Incêndios: Quatro fogos conservam-se ativos, mas com aprimoramentos – Proteção Civil

Por: SentiLecto

Apesar de terem registado aprimoramentos durante Miguel Cruz adicionando que não há aldeias evacuadas, nem estradas cortadas, quatro incêndios estavam nas 07:30 de hoje ativos. Miguel Cruz é o adjunto nacional de operações. Miguel Cruz é o adjunto nacional de operações.apesar de terem vindo a registar alguns aprimoramentos no seu desenvolvimento durante a noite com a extinção, este momento conservamo ainda quatro incêndios ativos de algumas das frentes ativas”, declarou.Segundo o adjunto nacional de operações da Autoridade Nacional de Proteção Civil , estava ainda por dominar hoje de manhã o incêndio em Vila Chã, concelho de Alijó, distrito de Vila Real, que mobiliza 685 operacionais, com o suporte de 179 veículos.”Este incêndio ainda está ativo em cerca de 20% do seu perímetro. Depois temos também o fogo em Santiago de Cassurães e Póvoa de Cervães com o suporte de 142 veículos, conservando uma frente ativa Póvoa de Cervães é concelho de Mangualde., mas já com focos com pouca intensidade”, explicou.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Ativo está também, segundo Miguel Cruz, um incêndio no distrito guardense na clientela de Rochoso e Monte Margarida que mobiliza 307 operacionais, com a ajudinha de 103 veículos, conservando cerca de 20 a 30% do perímetro ainda ativo.”Tivemos também um reacendimento em Vila Nova de Foz Coa, localidade de Murça, Freixo de Numão, que está a ser lutado por 39 bombeiros, apoiados por 10 veículos”, declarou.

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Incêndios: Fogo de Alijó aproxima-se de mais uma aldeia, retiradas cinco pessoas

Por: SentiLecto

O incêndio em Alijó aproximava-se, pelas 19:40, de mais Franzilhal de onde foram já retiradas cinco pessoas de quatro habitações, incluindo dois acamados que vão ser transportados para a Santa Casa da Misericórdia de Alijó. Franzilhal é uma aldeia.Estas cinco unem-se às 16 pessoas já retiradas durante a tarde de hoje de algumas aldeias do concelho de Alijó, cujo incêndio ptinha pelas 18:00, três frentes ativas, depois de várias reativações.As chamas aproximaram-se e rodearam algumas aldeias durante a tarde, nomeadamente Vila Chã, Francelos, Pegarinhos e Porrais, já no concelho de Murça, e os acessos a estas localidades estão muito condicionados. As estradas municipais entre Vila Chã e Francelos e entre Santa Eugénia e Carlão, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, estiveram também cortadas. O incêndio em Alijó deflagrou na madrugada de domingo e, de acordo com informações disponibilizadas pelas 19:50 na página da Internet da Proteção Civil, estava a ser lutado por oito meios aéreos, 532 operacionais e 159 viaturas.

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Incêndios: Cinco pessoas retiradas de casas em Alijó mas aldeia “não esteve em perigo”

Por: SentiLecto

Cinco pessoas foram retiradas de habitações em Santa Eugénia, onde hoje chegou o incêndio que iniciou na madrugada de domingo em Alijó, distrito de Vila Real, mas a aldeia “jamais esteve em perigo”, declarou o comandante operacional.De acordo com o culpado pelas operações no terreno, Pedro Duarte, “pese embora a situação [do fogo] tenha acontecido no perímetro da aldeia”, ao começo da tarde, a povoação “jamais esteve em perigo”.Segundo o comandante operacional, numa “zona mais próxima da frente de fogo, três pessoas foram retiradas de uma habitação que serve de acolhimento a idosos”, ao mesmo tempo que, numa outra área, e por uma questão de “prevenção”, duas pessoas residentes “numa zona rural foram deslocadas para o centro da aldeia”.O culpado adicionou que encaminhou-se as três pessoas retiradas de a residência de acolhimento a idosos para o pavilhão municipal de Alijó.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O incêndio que iniciou na madrugada de domingo em Alijó, chegou pelas 13:00 de hoje “ao perímetro” da aldeia de Santa Eugénia, cerca de uma hora depois de, num balanço aos jornalistas, o comandante operacional mencionar que as quatro frentes do incêndio tinham sido diminuídas de quatro para duas.Na altura, conservavam-se ativas as frentes de Agrelos e Carlão.De acordo com informações disponibilizadas pelas 14:00 na página da Internet da Proteção Civil, o fogo em Alijó, na clientela de Vila Chã, está a ser lutado por oito meios aéreos, 433 homens e 131 viaturas.Até por volta das 12:00, o equipamento no terreno era composto por quatro aeronaves pesadas e dois helicópteros ligeiros, estando calculado o reforço dos meios aéreos com o Canadair de Espanha.No terreno encontravam-se, desde o começo da manhã, cerca de 450 operacionais apoiados por cerca de 140 veículos e oito máquinas de rasto e pelotões do exército.

