 . Faz 1 mês, em pesquisa de a Reuters, as projeções eram em 12 meses. “Amplia a chance de o BC ser mais agressivo no corte de juros. Ninguém esperava, um tempo atrás, que a inflação voltaria para a meta logo no primeiro trimestre”, alegou o analista de inflação da consultoria Tendências, Marcio Milan, que ainda conserva a precaução e continua projetando novo corte de 1 ponto na próxima reunião do BC, em maio. Faz 1 mês, segundo o IBGE, os grupos Transportes e Artigos de Residência tiveram queda em os custos, de 0,44 e 0,43 por cento, respectivamente em a comparação com março. Um uma vez que o litro da gasolina ficou 2,24 por cento mais barato e o do etanol, dos destaques foi o recuo de 2,77 por cento nos custos dos combustíveis , 5,48 por cento. Os custos dos grupo de Habitação e Educação mostraram forte desaceleração da alta, com o primeiro subindo 0,39 por cento em abril após 0,64 por cento no mês anterior. Os custos de Educação progrediram 0,14 por cento, contra 0,87 por cento. Na outra ponta, com forte peso sobre os bolsos dos consumidores, os custos de alimentos registraram alta de 0,31 por cento em abril depois de recuarem 0,08 por cento no mês anterior. Somente o tomate ficou 30,79 por cento mais caro. Faz 1 mês, a inflação de serviços subiu 0,44 por cento, segundo as contas de a Tendências, sobre 0,25 por cento em março. A progressão foi devido principalmente a a ampliação de 15,32 em os custos de as passagens aéreas e, excluindo esse item, a inflação de serviços retardaria a 0,31 por cento, sobre 0,34 por cento. Na semana passada, o BC agilizou o ritmo e cortou a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, para 11,25 por cento ao ano, e informou que chegou a debater que a conjuntura econômica já permitiria diminuição maior, mas acabou optando por queda mais modesta devido ao cenário de incertezas e riscos. O resultado do IPCA-15 também favorece o debate, que já existe dentro do governo, de adotar uma meta de inflação menor para a partir de 2019.

– O Índice de Atividade Econômica do Banco Central , espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto , registrou alta de 1,31 por cento em fevereiro na comparação com o mês anterior, segundo dados dessazonalizados divulgados pelo BC nesta segunda-feira. A performance veio bem melhor que a progressão de 0,55 por cento no mês projetado por analistas consultados pela Reuters. – O Brasil aumentará menos do que a média dos países da América do Sul em 2017 e em 2018, com performance somente melhor do que a Venezuela e o Equador, países que vêm padecendo fortemente com a queda nos custos do petróleo. O cálculo é do Fundo Monetário Internacional , que conservou a projeção de expansão de somente 0,2 por cento para o Produto Interno Bruto brasileiro neste ano, depois de dois anos seguidos de recessão, e Faz 3 meses, melhorou a expectativa de 2018 para 1,7 por cento, ante 1,5 por cento calculados. No fase, a América do Sul deve aumentar 0,6 e 1,8 por cento, respectivamente, mostrou o FMI nesta terça-feira ao divulgar seu relatório “Perspectiva Econômica Global”. Na região, o Brasil só ganha da Venezuela e do Equador, que terão que ver suas economias encolhendo 7,4 e 1,6 por cento neste ano, respectivamente. A melhor performance tem que vir da Bolívia, com crescimento de 4 por cento em 2017. O crescimento médio calculado pelo FMI tem que ser de 1,1 e 2 por cento em 2017 e 2018, com destaque para o México, cujo PIB tem que ter expansão de 1,7 e 2 por cento, respectivamente, quando se olha para a América Latina toda. “No Brasil, o ritmo de contração reduziu, mas o investimento e a produção ainda estavam começando a sair do fundo do poço no fim de 2016″, informou o FMI no relatório. O crescimento brasileiro em 2017 também vai ser inferior ao das economias emergentes, cuja alta esperada é de 4,5 por cento. Ao esperar recuperação gradual para a economia brasileira neste e no próximo ano, o FMI considera fundamental a execução de “ambiciosas” reformas econômicas e fiscal. “Para reforçar a consolidação fiscal no médio prazo, as reformas teriam que incidir sobre as despesas insustentáveis, incluindo o sistema de seguridade social, mas também devem ser adotadas medidas para conseguir diminuição mais direta do déficit orçamentário”, informou o FMI no relatório. O FMI também realçou a necessidade de reformas que possam impulsionar o crescimento potencial brasileirocaracterística de vida da população, após a longa recessão enfrentada pelo país. A estimativa do FMI para o PIB de Brasil é mais pessimista do que a apurada pelo relatório Focus do Banco Central, que escuta semanalmente uma centena de economistas e menciona progressão de 0,4 por cento em 2017 e de 2,5 por cento para 2018. Para a economia mundial, o FMI estima crescimento de 3,5 por cento em 2017 e de 3,6 por cento no ano que vem. Faz 1 mês, o núcleo de a inflação em a zona de o euro ficou acima do inicialmente, informou em esta quarta-feira a agência de estatísticas de a União Europeia, confirmando a estimativa para o número repleto.

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Chamada de vídeos 360° e caminhos virtuais: Mande o seu!

