Mudança climática: 7 gráficos que mostram em que ponto estamos

Por: SentiLecto

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Representantes de quase 200 países estão reunidos na Polônia para conversar sobre mudança climática – com o objetivo de dar vida nova ao Acordo de Paris.

A Organização das Nações Unidas advertiu que a meta do Acordo de Paris, assinado em 2015, de restringi o ampliação da temperatura média mundial “abaixo de 2°C em relação aos níveis pré-industriais” corre o risco de não ser alcançada porque as principais economias, incluindo os Estados Unidos e a União Europeia, estão aquém de suas promessas.

Ao mesmo tempo, os cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas – principal órgão internacional sobre aquecimento mundial – argumentaram no mês passado que o compromisso de 2°C do Acordo de Paris não seria suficiente. Na verdade, a ampliação da temperatura média mundial precisava ser conservado abaixo de 1,5 °C em relação ao fase pré-industrial.

Na sua vez, “O que eu oiço das comissões que vêm conversar comigo é até um certo otimismo, do ponto de vista de perspectivas de liberação comercial, de maior abertura da economia de Brasil para o comércio internacional”, declarou Azevêdo a jornalistas de Brasil em Washington, onde recebeu prêmio de Personalidade do Ano do Conselho Nacional de Comércio Internacional dos EUA .

Na segunda-feira 19 de novembro as famílias de migrantes haviam continuado padecendo as consequências do encerramento do Parque da Amizade, entre os Estados Unidos e o México, um ponto de encontro habitual para as pessoas que viviam em ambos os lados da fronteira.

Mas, afinal, o quão quente o planeta ficou e o que podemos fazer em relação a isso?

O planeta está agora quase um grau mais quente do que estava antes do processo de industrialização, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial .

A temperatura média mundial nos primeiros 10 meses de 2018 ficou 0,98ºC acima dos níveis de 1850-1900, segundo cinco relatórios de dados mundiais conservados de maneira independente.

Que 2015 a 2018 ocupam os quatro primeiros lugares de o ranking, declara a OMM, se os registraram os 20 anos mais quentes em os últimos 22 anos, sendo.

Em 82 anos, se essa tendência continuar, as temperaturas poderão subir de 3 a 5 graus.

Um grau pode não parecer bastante, mas, segundo o IPCC, se os países não tomarem uma atitude, o mundo enfrentará mudanças catastróficas – o nível do oceano vai subir, a temperatura e a acidez dos mares vão ampliar e a nossa habilidade de cultivar alimentos como arroz, milho e trigo estaria ameaçada.

Neste ano foram registradas temperaturas altas em diversos lugares do mundo em meio a um fase de clima quente excepcionalmente estendido.

Grandes porções do hemisfério norte presenciaram uma sucessão de ondas de calor que atingiu Europa, Ásia, América do Norte e norte da África – resultado de fortes sistemas de alta pressão que instituíram uma “redoma de calor”.

No fase mencionado no mapa abaixo , os pontos amarelos mostram onde o recorde de calor se o quebrou em determinada data, os rosas assinalam os lugares mais quentes no mês em questão, e os vermelhos escuros encarnam os locais mais quentes desde que os registros iniciaram.

As temperaturas mais altas destas regiões

Fonte: Robert A. Rohde/Berkeley Earth. Mapa instituído em Carto

A preocupação é que essas ondas de calor e frentes frias estejam sendo bloqueadas – represadas em regiões por longos fases – com maior frequência devido às mudanças climáticas, levando a eacontecimentosclimáticos extremos.

O mundo ainda aqueceria em mais de 3°C até o fim deste século, se adicionarmo todas as promessas para diminuir as emissões de gases que provocam conseqüência estufa pelos países que assinaram o Acordo de Paris.

Nos últimos três anos, os climatologistas mudaram a definição do que acreditam ser o limite “seguro” da mudança climática.

Por décadas, os pesquisadores argumentaram que a ampliação da temperatura mundial devia ser conservado abaixo de 2°C até o fim deste século para evitar consequências mais graves.

Os países que assinaram o acordo parisiense se comprometeram a conservar as temperaturas “bem abaixo dos 2°C em relação aos níveis pré-industriais e a buscar esforços para restringi a ampliação da temperatura a 1,5°C”.

Mas os cientistas consentem agora que, na verdade, precisamos conservar as ampliações de temperatura abaixo de 1,5°C.

Os países que emitem mais gases de conseqüência estufa são, de longe, a China e os EUA. Juntos, eles são culpadas por mais de 40% do total mundial de emissões, de acordo com dados de 2017 do Centro Comum de Pesquisa da Comissão Europeia e da Agência Holandesa de Avaliação Ambiental .

A diplomacia de Argentina correu para negar que Macri tenha utilizado o termo “predatório”. A China também é importante parceiro comercial argentino, e Xi Jinping permanece no país após o domo para uma visita de Estado.Ele era descrito por seus colegas em Washington como uma figura que tentava instituir pontes entre os dois partidos dos EUA, e tornar o conservadorismo “mais bondoso e afável”.

