Para conservar empréstimos, Caixa Econômica pede R$ 10 bilhões ao FGTS

Por: SentiLecto

Sem contar com recursos da União, a Caixa Econômica Federal pediu ao Conselho Curador do FGTS R$ 10 bilhões em empréstimos sem prazo para pagar.

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Atrasos em dívidas de estados e municípios já custa R$ 2 bilhões à União

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Pyle pirates treasfight

– O governo pagou, em setembro, R$ 320,1 milhões em dívidas não homenageadas por estados e municípios e que tinham garantia da União. No ano, essa conta já ultrapassa R$ 2 bilhões, sobretudo por conta do Rio de Janeiro, que ganhou na Justiça o direito de não ter as contas bloqueadas ao deixar de pagar as dívidas garantidas pelo Tesouro Nacional. Esse quando um estado ou município deixa de pagar uma parcela da dívida com credores, em geral é o procedimento realizado pela União. Contratualmente, o Tesouro tem direito a executar contragarantias, com o bloqueio de recursos de fundos de participação, ICMS e IPI Exportação. Como isso não é feito para o estado do Rio, que deixou de pagar R$ 309,72 milhões, ele é culpada por quase a totalidade do que recuperou-se r não em o ano,$ 1,99 bilhão. O governo ainda teve que homenagear R$ 8,19 milhões em atrasados de Roraima e R$ 2,19 milhões do município de Natal. Desses, somente R$ se os recuperaram 5,04 milhão em o mês.

— O Tesouro Nacional informou, nesta sexta-feira, que retirará do mercado o título denominado em dólares Global 2019 com cupom de juros de 5,875%. Segundo nota divulgada pelo Ministério da Fazenda, o resgate adicionará R$ 1,710 bilhão. A operação faz parte de uma estratégia da equipe econômica para melhorar o perfil da dívida pública, pois diminui a quantidade de papéis de curto prazo no estoque. Ainda de acordo com a nota, esse resgate era planejado e está na verba da dívida externa para 2017. Isso significa que o Tesouro Nacional já dispõe da soma necessária de moeda estrangeira para a concretização da operação. Ainda vão ficar no mercado títulos denominados em dólares Global 2019, mas esses têm outro cupom, de 8,875%. Neste caso, o total nas mãos dos investidores é de R$ 772,8 milhões. Em 11 anos, em a nota, o Tesouro informou que o resgate se adiciona em a recente operação de emissão de U $ $ 3 bilhões em o mercado internacional de o título em dólares com vencimentoO texto alega: “Esta operação, em conjunto com a operação de gerenciamento de passivos anunciada pelo Tesouro Nacional no dia 3 de outubro de 2017 , diminui de maneira pertinente os amadurecimentos de curto prazo do Dívida Pública Mobiliária Federal e favorece a elevação da liquidez dos títulos soberanos”.

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Atrasos em dívidas de estados e municípios já custa R$ 2 milhões à União

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Pyle pirates treasfight

– O governo pagou, em setembro, R$ 320,1 milhões em dívidas não homenageadas por estados e municípios e que tinham garantia da União. No ano, essa conta já ultrapassa R$ 2 bilhões, sobretudo por conta do Rio de Janeiro, que ganhou na Justiça o direito de não ter as contas bloqueadas ao deixar de pagar as dívidas garantidas pelo Tesouro Nacional. Esse quando um estado ou município deixa de pagar uma parcela da dívida com credores, em geral é o procedimento realizado pela União. Contratualmente, o Tesouro tem direito a executar contragarantias, com o bloqueio de recursos de fundos de participação, ICMS e IPI Exportação. Como isso não é feito para o estado do Rio, que deixou de pagar R$ 309,72 milhões, ele é culpada por quase a totalidade do que recuperou-se r não em o ano,$ 1,99 bilhão. O governo ainda teve que homenagear R$ 8,19 milhões em atrasados de Roraima e R$ 2,19 milhões do município de Natal. Desses, somente R$ se os recuperaram 5,04 milhão em o mês.

— O Tesouro Nacional informou, nesta sexta-feira, que retirará do mercado o título denominado em dólares Global 2019 com cupom de juros de 5,875%. Segundo nota divulgada pelo Ministério da Fazenda, o resgate adicionará R$ 1,710 bilhão. A operação faz parte de uma estratégia da equipe econômica para melhorar o perfil da dívida pública, pois diminui a quantidade de papéis de curto prazo no estoque. Ainda de acordo com a nota, esse resgate era planejado e está na verba da dívida externa para 2017. Isso significa que o Tesouro Nacional já dispõe da soma necessária de moeda estrangeira para a concretização da operação. Ainda vão ficar no mercado títulos denominados em dólares Global 2019, mas esses têm outro cupom, de 8,875%. Neste caso, o total nas mãos dos investidores é de R$ 772,8 milhões. Em 11 anos, em a nota, o Tesouro informou que o resgate se adiciona em a recente operação de emissão de U $ $ 3 bilhões em o mercado internacional de o título em dólares com vencimentoO texto alega: “Esta operação, em conjunto com a operação de gerenciamento de passivos anunciada pelo Tesouro Nacional no dia 3 de outubro de 2017 , diminui de maneira pertinente os amadurecimentos de curto prazo do Dívida Pública Mobiliária Federal e favorece a elevação da liquidez dos títulos soberanos”.

