O que são os mísseis Tomahawk utilizados pelos EUA no ataque à Síria

Por: SentiLecto

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Os Estados Unidos lideraram no fim de semana um ataque com mísseis contra o regime de Bashar Al Assad, na Síria. O objetivo, segundo o presidente de America, Donald Trump, foi atingir armazéns de produção e armazenamento de armas químicas.

Donald Trump reagiu, como sempre através da sua conta de Twitter, ao veto de Rusia à rdeterminaçãodos EUA, aexibidano Conselho de Segurança das Nações Unidas, sobre o aafirmadoataque com armas químicas em Douma, na Síria. O presidente do país de Noruega deixou ameaças a Moscovo:

Na quarta-feira 04 de abril Há exatos 50 anos, era assassinado o mais conhecido líder do movimento pelos direitos civis nos EUA. Martin Luther King havia ficado famoso pelo discurso que havia feito em 1963 em Washington, que iniciava com um emblemático “Eu tenho um sonho” e que descrevia sua pretensão por igualdade racial no país, e por defender direitos eleitorais iguais para todos os estadunidense.

Três alvos foram atingidos. A operação foi em resposta aa suposta utilização de armas químicas contra a população na cidade síria de Douma, na semana retrasada. Os EUA, a França e o Reino Unido acusam o presidente Assad pelo ataque químico. O governo sírio nega ter utilizado armas químicas e declara que se fabricaram as alegações.

Para a retaliação, os EUA optaram novamente pelos mísseis Tomahawk – que Washington vem utilizando quando precisa realizar um ataque à distância com um bom grau de pexatidão há mais de 20 anos.Mas como funcionam e porque são o armamento de escolha do Pentágono para ataques dessa espécie?

Quando precisa fazer ataques de uma distância segura, washington utiliza os Tomahawks.

Os mísseis podem alcançar alvos a até 1,6 mil quilômetros de distância. Esboçados para voar a baixas altitudes, chegam à velocidade de 885 km/h – ou seja, conseguem atingir a distância máxima em até 2 horas.

Cada míssil mede mais de seis metros de comprimento e pesa cerca de uma tonelada e meia. As ogivas pesam até 454 kg.

Utilizando tecnologia GPS para se guiar pelo terreno, o equipamento tem alta exatidão. Falhar – com consequências trágicas – sua margem de erro estimada é de 10 metros, embora possa.

O míssil geralmente é arremessado do oceano – de navios ou submarinos.

Chris Harmer, analista de defesa e ex-oficial da marinha americana, declarou ao jornal The Washington Post que a potência explosiva dos Tomahawks é menor que a de outros produtos explosivos arremessadas de aeronaves tripuladas, mas que se o objetivo da missão é arruinar aeronaves em terra, isso importa pouco ou deixá-los incapacitados.

A Raytheon Company produz o míssil , um conglomerado norte-americano de indústrias de o setor de armamentos e equipamentos eletrônicos para utilização militar.

Embora já tenha, é a maior produtora global de mísseis guiados anunciado que pretende diversificar os negócios. A companhia esteve envolvida em polêmicas sobre espionagem industrial e assalto de dados.

Se o utilizou mais de 2 mil vezes em guerrazinha, segundo a Raytheon, o Tomahawk é o “míssil guiado mais progredido do mundo” e.

Os EUA começaram a utilizar os Tomahawks na Guerra do Golfo, nos anos 1990, quando uma aliança liderada pelo país invadiu o Iraque em uma operação militar conhecida como “Tormenta do Deserto”.

Faz 7 anos, a arma também teve papel central em a Líbia, durante operações de a Otan contra o governo de Muammar Khadafi.

Faz 4 anos, os EUA utilizaram os mísseis em a Síria pela primeira vez, em uma operação contra o grupo extremista autodenominado Estado Islâmico, em 2014.

A primeira-ministra Theresa May confirmou o envolvimento britânico, declarando que “não havia opção prática aa utilização da força”.O primeiro ataque militar governado por Trump ocorreu no dia seguinte às mortes de 80 sírios, no que foi considerado um ataque químico cgovernadopelo governo al-Assad e aliados.

Na época, o Pentágono arremessou 47 Tomahawks de dois navios que estavam no Golfo Pérsico e no Mar Vermelho.

Faz 1 ano, 59 mísseis Tomahawk foram arremessados de dois navios de os EUA em o Mediterrâneo contra uma base aérea síria, em 2017. Fora numa ação militar semelhante à do fim de semana: uma resposta aoauutilizaçãode armas químicas pelo governo de Assad na cidade de Khan Shaykhun.

Fonte: BBCBrasil-pt

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Cities: Washington, Franca

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>O que são os mísseis Tomahawk utilizados pelos EUA no ataque à Síria
>>>>>Trump ameaça Rússia com lançamento de mísseis sobre a Síria – April 11, 2018 (Euronews-pt)
>>>>>>>>>De suspeita de ataque químico a aeroporto bombardeado, entenda a escalada da violência na Síria – (BBCBrasil-pt)
>>>>>>>>>Ocidente condena e Rússia rejeita ataque químico na Síria – April 09, 2018 (Euronews-pt)
>>>>>>>>>>>>>Convulsões e sufocamento até a morte: os efeitos de nova suspeita de ataque químico na Síria – April 08, 2018 (BBCBrasil-pt)
>>>>>>>>>>>>>ONU reúne de urgência após ataque químico na Síria – April 09, 2018 (Euronews-pt)
>>>>>>>>>>>>>Israel ataca base aérea síria – April 09, 2018 (Euronews-pt)
>>>>>EUA, Reino Unido e França realizam novos bombardeios contra a Síria – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Contra ameaça química, Trump dobra número de mísseis disparados na Síria – April 14, 2018 (BBCBrasil-pt)
>>>>>>>>>Quem apoia a resposta militar ao alegado ataque químico na Síria? – (Euronews-pt)

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