IGP-M cai 0,02% na 1ª prévia de novembro após queda no atacado e alta mais fraca do varejo, declara FGV

Por: SentiLecto

– Faz 1 mês, o Índice Geral de Preços-Mercado passou a recuar 0,02 por cento em a primeira prévia de novembro, depois de os custos. Os dados divulgados nesta sexta-feira pela Fundação Getulio Vargas mostraram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo caiu 0,09 por cento no fase depois de alta de 0,42 por cento na primeira prévia de outubro. O IPA mede a variação dos custos no atacado e responde por 60 por cento do índice geral. Dentro do IPA, as Matérias-Primas agilizaram a queda a 2,62 por cento, ante recuo anterior de 0,17 por cento. A FGV realçou nesse movimento a conduta do minério de ferro, dos bovinos e da cana-de-açúcar. Já o Índice de Preços ao Consumidor , que tem peso de 30 por cento no índice geral, retardou a alta a 0,03 por cento na primeira prévia de novembro, contra 0,17 por cento no fase anterior. Segundo a FGV, a principal contribuição partiu do grupo Vestuário, cujos custos recuaram 0,35 por cento após progressão anterior de 1,18 por cento, com destaque para a conduta do item roupas. Faz 1 mês, o Índice Nacional de Custo da Construção progrediu 0,29 por cento, ante 0,06 por cento em a primeira prévia. Se usa O Igp-m como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

Leer Más

Amazon “invade” mercado desportivo com criação de três marcas próprias

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Amazon warehouse Glenrothes

Fotografia: Divulgação

Com é uma companhia transnacional de comércio electrónico das Estados Unidos com sede em Seattle, estado de Washington.

Leer Más

Em Londres, BC explica a investidores a crise de Brasil

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – London at Night 2012-05-16-002

– Na tentativa de explicar o que acontece recentemente no Brasil a investidores e analistas econômicos, Tiago Berriel admitiu na manhã desta quarta-feira que a crise política no Brasil trouxe incerteza aumentada quanto na velocidade do processo de reformas e ajustes na economia de Brasil. Tiago Berriel é o diretor da área internacional do Banco Central.No entanto, falou que o BC de Brasil tomou uma “ação firme” para conservar a funcionalidade total dos mercados, principalmente na área cambial. Na reunião, em Londres, ele detalhou os dispositivos utilizados para suprir a corrida ao dólar e tudo que foi feito para fornecer liquidez e ainda que o Banco Central e o Tesouro Nacional têm várias ferramentas em mãos, declarou. — Essas ações foram bem sucedidas no restabelecimento da antiga estabilidade ao mercado doméstico mercados financeiros. Tiago Berriel, que listou várias medidas feitas pelo BC que têm que melhorar o ambiente de negócios no Brasil, falou sobre os riscos que o Comitê de Política Monetária enxerga com a crise política. Com uma recuperação mais lenta, a inflação vai continuar controlada. No entanto, a turbulência pode afetar o dólar e ainda fazer com que a queda dos juros não seja tão extensa quanto esperado anteriormente. — Geralmente, as projeções condicionais do Copom atuais envolvem maior incerteza. Evidenciou que, atualmente, a economia de Brasil mostra maior habilidade para responder a choques internos e externos por ter um grande volume de reservas em moeda internacional e que a inflação está controlada e as expectativas estão ancoradas. Frisou que após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff a política econômica doméstica mudou de rumo e isso fez o risco-país cair substancialmente. Detalhou a agenda BC+ para ampliar a inclusão financeira, melhorar as leis, ampliar a eficiência do sistema financeiro e diminuir o preço do crédito no país. Informou, por exemplo, sobre as mudanças feitas no mercado de cartões de crédito, a mudança na Taxa de Juros de Longo Prazo _ que corrige os contratos do BNDES e que começam a vigorar no ano que vem- e ainda falou da Medida Provisória que dá mais poder ao Banco Central em processos punitivos e que cria o acordo de leniência para os bancos. Com isso, deduziu que o Brasil segue no percurso de diminuição de juros. — O cenário prescreve o prosseguimento do ciclo de flexibilização do política monetário, considerando os riscos atuais em torno do cenário de linha de base e as estimativas da extensão do ciclo. Sobre o cenário externo, declarou que tem sido favorável, como uma economia mundial mais forte, mas continuam a haver dúvidas quanto à alta de juros nos Estados Unidos e seus econseqüência Falou também sobre as incertezas sobre as perspectivas para a economia de China e a evolução dos custos das commodities.

