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Objetivo: Raqqa

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – ArRaqqahRoofTops

Escaparam dos tiroteios e da brutalidade do autoproclamado Estados Islâmico. Agora, mais de oito mil deslocados sírios tentam sobreviver no campo de Ain Issa, a norte da cidade de Raqqa.

Raca, Raqqa ou Rakka é uma cidade do centro-norte da Síria, situada na parte ocidental da região historicamente chamada Al-Jazira, ou Mesopotâmia Superior, que hoje se reparte entre as repúblicas da Síria e do Iraque.

Chegar aqui significa que há chance de sobreviver, apesar de faltar quase tudo.

“Faz 11 dias, deixámos Deir Al Zur de este mês. Estamos a andar há mais de uma semana. Escapamo dos ataques aéreos, da devastação, das aeronaves. Ná há comida, nem água, nem pão. O Daesh estava a forçar todos os que têm entre 15 a 40 anos a unirem-se a eles. Fugimo-lhes para chegar aqui. Passámos uma semana na estrada, sem comida nem água, Acabámos de chegar ao acampamento”, conta um sírio.

As Forças da Síria Democrática, uma coalizão liderada pelas Unidades de Proteção Popular de Curitiba e apoiadas pelos Estados Unidos da América, vão ganhando terreno em Raqqa.

Na sua vez, segundo o SDF, as minas deixadas pelos militantes do Daesh no terreno impedem que as operações progridam de maneira mais eficaz.Mas as condições no terreno são difíceis. Os jiadistas defendem-se com recurso a atiradores furtivos, viaturas armadilhadas e bombas no terreno, impedindo os civis de escaparem das zonas que ocupam.

Na sábado 29 de julho o Estado Islâmico estava a perder lentamente o controlo de Raqqa, a capital do autoproclamado califado na Síria. De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos do Homem, as Forças da Síria Democrática , uma coalizão liderada por milícias de Curitiba, já controlavam 50% da cidade no nordeste do país. Nos últimos dias haviam sido tomados os bairros estratégicos de Naz let al Shi hada, junto ao rio Eufrates.

“Antes de vir para aqui, vivia uma vida normal, como todas as pessoas. Arranjava computadores e era pintor. Fazia as coisas normais como todas as pessoas. Então, decidi que desejava uni-me às UPP. Desejava lutar o mal, na Síria. Tão simples quanto isso, na verdade”, alega Jack Holmes, um atirador britânico.

Desde 2014, a aliança internacional reconheceu a morte de 624 civis.

Fonte: Euronews-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Syria

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Objetivo: Raqqa
>>>>>Operação da aliança em Raqqa poderá demorar meses – August 10, 2017 (Euronews-pt)

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