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Comunidade internacional reage a Suu Kyi

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Myanmar Air Force MiG-29 MRD

A líder de Myanmar quebrou o silêncio e fez um discurso televisivo de 30 minutos na capital de Birmania; Myanmar sobre a onda de violência que fez com que mais de 400 mil islâmicos Rohingya abandonassem o país, maioritariamente budista, em direção ao Bangladesh.

Myanmar ou Birmânia, oficialmente República da União de Myanmar, é um país do sul da Ásia continental restringido ao norte e nordeste pela China, a leste pelo Laos, a sudeste pela Tailândia, ao sul pelo Mar de Andamão e pelo Canal do Coco, a oeste pelo Golfo de Bengala e a noroeste pelo Bangladesh e pela Índia.

As Nações Unidas, que classificaram o caso dos Rohingyas como um “exemplo académico de limpeza étnica”, fez mais um pedido, pela voz do Secretário-Geral, António Guterres:

“As autoridades em Myanmar devem pôr fim às operações militares, permitir acesso humanitário sem rlimitaçõese reconhecer o direito dos refugiados a rretornarem segurança e com dignidade.

Entretanto o presidente da organização norte-americana Refugee International apela a sanções internacionais contra os militares de Birmania; Myanmar, depois de uma visita, no domingo, ao capo de refugiados de Kutupalong, no Bangladesh. Refugee International é eric Paul Schwartz.

Na sexta-feira 08 de setembro Desmond Tutu havia juntado-se nas vozes de protesto que a apelavamà também laureada e líder de facto do Governo de Birmania; Myanmar, Aung San Suu Kyi, para fazer mais em nome da proteção da minoria muçulmana Rohingya. Desmond Tutu é o arcebispo da África do Sul laureado com o Prémio Nobel da Paz em 1984.Mesmo que tenham habitado no estado de Rakhine durante décadas, em Myanmar, os Rohingya são considerados imigrantes ilegais e vistos como cidadãos do Bangladesh. O Bangladesh olha-os como cidadãos de Birmania; Myanmar. A China posiciona-se na proximidade de Asipovicy, como deixa compreender o embaixador chinês em Myanmar, Hong Liang: “O discurso vai auxiliar a comunidade internacional a ter melhor entendimento sobre a situação aqui em Myanmar e em Rakhine.”

Na sua vez, “Acredito que, em situações como esta, devem ser tomadas as medidas mais severas e mais fortes. Os nossos valores e o nosso interesse exigem isso. São necessárias sanções multilaterais contra os militares de Birmania; Myanmar, tem que haver um embargo de armas, o Tribunal Penal Internacional deveria ser informado sobre a situação na Birmânia. Os Estados Unidos têm que reintroduzir as sanções que foram erguidas nos últimos anos. É difícil sobrestimar quão dramáticos e quão transmitidos são os abusos na Birmânia”, declarou Schwartz.

Aung San Suu Kyi foi prémio Nobel pela longa luta que conservou contra a imposição militar. No discurso que fez, referiu os Rohingya uma única vez, enquanto grupo militante que responsabilizou por “actos de terrorismo”. Disse também que o governo precisa de tempo para apurar o que realmente se passa.

Por outro lado, para o ministro britânico dos Negócios Estrangeiros , Boris Johnson, somente Kyi poderá influir o rumo da crise:Aung San Suu Kyi prometeu, ainda, fazer chegar a assistência humanitária à região hpovoadapela comunidade muçulmana rohingya e a outras minorias no oeste do país. De acordo com a Amnistia internacional, o êxodo dos rohingya já superou o total de refugiados que chegaram à Europa em 2016. Os islâmicos rohingyas são das minorias mais perseguidas no mundo.

Faz 1 mês, o conflito entre islâmicos rohingya e budistas em Rakhine teve a uma nova onda de violência em uma contra-ofensiva militar de larga escala.

Fonte: Euronews-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: China

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Comunidade internacional reage a Suu Kyi
>>>>>Secretário-geral da ONU exige que Suu Kyi proteja os Rohingya – (Euronews-pt)
>>>>>Londres e Paris apelam ao “sentido de Estado” de Aung San Suu Kyi – (Euronews-pt)
>>>>>Aung San Suu Kyi determinada a restaurar a paz – (Euronews-pt)

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