5 grandes mitos sobre a Primeira Guerra Mundial

Por: SentiLecto

Estes são links externos e vão abrir numa nova janela Nenhuma combate na história atrai mais discordância e gera mais mitos do que a Primeira Guerra Mundial., que bastante do que achamos saber sobre o conflito, que aconteceu entre 1914 e 1918, está errado,

Francisco desde a janela palatinopalatino diante dos fiéis que ouviam na Praça de São Pedro, depois de realizar orações pelas vítimas “daquela enorme calamidade”. exclamou: “Declaremos com força: Investam na paz, não no combate!”.

Para os soldados que combateram, o combate foi, em alguns aspectos, melhor do que confrontos anteriores e, em outros, piores.

Mas descrevê-la como excepcionalmente trágica nos impede de conhecê-la a fundo.

Tampouco nos permite compreender o que passaram soldados e civis presos em outros inúmeros confrontos passados e atuais.

Cheque abaixo cinco mitos sobre a Primeira Guerra Mundial, cujo fim completa 100 anos neste domingo.

Cinquenta anos antes de o começo de a Primeira Guerra Mundial , um conflito arruinou o sul chino ainda mais sangrento.

Após o Ângelus declarou: “A página histórica do primeiro conflito global é para sempre uma severa chamada a recusar a cultura do combate e a buscar todos os meios lícitos para pôr fim a todos os conflitos que ainda atingem muitas regiões do mundo”.

Estimativas conservadoras do número de mortos nos 14 anos do motim de Taiping mencionam que 20 a 30 milhões de pessoas faleceram.

Na Primeira Guerra Mundial, 17 milhões de soldados e civis perderam a vida.

Grandes extensões da Europa ficaram em ruínas, milhões faleceram ou ficaram feridos. Os sobreviventes passaram a exibi graves traumas mentais.

Nesse contexto, seria difícil falar em ganhadores.

No entanto, do ponto de vista exclusivamente militar, o Reino Unido e seus aliados foram os grandes vitoriosos.

A Marinha Real britânica de combate alemães conteve os navios a ponto de suas tripulações se entregarem em vez de arremessarem um ataque suicida.

O exército de Alemania entrou em colapso depois de uma série de ataques dos aliados.

Faz 100 anos, em o fim, o imperador alemão e seu conselheiro militar Erich Ludendorff admitiram que não havia mais esperança de triunfo e que a Alemanha deveria orar por a paz. O armistício de 11 de novembro foi essencialmente uma capitulação de Alemania.

Faz 73 anos, ao contrário de Adolf Hitler o governo de Alemania não insistiu em conservar uma luta inútil uma resolução que resgatou inúmeras vidas e sem sentido até que os Aliados chegassem a Berlim, uma resolução que resgatou inúmeras vidas, mas depois serviu para a sustentar a versão de que se derrotou a Alemanha jamais foi realmente derrotada em a Primeira Guerra Mundial.

O tratado de Versalhes confiscou 10% do território da Alemanha, mas deixou o país como a maior e mais rica nação da Europa central.

Quase não havia forças de profissão e os consertos financeiros estavam ligadas à sua chabilidadede pagamento.

Além disso, em sua maioria, essas indenizações não foram reivindicadas.

O tratado foi com certeza menos severo do que aqueles que puseram fim à Guerra Franco-Prussiana de 1870-71 e à Segunda Guerra Mundial.

No primeiro caso, os alemães vitoriosos no conflito franco-prussiano anexaram grandes porções do território de duas ricas províncias de Francia, nas quais o ferro do país era produzido. Além disso, forçaram Paris a pagar uma conta enorme.

No segundo, a Alemanha foi ocupada, dividida, os maquinários de suas se forçaram fábricas arruinados ou roubados e milhões de prisioneiros a permanecer com seus captores e trabalhar como escravos.

Além disso, o país perdeu todo o território que havia conquistado na Primeira Guerra Mundial.

Versalhes não foi um tratado duro, mas Hitler que se aproveitou exibiu como tal ele , de a ira popular contra o acordo para chegar a o poder.

As táticas e a tecnologia jamais mudaram tão radicalmente em quatro anos de luta.

Foi um momento de inovação extraordinária.

Faz 104 anos, enquanto homens com roupas de pano agrediam o opositor sem as defesas necessárias, os generais galoparam a cavalo por os campos de combate, em 1914. Ambas as partes estavam armadas principalmente com rifles.

Quatro anos depois, equipes de guerrazinha com capacetes de aço progrediram protegidas por cortinas de granadas de artilharia.

Os soldados estavam armados com lança-chamas, metralhadoras portáteis e granadas que se as disparavam a partir de rifles.

Acima deles, aeronaves, que em 1914 teriam sido inimaginavelmente sofisticados, sobrevoavam os céus, alguns carregando rádios experimentais e fazendo transmissões ao vivo.

Enormes peças de artilharia disparavam com exatidão, utilizando somente fotografias aéreas e matemática para acertar alvos com um único ataque.

Os tanques haviam passado da mesa de projeto para o campo de combate em somente dois anos, mudando o combate para sempre.

Como em qualquer combate, o grau de agonia depende da sorte.

Pode ser que alguém seja vítima de horrores impossíveis que o deixam mental e fisicamente incapacitado para o resto da vida.

Mas pode ser que nada lhe ocorra.

Soldados que tiveram sorte na Primeira Guerra Mundial não participaram de nenhuma grande ofensiva e na maioria das vezes estavam em melhores condições do que em casa.

Os britânicos, por exemplo, comiam carne todos os dias – uma opulência que não se repetia bastante na vida civil – tinham cigarros, infusão e rum, e uma dieta diária de mais de 4 mil calorias.

Muitos jovens desfrutavam de salários garantidos, simpatia intensa, responsabilidade e maior liberdade sexual.

Fonte: BBCBrasil-pt

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Countries: United Kingdom, China

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>5 grandes mitos sobre a Primeira Guerra Mundial
>>>>>Papa pede que mundo “invista em paz” ao lembrar o fim da 1° Guerra Mundial – November 11, 2018 (EfeGeneric)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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