Celulares de Brasil estão entre os mais agredidos por vírus no mundo

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Kaspersky lab logotipo

— Numa listagem de 10 países mais atacados por vírus para celular, o Brasil aparece no oitavo lugar. O estado mais afetado pelas infecções de malware para equipamentos móveis é São Paulo seguido pelo Rio de Janeiro, Minas Gerais, Vai cear e Bahia. Os dados são da companhia de Rusia de segurança digital Kaspersky, que identificou nada menos 1,333 milhão ataques de vírus em celulares no mundo exclusivamente entre janeiro e março deste ano. — Os celulares são equipamentos cada vez mais visados pelos criminosos. É preciso estar atencioso par anão contrair nenhum vírus. As infeccções acontecem principalmente por meio do download de aplicativos não oficiais, que trazem com ele o malware — declarou Fábio Assolini, analista da Kaspersky. Os dez países mais atacados são, nesta ordem: Rússia, Índia, Alemanha, Estados Unidos, Ucrânia, Indonésia, Irã, Brasil, Inglaterra e Itália. Chama-se os Adware a espécie de vírus que afeta os celulares brasileiros . Ao se instalar no equipamento, ele passa a exibi o maior número de propagandas possíveis ao usuário. O criminoso ganha por cada clique que conseguir arrancar do dono do celular na propaganda. Como, geralmente, a propaganda cobre toda a tela, o usário acaba clicando na tentativa de fechá-la. Outra espécie de Adware bastante habitual no Brasil, segundo Assolini, cadastra subterraneamente o proprietário do celular em serviços que descontam valores semanalmente de seus créditos de celular. — Essa espécie de vírus se contrai na instalação de um aplicativo. Darei um exemplo: desejo instalar um joguinho de paciência. Procuro o arquivo na loja do Android, instalo e, junto com ele, vem o bichinho, o código malicioso, que colocará o Adware no meu equipamento. A infeccção ocorre sempre a partir de um download — detalhou Assolini. Nos países desenvolvidos, que têm uma base de celulares mais contemporâneos que os brasileiros além de usuários com maior poder aquisitivo, as espécies de malware que mais invadem os aparelhos são ainda piores, conta Assolini. Há os que possibilitam, por exemplo, a invasão dos aplicativos bancários, para a obtenção de senhas e manejo de saldo, ou também facilitar a clonagem de cartões de crédito. COMO EVITAR Para evitar que o celular seja infectado por este ou outra espécie de malware, as dicas são parecidas com as dadas para conservar a segurança de um computador. O primeiro obstáculo que se deve instituir é ter um antivírus. A diferença é que para a proteção do celular, existe uma série de antivírus confiáveis gratuitos, adverte Assolini. Em segundo lugar, o analsita da Kaspersky recomenda que só sejam instalados aplicativos da loja oficial do celular. — Ainda assim, se o garante não . No caso da loja dos Androids, que é a Google Play, ainda verificamos muitos aplicativos que vêm acompanhados de vírus. No caso da Apple Store é bem raro encontrar os malwares — declara Assolini. A terceira dica é não fazer o chamado “root” do aparelho. O procedimento consiste em quebrar a segurança do celular para conseguir instalar aplicativos piratas. Em quarto lugar Assolini recomenda cuidado com a utilização de redes WiFi públicas, nas quais um usuário mal intencionado pode direcionar ou capturar o seu trânsito, fazendo a invasão do aparelho. — E, por último, a recomendação é conservar o equipamento sempre atualizado. Países mais afetados 1) Rússia 2) Índia 3) Alemanha 4) EUA 5) Ucrânia 6) Indonésia 7) Irã 8) Brasil 9) Inglaterra 10) Itália Estados brasileiros mais atacados 1) São Paulo 2) Rio de Janeiro 3) Minas Gerais 4) Ceará 5) Bahia 6) Paraná 7) Pernambuco 8) Distrito Federal 9) Pará 10) Rio Grande do Sul

