Constituinte da Venezuela autoriza ação contra vice-presidente do parlamento

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Delcy Rodriguez June 2016 (27571633682) (cropped)

A Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela autorizou nesta segunda-feira que o Tribunal Supremo de Justiça abra um julgamento contra o vice-presidente do parlamento do país, o inimigo Freddy Guevara, que “Chegou a hora da justiça”, declarou Rodríguez. “Histórica resolução”, alegou a Delcy Rodríguez depois de uma sessão extraordinária do órgão para decidir se Guevara, que tinha imunidade, poderia ser processado. Delcy Rodríguez é presidente da Constituinte.

O grupo em nota alegou: “A resolução adotada pelo TSJ constitui um novo ataque contra o Estado de Direito e a divisão de poderes na Venezuela e impede o funcionamento normal da Assembleia Nacional, constituída legitimamente por meio do voto popular”.

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Ex-procuradora-geral de Venezuela poderá entrar e sair da Colômbia por seis meses

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Palácio do Tribunal Supremo de Justiça

– A ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega poderá entrar e sair livremente da Colômbia durante os próximos seis meses enquanto define sua situação migratória, e até o momento não existe nenhum mandado de prisão da Interpol contra ela, declarou nesta quinta-feira o diretor do escritório de migração. Ortega, destituída pela Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela, entrou na Colômbia na sexta-feira na empresa do marido, o deputado Germán Ferrer, escapando do que consideram uma perseguição do governo do presidente Nicolás Maduro. Aos repórteres o diretor de Migração da Colômbia, Christian Krüger garantiu: “Se não tem nenhum mandado de prisão, poderá ingressar como qualquer outro estrangeiro em nosso território, sem nenhum inconveniente”. “Por ora não há nenhum impedimento. A maioria dos estrangeiros que ingressa com seu passaporte no país pode ficar 90 dias no território nacional, prorrogáveis por até 90 dias”, explicou. Ortega retornará à Colômbia depois de vir ao Brasil, onde na quarta-feira aalegouter provas de que o presidente vde Venezuelase envolveu em supostos atos de corrupção com a construtora Odebrecht, à qual acusou de ter pago 100 milhões de dólares a Diosdado Cabello, um dos homens fortes do governo de Maduro. O presidente socialista anunciou que requererá à Interpol um alerta vermelho para a captura de Ortega por estar implicada em dtransgressõesgraves. Faz 19 dias, destituiu se Ortega de sua posição a primeira medida de a Assembleia Constituinte, que conduz a Venezuela com poderes absolutos, e o Tribunal Supremo de Justiça, que a Colômbia anunciou que vai conceder asilo à ex-procuradora-geral se ela o srequerer ordenou que ela seja processada. Aliou-se Ortega de o morrido presidente Hugo Chávez desde sua designação, em o final de 2007, mas rompeu com seu sucessor e delatou o governo depois de meses de protestos acontecidos neste ano que deixaram mais de 100 mortos em meio a uma profunda crise política e econômica. REUTERS TR

Na reunião de hoje, Ortega se vai reunir com procuradores argentinos, Brasil, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru.Fontes oficiais brasileiras declararam à Agência Efe que o país estaria disposto a asediarOrtega e seu marido, o deputado Germán Ferrer, se ambos srequereremasilo.As denúncias contra Ferrer se baseiam em comprovantes de abertura de uma conta milionária em um banco internacional, que teriam sido assinados pelo deputado.Faz 5 meses, quando delatou uma ” rompimento constitucional ” em a Venezuela a partir de resoluções judiciais contra o Parlamento de maioria inimiga, luisa Ortega   se rebelou contra o governo Maduro em o fim.

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Ex-procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega chega ao Brasil

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Luisa Ortega Díaz

A ex-procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, que viajou da Colômbia, para onde escapou depois de deixar Caracas afirmando perseguição da ditadura de Nicolás Maduro, que a destituiu, desembarcou em Brasília pouco antes da meia-noite desta quarta para participar de um encontro de chefes dos ministérios públicos dos países do Mercosul, que será realizado na sede da PGR . Ela chegou acompanhada pelo marido e dois assessores.

