Diretora do Fórum Mundial alega: “Sociedade civil não tolera mais corrupção”

Por: SentiLecto

Nesta terça-feira Marisol Argueta de Barillas que inicia hoje em São Paulo realçou um tema que deixou de ser “tabu” na América Latina, segundo: “A sociedade civil não tolera mais a corrupção”. Marisol Argueta de Barillas é diretora do Fórum Econômico Mundial para a região.

Argueta evidenciou na abertura do fórum a protagonismo da “colaboração internacional” em matéria de corrupção e instou a América Latina a buscar novos modelos para combater contra uma praga que se faz presente em grande parte da região.

O presidente vai moderar a discussão de a Agência Efe , José Antonio Vera, e vai contar com a presença, entre outros, da presidente do Supremo Tribunal Federal , Cármen Lúcia; o ministro da Justiça, Torquato Jardim; e a presidente da ONG Transparência Internacional, Delia Ferreira Rubio.

Argueta, durante a entrevista coletiva do Fórum Econômico Mundial , na qual esteve acompanhada pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin alegou: “Há muitos modelos importantes que podem ser seguidos para continuar esta luta contra a corrupção na América Latina”, e o prefeito da cidade, João Doria.

Nesse sentido, mencionou um “tratado hemisférico” da Organização dos Estados Americanos e a “legislação de Americade America que também pune o empresário que fora das suas se o considera fronteiras culpado de atos de corrupção”.

Na sua vez, no Peru estão envolvidos no caso Odebrecht, como investigados em diferente grau, acusados ou presos os quatro presidentes da república que sucederam Alberto Fujimori, que, por sua vez, foi indultado pelo atual mandatário, Pedro Pablo Kuczynski, no final do ano passado após satisfazer parcialmente uma condenação de 25 anos de prisão por crimes contra a humanidade e corrupção.

A “rompimento do ciclo do corrupção” vai ser um dos aspectos abordados durante a edição latino-americana do Fórum Econômico, que entre hoje e até quinta-feira vai reunir mais de 750 líderes na capital paulista.

Segundo Argueta, durante o fórum também serão abordados os percursos que a América Latina pode tomar para construir uma “agenda de valores”, na qual se possa incorporar a tecnologia e a inovação como “catalisador de uma mudança que pode gerar vantagens para a população”.

“Parte da agenda vai tratar sobre como podemos na América Latina cimentar uma agenda de valores, para que possamos afastar-nos da polarização dogmática que não permitiu que a América Latina avance”, evidenciou a diretora.

Argueta realçou que a edição deste ano vai ter a participação mais alta de mulheres de todas as realizadas até o momento na América Latina e reunirá 50 companhias emergentes de vários países da região, entre eles o Brasil.

Fonte: EfeGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Diretora do Fórum Mundial alega: “Sociedade civil não tolera mais corrupção”
>>>>>Corrupção, a hemorragia do desenvolvimento econômico e social na A. Latina – (EfeGeneric)

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