Por: SentiLecto

Durante anos, as pessoas tentaram calcular as mudanças da realidade virtual aplicada ao campo da arquitetura. Equipamentos como o Oculus Rift, Hololens e outros podem iludi o seu corpo e mente, fazendo você pensar que está em outro lugar – à beira de um penhasco, em uma montanha-russa ou entrando em um econstruçãoque ainda não foi construído.

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Faz 1 ano, valor de passagem buscada em o Kayak caiu %46

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Android notification area

O site de pesquisas de viagens Kayak divulgou o resultado de um levantamento feito em sua base de dados sobre a conduta dos consumidores que estão buscando viagens através de desktops e equipamentos móveis.

Faz 1 ano, o relatório constatou uma ampliação constante de infecções em equipamento móvel, com malware atingindo %1,35 de todos os equipamentos em outubro — o mais alto nível desde que o relatório começou a ser publicado em 2012.

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ANÁLISE-Supersafra tira Brasil da recessão agora, mas crescimento espalhado só no 2º tri

Foto: Wikipedia – Reuters-Building-30SC

– A economia de Brasil tem que ter saído da recessão no primeiro trimestre deste ano quase que exclusivamente com o agronegócio, o que vai levar o crescimento mais consistente e espalhado acontecer só mais à frente, de acordo com economistas consultados pela Reuters. Na projeção de bancos e consultorias, o Produto Interno Bruto deve aumentar de 0,1 a 0,3 por cento entre janeiro e março quando comparado com o quarto trimestre de 2016, com o salto que pode chegar a 8 por cento da agropecuária pela supersafra que o país registrou no fase. “Projetamos expansão muito expressiva, de 8 por cento, para a agropecuária. A variação do PIB seria negativa”, sintetizou o economista do banco Santander Rodolfo Margato, para quem o PIB vai ter expansão de 0,3 por cento no primeiro trimestre, se não fosse essa contribuição. Tradicionalmente, os números da agropecuária são mais positivos no início do ano. Agora, o setor –que no cálculo mundial do PIB responde diretamente por somente 5 por cento– deve contribuir com desempenho melhor por causa da supersafra, sobretudo da soja, um dos principais produtos de exportação do Brasil. A fraca base de comparação com 2016 também assistência no cálculo. “A nossa projeção é de alta de 6,8 por cento para o PIB da agropecuária, mas não descartamos progressão ainda maior”, alegou Silva Matos para quem o PIB do país tem que ter expansão de Silva Matos para quem o PIB do país tem que ter expansão de 0,3 por cento no primeiro trimestre. Silva Matos é a pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas . Silva Matos é a pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas . Para o diretor da Agroconsult, André Pessôa, a agropecuária como um todo tem que contribuir com 0,40 ponto percentual do crescimento do PIB em 2017. Só a soja deve auxiliar com 0,24 ponto. No ano passado, a economia de Brasil aprofundou a crise ao encolher 3,6 por cento, marcando a mais longa recessão da história. Para este ano, segundo pesquisa Focus do Banco Central, que escuta uma centena de economistas todas as semanas, a projeção é de tímido crescimento, pouco inferior a 0,5 por cento. Enquanto o da indústria tem que ter ampliação de 0,84 por cento e o de serviços, só o PIB do agronegócio deve aumentar 5,77 por cento em 2017 , leve queda de 0,08 por cento. DÚVIDA Os experts escutados pela Reuters compreendem que, a partir de abril, a recuperação econômica vai se dar de maneira mais disseminada entre os demais setores que compõem o PIB. No caso da indústria, o percurso parece mais fácil, com estimativas de estabilidade na margem, com alguns até projetando progressão tímida no primeiro trimestre. A economista e Alesandra Ribeiro que calcula retração de 0,3 por cento da indústria no primeiro trimestre e crescimento de 1,1 por cento no segundo declarou: “O crescimento da indústria do segundo trimestre tem que vir sobretudo puxado pela parte extrativa, por causa do minério”. Alesandra Ribeiro é sócia da consultoria Tendências. A principal dúvida para a consolidação do crescimento de Brasil paira sobre o setor de serviços, que responde por quase 70 por cento do PIB nacional pela ótica da produção e sente mais diretamente os efeitos do aumentado desemprego e da pouca disposição das famílias em consumir. Os primeiros número do ano corroboram esse cenário: em janeiro, o setor recuou 2,2 por cento na comparação com dezembro, pior resultado mensal da série histórica. Por ora, a expectativa é que o setor de serviços desenhe crescimento gradual ao longo dos próximos trimestres, puxado pela melhora do comércio que deve se beneficiar da queda da inflação e da taxa de juros. O setor também pode sentir os conseqüência positivos dos recursos que devem ser injetados na economia com a liberação dos saques de contas inativas do FGTS.

Uma vez que a alta da procura permitiu que elas aumentassem os custos no ritmo mais rápido desde meados de 2011, as companhias da zona da euro registraram o melhor trimestre em seis anos no começo de 2017 , mostrou nesta quarta-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras .”Esse é um ganho generalizado entre os maiores membros da zona do euro. Os números concluem o trimestre mais forte desde a primavera de 2011 .”

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