E RIO – Cerca de 250 companhias brasileiras foram afetadas pelo ataque mundial de hackers do último dia 12, que espalhou o vírus WannaCry para sequestrar informações de computadores de companhias e instituições em mais de uma centena de países. O número consta de levantamento da MalwareTech, que mostra o setor de telecomunicações como o mais afetado no país. A companhia considera O Brasil de segurança Kaspersky o sexto país mais vulnerável a vírus de a espécie ramsonware que bloqueia os arquivos de um computador até o pagamento de um resgate — — atrás de Rússia , Ucrânia , China , Índia e México. No ano passado, o país teria padecido 64,2 mil tentativas de invasão por dia, segundo dados da Symantec, platô quase três vezes maior em relação ao ano anterior. A previsão é que o número aumente ainda mais neste ano. Do total de ataques, 80% foram espécies de vírus que surgiram no ano passado, realçou André Carraretto, estrategista em cibersegurança da Symantec. Com mais vírus por aqui, o Brasil também tem se tornado o ponto de origem de ataques à rede, como o que oaconteceusemana passada. Se em 2015, o país representava 2% da origem dos ataques em todo o mundo, no ano passado, esse número subiu para 14%. NO BRASIL, companhias TÊM ATITUDE REATIVA Para Carraretto, essa progressão é reflexo da falta de investimento. Segundo ele, à exceção dos bancos, o atemanão costuma ser ddebatidono âmbito do Conselho de Administração das cempresas — No Brasil há uma postura reativa. As companhias precisam ter uma estratégia em segurança. Hoje, os setores mais expostos a vírus no país são varejo, agricultura e indústrias. As pequenas e médias são os principais alvos dos hackers — realçou. As estimativas de investimento de companhias de Brasil em segurança digital variam de US$ 200 milhões a US$ 1 bilhão por ano, mas analistas são unânimes em alegar que as companhias teriam que destinar mais recursos para evitar dor de cabeça. A estimativa da Kaspersky é que as empresas invistam de 0,5% a 0,6% da verba da empresa em segurança da informação. Nos EUA e na Europa, o indicador chega a 3% ou 4% por ano. — O investimento é pequeno. As companhias se comportam como usuários caseiros e veem segurança como commodity. Há companhias que utilizam programas gratuitos para quase todos os funcionários e colocam um sistema de segurança maior em alguns equipamentos. Isso cria uma falsa sensação de segurança. O WannaCry chegou ao Brasil em uma hora e meia — alega Roberto Rebouças, gerente-geral da Kaspersky. Os pagamentos em bitcoins em todo o mundo no ataque do último dia 12 somaram US$ 95 mil, segundo a Kaspersky. O valor é baixo, analisa a Stefanini Rafael, joint-venture entre a brasileira Stefanini e a estatal israelense de defesa cibernética Rafael, se comparado ao potencial de perda que essa espécie de ação causa à imagem das ecompanhias E mais ainda quando se considera a suposição de paralisação das atividades para evitar o alastramento da contaminação. clínicas ESTÃO ENTRE OS MAIS VISADOS Uma indústria paulista que foi alvo dos hackers no dia 12 e teve seu IP bloqueado pela Secretaria da Fazenda de São Paulo, por exemplo, ficou impedida de emitir notas fiscais e deixou de faturar R$ 3 milhões naquele dia. — Estimativas mencionam que uma companhia tem que aplicar de 5% a 15% do que investem em tecnologia da informação na segurança digital. No Brasil, não é assim. São investidos em média de 2% a 3% — declara Carlos Alberto Costa, diretor geral da Stefanini Rafael. Experts assinalam que o ataque do WannaCry colocou muitas companhias em estado de alerta. A demanda por consultoria e novas soluções de segurança deve ampliar em 30% o volume de negócios das companhias que fornecem soluções como antivírus. Para Marco Ribeiro, da consultoria mundial Protiviti, o baixo investimento no setor está associado à recessão. — Não investimos o suficiente. Em média, uma pessoa leva 200 dias para identificar que foi atacada. Com o ataque mundial, pode haver uma mudança de percepção. Esperamos ampliação de 30% na busca por consultorias e novos serviços — adicionou. Segundo o professor do curso de Cibersegurança do Centro Universitário Salesiano de São Paulo , em Campinas, Paulo Brito, o novo vírus fez as companhias de Brasil atentarem para o fato de que o risco de perda de dados é grande. Ele realçou os problemas acontecidos no sistema do INSS, no Tribunal de São Paulo, além de grandes empresas terem desligado seus sistemas. Segundo ele, isso acontece porque o Brasil não tem uma lei que obrigue a divulgação de informações sobre o vazamento de dados, como acontece nos Estados Unidos. — Como as companhias no Brasil não são obrigadas a divulgar essas informações, tendemos a achar que está tudo bem. Os ataques vão ampliar — avalia. Os setores mais bem preparados em segurança digital no país, segundo Costa, da Stefanini, são o financeiro, o de telecomunicações e o de comércio eletrônico. Mesmo assim, uma das companhias mais afetadas pela ofensiva do WannaCry no Brasil e no mundo foi a Telefónica. Se orientou a unidade de Brasil com a invasão de computadores de sua sede em a Espanha, a não ligar os computadores para evitar o alastramento de o vírus. A chance de as hacker desencadearem a contaminação de computadores sem que o usuário deva acionar um link foi outra novidade descoberta na semana passada sobre a ofensiva do WannaCry, segundo Fábio Assolini, analista da Kaspersky. Segundo ele, até a quinta-feira da semana passada, não se conhecia versão do ransomware capaz de começar a contaminação sem que o usuário da máquina desse um clique no arquivo ou link malicioso. — Todos os ransomware conhecidos até então dependiam de iludi uma vítima. O WannaCry, para se espalhar numa rede, agora, não solicita interação humana alguma, basta encontrar uma porta para se disseminar. Por isso, a abrangência foi tão grande — explicou. Entre os setores que menos investem em segurança digital realça-se o de saúde, observou o diretor da Stefanini Rafael. Se agrediu O prestigiado clínica Sírio Libanês, em São Paulo, e, segundo um funcionário que pediu para não se identificar, todo o sistema em o qual os exames e protocolos de pacientes são armazenados ficou fora de o ar até domingo. Os atendimentos eram feitos por fichas preenchidas manualmente. Durante todo o fim de semana, os pacientes não conseguiram agendar exames. Em nota, a clínica informou que “afetaram-se alguns de seus sistemas” pelo ciberataque, adicionando que não houve interrupção de processos assistenciais ou perda de informações relativas a pacientes. — As clínicas gastam milhões em equipamentos complicados, que são conectados à rede e que também podem ser invadidos, como os tomógrafos por exemplo, mas não aplicam milhares de reais na segurança digital — alegou Costa, da Stefanini. FALTA DE LEGISLAÇÃO DIFICULTA CONTROLE Wolmer Godoi, diretor de cibersegurança da Cipher, classifica o brasileiro como um “anestesiado digital”. Segundo ele, o fato de não existir uma legislação no Brasil para a divulgação de vazamento de informação e perda de dados faz com que não se tenha registros sobre esses problemas. — É preciso uma legislação para mudar isso. Por isso, não se fica sabendo dos problemas que acontecem com os hackers no Brasil em companhias privadas. O investimento está aquém do necessário. Ainda temos o problema cultural, de achar que o problema não vai chegar aqui — alegou Godoi, realçando que também vem registrando maior demanda de companhias após o ataque mundial.

