Bolsas dos EUA são pressionados por ações da GE e do setor de energia

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Hidrelétrica de Tucuruí

Os índices acionários dos Estados Unidos caíram nesta terça-feira, com os papeis da General Eletric recuando pelo segundo dia seguido e uma queda dos custos do petróleo atingindo as ações de energia.

Em ciência, energia refere-se a uma das duas grandezas físicas necessárias na correta caracterização do inter-relacionamento – sempre mútuo – entre dois entes ou sistemas físicos.

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Governo edita MP que modifica pontos da reforma trabalhista

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Eunício Oliveira

— Após semanas de indecisão, o governo publicou, em edição extra do Diário Oficial da União desta terça-feira, a medida provisória com as mudanças que têm que abrandar pontos da reforma trabalhista. As mudanças acordadas com os senadores têm o objetivo, sobretudo, de calibrar alguns pontos impopulares e polêmicos da reforma. Entre eles está, por exemplo, a licença para o trabalho de gestantes em locais insalubres. A menos que exiba um certificado mencionando, a reforma estabelecia que a mulher pode trabalhar em locais de insalubridade média ou mínima que deva ser afastada. O novo texto deseja inverter essa lógica e proibir o trabalho, a menos que a gestante exiba um certificado liberando o serviço. Também estão incluídas mudanças no trabalho intermitente, formalizado pela reforma e que permite jornadas descontínuas, por somente algumas horas ou dias na semana. O texto retira, por exemplo, a penalização, equivalente a 50% da remuneração diária, para os trabalhadores que se comprometerem com o trabalho e não comparecerem. No lugar, calcula que uma possível penalidade seja estipulada no momento da assinatura do contrato. E cria uma quarentena de 18 meses entre a demissão de um trabalhador e sua recontratação como intermitente, uma maneira de proteger os empregados de uma precarização do serviço, com substituição do pessoal em tempo integral por esse outra espécie de contrato. Ainda que o trabalhador intermitente também poderá parcelar férias em três fases, ficou fixado e que, em caso de extinção do contrato, vai ter acesso a 80% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço . Um dos pontos mais polêmicos entre juristas, a indenização por prejuízos morais vinculada ao salário do trabalhador, também deve ser tratada no texto. Para alguns juízes, esse ponto é inconstitucional, à medida que trata uma vida como “mais vpreciosa do que a outra. No lugar, a nova proposta deseja vincular a indenização ao telhado do INSS. Assim, ela poderia variar entre 3 e 50 vezes esse valor, a depender da gravidade do prejuízo. Hoje, o telhado do INSS é de R$ 5.531,31. Em caso de reincidência , a penalidade pode ser dobrada. Também ficou excluída a pré-requisito de exclusividade a trabalhadores autônomos. Essas mudanças deveriam, pelo acordo costurado no Congresso, ter sido encaminhadas tão logo a reforma trabalhista entrasse em forcita, o que aconteceu no último sábado. A demora aconteceu porque o presidente Michel Temer ficou em dúvida sobre mandar o texto como uma MP, como desejava o presidente do Senado, Eunício Oliveira, ou como projeto de lei, atendendo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. No fim, os senadores ganharam a queda de braço e o próprio Eunício anunciou a jornalistas a resolução sobre o formato do envio após reunião no Palácio do Planalto.

