Índice de Xangai tem pior semana em 2017 com preocupações econômicas

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – ISS-46 Shanghai nighttime view

– O índice de Xangai registrou a sua pior semana em 2017, com preocupações sobre as perspectivas econômicas mais extensas, diminuindo o apetite de risco dos investidores. Enquanto o índice de Xangai ficou estável, o índice CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,2 por cento. Enquanto o SSEC perdeu 2,2 por cento, na semana, o CSI300 caiu 0,5 por cento. Preocupações crescentes de os investidores atingiram a confiança sobre as perspectivas econômicas chinas. Uma sondagem da Reuters calcula que o crescimento econômico de China retarde para 6,5 por cento neste ano e deve se enfraquecer mais para 6,2 por cento em 2018, como o governo tentando desaquecer o setor imobiliário e conter os riscos de uma arriscado ampliação de dívida. O índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, progrediu 0,5 por cento diante de performance sólida de Wall Street na quinta-feira com expectativa de forte crescimento do lucro no primeiro trimestre. O índice, no entanto, acumulou uma perda semanal de 0,4 por cento. . Em TÓQUIO, o índice Nikkei progrediu 1,03 por cento, a 18.620 pontos. . Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,06 por cento, a 24.042 pontos. . Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,03 por cento, a 3.173 pontos. . O índice CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em XANGAI e SHENZHEN, progrediu 0,15 por cento, a 3.466 pontos. . Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,74 por cento, a 2.165 pontos. . Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,88 por cento, a 9.717 pontos. . Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,06 por cento, a 3.139 pontos. . Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 progrediu 0,56 por cento, a 5.854 pontos.

– O Brasil aumentará menos do que a média dos países da América do Sul em 2017 e em 2018, com performance somente melhor do que a Venezuela e o Equador, países que vêm padecendo fortemente com a queda nos custos do petróleo. O cálculo é do Fundo Monetário Internacional , que conservou a projeção de expansão de somente 0,2 por cento para o Produto Interno Bruto brasileiro neste ano, depois de dois anos seguidos de recessão, e Faz 3 meses, melhorou a expectativa de 2018 para 1,7 por cento, ante 1,5 por cento calculados. No fase, a América do Sul deve aumentar 0,6 e 1,8 por cento, respectivamente, mostrou o FMI nesta terça-feira ao divulgar seu relatório “Perspectiva Econômica Global”. Na região, o Brasil só ganha da Venezuela e do Equador, que terão que ver suas economias encolhendo 7,4 e 1,6 por cento neste ano, respectivamente. A melhor performance tem que vir da Bolívia, com crescimento de 4 por cento em 2017. O crescimento médio calculado pelo FMI tem que ser de 1,1 e 2 por cento em 2017 e 2018, com destaque para o México, cujo PIB tem que ter expansão de 1,7 e 2 por cento, respectivamente, quando se olha para a América Latina toda. “No Brasil, o ritmo de contração reduziu, mas o investimento e a produção ainda estavam começando a sair do fundo do poço no fim de 2016″, informou o FMI no relatório. O crescimento brasileiro em 2017 também vai ser inferior ao das economias emergentes, cuja alta esperada é de 4,5 por cento. Ao esperar recuperação gradual para a economia brasileira neste e no próximo ano, o FMI considera fundamental a execução de “ambiciosas” reformas econômicas e fiscal. “Para reforçar a consolidação fiscal no médio prazo, as reformas teriam que incidir sobre as despesas insustentáveis, incluindo o sistema de seguridade social, mas também devem ser adotadas medidas para conseguir diminuição mais direta do déficit orçamentário”, informou o FMI no relatório. O FMI também realçou a necessidade de reformas que possam impulsionar o crescimento potencial brasileirocaracterística de vida da população, após a longa recessão enfrentada pelo país. A estimativa do FMI para o PIB de Brasil é mais pessimista do que a apurada pelo relatório Focus do Banco Central, que escuta semanalmente uma centena de economistas e menciona progressão de 0,4 por cento em 2017 e de 2,5 por cento para 2018. Para a economia mundial, o FMI estima crescimento de 3,5 por cento em 2017 e de 3,6 por cento no ano que vem.

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Inflação sobe menos que o esperado em abril e vai abaixo do centro da meta

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Torre coimbra

– A prévia da inflação oficial brasileira subiu menos que o esperado em abril e foi abaixo do centro da meta do governo, no resultado mais fraco em pouco mais de sete anos e favorecendo diminuições de juros mais agressivas pelo Banco Central. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 subiu 4,41 por cento em 12 meses até abril, contra progressão de 4,73 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira. A meta oficial é de 4,5 por cento pelo IPCA, com tolerância de 1,5 ponto percentual, neste ano e no próximo. Quando subiu 4,31 por cento, trata-se do nível mais baixo do IPCA-15 nessa base de comparação desde janeiro de 2010. Na comparação mensal, o IPCA-15 subiu 0,21 por cento, sobre 0,15 por cento em março, também abaixo do esperado e na leitura mais baixa para abril desde 2006 . Faz 1 mês, em pesquisa de a Reuters, as projeções eram em 12 meses. “Amplia a chance de o BC ser mais agressivo no corte de juros. Ninguém esperava, um tempo atrás, que a inflação voltaria para a meta logo no primeiro trimestre”, alegou o analista de inflação da consultoria Tendências, Marcio Milan, que ainda conserva a precaução e continua projetando novo corte de 1 ponto na próxima reunião do BC, em maio. Faz 1 mês, segundo o IBGE, os grupos Transportes e Artigos de Residência tiveram queda em os custos, de 0,44 e 0,43 por cento, respectivamente em a comparação com março. Um uma vez que o litro da gasolina ficou 2,24 por cento mais barato e o do etanol, dos destaques foi o recuo de 2,77 por cento nos custos dos combustíveis , 5,48 por cento. Os custos dos grupo de Habitação e Educação mostraram forte desaceleração da alta, com o primeiro subindo 0,39 por cento em abril após 0,64 por cento no mês anterior. Os custos de Educação progrediram 0,14 por cento, contra 0,87 por cento. Na outra ponta, com forte peso sobre os bolsos dos consumidores, os custos de alimentos registraram alta de 0,31 por cento em abril depois de recuarem 0,08 por cento no mês anterior. Somente o tomate ficou 30,79 por cento mais caro. Faz 1 mês, a inflação de serviços subiu 0,44 por cento, segundo as contas de a Tendências, sobre 0,25 por cento em março. A progressão foi devido principalmente a a ampliação de 15,32 em os custos de as passagens aéreas e, excluindo esse item, a inflação de serviços retardaria a 0,31 por cento, sobre 0,34 por cento. Na semana passada, o BC agilizou o ritmo e cortou a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, para 11,25 por cento ao ano, e informou que chegou a debater que a conjuntura econômica já permitiria diminuição maior, mas acabou optando por queda mais modesta devido ao cenário de incertezas e riscos. O resultado do IPCA-15 também favorece o debate, que já existe dentro do governo, de adotar uma meta de inflação menor para a partir de 2019.

