Confiança da construção tem leve alta em julho, declara FGV

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fgv logo

– A confiança da construção de Brasil registrou leve alta em julho, com melhora tanto da avaliação atual quanto das perspectivas no curto prazo, informou a Fundação Getulio Vargas nesta quarta-feira. O Índice de Confiança da Construção do Brasil registrou alta de 0,4 ponto e foi a 74,6 pontos. No mês passado, o índice já havia subido 0,2 ponto. Ana Maria Castelo por meio de nota realçou: “A progressão do ICST fortalece a percepção de que o pior momento da crise ficou para trás”. Ana Maria Castelo é a coordenadora de projetos da construção da FGV-IBRE. O índice de confiança está somente sete pontos acima do mínimo histórico e 25 pontos abaixo da média, embora tenha exibido alta em julho. Ana Maria declarou: “O lento crescimento e as idas e vindas da confiança nos últimos meses sinalizam um quadro ainda muito frágil para a atividade da construção, no qual as bases para retomada ainda não estão garantidas”. No ICST, o Índice de Expectativas subiu 0,3 ponto, para 85,1 pontos, com o otimismo com a situação dos negócios nos seis meses seguintes. O Índice da Situação Atual também progrediu, alta de 0,5 ponto, a 64,4 pontos, devido à melhora do indicador que mede a situação dos negócios correntes. Já o Nível de Utilização da Capacidade do setor progrediu 0,3 ponto percentual em julho, para 61,8 por cento. Faz 1 mês, quando teve oscilação de 1,36 por cento, a FGV informou também que o Índice Nacional de Custos da Construção variou 0,22 por cento em julho, abaixo do observado.

– A confiança do consumidor no Brasil voltou a recuar em julho, consolidando a tendência de queda já apurada na leitura do mês passado, diante do quadro de instabilidade política, informou a Fundação Getulio Vargas nesta segunda-feira. O Índice de Confiança do Consumidor da FGV registrou queda de 0,3 ponto em julho e foi a 82 pontos. No mês anterior, o indicador já havia recuado 1,9 ponto. Segundo a FGV, o recuo do ICC em julho foi influído pela piora das perspectivas em relação à economia com a crise política que atinge o presidente Michel Temer, que já desembocou em dacusaçãopor crime de corrupção passiva contra ele. Faz 1 ano, o indicador que mede as perspectivas econômicas recuou 2,2 pontos em a comparação, para 106,9 pontos, o menor nível desde dezembro de 2016. Viviane Seda Bittencourt por por meio de nota. Enquanto a incerteza estiver, informou: ” aumentada, o consumidor terá que permanecer cuidadoso na hora de assumir novos gastos de consumo”. Viviane Seda Bittencourt é a coordenadora da Sondagem do Consumidor. Em julho, o Índice da Situação Atual registrou queda de 0,4 ponto, ao passar para 69,7 pontos, e o Índice de Expectativas caiu 0,3 ponto, para 91,4 pontos, o que sinaliza, segundo a FGV, ampliação do pessimismo com relação à recuperação econômica. Faz 1 mês, a crise política afetou todos os índices de confiança. Além da piora na pesquisa do consumidor, as confianças do comércio, da indústria e do setor de serviços recuaram no mês passado. A expectativa de analistas é de que a inflação mais branda e o ciclo de queda de juros possam auxiliar a evitar maior danificação nos índices ao longo dos próximos meses.

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J.D. Power ha publicado en los EE.UU. a las marcas más y menos confiables

Por: SentiLecto

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Los títulos de Tesla han ingresado en barrena. En tan sólo dos semanas de actividad bursátil la sacudida fue del 20%, una sanción alimentada por un reporte negativo de Goldman Sachs y por una prueba de seguridad en el que su modelo estrella, el S, no ha pasado las pruebas a la altura de lo que se esperaba.

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