Trump tem que aprovar ampliação modesta de soldados no Afeganistão

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Donald and Ivana Trump

Quando estabelecer sua estratégia na noite desta segunda-feira, donald Trump tem que abrir as portas para uma modesta ampliação no número de tropas norte-americanas no Afeganistão para o mais longo conflito militar dos EUA, declararam autoridades norte-americanas. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos.

Jim Mattis neste domingo alegou: – Donald Trump tomou uma resolução sobre a estratégia do país para o Afeganistão após um processo de revisão “suficientemente estrito”. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos. Jim Mattis é o secretário de Defesa. Quando a Casa Branca faria o anúncio, entretanto, Mattis não informou detalhes sobre ou qual foi a resolução sobre o Afeganistão, onde as guerrazinhas continuam mais de 15 anos após o Exército de Noruega invadir o país e derrubar o governo Talibã. Faz 7 meses, de assumir a posição em o Sul da Ásia, em janeiro, a gestão de Trump começou uma revisão de a política norte-americana sobre o Afeganistão que foi aumentada para uma revisão, mais extensa de a estratégia, pouco tempo depois. “Estou bastante satisfeito que o processo foi suficientemente estrito e que não teve uma posição pré-determinada”, declarou Mattis aos repórteres a bordo da aeronave militar a percurso da Jordânia. “O presidente tomou uma resolução. Ele deseja ser a pessoa a anunciar isso para a população estadunidense”. Após Trump se encontrar com seus assessores de segurança, na sexta-feira, para avaliar uma série de alternativas para a estratégia no país, a Casa Branca havia declarado que não havia chegado a uma resolução sobre se mandaria mais tropas para o combate mais duradoura dos EUA. Porém Trump tuitou no sábado: “Tomaram-se muitas resoluções, inclusive sobre o Afeganistão”. Autoridades norte-americanas alegaram à Reuters que estava pcalculadoque o presidente receberia informações sobre oalternativasque variavam desde a completa retirada das tropas do Afeganistão até uumappequenaaampliaçãodo efetivo.

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Brasil acredita em acordo com UE até o final do ano, mas negociação sobre acesso a mercados ainda não iniciou

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Donald and Ivana Trump

– O governo de Brasil aposta em um acordo favorável nas negociações entre Mercosul e União Europeia até o final do ano, mas uma fonte envolvida nas negociações declarou à Reuters que as tratativas sobre acesso a mercados –ponto central do acordo– ainda nem ciniciaram “Acredito que feche sim até o final do ano. A parte dos textos tem progredido, houve mudanças na almazinha europeia. Eles desejam fazer agora”, declarou a fonte. “Falta agora a Europa colocar toda a parte de agricultura na mesa.” e são centrais para o Mercosul: etanol e carne. Segundo a fonte, isso só deve ocorrer depois das votações na Alemanha, no final de setembro. A fonte declarou: “Sem toda a oferta na mesa não podemos nem começar a debater acesso a mercados”. “Eu perco a margem de negociação depois.” O acesso a mercado envolve tanto agricultura quanto indústria. Os europeus sempre tiveram mais obstáculo com o setor agrícola, com muitas políticas protecionistas regionais. Já o Mercosul tem mais obstáculo com o mercado de manufaturados, onde os europeus podem ser mais competitivos. Apesar da obstáculo europeu em exibi todas as suas cartas, o clima é outro para a negociação, explica o diplomata, especialmente desde a votação de Donald Trump nos Estados Unidos. No Mercosul, a mudança de governo na Argentina cooperou para colocar os quatro países na mesma linha. Até o final do governo de Cristina Kirchner, o país era que mais colocava obstáculos em acertar uma proposta única e razoável para abrir as negociações. Do outro lado do Atlântico, as mudanças no comando da UE assinalavam para obstáculos nas negociações com a saída de José Manuel Durão Barroso, um defensor ardoroso do acordo, da presidência da Comissão Europeia. No entanto, a votação de Trump, com sua visão protecionista, concluiu por dar um empurrão para as negociações. O presidente dos EUA deixou a o acordo com os países de Asipovicy e abandonou as tratativas para um acordo com a União Europeia. “Governo Trump deu sinais de um enfoque protecionista e nacionalista. Para a Europa pareceu importante dar um sinal oposto, de que apesar disso há regiões comprometidas com a visão de abertura de mercado”, declarou a fonte.

– Bashar al-Assad alegou neste domingo que, seu exército ainda não havia derrotado insurgentes, enquanto seu país havia frustrado os projetos ocidentais para derrubá-o e que as guerrazinhas continuam. Bashar al-Assad é o presidente da Síria.. Em uma declaração pela TV, Assad declarou que, apesar de sinais de triunfo após seis anos e meio de combate civil, a “combate segue”. Segundo ele, falar sobre triunfo, “é um tema diferente”. Ele não elaborou sobre esse ponto. No entanto, Assad declarou que a assistência concedida por fortes aliados, como a Rússia, o Irã e o Hezbollah do Líbano, permitiu ao exército obter ganhos no campo de combate e diminuir o peso do combate. “Seu suporte direto –política, econômica e militarmente– possibilitou progressões no campo de combate e diminuiu as perdas e os encargos do combate”, adicionou. Ele declarou que seu país aceitou ofertas de armistício regionais negociadas pelo governo de Rusiade Rusiade Rusia, que está buscando aumentar para outros lugares da Síria, pois isso acabaria com o derramamento de sangue e acabaria com a insurgência. “Estamos interessados no êxito dessa iniciativa.” No entanto, Assad condenou as “zonas seguras” propostas pelos EUA, que o presidente Donald Trump alegou no começo deste ano ter a intenção de alcançar com a Rússia, declarando que tal plano somente “daria cobertura aos terroristas”.

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Temer e Cartes se comprometem a trabalhar por progressão no acordo Mercosul-UE

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Os presidentes brasileiro Michel Temer, e do Paraguai, Horacio Cartes, se comprometeram nesta segunda-feira a impulsionar uma maior coordenação entre ambos os países para tentar concluir logo as negociações que há anos buscam um acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia .

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Mercosul aguarda proposta da UE sobre bens agrícolas para acordo

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As negociações entre Mercosul e União Europeia para um acordo de livre-comércio seguem em ritmo agilizado, mas os europeus vêm relutando em melhorar sua proposta de abertura do mercado de bens agrícolas.

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Reino Unido deseja fronteira aberta entre as Irlandas

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Divulgada esta quarta-feira, a proposta do Reino Unido para a fronteira entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda promete tornar-se num verdadeiro quebra-cabeças no quadro das negociações do “Brexit.”

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