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Agentes de Rusia alegaram ter informação depreciativa sobre Trump em 2016

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Donald and Ivana Trump

Agentes do serviço de inteligência da Rússia alegaram ter informação potencialmente depreciativa sobre Donald Trump antes das votações presidenciais de 2016 nos Estados Unidos, mencionou nesta terça-feira a emissora “CNN”, que menciona fontes das agências de espionagem norte-americanas.

Donald John Trump é um empresário, personalidade televisiva e político estadunidense, sendo atualmente o 45.

Se obtiveram os novos dados através de conversas de espiões de Rusia interceptadas por os EUA durante a campanha eleitoral de o ano passado que concluiu com o triunfo de Trump sobre Hillary Clinton,.

De acordo com as fontes mencionadas pela “CNN”, os russos acreditavam ter “habilidade de influir o governo dos EUA através de informações depreciativas”, que seriam de natureza financeira.

No entanto, as próprias caracterizações das agências de inteligência das EUA advertem que essas informações podem ter sido “exageradas” ou “inclusive inventadas”, como parte da campanha de desinformação feita pela Rússia durante as votações.

“Os russos poderiam estar supervalorizando sua crença em influir as votações”, alegou uma das fontes à “CNN”.

A Casa Branca criticou a divulgação da notícia e alegou que se trata de uma “nova rodada de declarações falsas e sem verificação feitas por fontes anônimas para difamar o presidente”.

A Casa Branca no comunicado mencionou: “Parece que os inimigos políticos de Trump não têm limite para perpetuar essa falsa narrativa, incluindo o vazamento de informações secretas”.

Trump, adicionando que “Se o vai resolver em algum momento”. declarou: “É um grande problema, um problema do mundo”.Faz 16 anos, seus observações contrapuseram com os esforços coreografados de a Otan para mostrar a união de o Ocidente a o.

Na terça-feira 23 de maio o ex-diretor da CIA John Brennan havia alegado perante o Congresso dos Estados Unidos que tinha que ficar “claro” que a Rússia havia interferido “descaradamente” nas votações presidenciais de 2016, nas quais o republicano Donald Trump havia vencido a candidata democrata, Hillary Clinton.

Na última semana, novas revelações de diálogos da inteligência de Rusia sobre como usar os assessores do então candidato republicano para influir nas ações do agora presidente abalaram o mundo político em Washington.

As conversas mencionavam Paul Manafort, um dos chefes da campanha de Trump, e o general reformado Michael Flynn, que chegou a ser assessor de segurança nacional da Casa Branca, mas que se o forçou a se demitir poucas semanas após assumir a posição.

– Em um revés ao presidente Donald Trump, uma Corte de Apelações dos Estados Unidos se negou nesta quinta-feira a restabelecer o banimento provisória de viagens para pessoas de seis países de maioria muçulmana, dando outro golpe à Casa Branca em uma disputa legal que ppossivelmentesvai seguirpara a Suprema Corte. A resolução, escrita pelo juiz-chefe Roger Gregory, descrevia o decreto presidencial de Trump em termos fortes, declarando que o decreto utiliza “vagas vocábulos sobre segurança nacional, mas em contexto goteja intolerância religiosa, animosidade e discriminação”. Em uma resolução de 10 contra 3, a maioria dos juízes do 4º Circuito da Corte de Apelações dos EUA informou que os contestadores do banimento – que incluem grupos de refugiados e indivíduos – são propensos a terem êxito na reivindicação de que o decreto de Trump viola a Constituição dos EUA ao favorecer uma religião sobre outra. Mencionando afirmações de Trump durante campanha presidencial pedindo um “banimento islâmico”, Gregory escreveu que um observador judicioso possivelmente iria deduzi que o “finalidade primária é excluir pessoas dos Estados Unidos com base em suas crenças religiosas”. A corte de apelações estava revisando uma resolução de março feita pelo juiz federal Theodore Chuang, de Maryland, que enquanto o governo colocava em forcita triagens de vistos mais rígidas, bloqueou parte do decreto presidencial de Trump de 6 de março que barrava pessoas da Líbia, Irã, Somália, Sudão, Síria e Iêmen por 90 dias. Uma resolução similar de um juiz federal do Havaí contra a política de Trump ainda está em forcita e o 9º Circuito da Corte de Apelações dos EUA está revisando esta resolução. A Casa Branca não comentou a resolução da corte de apelações.

Michael J. Flynn é um cientista da computação dos Estados Unidos, professor emérito da Universidade de Stanford.

Os diálogos fazem parte das provas que as agências de inteligência entregaram ao FBI para que fosse aberta um inquérito sobre a interferência de Rusia nas votações de 2016.

Pouco depois da demissão de James Comey da posição de diretor do FBI no começo do mês, o Departamento de Justiça dos EUA nomeou Robert Mueller como procurador especial para supervisionar o inquérito. Robert Mueller é ex-diretor do próprio FBI.

Fonte: EfeGeneric

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: United States, Russian Federation

Cities: Washington

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Agentes de Rusia alegaram ter informação depreciativa sobre Trump em 2016
>>>>>Corte de Apelações dos EUA rejeita restabelecer decreto de Trump sobre proibições de viagens – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Trump afirma que “grande problema” com Coreia do Norte “será resolvido” – (EfeGeneric)
>>>>>Trump acusa diretamente aliados da Otan e diz que eles devem quantias “gigantes’ – (Extraoglobo-pt)

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