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Incêndios: Cerca de 150 operacionais reforçarão guerrazinha ao fogo de Alijó

Por: SentiLecto

Cerca de 150 bombeiros reforçarão a guerrazinha ao incêndio que deflagrou em Vila Chã, Alijó onde estão mobilizados 330 operacionais Alijó é distrito de Vila Real., e as pessoas que foram retiradas das aldeias por cautela já retornaram a casa.O comandante distrital de operações de ajudinha de Vila Real, Álvaro Ribeiro, fez um ponto da situação do fogo que já lavra há cerca de 24 horas e referiu que, no terreno, estão 330 operacionais e 92 veículos.O fogo progride em três frentes e, segundo o culpado, cerca das 01:00 não havia aldeias em perigo. As atenções concentram-se nas áreas das aldeias de Carlão, Pegarinhos e Santa Eugénia.De acordo com o comandante distrital, que falava aos jornalistas no posto de comando, durante a noite a guerrazinha vai ser reforçado com cinco grupos, de cerca de 30 elementos cada, provenientes da zona sul do país e de Viana do Castelo.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.No terreno estão também quatro máquinas de rasto e, durante o dia, serão deslocadas mais quatro para auxiliarem nas operações de guerrazinha às chamas.”Estamos em crer que durante a noite, face a condições favoráveis, nós teremos condições para dar o incêndio como dominado”, alegou Álvaro Ribeiro.O comandante distrital referiu ainda que as cerca de 30 pessoas, principalmente idosos e crianças, que foram retiradas das aldeias de Chã, Vila Chã e Casas da Serra, já retornaram às suas casas.O culpado adiantou que as chamas que queimaram ainda alguns armazéns de arrumos atingiram uma casa de habitação , que queimaram ainda alguns armazéns de arrumos e agrícolas.Quanto àosfequívocosde comunicação, Álvaro Ribeiro ddeclarouque o eaumentadonúmero de chamadas provocou “alguns tempos de fequívocode comunicações, mas jamais inviabilizaram as comunicações entre as equipas, posto de comando e sectores”.”Pedimos um reforço e o reforço, quando percebemos que havia um grande trânsito está aí e o objetivo é que a rede possa responder a este grande fluxo de comunicações”, destacou.mobilizou-se uma carrinha para o terreno, com equipamento SIRESP.se deu o alerta para o incêndio de Vila Chã cerca de as 02:00 de domingo, o fogo chegou a ser dado como dominado a o começo de a tarde, mas verificou-se, depois, uma forte reativação.Durante a noite, o posto de comando instalado no santuário da Nossa Senhora da Piedade, em Sanfins do Douro, vai ser transferido para o aeródromo da Chã.