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Faz 1 mês, Tesouro homenageou R $ 830 milhões em garantias dadas a operações de crédito de os estados

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Sede Caixa Rib

– O Tesouro Nacional informou, nesta quarta-feira, que a União tinha, no primeiro quadrimestre de 2017, um saldo devedor de R$ 299,30 bilhões em garantias concedidas a operações de crédito. De este total , R $ 164,320 bilhões destinaram a estados empréstimos tomados e R $ 16,657 bilhões por municípios. Os números estão no Relatório Quadrimestral da Garantias relativo ao primeiro quadrimestre de 2017. Faz 4 meses, de acordo com o documento, o Rio foi o ente com maior estoque de operações de créditos avalizadas por o Tesouro. Foram R$ 32,248 bilhões em garantias. Em segundo lugar ficou São Paulo, com R$ 23,658 bilhões, seguido por Minas Gerais, com R$ 20,806 bilhões, Bahia, com R$ 10,703 bilhões, e Santa Catarina, com R$ 67,933 bilhões. Entre os municípios, a cidade do Rio também foi quem mais teve empréstimos assegurados: R$ 6,748 bilhões. Em segundo lugar ficou Ribeirão Preto e, em terceiro, Belo Horizonte . Embora seja quem mais tem operações garantias pela União, que homenageou dívidas referentes a contratos de responsabilidade de estados e municípios na soma de R$ 2,38 bilhões, o Rio de Janeiro, que passa por uma grave crise financeira, é o estado que teve maior inadimplência, obrigando o Tesouro a homenagear as garantias desses empréstimos em seu lugar. Até o primeiro quadrimestre 2017, o total homenageado foi de R$ 830 milhões. Desta soma, R$ 814 milhões são referentes a empréstimos do Rio.

