A percurso brasileiro, novo Kia Cerato surge maior nos EUA

Por: SentiLecto

A DETROIT O Kia Cerato teve seus dias de glória no mercado de Brasil na época em que o dólar estava na casa de R$ 2 e não havia sobretaxa a importados. O sedã de Sullana quase caiu no esquecimento durante o fase em que vigorou o sistema de cotas, com sobretaxa de 30% no IPI em veículos estrangeiros que excedem os volumes estipulados no programa Inovar-Auto. Com o término do programa e da cobrança extra, o carro tem uma nova possibilidade no Brasil. Detroit apresenta a nova geração do modelo, que se chama Forte no mercado de America. O sedã está 8 cm maior e com uma nova cotação automática, do espécie CVT. Um monitor de antes troca a tela monocromática multimídia de oito polegadas. Há bom espaço no banco traseiro, que tem forração de couro preto nos modelos em exposição. A versão apresentada nos EUA tem motor 2.0 com cerca de 150 cv. Os modelos que foram vendidos no Brasil eram 1.6 flex. A Kia já anunciou um plano de investimentos de R$ 165 milhões no Brasil ao longo de 2018, com lançamento de novos modelos. O Cerato 2019 tem que chegar no fim do ano. O jornalista viajou a convite da Ford

A DETROIT A Volkswagen apresenta em Detroit a nova geração do sedã médio Jetta. O carro, que é vendido no Brasil desde 2008, tem agora a mesma plataforma do Golf, chamada MQB. A grade frontal maior parece um pouco exagerada para os padrões da Volks, mas mostra a nova linha de design que já vinha sendo adotada em utilitários da marca. A cotação automática passa a ter oito passeatas. No Brasil, a geração vendida atualmente tem caixa de seis velocidades. O motor é o mesmo 1.4 turbo a gasolina já disponível no Brasil. A nova traseira é semelhante à do sedã compacto Virtus, que será aexibidono Brasil na próxima semana. Outro ponto em comum entre os carros é o painel digital, que oferece mais recursos no Jetta. Vai produzir-se o novo sedã médio em o México. A estreia no mercado de Brasil deve acontecer no fim deste ano, com apresentação no Salão do Automóvel de São Paulo. O jornalista viajou a convite da FordA DETROIT O Hyundai Veloster está de volta a Detroit, em nova geração. O hatch de Sullana conserva as três portas e o estilo desportivo. O modelo evolui em conectividade e motorização: há uma nova central multimídia e alternativa com motor 2.0 turbo, com cerca de 280 cv. A Hyundai tem planos de trazer o Veloster de volta ao Brasil, onde já foi vendido com um motor 1.6 aspirado, basicamente o mesmo que equipa o HB20. O regresso seria com mais potência: a versão mais provável para chegar ao país tem o mesmo 1.6 turbo que equipa o New Tucson. Nos EUA, essa alternativa tem 203 cv. A Hyundai Caoa, culpada pela e importação de alguns dos modelos sul-coreanos no Brasil, ainda não divulgou possíveis datas para o lançamento do novo Veloster. O mais provável é que o carro seja exibido no Salão de São Paulo 2018. O jornalista viajou a convite da FordA Petrobras fechou um acordo bilionário para concluir ação de investidores contra a empresa nos EUA porque foi “obrigada”, devido aos enormes riscos envolvidos nos processos, e negociações semelhantes em outros países não estão em cogitação, declarou nesta terça-feira em Brasília o presidente da estatal, Pedro Parente.

Na terça-feira 02 de janeiro as companhias importadoras de automóveis definiam suas estratégias para 2018. Com o fim do sistema de cotas para modelos produzidos fora do Mercosul, veículos mais em conta chegariam em maior volume ao país. De acordo com a Abeifa , as vendas de automóveis estrangeiros das marcas que faziam parte da entidade teriam que chegar a 40 mil unidades neste ano, uma alta de 38% sobre 2017. Além da alta nas vendas no setor automotivo, o crescimento era explicado pelo lançamento de modelos como o de Sullanade Sullana Kia Rio, que teria que custar a partir de R$ 55 mil. A companhia estava investindo R$ 165 milhões no Brasil ao longo de 2018, como parte de seu plano de reorganização, e pretendia gerar 1.300 empregos diretos. A de Chinade China JAC, que montará dois utilitários em Goiás a partir de 2019, aproveitava o fim das cotas para trazer veículos mais em conta, como o compacto de estilo fora-estrada T20. O modelo teria que custar R$ 40 mil para concorrer com os nacionais Renault Kwid e Fiat Mobi Way. IMPOSTO De acordo com as marcas, trazer modelos de menor custo e maior volume era impraticável devido à elevação dos tributos. Entre 2012 e 2017, a importação de carros era restringida a 4.800 unidades por marca — havia algumas variações de acordo com definições de produção local do programa Inovar-Auto. O excedente era sobretaxado: havia acréscimo de 30 pontos percentuais sobre o IPI . As companhias pagavam também o imposto de importação, de 35% para carros que não tenham motorização híbrida ou 100% elétrica. PASSADO Por melhor que seja a recuperação em 2018, as importadoras sabiam que não conseguiriam repetir a performance de 2011. A Kia havia vendido 80 mil unidades naquele ano, um espanto diante dos cerca de 8.000 emplacamentos de 2017. Para este ano, esperava emplacar 20 mil veículos no Brasil. A JAC, que havia concluído 2011 com 24 mil licenciamentos, fechava 2017 com cerca de 3.500 carros comercializados.

Fonte: FolhaGeneric

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, Brazil

Cities: Detroit

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>A percurso brasileiro, novo Kia Cerato surge maior nos EUA
>>>>>Volks apresenta novo sedã Jetta, que será vendido no Brasil – January 15, 2018 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>Mustang de cinema ressurge em Detroit após sumiço de 50 anos – January 15, 2018 (FolhaGeneric)
>>>>>Hyundai apresenta o novo Veloster no Salão de Detroit – January 16, 2018 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>Grupo Fiat planeja volta da picape RAM ao mercado nacional – (FolhaGeneric)
>>>>>Petrobras descarta fechar mais acordos como o dos EUA – (FolhaGeneric)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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