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Confronto entre manifestantes e polícia deixa 57 feridos na Venezuela

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Elias Jaua, December 2011

A oposição de Venezuela fez nesta segunda-feira sua quinta jornada de protestos em dez dias contra o governo do presidente Nicolás Maduro e, assim como nas quatro anteriores, foi alvo das forças de segurança. Pelo menos 57 pessoas ficaram feridas no confronto com os agentes, incluindo dois jornalistas e a deputada inimiga Delsa Solórzano, que o chavismo voltou a culpar seus oponentes pela violência nas manifestações.

Em Caracas, os inimigos tentaram pela terceira vez ir à sede da Defensoria do Povo. Eles, porém, foram alvo da Guarda Nacional, que dispersou o grupo com gás lacrimogêneo e balas de borracha.

Agentes atiraram as bombas em as ruas , de edifícios e de um helicóptero. Uma delas caiu ao lado de uma clínica, fazendo com que os médicos tirassem às pressas uma criança de um ano que esperava atendimento.

Apesar da dispersão, parte dos manifestantes conseguiu chegar a uma autoestrada, incluindo encapuzados que montaram barricadas. Se os reprimiu também com gás que atingiu ainda pessoas em carros presos,.

Na se as fechou sua vez, 16 estações de metrô e os acessos a Caracas são restringidos. Muitas pessoas não vão trabalhar, alunas não vão ter aulas e alguns comércios vão fechar, sobretudo nas regiões onde serão realizadas as passeatas.

Na sábado 25 de março a Comissão Permanente da OEA se reuniria na em Washington para debater o relatório do secretário-geral, o uruguaio Luis Almagro, sobre a crise na Venezuela.

Em Maracaibo, segunda maior cidade do país, centenas de inimigos foram impedidos pela polícia de invadir a sede do governo de Zulia, Estado conduzido pelo chavista Francisco Arias Cárdenas.

Faz 1 mês, quando o Tribunal Supremo de Justiça, dominado por o governo, determinou o fim de a imunidade parlamentar e a retirada de o poder de legislar de a Assembleia Nacional, se desatou a série de manifestações.

O Tribunal Supremo de Justiça é o órgão máximo do sistema judiciário da Venezuela.

A oposição, que controla o Legislativo, e a maioria dos países das Américas viram as sentenças como um golpe de Maduro. Se reverteram as resoluções três dias depois.

Quando a Controladoria-Geral cassou por 15 anos os direitos políticos do ex-presidenciável Henrique Capriles, os atos ganharam novo alento na sexta.

Quando os manifestantes mudaram de rumo, os confrontos iniciaram , conduzindo-se ao centro da cidade, e se os impediram de progredir por um obstáculo feito por policiais. Segundo o plano original, os protestos se concentrariam em uma avenida no bairro de Altamira, mas dirigentes, como o líder inimigo Henrique Capriles, transformaram o trajeto, andando em direção à Defensoria do Povo, na cidade histórica. Vários deputados da maioria inimiga do Parlamento participam do protesto.A inabilitação também foi condenada por líderes da MUD. O deputado Tomás Guanipa, do Primeiro Justiça, partido de Capriles declarou: “Isso nos dá mais forças, que o mundo perceba que aqui temos uma ditadura”.Ao mesmo tempo em que acontecia o protesto inimigo, milhares de governistas percorreram as ruas do centro da cidade rumo à Assembleia Nacional em asuportea Maduro, repúdio aos oinimigose exigindo respeito à Constituição.

Elías José Jaua Milano é um político, sociólogo e ex-professor universitário de Venezuela, que ocupou diversas posições na gestão de Hugo Chávez e foi o primeiro vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela, ocupando essa posição desde 27 de janeiro de 2010, além de ser vice-presidente “sectorial” encarregado dos assuntos econômicos e produtivos do país e Ministro do Poder Popular para la Agricultura e Terras.

Elías Jaua declarou nesta segunda que o inimigo, que conduz o Estado de Miranda, teria que estar na cadeia por incitação na violência. Elías Jaua é o ministro da Educação.Em 8 dias, os principais partidos de a oposição não vão fazer protestos devido em a Semana Santa.Já o chavismo vai às ruas nesta terça para lrecordaros 15 anos da tentativa de golpe contra Hugo Chávez.

Para Aloysio, cabe ao governo chavista resolver a crise. “É fundamental insistirmos na urgência da confirmação do calendário eleitoral, o respeito à prerrogativa da Assembleia e a liberação dos presos políticos”.

Fonte: FolhaGeneric

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Venezuela

Cities: Maracaibo, Caracas

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Confronto entre manifestantes e polícia deixa 57 feridos na Venezuela
>>>>>Protesto na Venezuela tem novos confrontos entre oposição e policiais – April 06, 2017 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Opositor Henrique Capriles diz que perdeu direitos políticos na Venezuela – April 07, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>Forças de segurança voltam a reprimir protestos da oposição a Maduro – April 07, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>Repressão a protesto contra Nicolás Maduro deixa 13 feridos na Venezuela – April 05, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>>>>>Opositores venezuelanos asseguram que grupos dispararam contra manifestantes – April 04, 2017 (EfeGeneric)
>>>>>>>>>Forças de segurança ferem 2 fotógrafos da Agência Efe em protesto em Caracas – (EfeGeneric)
>>>>>>>>>Polícia venezuelana dispersa marcha opositora e impede acesso ao parlamento – April 05, 2017 (EfeGeneric)
>>>>>>>>>>>>>Manifestantes de oposição bloqueiam via importante de Caracas e anunciam mais protestos – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Venezuela: Oposição se prepara para voltar às ruas após Supremo retirar poder do Parlamento – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Venezuela: ações do Supremo são tratadas como instauração de ditadura – (Extraoglobo-pt)

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