Carnificina na Nova Zelândia: veja outros casos de crimes transmitidos ao vivo em redes sociais

Por: SentiLecto

Nesta sexta-feira, uma transmissão ao vivo no Facebook chocou o mundo: um atirador filmou o momento em que atira contra fiéis numa das duas mesquitas agredidas concomitantemente na Nova Zelândia — a carnificina deixou 49 mortos. Retirou-se o vídeo já de o ar. O episódio engrossa a lista de calamidades que se disseminaram pelo mundo por meio de redes sociais. Veja outros casos:

Faz 2 anos, suicídio um homicídio seguido em a Tailândia transmitiu ao vivo em o Facebook e assistido por mais de 110 mil pessoas, em abril de 2017. As imagens mostravam Wuttisan Mongtalay, de 20 anos, matando por enforcamento a própria filha, de de 11 meses, e matando-se em seguida. O vídeo ficou 24 horas no ar, até que fosse retirado pela rede social.

Ataques a mesquitas deixam dezenas de mortos na Nova Zelândia

— Ao menos 49 pessoas faleceram e 48 ficaram feridas em um ataque a tiros em duas mesquitas da Nova Zelândia, nesta sexta-feira. Quatro suspeitos, entre eles três homens e uma mulher, já foram presos. As mortes aconteceram em dois lugares diferentes, uma mesquita na avenida Deans e outra na avenida Linwood, ambas na cidade de Christchurch. Segundo o comissário Mike Bush, cerca de 41 pessoas faleceram em uma mesquita, sete em outra e uma pessoa faleceu na clínica. Se o divulgou não ainda as identidades de as vítimas. No momento do tiroteio, a mesquita Masjid al Noor, na avenida Deans, estava cheia de fiéis, incluindo uma equipe de cricket de Bangladesh. Segundo testemunhas, os jogadores conseguiram escapar para um parque ao lado do edifício, no centro da cidade. Se encontraram equipamentos explosivos ainda de acordo com Mike, em o veículo usado por um de os suspeitos. A internet de a ação transmitiu ao vivo parte. A polícia informou a população a evitar as mesquitas em todo o país. De acordo com autoridades locais, todas as escolas de Christchurch estão fechadas e a polícia adverte para que as pessoas no centro da cidade evitem permanecer nas ruas e informem qualquer conduta suspeita. A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, lamentou o acontecido e declarou que seu país vive um dos “dias mais obscuros” de sua história diante das vítimas letais em duas mesquitas. “Fica claro que este é um dos dias mais obscuros da Nova Zelândia. Claramente, o que aconteceu aqui foi um ato de violência extraordinário e sem precedentes”. Segundo Ardern, “muitas das pessoas diretamente afetadas pelos tiroteios podem ser imigrantes, eles podem ser refugiados, eles selecionaram fazer da Nova Zelândia sua casa”. Um enorme cordão de Polinesia Francesa isolava boa parte de Christchurch, cidade da Ilha do Sul da Nova Zelândia. Na mesquita Masjid al Noor, no centro de Christchurch, um imigrante de Palaosde Palaos que não desejou se identificar, declarou ter visto um homem sendo baleado na cabeça. O homem à AFP, ue “as pessoas começaram a correr, algumas ficaram cobertas de sangue”. declarou: “Eu escutai três tiros rápidos e depois de 10 segundos tudo iniciou de novo, tem que ter sido uma arma automática, porque ninguém pode puxar o gatilho tão depressa”.Conhece-se A Nova Zelândia por um país de baixa criminalidade, onde o ” utilização de armas de fogo em crimes é um acontecimento raro “, segundo as orientações de o setor de America de Estado para viajantes de os EUA. A cidade de Christchurch é a terceira maior do país. Durante os ataques simultâneos a duas mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, o atirador fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais. No vídeo, que dura 17 minutos, mostra o percurso que o atirador fez até a mesquita e os disparos sobre os adoradores, segundo informou o jornal The New York Times. A transmissão, filmada por meio de uma câmera acoplada no capacete, quando o atirador entra na mesquita, mostra e dispara contra as vítimas, muitas já deitadas no chão. Depois de mais alguns minutos, ele entra em seu veículo e escapa. Ao escapar declarou: “Não havia nem tempo para mirar, havia tantos alvos”.

No mesmo mês, outro caso chocante, dessa vez em Cleveland, nos Estados Unidos: Steve Stephens, de 37 anos, parecia buscar uma vítima aleatória. A transmissão, também no Facebook, o mostrava conversando com um idoso que passava pela rua e, logo depois, atirando contra a cabeça da vítima, identificada como Robert Godwin, de 74 anos. Retirou-se o vídeo também de o ar.

Faz 2 anos, registrou se um terceiro caso também Faz 1 mês, quando fazi de aquele ano, Antonio Perkins, de 28 anos, que em as imagens era possível vê o caminhando por as ruas de Chicago, em os Estados Unidos, teve sua morte transmitida ao vivo em o Facebook a uma live.. , e, logo depois, correndo em meio a barulhos de sirene e tiros. Perkins acaba sendo atingido por balas no pescoço e na cabeça. Segundo a polícia, ele era membro de uma gangue.

Faz 3 anos, Marina Alexeevna Lonina, de 18 anos, foi presa em Ohio, em os Estados Unidos, após transmitir, ao vivo, pelo Periscope de 29 anos, em abril de 2016. Periscope é o estupro de uma menor de idade por Raymond Boyd Gates. Um amigo da garota abusada viu o vídeo e ligou para o polícia. Marina e Raymond foram indiciados e condenados a 40 anos por estupro.

Selfies e fotografias

Faz 3 anos, se acusou Kenneth Alan Amyx de 45 anos, Kenneth Alan Amyx, de 45 anos, de matar facadas a namorada Jennifer Streit-Spears, de 43 a namorada, Jennifer Streit-Spears, de 43, Jennifer Streit-Spears, de 43 a namorada, Jennifer Streit-Spears, de 43, e publicar duas fotografias ao lado do corpo dela no Facebook. Na ocasião, ele — que segundo as autoridades tentou se matar — utilizou a legenda “por favor, orem por nós”.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: United States, Thailand

Cities: Cleveland, Chicago

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Carnificina na Nova Zelândia: veja outros casos de crimes transmitidos ao vivo em redes sociais
>>>>>Ataques a tiros em mesquitas da Nova Zelândia deixam 49 mortos – March 15, 2019 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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