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Combate de vocábulos entre fundador do Wikileaks e o novo diretor da CIA

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Julian Assange 20091117 Copenhagen 1 cropped to shoulders

Está instituída um novo combate de vocábulos entre o fundador e culpada editorial do Wikileaks, o australiano Julian Assange, e o chefe dps serviços secretos dos Estados Unidos. A curiosidade é que o agora visado era há poucos meses um defensor da plataforma digital pirata.

Julian Paul Assange é um jornalista, escritor e ciberativista australiano.

Eleito por Trump para chefiar os serviços secretos e no primeiro discurso desde que assumiu as novas funções, na quinta-feira, Mike Pompeo, o novo diretor da CIA, alegou ser “tempo de chamar o Wikileaks pelo que é: um serviço secreto hostil não-estatal impelido por países como a Rússia”, considerando-o “um perigo para a segurança nacional” norte-americana.

“Na verdade, não defende nada a não ser as próprias famas. Vende somente engodo para cliques. Não tem moral e a sua missão é o auto engrandecimento pela devastação dos valores ocidentais”, acusou Pompeo.

“Creio que aquilo os Estados Unidos e nossos aliados desejam fazer é permitir que o povo sírio determine” o destino de Assad, declarou Tillerson no programa “Face the Nation”, da rede de TV NBC – linha que foi utilizada habitualmente por seu predecessor no governo Obama, John Kerry. “A verdade é que vimos, na Líbia, o que uma mudança violenta de regime causa, e a espécie de caos que isso provoca”.

O curioso das alegações de Pompeo, recordaram alguns meios de comunicação norte-americanos como a CBSNews, é que, tal como o próprio Trump, durante a campanha presidencial o agora diretor da CIA considerava publicamente o Wikileaks “uma fonte credível” sobre Hillary Clinton e os Democratas.

Na sua vez, “O que é expressivo sobre o ataque não é o fato de que seu objetivo fosse suprimi a habilidade ou o poder do governo sírio para cometer assassinato em massa contra seu próprio povo”, declarou McMaster, que estava fazendo sua estreia no circuito dominical de programas noticiosos, “mas sim que teria que servir como forte sinal a Assad e seus patrocinadores de que os Estados Unidos não podem ficar inertes enquanto ele assassina civis inocentes”.

Fonte: Euronews-pt

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Countries: United States

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Combate de vocábulos entre fundador do Wikileaks e o novo diretor da CIA
>>>>>Antes de visita, secretário de Estado dos EUA adota linha dura com a Rússia – (FolhaGeneric)

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