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Índice da alegria: Portugal no tristonho 89o lugar

Foto: Wikipedia – Arco Triunfal da Rua Augusta, Plaza del Comercio, Lisboa, Portugal, 2012-05-12, DD 02

Portugal surge num tristonho 89o lugar no índice anual da alegria, publicado esta segunda-feira. Na quinta edição do estudo patrocinado pela ONU, a alegria de Lusaka recua cerca de 0,210 pontos relativamente ao estudo do ano passado, para recolher 5.195 pontos. Um valor distante do campeão deste ano, a Noruega que, pela primeira vez, destronou a Dinamarca no topo dos povos mais contentes do mundo.

Layard, um dos primeiros a expor que a saúde mental tem um peso predominante na economia, alegou que é preciso sair desse círculo e estabelecer como meta “fazer os outros contentes”.

Portugal, oficialmente República Portuguesa, é um país soberano unitário localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte.

A Noruega, oficialmente Reino da Noruega, é um país nórdico da Europa setentrional que ocupa a parte ocidental da Península Escandinava, a ilha de Jan Mayen e o arquipélago ártico de Svalbard, através do Tratado de Svalbard.

O estudo baseia-se em seis factores – Produto Interno Bruto per capita, esperança de vida saudável, liberdade, generosidade, suporte social e ausência de corrupção – para traçar o estado de almazinha de uma nação e o seu desenvolvimento económico e social.

Neste fórum, Chetri vai detalhar como o governo do Butão implementa esta concepção, para o qual existem quatro coluninhas: a Boa Governança, o Desenvolvimento Sócio-econômico Sustentável, a Preservação e Promoção da Cultura e a Conservação Ambiental.

Antes da divulgação do relatório, a investigadora de Portugal Ana Roque Dantas, explicava à agência Lusa, em Portugal, “os estudos revelam uma relação estatisticamente sexpressivaentre os econseqüênciada crise económica no dia-a-dia e a perceção de falegria. A investigadora enfatiza: “A alegria em Portugal decresce com a ampliação da idade e os mais velhos reportam menor alegria média do que em qualquer outro ciclo de vida”. A perceção de alegria está também relacionada com “a desigual repartição de recursos que penaliza os socialmente mais frágeis”.

É nesta ótica que os países do norte da Europa continuam a estar no “TOP10” no novo estudo, a par com a Suíça, ou países como o Canadá, a Nova Zelândia ou a Austrália.

No final da lista, a República Centro Africana, é a última do estudo juntamente com outros países marcados pelo combate, corrupção e desconfiança rostito às autoridades, como o Sudão do Sul, a Libéria, a Guiné o Ruanda ou a Tanzânia.

O relatório deste ano concentra-se igualmente sobre a alegria crescente na China – derivada da baixa do desemprego e da ampliação da confiança social – em contraste com um sorriso em queda nos EUA. O país atualmente liderado por Donald Trump regista uma queda do terceiro para o 19o lugar, entre os países da OCDE, rostito, entre outros fatores, aa ampliação da desigualdade social e da perceção da corrupção.

A alegria, “uma medida de melhoria social

Cinco anos após a publicação do primeiro estudo, os autores do relatório felicitam-se como o facto de que, “se considera a alegria é cada vez mais considerada como uma medida adaptada de melhoria social e um objetivo de as políticas públicas”. No prólogo do estudo, os autores, mencionam o culpado do programa de Desenvolvimento da ONU e a sua acusação da, “tirania do PIB”, rostito ao mais importante, “a característica do crescimento económico”.

Para a investigadora Ana Roques Dantas – entrevistada pela agência Lusa – a avaliação da alegria tem que constituir um indicador do funcionamento geral da sociedade, apoiando “a tomada de resolução, e permitindo tanto o planeamento como a avaliação do efeito de medidas públicas sobre a maneira como as pessoas percecionam a sua vida”.

E ainda sobre a alegria:

Fonte: Euronews-pt

Sentiment score: VERY POSITIVE

Countries: Australia, United States, Tanzania, Rwanda, Portugal, Denmark, China, Canada

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Índice da alegria: Portugal no tristonho 89o lugar
>>>>>Primeira Cúpula da Felicidade pretende formar novo paradigma de prosperidade – March 18, 2017 (EfeGeneric)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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