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Poder de Trump para arremessar um ataque nuclear atrai preocupação

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Donald and Ivana Trump

O poder do presidente de America, Donald Trump, de arremessar um ataque nuclear contra a Coreia do Norte de maneira não provocada começou a ser debatido seriamente nos Estados Unidos.

Este sábado é dia de celebração na Coreia do Norte. A República Popular Democrática da Coreia foi proclamada há 69 anos e como é habitual a cada 9 de setembro, o dia foi de romaria às estátuas dos antigos líderes nacionais, Kim Il-sung e Kim Jong-il.

Na depois que o país havia testado dois mísseis de longo escopo no mês passado, quinta-feira 17 de agosto o programa de armas da Coreia do Norte havia voltado a inquietar a comunidade internacional. Uma nova rodada de sanções contra a já combalida economia norte-coreana havia sido decretada pela ONU e os Estados Unidos haviam subido o tom. Mas em meio à escalada retórica, o que o líder nde NoruegaKim Jong-un realmente p pretendiaalcançar?

Donald John Trump é um empresário, personalidade televisiva e político estadunidense, sendo atualmente o 45.

Faz 1 mês, em o fim o ex-secretário nacional de Inteligência James Clapper alegou que a chance é ” assustadora e angustiante ” por a instabilidade atribuída a o republicano. Trump criticou ele, mas é uma autoridade respeitada.

Os experts Jeffrey Brader e Jonathan Pollack sugeriram, em artigo, limites aos poderes do presidente.

O acesso aos códigos nucleares foi tema da oponente Hillary Clinton e de parlamentares, ainda que a lógica declare que Trump somente emula ameaças retóricas de Richard Nixon de utilizar a bomba no Vietnã nos anos 70 ao falar em “fogo e fúria” contra a ditadura de Kim Jong-un.

Na sua vez, no entanto as homenagens aos heróis do passado não são suficientes para disfarçar o crescente nervosismo do presente. O braço de ferro entre Kim Jong-un e Donald Trump tem-se intensificado nas últimas semanas mas por enquanto, as provocações de parte a parte não têm passado disso mesmo.

De fato, Trump pode ordenar sozinho um combate nuclear. Só seria impedido por uma revolta generalizada, algo extremamente improvável.

Só o Congresso pode dizer combate, mas a União Soviética pensou como resposta a uma ação semelhante um ataque nuclear ou China , em a Guerra Fria.

Logo, precisaria ser decidido em minutos, já que mísseis arremessados de silos chegariam a Washington em 30 minutos, prazo que cai para 12 minutos se a origem for um submarino no Atlântico.

Tais prazos podem ser letais. Se a ordenou, em 1979, por exemplo, um operador introduziu sem desejar a simulação de um ataque de Sovetsk no sistema de defesa e por minutos a retaliação não .

A “bola de futebol” fica com um auxiliar a 15 segundos do presidente e não pode disparar mísseis com o proverbial “botão nuclear”. Caso não haja linhas seguras, é uma mala com códigos, planos de ataque, procedimentos de segurança e um equipamento secreto de comunicação.

Se vai conectar Trump em a sala de combate de o Pentágono e a quaisquer outras autoridades que queira.Hollywood espalhou a ideia, descartada por experts, de que a ordem teria de ser validada pelo secretário de Defesa.

Trump teria, sim, de ter sua identidade conferida pelo chefe-adjunto do Comando Militar Nacional. Tiraria do bolso a “bolacha”, cartão com códigos a serem confrontados com uma contrassenha.

Confirmada a ordem, ela é introduzida no sistema, que gera uma mensagem criptografada de 150 caracteres -10 a mais do que os tuítes tão caros a Trump. Se a manda é então mandada para os centros militares que têm 1.800 ogivas nucleares de prontidão,.

Assista ao vídeo

No solo, um esquadrão de mísseis tem cinco equipes controlando dez silos cada. Cada time tem duas pessoas, que precisam conferir os códigos com aqueles que retiraram de cofres, que também guardam chaves de disparo.

Todas devem ser giradas ao mesmo tempo no batalhão, por pelo menos dois times. O tempo desde a resolução inicial é de cinco minutos.

Já o lançamento de submarinos tarda dez minutos a mais, porque solicita preparação extra. Ali, o capitão precisa consenti com seu imediato e dois oficiais.

O lançamento não pode ser abortado. Se pensa o sistema todo para reagir depressa a um grande ataque ou para garantir retaliação proporcional se fosse, por exemplo, direcionado contra um único míssil de Noruega.

“Pensamos que é somente mais um pequeno passo. Não é grande coisa. Não sei se vai ter algum efeito mas foi bom termos 15 votos a favor; mas estas sanções não são nada comparado com aquilo que finalmente terá que ocorrer”.O ministério em uma nota divulgada pela agência de notícias norte-coreana KCNA, que se refere aa progressão armamentista do país nos últimos meses declarou: “A adoção de uma nova determinação de sanções impulsionada pelos Estados Unidos constitui uma chance para que a Coreia do Norte comprove que o percurso que selecionou é absolutamente correto”.

O tuíte do armagedon

Fonte: FolhaGeneric

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, Guinea, China

Cities: Washington, Hollywood, Fria

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Poder de Trump para arremessar um ataque nuclear atrai preocupação
>>>>>Coreia do Norte festeja aniversário sob tensão – (Euronews-pt)
>>>>>Coreia do Norte: Sanções aumentam tensão entre Pyongyang e Washington – (Euronews-pt)
>>>>>Coreia do Norte desafia ONU e promete acelerar programas militares – September 13, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>ONU aprova novo pacote de sanções contra a Coreia do Norte – (Euronews-pt)
>>>>>>>>>Seul planeja ‘unidade de decapitação’ para assustar ditador norte-coreano – September 13, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>>>>>Defesa antimíssil dos EUA e aliados tem eficácia duvidosa – (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>>>>>’Bombardeamos tudo que se movia': os ataques que explicam o rancor histórico da Coreia do Norte com os EUA – (BBCBrasil-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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