BNDES adverte não ter dinheiro para atender todos os pedidos da União

Por: SentiLecto

O BNDES tem R$ 130 bilhões para devolver ao governo neste ano. Se tiver que devolver mais do que isso, a habilidade do banco em emprestar ficaria comprometida. A afirmação é do diretor da área Financeira e Internacional da instituição, Carlos Thadeu de Freitas.

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Governo dos EUA anuncia sanções contra outros 4 funcionários de Venezuela

Por: SentiLecto

O Governo de America anunciou nesta sexta-feira sanções contra outros quatro funcionários de Venezuela que são acusados de envolvimento com “corrupção e opressão”, neste caso conduzidas contra altos chefes militares em atividade ou aposentados.

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BNDES pode não devolver R$ 130 bi ao governo em 2018, declara diretor

Por: SentiLecto

Se dever repassar recursos ao PIS/Pasep e ao FAT , o “[BNDES]”:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/12/1946758-tesouro-nacional-cobre-calote-de-mocambique-no-bndes.shtml não vai ter como devolver ao governo federal os R$ 130 bilhões aguardados em 2018, alegou o diretor do banco Carlos Thadeu de Freitas.

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EUA anunciam novas sanções à Coreia do Norte

Por: SentiLecto

Os Estados Unidos aplicarão sanções a dois oficiais norte-coreanos pelo seu papel no programa balístico.

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Sem medidas para Orçamento, despesas discricionárias vão ter que cair R$26 bi em 2018 sobre 2017

Por: SentiLecto

– As caso os parlamentares propostas por o Executivo não aprovem as medidas de corte de gastos, despesas não compulsórias do governo terão que ser diminuídas em 26 bilhões de reais no próximo ano em relação a 2017 , alegou nesta terça-feira a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi. Isso deverá acontecer para garantir o cumprimento da norma do telhado de gastos. Esse limite é de 1,348 trilhão de reais em 2018, ampliação de 3 por cento em relação a este ano. Pelo Orçamento mandado pelo governo ao Congresso, que medidas de receita que adicionam outros 14 bilhões de reais, incluindo a elevação na arrecadação com reoneração da folha , ampliação da alíquota de contribuição previdenciária das servidores e mudança na tributação de fundos fechados , 1,240 trilhão de reais consistem em despesas compulsórias, com 108 bilhões de reais em despesas discricionárias, que são sujeitas a cortes. Desses 108 bilhões de reais, 7,4 bilhões de reais decorrem de medidas ainda não votadas pelo Congresso: 4,4 bilhões em economia por postergação de reajuste do funcionalismo público e 3 bilhões de reais por menor compensação ao Regime Geral de Previdência Social em decorrência da reoneração da folha de pagamento das companhias. Sem essas medidas, portanto, o platô de despesas discricionárias cai para 101 bilhões de reais em 2018, ante 127 bilhões de reais neste ano –número que aumentou 5 bilhões de reais após o governo ter decidido na semana passada liberar recursos desta ordem para irrigar a máquina pública. Vem daí a diferença de 26 bilhões de reais, segundo explicou Ana Paula. Tudo considerado, portanto, a frustração fiscal em 2018 em relação ao originalmente calculado pelo governo é de 21,4 bilhões de reais. Muito questionada a respeito do tamanho de eventual contingenciamento que vai ser necessário já no começo do ano que vem para fazer frente a esse buraco, a secretária do Tesouro alegou que ainda não há um cálculo do que vai ser necessário congelar, restringindo-se a declarar que a investida é provável. Alegou: “Tudo menciona, dado o cenário que está posto com a não aprovação de algumas medidas, que sim temos indícios fortes de que começaremos o ano com contingenciamento”.

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