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Incêndios: Autarca de Alijó alerta que fogo está “bastante angustiante”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Valpaços

O incêndio de Alijó, que tem três frentes ativas, exibe uma “situação muitoCarlos Magalhães adicionando que o vento está a levar as chamas para sítios imprevistos. Carlos Magalhães é o presidente da autarquia. Carlos Magalhães é o presidente da autarquia.Falando aos jornalistas cerca das 21:40, o autarca mencionou que os meios aéreos já não conseguem voar de noite e que das suas casas em, pelo menos, três aldeias: Chã, Vila Chã e Casas da Serra.Trata-se de idosos, acamados e crianças que foram sediadas num pavilhão gimnodesportivo.”Está aqui o retrato do que não se tem que fazer. Estamos todos os anos a concentrar os meios de que dispomos na guerrazinha ao incêndio e, na prevenção, nada ou quase nada. Faz 9 meses, a guerrazinha a este incêndio tinha que ter “, alegou.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Carlos Magalhães alegou que “a dimensão do fogo é gigantesca” e que o vento mudou de direção e está a levar as chamas para sítios onde não se esperava.Para já, não é possível fazer um balanço das perdas, declarou.Um empresário local, Pedro Santos, declarou à agência Lusa que o fogo lhe queimou cerca de 300 toneladas de lenha de oliveira e calgozque estavam na zona industrial de Alijó, provocando uumapperdaeestimadaem 15 mil euros.O futuro da companhia familiar está em risco, alegou, admitindo que não sabe o que fazer.”Isto parecia o fim do mundo, estávamos aqui rodeados pelas chamas”, contou a sua mulher, Rosa Santos.

Deu-se o incêndio que lavrava desde hoje em a tarde em o Paul como dominado em as 23:17, conservando se em o terreno 347 bombeiros apoiados por 110 viaturas, como dominado em as 23:17, conservando se em o terreno 347 bombeiros apoiados por 110 viaturas, segundo os bombeiros. O incêndio que lavrava desde hoje na tarde no Paul é concelho covilhanense. O incêndio que lavrava desde hoje na tarde no Paul é concelho covilhanense.nte do Comando de Operações de Socorro de Castelo Branco declarou à agência Lusa que “o fogo está dominado em todo o seu perímetro e os meios mconservase no terreno”.Este fogo deflagrou, às 14:56, na zona do Santuário da Nossa Senhora das Dores, na fclientelado Paul, tendo pavançadopara as fclientelasvizinhas do Barco e da Coutada.Segundo o comandante operacional distrital de Castelo Branco, Francisco Peraboa, o vento bastante forte e as qualidades do terreno foram os principais obstáculos da guerrazinha, que além do forte equipamento terrestre também chegou a envolver 13 meios aéreos.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Um incêndio que deflagrou hoje à tarde entre Moura e Alqueva, no Alentejo, tem duas frentes ativas e obrigou ao corte do ttráfegonum troço de uma das estradas de acesso à cidade, segundo fonte dos bombeiros.A fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Beja mencionou à agência Lusa que, cerca das 17:00, estava cortada a estrada entre a Ponte do Ardila e oacencruzilhadade S. Miguel, um dos acessos a Moura.se deu o alerta para o incêndio em as 15:00 e as operações de guerrazinha mobilizam 73 operacionais, com o suporte de 23 viaturas e de dois meios aéreos. incêndio está a lavrar numa zona de mato e sobreiros, junto à ponte do Ardila, entre Moura e o paredão da brepresade Alqueva, no distrito de Beja.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O fogo em mato e pinhal que deflagrou à 01:55 em Vila Chã, no concelho de Alijó, já tem três frentes ativas e está a ser clutadopor 146 bombeiros e 39 veículos.De acordo com o Comando Operacional de Operações de Socorro de Vila Real, no distrito de Vila Real há somente este incêndio ativo.O fogo, em mato e pinhal, deflagrou à 01:55 de hoje e tinha, pelas 04:30, duas frentes ativas, segundo o CDOS de Vila Real.As chamas ardem em zona de “difíceis acessos” e “há vento no local”, o que “dificulta o trabalho” dos bombeiros, segundo fonte do CDOS.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.No distrito bragançano um outro incêndio em mato está a ser lutado por 102 bombeiros, apoiados por 37 veículos, na clientela de Vale de Asnes, no concelho de Mirandela.Segundo a página na Internet da Proteção Civil, há hoje de manhã um total de 41 fogos ativos – que mobilizam 512 bombeiros e 165 veículos – dos quais 29 estão em curso, quatro em determinação e oito em finalização.

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