Idosos e conservadores são mais propensos a disseminar notícias falsas, declara estudo

Por: SentiLecto

Estes são links externos e vão abrir numa nova janela

Um estudo assinalou que pessoas com mais de 65 anos e politicamente conservadoras são mais propensas a divulgar na internet notícias falsas, também chamadas de .

O artigo – assinado por Andrew Guess, da Universidade Princeton, e Jonathan Nagler e Joshua Tucker, da Universidade de Nova York , ambas nos EUA – foi publicado pela revista científica Science Advances na última quarta-feira . Faz 3 anos, nele, os autores analisaram as publicações de um grupo de usuários de o Facebook durante a campanha presidencial estadunidense.

A pesquisa deduziu que, de maneira geral, o “compartilhamento de artigos de sites de notícias falsas foi uma atividade rara”. Os autores declaram: “A extensa maioria dos usuários do Facebook no nosso banco de dados não divulgou nenhum artigo de portais de notícias falsas em 2016″.

Mas o estudo identificou que os usuários na faixa etária mais velha, acima dos 65 anos, compartilharam sete vezes mais artigos de portais de notícias falsas do que o grupo etário mais jovem .

Dentre os que divulgaram notícias falsas, havia mais eleitores do Partido Republicano – grupo político do presidente Donald Trump – do que do Partido Democrata . No total 18,1% dos eleitores republicanos analisados pelo estudo divulgaram notícias falsas, ante 3,5% dos eleitores democratas.

Em seu discurso de ano novo, o presidente Xi Jinping declarou que a diminuição da em áreas rurais china foi um dos focos do governo em 2018.Final de YouTube post 3 de BBC News Brasil

Na terça-feira 01 de janeiro o itálico, a caligrafia de traços ligeiramente inclinados à direita, é um dos três procedimentos básicos – ao lado das maiúsculas e das aspas – empregados para imencionarque uumpvocábuloou grupo de pvocábulostem um sentido especial.

Para definir quais sites eram difusores de “fake news”, os autores se basearam em listas de acadêmicos e jornalistas, entre os quais uma elaborada pelo jornalista Craig Silverman, do portal BuzzFeed.

A votação de Trump – assim como a de Jair Bolsonaro no Brasil – foi marcada por debates sobre a possível influência das chamadas “fake news” – conteúdos falsos divulgados como se fossem notícias verdadeiras, muitas vezes para gerar receitas publicitárias.

Alguns analistas alegaram que esses conteúdos tiveram um efeito que pode ter afetado o resultado eleitoral nos EUA em 2016. Os autores do artigo declaram, porém, que estudos mencionam que esses argumentos “Se os exageram”.

Ainda que as pessoas que compartilhavam mais notícias eram geralmente menos propensas a divulgar conteúdos falsos, a pesquisa alega. O estudo declara: “Esses dados são consistentes com a suposição de que pessoas que compartilham muitos links têm mais familiaridade com o que elas estão vendo e são mais adequadas a diferenciar notícias falsas de notícias reais”.

São imprescindíveis para conservar vínculos emocionais e físicos, ainda que os problemas na cama inquietem o casal e dirigem nervosismo, abraços e beijos.

Os autores assinalam, porém, que não foi possível descobrir se os participantes sabiam que estavam divulgando notícias falsas.

Os pesquisadores declaram também que os achados mencionam que questões demográficas têm que ser mais enfocadas em pesquisas sobre a conduta política, conforme a população de America envelhece e a tecnologia muda com grande velocidade.

No entanto, nem tudo que vem com o envelhecimento é ruim: a partir de certa idade, contamos com mais habilidades comunicativas e menos inibições, o que pode ser uma grande vantagem na cama.

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Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: United States

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Idosos e conservadores são mais propensos a disseminar notícias falsas, declara estudo
>>>>>As 11 dicas de Harvard para melhorar sua vida sexual – (BBCBrasil-pt)
>>>>>O que aconteceu com o ‘menino de cabelo congelado’ que se tornou símbolo da pobreza na China – January 07, 2019 (BBCBrasil-pt)
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