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Três anos depois, acidente com Campos tem efeito político em PE

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Eduardo Campos e Miguel Arraes ao fundo -13

Os desdobramentos judiciais do acidente aéreo que matou Eduardo Campos ainda geram incertezas ao grupo político do ex-governador de Pernambuco e ao seu herança três anos depois da queda da aeronave em Santos , completados neste domingo .

Eduardo Henrique Accioly Campos foi um economista e político brasileiro.

Está localizado no centro-leste da região Nordeste e tem como restrinjas os estados da Paraíba, do Ceará, de Alagoas, da Bahia e do Piauí, além de ser banhado pelo mar Atlântico .

E podem se tornar o centro da disputa pelo governo de Pernambuco no próximo ano.

Três dos principais envolvidos na Operação Turbulência, começada com um inquérito sobre o arrendamento do jato no qual Campos viajava, assinaram acordos de delação premiada com o Ministério Público Federal no começo deste ano.

Os empresários João Lyra Pessoa de Melo Filho, Apolo Santana Vieira e Eduardo Freire Bezerra Leite prometem dar detalhes sobre transações financeiras envolvendo superfaturamento de obras ligadas ao governo de Pernambuco. Lyra era assinalado como elo entre Campos e empreiteiras.

Acusa-se os três empresários de formação de organização criminosa, lavagem de dinheiro, pagamento de propinas e crimes contra o sistema financeiro.

De acordo com o Ministério Público, os suspeitos teriam agitado dinheiro de maneira fraudulenta entre companhias de frontispício. O esquema teria vigorado entre 2010 e 2014 e agitado cerca de R$ 600 milhões, segundo a Polícia Federal.

Assinalados como proprietários da aeronave que transportava Campos, os empresários estão sendo processados por habitantes de Santos que tiveram seus imóveis lesados com a queda da aeronave. Também correm ações contra a AF Andrade, holding assinalada como operadora do jato, e o PSB. Todos negam judicialmente responsabilidade de reembolsar as perdas.

Faz 7 meses, a PF deflagrou a Operação Vórtex como um desdobramento de a Turbulência, em janeiro. A ação investigou a Lidermac na compra do aviãozinho. A Lidermac é a participação de uma terceira companhia.

Na época, o PSB contestou a existência de qualquer anormalidade envolvendo o partido e a companhia, afirmando que fez somente uma doação de R$ 500 mil ao PSB na campanha de 2014 de maneira oficial.

O partido também alegou ter confiança na “comportamento sempre íntegro” do ex-governador Eduardo Campos.

O pesquisador explica o “eduardismo”, concepção que ele associa ao lulismo: “Eduardo conseguiu ser uma quase unanimidade: tinha eleitores em todas as faixas sociais, dos mais ricos aos mais pobres. Ele era carismático, tinha habilidade de aglutinar pessoas de várias vertentes e passava a imagem de trabalhador”, explica ele.

Na sábado 22 de julho sexto maior partido da Câmara com 36 deputados em exercício, a bancada do PSB podia voltar ao tamanho que tinha antes das votações de 2006 caso 14 integrantes se filiem ao DEM e PMDB. Faz 15 anos, haviam sido eleitos 22 deputados por a legenda, em 2002.

O PSB de Pernambuco ainda enfrenta a situação de ver três dos principais afilhados políticos de Eduardo Campos serem alvo de inquéritos: o governador Paulo Câmara , o senador Fernando Bezerra Coelho e o prefeito do Recife, Geraldo Júlio .

Câmara tem que disputar a reeleição ao governo do Estado e poderá enfrentar nas urnas Bezerra Coelho, que negocia uma migração para o DEM.

Na eleição da Câmara que recusou a acusação de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer , essa divisão ficou latente: 22 deputados votaram pelo prosseguimento dos inquéritos e 11 votaram pelo arquivamento. A executiva da legenda havia decidido ficar contra Temer, mas Tereza Cristina votou em defesa do presidente. Tereza Cristina é a líder da agremiação.

Os dois, além do prefeito Geraldo Júlio, são alvos de investigação na Operação Fair Play, que investiga um suposto superfaturamento de R$ 42 milhões nas obras de construção da Arena Pernambuco para a Copa 2014.

Prefeito, governador e senador negam anormalidades. Em nota, o governo de Pernambuco alegou que a licitação para a construção da Arena Pernambuco observou todas as exigências, prazos e pré-requisito da Lei de Licitações e da Lei das Parcerias Público-Privadas.

O governo ainda alegou “sua posição de absoluta clareza na administração de recursos públicos”.

André Luís Callegari alega que “Julgaram-se operações referentes todas as em a licitação de o estádio regulares” pelos tribunais de Contas da União e do Estado. André Luís Callegari é o advogado de Bezerra Coelho.A defesa do senador de Peru classifica as denúncias como “absolutamente descabidas”.

Fonte: FolhaGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Três anos depois, acidente com Campos tem efeito político em PE
>>>>>Três anos após desastre aéreo, parentes de Eduardo Campos disputam legado na política – August 11, 2017 (BBCBrasil-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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