O ministro escreveu: “Progressão de 0,28% do indicador de atividade econômica do BC em abril confirma nossas expectativas”.As previsões de que o Brasil começa a entrar numa rota de recuperação foram alimentadas pela boa performance do setor de serviços. Na quarta-feira, o IBGE divulgou que houve uma alta de 1% nesse segmento, o maior da economia de Brasil. Foi a melhor performance desde abril de 2013, o que estimulou os experts.- Haruhiko Kuroda alegou que a manutenção das atuais condições de política monetária frouxa é apropriada porque os custos estão em defasagem em relação nas melhoras da economia e permanecem distantes da meta de inflação do banco central. Haruhiko Kuroda é o presidente do banco central do Japão.Kuroda, em um discurso nesta quarta-feira, reiterou o crescente otimismo do Banco do Japão no cenário econômico devido aa ampliação das exportações, maior produção industrial e aperto do mercado de trabalho. Deram-se as declarações de Kuroda depois que se as compras de dívida por o governo caírem abaixo de sua orientação para as operações de mercado, a ata de a reunião de 26 e 27 de abril de o banco central mostrou que as autoridades não veem problemas. “Nossa economia está em base mais firme, mas ainda estamos muito distantes de nossa meta de inflação de 2 por cento”, declarou Kuroda. “É apropriado conservar as condições monetárias frouxas com nossa atual estrutura de operações do mercado.” Faz 2 meses, o Banco do Japão conservou a política monetária em a reunião e ofereceu sua avaliação mais otimista da economia em nove anos. Desde então, Kuroda tem repetidamente sinalizado que não admira o fim antecipado do estímulo, e que o ritmo de compras de dívida do governo pode ampliar de novo tão facilmente quanto reduziu recentemente.- O Conselho Monetário Nacional tem que fixar a meta de inflação para 2019 em 4,25% ao ano, confirmaram fontes escutadas pelo GLOBO. O valor é levemente inferior àquele em vforcitadesde 2005 e que vale até 2018, de 4,5% ao ano. A equipe econômica até ponderou ser mais radical e estipular um alvo de 4%. No entanto, a avaliação foi que isso seria prejudicial, porque havia o risco de sinalizar que os juros deveriam subir para alcançar o resultado. O jornal antecipou a informação de que a meta tem que ficar em %4,25 a o ano em 2019 ” Valor Econômico ” ontem. Nos bastidores, havia pressão para que o CMN fosse mais ousado. O recrudescimento da crise política, entretanto, passou a dificultar uma queda maior na meta de inflação. Para um integrante do governo, o ideal é fazer uma mudança gradual, para garantir o processo de desinflação do país. — O que a gente deseja é ancorar as expectativas — confirmou uma fonte da equipe econômica. O receio é que uma indicação mais agressiva tivesse o conseqüência oposto. Ou seja, que os juros futuros voltassem a subir, já que ninguém sabe ao certo qual vai ser o desfecho da crise política e seus efeitos sobre a economia de Brasil, que começa a dar sinais de recuperação. — A intenção é sinalizar diminuição da inflação sem sinalizar nada para a política de curto prazo — explicou outro integrante do governo. Na segunda-feira, durante a tradicional reunião do BC com economistas, os representantes da autoridade monetária escutaram queixas de que está bastante difícil fazer cenários e previsões, por causa da indefinição dos rumos políticos no país. — Está todo mundo perdido — sintetizou um participante do encontro. Quando se vai decidir a meta de inflação para 2019, as atenções dos analistas estão voltadas para o norte que será mencionado pela equipe econômica após a reunião do CMN da última semana de junho. No Banco Central, um objetivo de longo prazo é levar a meta de inflação para 3% ao ano. ‘OPORTUNIDADE A SE APROVEITAR’ “Fala-se em diminuição de 4,50% para 4,25% . Parece pouco; bastante barulho por nada, ou quase nada. Mas é difícil imaginar, ainda by the book , que a chance atual não seja aproveitada”, evidenciou José Francisco de Lima Gonçalves em comunicado aos clientes. José Francisco de Lima Gonçalves é economista-chefe Banco Fator. Os analistas esperam sinais mais claros no relatório trimestral de inflação do BC, que será publicado na semana que vem. Além de tentar compreender o cenário de longo prazo da autoridade monetária, os experts desejam indicações de quais serão os próximos passos na condução da política de guerrazinha à inflação. Há a estimativa de que o BC reduza o ritmo de queda dos juros daqui para frente.