— Após ter escapado para a Colômbia, a ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega Díaz embarcou nesta terça-feira para o Brasil, onde vai participar de uma reunião com seus colegas dos países do Mercosul. O órgão de Colombia confirmou a informação de controle migratório , por meio de um comunicado. Nota iz: “Migração Colômbia informa que, no dia de hoje, viajou rumo ao Brasil a senhora procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, que fez seu correspondente trâmite de emigração junto às autoridades colombianas”,.O texto não elucida se a juíza embarcou acompanhada do marido, o deputado Germán Ferrer. Dissidentes chavistas, ambos são acusados por Caracas de chantagear investigados pela Procuradoria-Geral, órgão do qual Díaz foi destituída pela Assembleia Constituinte, fiel ao presidente Nicolás Maduro. O encontro de procuradores do Mercosul vai ser nesta quarta-feira, em Brasília. O jornalismo de Colombia especula que, após a reunião, a de Venezuela possa partir para os Estados Unidos, onde seria sediada pelo governo de Donald Trump, que já declarou que não descarta uma ação militar no país de Latinoamérica. A ex-procuradora-geral rompeu com o chavismo após o Tribunal Supremo de Justiça ter invalidado as prerrogativas do Parlamento, no fim de março, e garante ter provas de corrupção envolvendo Maduro e a empreiteira brasileira Odebrecht.

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Ex-procuradora-geral da Venezuela embarca para o Brasil

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Luisa Ortega Díaz

— Após ter escapado para a Colômbia, a ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega Díaz embarcou nesta terça-feira para o Brasil, onde vai participar de uma reunião com seus colegas dos países do Mercosul. O órgão de Colombia confirmou a informação de controle migratório , por meio de um comunicado. “Migração Colômbia informa que, no dia de hoje, viajou rumo ao Brasil a senhora procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, que fez seu correspondente trâmite de emigração junto às autoridades cde Colombia, ddeclaraa nota. O texto não elucida se a juíza embarcou acompanhada do marido, o deputado Germán Ferrer. Dissidentes chavistas, ambos são acusados por Caracas de chantagear investigados pela Procuradoria-Geral, órgão do qual Díaz foi destituída pela Assembleia Constituinte, fiel ao presidente Nicolás Maduro. O encontro de procuradores do Mercosul vai ser nesta quarta-feira, em Brasília. O jornalismo de Colombia especula que, após a reunião, a de Venezuela possa partir para os Estados Unidos, onde seria sediada pelo governo de Donald Trump, que já declarou que não descarta uma ação militar no país de Latinoamérica. A ex-procuradora-geral rompeu com o chavismo após o Tribunal Supremo de Justiça ter invalidado as prerrogativas do Parlamento, no fim de março, e garante ter provas de corrupção envolvendo Maduro e a empreiteira brasileira Odebrecht.

As denúncias contra Ferrer se baseiam em comprovantes de abertura de uma conta milionária em um banco internacional, que teriam sido assinados pelo deputado.O governo de Colombia conservou em absoluto sigilo o caso de Luisa, que foi destituída da posição no último dia 5 de agosto pela Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela, integrada somente por governistas, que a acusam de ter cometido “atos imorais”.”Assim como para ditar atos parlamentares sem maneira de lei vinculados às referidas matérias, conforme manda o artigo 349 da Constituição”, aadicionao acordo, que aafirmao poder supraconstitucional da Constituinte para emitir dresoluçõesiirrefutáveisDepois que a China adotou tarifas antidumping sobre os produtos de frango dos EUA em 2010, o Brasil trocou os Estados Unidos como maior provedor de frango.

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ESPECIAL-Venezuela de Putin: empréstimos abrem as portas para Moscou obter ativos petroleiros

Por: SentiLecto

O debilitado governo socialista da Venezuela está recorrendo cada vez mais à aliada Rússia para obter o dinheiro e o crédito de que necessita para sobreviver e oferecendo ativos de petróleo estatais em troca, ddeclararamfontes a par das negociações à Reuters.

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