– O Índice de Atividade Econômica do Banco Central , espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto , registrou alta de 1,31 por cento em fevereiro na comparação com o mês anterior, segundo dados dessazonalizados divulgados pelo BC nesta segunda-feira. A performance veio bem melhor que a progressão de 0,55 por cento no mês projetado por analistas consultados pela Reuters. – O Brasil aumentará menos do que a média dos países da América do Sul em 2017 e em 2018, com performance somente melhor do que a Venezuela e o Equador, países que vêm padecendo fortemente com a queda nos custos do petróleo. O cálculo é do Fundo Monetário Internacional , que conservou a projeção de expansão de somente 0,2 por cento para o Produto Interno Bruto brasileiro neste ano, depois de dois anos seguidos de recessão, e Faz 3 meses, melhorou a expectativa de 2018 para 1,7 por cento, ante 1,5 por cento calculados. No fase, a América do Sul deve aumentar 0,6 e 1,8 por cento, respectivamente, mostrou o FMI nesta terça-feira ao divulgar seu relatório “Perspectiva Econômica Global”. Na região, o Brasil só ganha da Venezuela e do Equador, que terão que ver suas economias encolhendo 7,4 e 1,6 por cento neste ano, respectivamente. A melhor performance tem que vir da Bolívia, com crescimento de 4 por cento em 2017. O crescimento médio calculado pelo FMI tem que ser de 1,1 e 2 por cento em 2017 e 2018, com destaque para o México, cujo PIB tem que ter expansão de 1,7 e 2 por cento, respectivamente, quando se olha para a América Latina toda. “No Brasil, o ritmo de contração reduziu, mas o investimento e a produção ainda estavam começando a sair do fundo do poço no fim de 2016″, informou o FMI no relatório. O crescimento brasileiro em 2017 também vai ser inferior ao das economias emergentes, cuja alta esperada é de 4,5 por cento. Ao esperar recuperação gradual para a economia brasileira neste e no próximo ano, o FMI considera fundamental a execução de “ambiciosas” reformas econômicas e fiscal. “Para reforçar a consolidação fiscal no médio prazo, as reformas teriam que incidir sobre as despesas insustentáveis, incluindo o sistema de seguridade social, mas também devem ser adotadas medidas para conseguir diminuição mais direta do déficit orçamentário”, informou o FMI no relatório. O FMI também realçou a necessidade de reformas que possam impulsionar o crescimento potencial brasileirocaracterística de vida da população, após a longa recessão enfrentada pelo país. A estimativa do FMI para o PIB de Brasil é mais pessimista do que a apurada pelo relatório Focus do Banco Central, que escuta semanalmente uma centena de economistas e menciona progressão de 0,4 por cento em 2017 e de 2,5 por cento para 2018. Para a economia mundial, o FMI estima crescimento de 3,5 por cento em 2017 e de 3,6 por cento no ano que vem. Faz 1 mês, o núcleo de a inflação em a zona de o euro ficou acima do inicialmente, informou em esta quarta-feira a agência de estatísticas de a União Europeia, confirmando a estimativa para o número repleto.

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Mercados acionários de China progridem e concluem sequência de 4 dias de quedas

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – ISS-46 Shanghai nighttime view

Faz 16 dias, enquanto escapam de pequenas companhias e de papéis relacionados em a nova zona econômica de Xiongan, os mercados acionários chinoschinos suspenderam em esta dias de perdas, com os investidores continuando a buscar cobertura em ações defensivas como os setores de consumo e saúde.nquanto o índice de Xangai teve alta de 0,06 por cento, o índice CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, progrediu 0,47 por cento.

“Embora o nível do índice FTSE 100 muitas vezes caia quando a libra é fortalecida, é importante olhar para a performance das companhias do índice; aquelas com lucros domésticos e preços externos tem geralmente se beneficiado de maneira pertinente”, declarou o diretor do comitê de investimentos da gestora de fundos Brooks Macdonald, Edward Park.

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OMS: vício em tabaco poderia impedir diminuição da pobreza na China

Por: SentiLecto

A Organização Mundial da Saúde informou que o vício em tabaco na China poderia impedir que este país atinja seu objetivo de diminuição da pobreza traçado para o ano de 2020, informou neste sábado o jornal “South China Morning Post”.

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