Há uma série de novidades, como a licença para os contratos de trabalho intermitente, o fim da pré-requisito de negociação com o sindicato da categoria no caso de demissão coletiva e a maior adaptabilidade para a compensação da jornada de trabalho.mandou-se o projeto de lei foi então mandado a o Congresso em regime de urgência. Foram alguns meses de negociação até que a Câmara dos Deputados aprovasse a proposta em abril — após protestos em quase 14 horas de sessão, com 296 votos favoráveis e 177 opostos —, movimento que o Senado repetiu em julho — por 50 votos favoráveis e 26 opostos. A aprovação no Senado também aconteceu após uma sessão tumultuada, com suspensão da sessão, e o protesto das senadoras Gleisi Hoffmann , Vanessa Grazziotin e Regina Souza , que ocuparam a mesa diretora e comeram “quentinhas”. Logo depois , o presidente Michel Temer sancionou a lei.— O governo costura os últimos detalhes da proposta que mudará alguns termos calculados da lei da reforma trabalhista. O texto deve conservar todas as mudanças acordadas com o Senado, que incluem o abrandamento das regras para a jornada intermitente e a mudança do controverso item que vincula a indenização por prejuízos morais ao salário do trabalhador. A proposta está parada na Casa Civil porque o presidente Michel Temer ainda não decidiu se vai mandar o texto por medida provisória ou por projeto de lei. A tendência é que o formato seja uma MP por pressão do líder do governo no Senado, Romero Jucá . Uma das mudanças acordadas com o Senado e que está na minuta do projeto é a que retira a multa de 50% da remuneração diária calculada ao trabalhador intermitente que se comprometer com o serviço e não comparecer. A novidade, que não havia sido detalhada no acordo feito ainda em julho, é que o formato do conserto em caso de cancelamento de serviço deverá vir determinada no contrato. Outra novidade é que o artigo que calcula um tempo de escassez de 18 meses entre a demissão de um trabalhador e sua recontratação como intermitente só vai ter vigência nos primeiros três anos. Esse item havia sido costurado pelo Senado para que se evitasse uma precarização do trabalho, com demissão de pessoas para recontratação por jornada intermitente. Conforme calculado no acordo, o texto permite que, em caso de extinção do contrato intermitente, o trabalhador poderá ter acesso a 80% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço . E permite o parcelamento de férias em três fases.- Uma queda de braço entre Câmara e Senado desacelera a edição do texto que regulamenta pontos da reforma trabalhista, que entrou em forcita ontem. De um lado, o líder do governo no Senado, Romero Jucá , pressiona o Palácio do Planalto para publicar logo uma medida provisória , conservando o acordo feito com os senadores quando da aprovação do texto na Casa. De outro, aliados do governo na Câmara declaram que não aceitam que o texto seja enviado ao Congresso por meio de MP, e exigem que a matéria seja elaborada sob a maneira de projeto de lei, que permite uma discussão mais ampla no Congresso e não tem conseqüência imediato, como ocorre com as MPs. O presidente Michel Temer ainda decidirá por qual dos dois formatos vai optar. De qualquer maneira, segundo fontes do governo, a Casa Civil já tem preparados dois textos rigorosamente iguais: um de MP e outro de projeto de lei. Rodrigo Maia rebelou-se recentemente contra o excessivo número de MPs mandadas pelo Planalto ao Congresso. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara. Pela Constituição, uma matéria só pode ser mandada como MP se obedecer aos critérios de pertinência e urgência. Esta semana, Maia esteve com Temer e advertiu que o clima para mais uma MP não está bom.

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Maia declara que edição de MP da reforma trabalhista foi ‘grande erro’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Rodrigo Maia e Rogério Rosso se abraçam

— Rodrigo Maia reagiu na resolução palatina de mandar as mudanças na reforma trabalhista por meio de uma medida provisória . Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados.Ele defendia que isso deveria ser feito por projeto de lei. Ao ser questionado pelo GLOBO sobre a edição da MP, ele rebateu: “Um grave erro”. — Um grave erro. Sem dúvida, trará insegurança jurídica. Acho um grave erro, mas a resolução de editar é dele — disse. Se divulgou a resolução em a noite de esta terça-feira pelEunício Oliveira após reunião em o Palácio do Planalto. Eunício Oliveira é o presidente do Senado. A MP já foi, inclusive, editada em edição extra do Diário Oficial da União . Uando chegar na Câmara, questionado sobre o que faria em relação à dresoluçãodo governo, Maia deixou claro que o ritmo de tramitação da MP está em suas mãos: — Q voudecidireiuto ou não.Nas últimas semanas, o governo padeceu pressão tanto por parte do Senado, que , Romero Jucá, quanto da Câmara em relação ao formato em que mandariam-se as medidas. Tanto que deixou preparadas, na Casa Civil, duas propostas exatamente iguais – uma MP e um projeto de lei – até que se batesse o martelo. , e o próprio Eunício pressionavam por uma medida provisória. Eles argumentavam que esse foi o trato feito com os senadores para viabilizar a aprovação da reforma. Nesta terça-feira, Eunício chegou a declarar que seria “deselegante” da parte do presidente Temer descumprir o acordo feito com os parlamentares da Casa. O presidente da Câmara, por outro lado, defendeu que as mudanças fossem feitas por projeto de lei. Maia alegou que isso traria mais segurança jurídica ao processo, à medida que ficaria claro que mudanças em uma lei importante não seriam feitas asomentecom uma canetada do presidente da República. Ele ainda defende que o governo tem exagerado na edição de MPs, que teria que ser um instrumento utilizado somente para projetos urgentes. O vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Mansur , declarou compreender o posicionamento de Maia, mas evidenciou haver o compromisso. — Isso tinha sido um compromisso de antes . E as coisas que são combinadas têm que ser satisfeitas —alegou Beto Mansur.