A política ambiental dos EUA mudou sob o governo de Donald Trump, que adotou uma agenda pró-combustíveis fósseis.

Depois de tomar posse, o presidente de America anunciou a retirada do país parisiense.

Na ocasião, Trump declarou que desejava negociar um novo acordo “justo” que não prejudicasse as companhias e trabalhadores estadunidense.

Quase todas as cidades – 95% delas – que enfrentam riscos climáticos graves estão na África ou na Ásia, segundo um relatório da Verisk Maplecroft, consultoria de estratégia e risco.

E são as cidades com crescimento mais rápido que estão correndo mais risco, incluindo megacidades como Lagos, na Nigéria, e Kinshasa, na República Democrática do Congo.

Azevêdo nesta quarta, em Washington avaliou: “A declaração na área comercial reconhece o momento difícil que estamos vivendo, reconhece que o sistema multilateral da OMC contribui para o crescimento econômico, para a criação de empregos, para o desenvolvimento, e reconhece que o sistema multilateral, para dar esta contribuição, pode e tem que melhorar”.

Cerca de 84 das 100 cidades que mais aumentam no mundo enfrentam riscos “extremos” de ampliação das temperaturas e de fenômenos climáticos extremos.

A extensão do gelo do oceano do Ártico reduziu nos últimos anos. Faz 6 anos, chegou a o nível mais baixo já registrado, em 2012.

As geleiras vêm sendo diminuídas há décadas, com a aceleração do degelo desde o começo dos anos 2000, de acordo com o Comitê de Auditoria Ambiental do Parlamento do Reino Unido.

A menos que se diminuam as emissões, o Oceano Ártico pode ficar sem gelo no verão antes de 2050 , adiciona o comitê.

A OMM descobriu que a extensão do gelo do Ártico em 2018 estava bastante menor do que o normal.

Os indivíduos também podem fazer sua parte, enquanto os governos precisam implementar grandes mudanças.

Os cientistas declaram que todos nós devemo adotar “mudanças rápidas, abrangentes e sem precedentes” no nosso estilo de vida, a fim de evitar prejuízos mais severos ao clima.

O IPCC diz que precisamos comprar menos carne, leite, queijo e manteiga; comer mais alimentos sazonais de origem local – e desperdiçar menos; dirigir carros elétricos, mas caminhar ou pedalar distâncias curtas; pegar trens e ônibus em vez de aviões; substituir viagens de negócios por videoconferências; usar varal em vez de máquina de secar roupa; aprimorar o isolamento térmico das casas; demandar produtos de consumo com baixo teor de carbono.

Mas a melhor maneira de reduzir seu impacto ambiental no planeta é modificando sua dieta, de modo a incluir menos carne – de acordo com estudos recentes.

Os cientistas dizem que devemos consumir menos carne por causa das emissões de carbono que essa indústria produz, assim como outros impactos ambientais negativos.

Um estudo recente publicado na revista científica Science realçou uma enorme variação no efeito ambiental na produção de um mesmo alimento.

O gado de corte instituído em terras desmatadas, por exemplo, produz 12 vezes mais emissões de gases de conseqüência estufa do que os criados em pastagens naturais.

Essencialmente, o estudo mostra que mesmo a carne com o menor efeito ambiental ainda gera mais emissões de gases de conseqüência estufa do que o cultivo de hortaliças e cereais de forma sustentável.

Mas, além de modificar nossas dietas, a pesquisa menciona que as práticas agrícolas precisam mudar significativamente para beneficiar o meio ambiente.

Por Nassos Stylianou, Clara Guibourg, Daniel Dunford e Lucy Rodgers.

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Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, China, United Kingdom, Poland, France, Congo

Cities: Paris, Berkeley

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Mudança climática: 7 gráficos que mostram em que ponto estamos
>>>>>Governo Bolsonaro: após crítica de Macron, chefe da OMC diz que futuro governo gera ‘otimismo’ para comércio internacional – December 06, 2018 (BBCBrasil-pt)
>>>>>Apesar de ‘trégua’ negociada no G20, guerra comercial China-EUA está longe do fim: qual o impacto para o Brasil? – (BBCBrasil-pt)
>>>>>As palavras emocionadas do ex-presidente George Bush no funeral de seu pai – December 05, 2018 (BBCBrasil-pt)
>>>>>>>>>Trump cumprimenta Obama, mas não Hillary Clinton, no funeral de Bush – December 05, 2018 (EfeGeneric)
>>>>>>>>>>>>>Michelle Obama: os conselhos da ex-primeira-dama à Meghan Markle, e para mulheres em geral – December 05, 2018 (BBCBrasil-pt)
>>>>>>>>>A história de Sully, o cão que viralizou ao ‘velar’ o caixão de seu dono, o ex-presidente George W. Bush – December 04, 2018 (BBCBrasil-pt)

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