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Rio Grande do Sul debate com Tesouro ingresso no Regime de Recuperação Fiscal

Por: SentiLecto

— O governo do Rio Grande do Sul debate com o Tesouro Nacional uma forma de ingressar no Regime de Recuperação Fiscal , nos moldes do que foi assinado para ajudar o Rio de Janeiro. O principal entrave é que o estado não tem o nível de comprometimento da receita com gastos com pessoal exigido como exigência pela equipe econômica para aderir ao programa. A regra declara que as despesas com pessoal e com serviço da dívida têm que superar 70% da Receita Corrente Líquida . Giovani Feltes alegou nesta quarta-feira, após reunião com a equipe do Tesouro Nacional, que há pelo menos quatro percursos sendo estudados. Giovani Feltes é o secretário de Fazenda do Rio Grande do Sul. Entre eles está uma mudança na “maneira de comentário em relação ao que dispõe legislação” e até acionar a Advocacia-Geral da União . — Encontraremos dispositivos. Nós estamos encontrando percursos para superar esses problemas. Hoje, boa parte da reunião disse respeito a isso. Temos quatro opções que não podemos deixá-las claras porque elas envolvem algumas iniciativas, outros atores, que ultrapassam a Secretaria do Tesouro Nacional ou o governo do estado —declaroue. O secretário declarou que prefere não realizar “o exercício da futurologia” e estimar uma data para assinatura do regime, mas declarou que o estado está “bastante próximo de sair da crise”. Ainda que o governo já sinalizou que não aceitará assinar o regime sem que aprovem-se as privatizações de empresas estatais por a assembleia legislativa, ele declarou gaúcha. O estado tenta passar um projeto que vai privatizar três companhias, mas tem encontrado obstáculos na aprovação. — O estado colocará nas mãos da assembleia legislativa do estado para decidir se deseja resolver a situação do Rio Grande do Sul ou se eventualmente a gente fará outra espécie de debate que não seja a solução dos problemas do estado como um todo — declarou. Ainda que o Tesouro não encontrou problemas em aceitar a venda de ações do Banrisul oferecida pelo estado, ele alegou , em vez de uma privatização completa do banco. Segundo ele, essa jamais foi uma pré-requisito da equipe econômica e esse tema jamais foi tratado nas reuniões.

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Ilan alega que recursos públicos só serão usados em última instância em projeto sobre determinação bancária

Por: SentiLecto

– O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, que realçou que calcular-se o uso de recursos públicos para ajudinha a bancos em o projeto, defendeu nesta terça-feira projeto de lei que irá redefinir o marco legal do sistema de determinação de instituições financeiras e alegou que ele, na verdade, irá proteger os contribuintes. , mas como recurso de última instância. Ao ser questionado sobre o assunto, Ilan alegou ser necessário pensar não exclusivamente em como entrar no sistema bancário, mas também em como sair dele, razão pela qual o projeto se justifica. Ele também defendeu que pensa-se o projeto há tempos, em a esteira de a crise econômica mundial de 2008. “Temos que pensar na organização disso. Não for planejar, vocês sabem na hora do aperto quem é que pagará”, declarou ele, em referência aos contribuintes, se não for pensar. Na véspera, uma fonte da equipe econômica já havia declarado à Reuters que Ministério da Fazenda e o Banco Central chegaram a um consenso sobre o aval para eventual injeção de recursos do Tesouro Nacional noasajudinhaa bancos, revidenciandoque isso só oaconteceriaem último caso. O jornal Valor Econômico que realçou publicou inicialmente a informação , que a nova lei também vai trazer a criação de as figuras de o ” good bank ” e ” bad bank ” , separando formalmente ativos bons de ativos problemáticos de as instituições financeiras, e vai abrir percurso para a suspensão de exigibilidades de crédito. Mais cedo nesta terça-feira, Ilan participou de café da manhã com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia . Segundo uma fonte com conhecimento direto do tema, o projeto de determinação foi tratado, sendo que há chance de ele ser encaminhado ao Congresso Nacional até semana que vem. Quando a hora a chegar, essa destinação terá que ser para abatimento da dívida pública, rESERVAS INTERNACIONAIS Durante sua participação em audiência pública na CAE, Ilan avaliou que não é o momento de discuti a utilização das reservas internacionais, pontuando que. “Você adquiriu o seguro e está no meio do sinistro. Não é o momento de a gente debater ficarmos, na minha opinião, sem o seguro”, declarou.

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