– Uma queda de braço entre Câmara e Senado desacelera a edição do texto que regulamenta pontos da reforma trabalhista, que entrou em forcita ontem. De um lado, o líder do governo no Senado, Romero Jucá , pressiona o Palácio do Planalto para publicar logo uma medida provisória , conservando o acordo feito com os senadores quando da aprovação do texto na Casa. De outro, aliados do governo na Câmara declaram que não aceitam que o texto seja enviado ao Congresso por meio de MP, e exigem que a matéria seja elaborada sob a maneira de projeto de lei, que permite uma discussão mais ampla no Congresso e não tem conseqüência imediato, como ocorre com as MPs. O presidente Michel Temer ainda decidirá por qual dos dois formatos vai optar. De qualquer maneira, segundo fontes do governo, a Casa Civil já tem preparados dois textos rigorosamente iguais: um de MP e outro de projeto de lei. Rodrigo Maia rebelou-se recentemente contra o excessivo número de MPs mandadas pelo Planalto ao Congresso. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara. Pela Constituição, uma matéria só pode ser mandada como MP se obedecer aos critérios de pertinência e urgência. Esta semana, Maia esteve com Temer e advertiu que o clima para mais uma MP não está bom.- O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , declarou nesta sexta-feira que a população trata como um ” palavrão ” a reforma de a Previdência. Maia cobrou do governo uma campanha de comunicação sobre o novo texto da reforma. Ele declarou ainda não acreditar que o combate interno no PSDB vá atrapalhar a reforma. — As pessoas às vezes tratam a Previdência como se fosse um palavrão. Mas se você perguntará por que a pessoa está contra, muitas pessoas não sabem nem direito qual é o mérito da matéria. Esse esclarecimento está faltando, principalmente por parte do governo — declarou Maia. Maia declarou que a semana de descanso do feriado poderá auxiliar a distensionar os ânimos na base, mas que só com o texto do relator da proposta, deputado Arthur Maia , é que parlamentares vão decidir suas posições. Nesta semana, ele avaliou que nenhum partido tem maioria de votos em defesa da reforma. — O tempo vai nos declarar como estão as bancadas. Os líderes sabem que é uma prioridade minha, e o texto novo é que gerará as condições de votar a emenda constitucional ainda este ano. É importante ter o texto para cada deputado avaliar se tem condição de votar — disse ele. Sobre o PSDB, Maia alegou que a maioria do partido quer a reforma. — Os deputados do PSDB, todos eles, principalmente aqueles que eram contra o presidente Michel e desejavam sair do governo, eles sempre declararam que eram em defesa das reformas. Tenho certeza de que vamo ter a maioria do PSDB a favor — declarou ele, quando colocarmos essa matéria a voto.— O governo costura os últimos detalhes da proposta que mudará alguns termos calculados da lei da reforma trabalhista. O texto deve conservar todas as mudanças acordadas com o Senado, que incluem o abrandamento das regras para a jornada intermitente e a mudança do controverso item que vincula a indenização por prejuízos morais ao salário do trabalhador. A proposta está parada na Casa Civil porque o presidente Michel Temer ainda não decidiu se vai mandar o texto por medida provisória ou por projeto de lei. A tendência é que o formato seja uma MP por pressão do líder do governo no Senado, Romero Jucá . Uma das mudanças acordadas com o Senado e que está na minuta do projeto é a que retira a multa de 50% da remuneração diária calculada ao trabalhador intermitente que se comprometer com o serviço e não comparecer. A novidade, que não havia sido detalhada no acordo feito ainda em julho, é que o formato do conserto em caso de cancelamento de serviço deverá vir determinada no contrato. Outra novidade é que o artigo que calcula um tempo de escassez de 18 meses entre a demissão de um trabalhador e sua recontratação como intermitente só vai ter vigência nos primeiros três anos. Esse item havia sido costurado pelo Senado para que se evitasse uma precarização do trabalho, com demissão de pessoas para recontratação por jornada intermitente. Conforme calculado no acordo, o texto permite que, em caso de extinção do contrato intermitente, o trabalhador poderá ter acesso a 80% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço . E permite o parcelamento de férias em três fases.

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Presos ligados a facção criminosa fazem greve de fome em cinco Estados

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

Detentos ligados à facção criminosa Comando Vermelho fazem, desde o icomeçoda semana, uma greve de fome em prisões de ao menos cinco Estados. O protesto ocorre no Acre, Mato Grosso, Pará, Paraná e Rio de Janeiro. Há a suspeita de que presos de unidades do Tocantins também tenham aderido ao movimento. A ordem de greve de fome teria partido da facção criminosa.

O termo Estado data do século XIII e se refere a qualquer país soberano, com estrutura própria e politicamente coordenado, bem como nomeia o conjunto das instituições que controlam e gerenciar uma nação.

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Bianca Bin e Sergio Guizé vivem romance nos bastidores de ‘O outro lado do paraíso’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – August Macke 023

Nos bastidores de “O outro lado do paraíso” já não é mais segredo: Bianca Bin e Sergio Guizé estão juntos. Os atores, que vivem um casamento problemático como Clara e Gael na ficção, se aproximaram na temporada que passaram gravando cenas da novela no Jalapão, Tocantins. Na volta, o romance engatou de vez. Colegas apostam que o novo casal tem que assumir logo publicamente o romance. Eles já tinham trabalhado juntos na trama das seis “Êta mundo bom”.

Bruno declara a Raquel que vai contar sobre eles para Nádia . Gael convida Clara para jantar. Mercedes persuade Josafá a não comportar-se contra Gael.Lívia sente ciúmes de Renato  com Clara . Samuel convida Suzy para jantar em sua casa. Gael adverte a Clara que começará a investir no garimpo e a esposa garante que as terras só podem ser buscadas por ela.

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