– Por causa da turbulência no mercado financeiro, o Tesouro Nacional resolveu cancelar os leilões de títulos públicos calculados para esta quinta-feira, que ofertariam Letras Financeiras do Tesouro e Notas do Tesouro Nacional Série F. A medida faz parte da estratégia conjunta com o Banco Central para aliviar os ânimos. O BC atua no mercado de cotação para que não falte moeda, enquanto o Tesouro salva títulos. A secretaria também informou que pode fazer leilões não programados de títulos públicos. A secretaria em nota garantiu: “Durante fases de aumentada volatilidade no mercado financeiro, o Tesouro Nacional pode realizar leilões extraordinários de títulos públicos em consonância com o calculado no Plano Anual de Financiamento de 2017”. Se realizou Notas do Tesouro Nacional Séries F e B. Nos últimos segundo o Ministério da Fazenda, em os últimos dias leilões de Letras do Tesouro Nacional, três dias úteis, houve um resgate líquido de R $ 2,1 bilhões. A secretaria declarou: “O Tesouro Nacional compreende que os leilões satisfizeram com o objetivo de fornecer parâmetros de referência e custos e contribuíram para um melhor funcionamento do mercado financeiro nos últimos dias”. “Adicionalmente, o Tesouro informa que vai cancelar os leilões de vendas de LTNe NTN-F calculados para esta quinta-feira e que vai permanecer monitorando as condições do mercado de títulos públicos”. O Tesouro também divulgou o resultado da dívida pública no mês passado, que aumentou 0,32%. Faz 1 mês, chegou a R $ 3,24 trilhões

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BC continua monitorando mercados e atua para conservar-los em plena funcionalidade,declaraz Ilan

Por: SentiLecto

– O Banco Central vai continuar monitorando o efeito das notícias do cena político nos mercados financeiros e atuando para conservar-os em plena funcionalidade, reafirmou Ilan Goldfajn nesta segunda-feira, em acontecimento em São Paulo. Ilan Goldfajn é o presidente do BC.. Ilan também reiterou que o BC e o Tesouro Nacional dispõem de “vários instrumentos” para tanto, conforme pontos de seu discurso publicados no site do BC.

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Amparo federal

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

Ao menos um projeto pertinente da agenda econômica do governo resgatou-se do vendaval que devastou Brasília nesta semana.

Público a primeira versão sobre a conversa entre o presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista, o Senado deduzia a eleição do programa de ajudinha aos Estados que hoje estão em situação falimentar, enquanto vinha a.

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Dólar cai quase 4% e volta a R$ 3,25 com ação do BC e correção

Por: SentiLecto

– Depois de saltar mais de 8 por cento e encostar em 3,40 reais na véspera por conta de acusações envolvendo o presidente Michel Temer, o dólar fechou esta sexta-feira com queda de quase 4 por cento, em movimento de correção após o Banco Central intervir no mercado de cotação. Quando caiu 5,88 por cento, o dólar recuou 3,89 por cento, a 3,2571 reais na venda. A venda é maior queda desde 24 de novembro de 2008. Na semana, acumulou alta de 4,26 por cento. Na véspera, o dólar chegou a encostar em 3,40 reais, com a maior alta diária desde o começo de 1999. O dólar futuro recuava cerca de 3,5 por cento no final da tarde. “O movimento da véspera foi bastante irracional. Teremos um mudança dos cenários, mas a mudança nos fundamentos não será tão rápida nem tão intensa”, avaliou o analista da corretora XP Marco Saravalle. Temer se o vai investigar por corrupção passiva e obstrução de a Justiça em a investigação aberta por o Supremo Tribunal Federal com base em a delação de o empresário Joesley Batista. Acusa-se o presidente de receber de reais cerca de 15 milhões pela sua atuação em favor dos interesses de a jbs jbss3.SA e mencionado como tendo se associado ao senador afastado Aécio Neves na tentativa de interferir nos inquéritos da operação Lava Jato. “A questão importante vai ser quando, e alegou Tony Volpon em rtório datado de a véspera, se a vai resolver não como, o estado atual de incerteza política aguda “. Tony Volpon é o economista-chefe do Banco UBS. Diante do cenário político muito sensível, o BC reforçou sua atuação na cotação. Fez novo leilão de swap cambial tradicional –equivalentes à venda futura de moedas– para rolagem do vencimento de junho, no qual vendeu todos os 8.000 contratos ofertados. E também vendeu o total de 40 mil novos contratos, equivalentes a 2 bilhões de dólares, em leilão extra que se vai repetir ainda pelos próximos dois pregões. Além do BC, que vai repetir até o dia 23, de compra e venda de títulos, o Tesouro Nacional também anunciou intervenção em razão da volatilidade no mercado e fez leilões de títulos nesta sessão , e O diretor de Tesouraria do Banco Modal, Luiz Eduardo Portella avaliou: “O momento atual é de incertezas”.

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