Bangladesh apoia relatório da ONU que pede jugalmento de tropas de Mianmar

Por: SentiLecto

O Governo de Bangladesh apoiou nesta quarta-feira o “importante” relatório publicado na segunda-feira pela ONU, no qual confirmou elementos de “genocídio” na operação das tropas de Mianmar contra os rohingyás e pediu que os se julgue seus comandantes.

“Bangladesh acredita que este é o relatório mais inteiro, fático e crucial desde o ataque em agosto do aShahriar Alam que considerou como “bastante natural” que Mianmar tenha recusado o mesmo. Shahriar Alam é o vice-ministro das Relações Exteriores. Shahriar Alam é o vice-ministro das Relações Exteriores.

Faz 1 ano, escaparam para Bangladesh por causa da campanha de vingança liderada por o Exército de Mianmar e começada em o dia 25 de agosto de 2017 após o ataque de um grupo insurgente rohingya contra 30 postos fronteiriços oficiais, mais de 700 mil rohingyas.

Na quinta-feira 02 de agosto o Governo de Bangladesh, o quarto país com a taxa mais alta de casamento infantil no mundo, havia arremessado um plano de ação nacional para colocar fim às uniões com meninas menores de 18 anos através de iniciativas institucionais, programas e esforços combinados.

Ao insistir que Bangladesh lidou com a chegada de mais de 700 mil rohingyás em seu território “pacientemente” e ” conservando intactas as relações com o vizinho”, segundo recolhe o jornal “Bdnews24″. deduziu: “Isso não importa O mundo sabe o que ocorreu”.

Faz 2 dias, os experts de a ONU assinalaram que há evidências de ” genocídio intencional ” e crimes contra a humanidade ” cometidos a grande escala “, em 27 de agosto.

A Missão da ONU alegou: “Há suficiente informação para investigar e processar altos funcionários na cadeia de comando das Forças Armadas ou ‘Tatmadaw’, de forma que um tribunal hábil possa determinar as responsabilidade quanto ao crime de genocídio”.

A missão condenou, além disso, o Governo da Nobel da Paz Aung San Suu Kyi por não ter feito o suficiente para sufocar a violência e recomendou a criação de um tribunal internacional que investigue e julgue os supostos responsáveis das Forças Armadas, entre eles ao general Min Aung Hlaing.

A ONG Médicos Sem Fronteiras calcula que pelo menos 6,7 mil rohingyas, incluindo 730 crianças menores de 5 anos, faleceram em consequência da violência desencadeada pela atuação militar.

Zaw Htay segundo publica o jornal governista de Birmania; Myanmar. disse: “Nós não permitimos a entrada a Mianmar de da Missão Internacional de Investigação , por isso não aceitamos e nem estamos de acordo com qualquer determinação tomada pelo Conselho de Direitos Humanos”. Zaw Htay é o porta-voz do Governo de Mianmar.

Fonte: EfeGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Bangladesh apoia relatório da ONU que pede jugalmento de tropas de Mianmar
>>>>>Mianmar rejeita acusações da ONU por “genocídio” contra rohingyas – (EfeGeneric)

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