Leer Más

IGP-M recua 0,99% na 2ª prévia de abril e tem menor taxa para uma 2ª leitura, declara FGV

Por: SentiLecto

– O Índice Geral de Preços-Mercado recuou 0,99 por cento na segunda prévia de abril e registrou a menor taxa da série para a segunda leitura do indicador, com forte recuo das matérias-primas brutas no atacado. No mesmo fase de apuração de março, o IGP-M havia exibido progressão de 0,08 por cento. Os dados divulgados nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas mostraram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo , que mede a variação dos custos no atacado e responde por 60 por cento do índice geral, exibiu no fase aceleração da deflação a 1,60 por cento, contra recuo de 0,08 por cento antes. Dentro do IPA, exclusivamente as Matérias-Primas Brutas exibiram recuo de 4,62 por cento no fase, contra alta de 0,28 mês anterior, com destaque para o minério de ferro, a soja e o milho. Por outro lado, os custos dos bens finais passaram a subir 0,27 por cento na segunda prévia de abril, depois de caírem 0,22 por cento em março. Os custos ao consumidor por sua vez mostraram pouca mudança na segunda prévia de abril, com o Índice de Preços ao Consumidor , que tem peso de 30 por cento no índice geral, subindo 0,30 por cento após progressão de 0,32 por cento na segunda leitura de março. A principal contribuição para o resultado do IPC veio do grupo Transportes, que recuou 0,34 por cento ante alta de 0,45 por cento no mês anterior, com destaque para o item gasolina. O grupo Vestuário também exibiu recuo, de 0,50 por cento, após alta de 0,41 por cento antes. Já o Índice Nacional de Custo da Construção recuou 0,09 por cento na segunda prévia de abril, contra progressão de 0,52 por cento no fase anterior. O igp-m como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis, se o usa. A segunda prévia do IGP-M calculou as variações de custos no fase entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Leer Más

Vendas no varejo recuam 1,9% em março sobre um ano antes

Por: SentiLecto

– O comércio varejista brasileiro teve queda de 1,9 por cento nas vendas em março sobre o mesmo fase do ano passado, segundo levantamento da companhia de meios de pagamento Cielo CIEL3.SA>, divulgado nesta segunda-feira. Segundo o administrador da área de inteligência da Cielo, que apurou ainda que adaptando a performance de março a conseqüência de calendário, o índice deflacionado de vendas do mês passado teve queda de 2,2 por cento, “Gabriel Mariotto “a retração de março de 2017 é a menor desde julho de 2015″. Gabriel Mariotto é platô que menciona uma desaceleração em relação ao ritmo de fevereiro. Porém, em termos nominais, sem descontar a inflação, houve crescimento de 1,4 por cento nas vendas do mês passado sobre um ano antes. Mariotto em comunicado àoijornalismo, declarou: “O que aconteceu foi principalmente uma queda forte nos custos de 2016 para o primeiro trimestre de 2017, portanto o negociante ainda não viu sua receita recuperar o crescimento de anos anteriores”. mas ainda acima dos meses precedentes”. Faz 1 mês, segundo a pesquisa, somente as categorias de Turismo e Transportes, Drogarias e Farmácias e Vestuário não tiveram retração de vendas. Faz 1 mês, o conjunto de setores com performance mais fraco de vendas foi o que comercializa bens não duráveis, impactado por retrações de vendas em Supermercados e Hipermercados e Postos de Combustível. A Cielo no comunicado alegou: “Além da retração, estes setores retardaram em março em relação ao ritmo de vendas de fevereiro”. O destaque positivo, segundo a companhia, foi o de Vestuário, que puxou para cima o conjunto de setores que vendem bens duráveis e semiduráveis. A companhia identificou que todas as regiões do país padeceram queda de vendas reais em março sobre um ano antes. Se calcula cielo de icva o índice, chamado por a , com base em as vendas realizadas em os mais de 1,7 milhão de pontos ativos de máquinas de pagamento credenciados por a empresa.

Leer Más