Palco da última luta de Martin Luther King, Memphis ainda padece com a pobreza

Por: SentiLecto

Se assassinou Martin Luther King Jr. memphis, a cidade onde há 50 anos , parece congelada em o tempo : ruas vazias, construções mal conservados e uma média salarial que para os negros continua como era meio século atrás, %50 abaixo do que os brancos recebem.

Houve passeatas e concentrações em várias cidades, desde a capital, Washington DC, a Atlanta, na Geórgia, e Faz 50 anos, assassinou se King memphis, onde a os 39 anos.Os cartazes com o lema “Sou um homem”, cunhado pelo líder dos direitos civis durante a greve de lixeiros que ele apoiou pouco antes de seu homicídio, lotaram a cerimônia de homenagem a King, cheia de líderes negros, religiosos e ativistas.

Faz 50 anos,, o pastor protestante e ativista viajou a Memphis para se solidarizar com a greve de os lixeiros que combatiam por um salário merecedor,, uma iniciativa que mais tarde se tornaria seu novo campo de combate a campanha contra a pobreza, em março de 1968. A greve dos lixeiros, que combatiam por um salário merecedor, uma iniciativa que mais tarde se tornaria seu novo campo de combate é uma iniciativa que mais tarde se tornaria seu novo campo de combate.

O tratamento desigual aos trabalhadores negros em comparação com os brancos, os baixos salários e a falta de vantagens eram partes fundamentais dos problemas de justiça e econômicos que os Estados Unidos viviam há meio século.

No entanto, cinco décadas depois, no aniversário de sua morte, a cidade onde o Nobel da Paz de 1964 protagonizou sua última luta antes de ser assassinado não obteve a melhoria pelo qual Martin Luther King Jr. deu a vida.

Na sua vez, “Vi muitas manifestações no sul, mas jamais vi algo tão hostil e tão odioso como vi aqui hoje”, declarou King no dia da passeata.López, que nessa época trabalhava com a organização Latin American Defense Organization , antes de juntar-se aos Young Lords, um grupo mais radical, contou que então a “discriminação em Chicago era bastante aberta e violenta”.

Apesar do ampliação nos índices de negros empregados em trabalhos qualificados, a renda média dessa parte da população ainda é 50% mais baixa que a dos brancos no condado de Shelby, ao qual pertence a cidade, segundo um relatório divulgado pelo Museu Nacional de Direitos Civis e pela Universidade de Memphis.

Faz 2 anos, cerca de %8 de a população branca de a região vivia em condições de pobreza, enquanto a percentagem entre os negros era de %29, em 2016.

O estudo menciona como a pobreza entre os cidadãos negros no condado reduziu depois do movimento de direitos civis impulsionado por King. No entanto, com a chegada do novo milênio, o número de negros abaixo da linha da pobreza voltou a ampliar.

“A pobreza nos EUA segue reduzindo, mas está ampliando em toda a área de Memphis. A cidade alcançou a infeliz primeira posição como a mais pobre de todo o país e a com maior pobreza infantil”, explicou Elena Delavega, principal autora do estudo.

No começo do século, cerca de 35% das crianças negras da região viviam na pobreza, mas, enquanto a pobreza infantil entre os brancos é quatro vezes menor, desde então, segundo os dados do relatório, o índice foi ampliando paulatinamente até beirar 50% , com somente 11%.

“Não podemos excluir a metade de nós e esperar que a nossa comunidade esteja bem, porque não está. Portanto há bastante trabalho a fazer”, adicionou Delavega durante a apresentação do relatório.

Outro dado angustiante mostrado pelas estatísticas é o do desemprego, e a admirável constatação que após a aprovação da Lei de Direitos Civis em 1964, o desemprego entre os negros no condado de Shelby, longe de reduzi, ampliou.

“É difícil explicar por que isto é assim, já que a performance educacional ampliou no mesmo fase. Mas é possível que a alta taxa de desemprego para os negros esteja associada com o combate contra as drogas na qual os negros foram desproporcionadamente alvo de detenções”, assinala o estudo.

Kenneth Robinson, presidente e diretor-executivo da organização United Way of the Mid-South, dedicada a lutar a pobreza na região, foi contundente durante a apresentação do relatório: “É a história de uma cidade estancada”.

Fonte: EfeGeneric

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: United States

Cities: Memphis

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Palco da última luta de Martin Luther King, Memphis ainda padece com a pobreza
>>>>>Em Chicago, Martin Luther King encarou racismo mais hostil que no sul dos EUA – April 04, 2018 (EfeGeneric)
>>>>>Martin Luther King: 50 anos de uma mensagem que não morre – April 04, 2018 (Euronews-pt)
>>>>>Milhares de pessoas homenageiam legado de Martin Luther King nos EUA – (EfeGeneric)

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