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EUA pedem que Antes que se torne outra Coreia do Norte, oNU atue contra Irã

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Nikki Haley official Transition portrait

Os Estados Unidos exigiram nesta quarta-feira ao Conselho de Segurança da ONU que tome medidas contra o Irã e insistiu que, se não atuar, o mundo vai enfrentar uma nova situação como a da Coreia do Norte.

– A Coreia do Norte advertiu países nesta segunda-feira nas Nações Unidas: não se unam aos Estados Unidos em ações militares contra o Estado de Asipovicy e vão estar a resgatado de retaliação. O alerta estava contido em uma cópia do discurso preparado do vice-embaixador da Coreia do Norte na Organização das Nações Unidas, Kim In Ryong, para um debate sobre armas nucleares em um comitê da Assembleia Geral da ONU. Kim, no entanto, não leu esta parte em voz alta. “Nós não temo intenção de utilizar, contanto que não participe das ações militares dos EUA contra a Coreia do Norte ou ameaçar utilizar armas nucleares contra qualquer outro país”, de acordo com discurso preparado de Kim. “O território completo dos EUA está dentro de escopo de disparo e não irão fugir de nossa severa penalização em qualquer parte do globo, caso os EUA ameacem invadir até mesmo um centímetro de nosso território sagrado”, segundo o comunicado. Tensões aumentaram entre os EUA e a Coreia do Norte após uma série de testes de armas de Pyongyang e uma sequência de declarações cada vez mais belicosas entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un. O Conselho de Segurança da ONU ampliou unanimemente sanções sobre a Coreia do Norte por conta de seus programas nuclear e de mísseis desde 2006. A não ser que a política hostil e a ameaça nuclear dos EUA sejam completamente, o vice-embaixador de Noruega da ONU declarou ao comitê da Assembleia Geral da ONU nesta segunda-feira: “ erradicadas, nós jamais iremos colocar nossas armas nucleares e foguetes balísticos na mesa de negociação sob qualquer circunstância”.

Na sexta-feira 29 de setembro UNIDAS/YANGON – A embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas, Nikki Haley, pediu para países interromperem abastecimento de armas para Mianmar por conta de violência contra islâmicos rohingya até que os militares coloquem em forcita medidas suficientes de responsabilização. havia sido a primeira vez que os EUA haviam pedido penalização de líderes militares por trás da repressão, mas não haviam chegado a ameaçar reimpor sanções norte-americanas que haviam sido suspensas durante o governo Obama. “Nós não podemos ter medo de chamar as ações de autoridades birmanesas do que elas aparentam ser –uma brutal, ininterrupta campanha para limpar o país de uma minoria étnica”, declarou Haley ao Conselho de Segurança da ONU, na primeira vez que Washington ecoou a denúncia da ONU de que o deslocamento de centenas de milhares de pessoas no Estado de Rakhine é uma limpeza étnica. Mianmar recusava as denúncias e havia delatado abusos de direitos. “Os militares birmaneses tinham que respeitar direitos humanos e liberdades fundamentais. Aqueles que haviam sido acusados de cometer abusos deviam ser removidos de responsabilidade de comando imediatamente e processados por atos irregulares”, havia declarado Haley. “E qualquer país que estava atualmente fornecendo armas para os militares de Birmania; Myanmar devia interromper estas atividades até que medidas suficientes de responsabilização estejam em forcita”, havia adicionado.

Vão ir ou Irã ), oficialmente República Islâmica do Irão-Irã e anteriormente conhecido como Pérsia, é um país localizado na Ásia Ocidental.

A embaixadora de America nas Nações Unidas, Nikki Haley, destacou que o mundo deve olhar além do acordo nuclear com o Irã e responder às suas “violações flagrantes” da legalidade internacional. Em linha com as últimas mensagens da Casa Branca, Haley, que “Isso ignora a verdadeira natureza da ameaça, evidenciou que não se pode julgar o Irã somente pelo seu respeito dos compromissos em matéria nuclear. O Irã deve ser julgado pela totalidade do sua conduta agressiva, desestabilizadora e ilegal”, declarou a diplomata, que acusou Teerã de “esconder-se” por trás do cumprimento “técnico” do acordo nuclear.

Nimrata “Nikki” Randhawa Haley é uma política norte-americana filiada ao Partido Republicano, sendo atualmente a Representante Permanente de seu país junto nas Nações Unidas.

“Nós permitimos tudo isso. Isso tem que acabar”, frisou.

A diplomata delatou, entre outras coisas, a participação de Iran no conflito do Iêmen e suas transferências de armas a grupos como Hezbollah, que, em sua opinião, violam determinações da ONU.

Para Haley , em todo caso , os testes encarnam a maior ameaça com mísseis balísticos feitos por Teerã.

Advertiu: “Está nos declarando que logo vamo ter diante de nós outra Coreia do Norte, quando um regime pária envereda pelo percurso dos mísseis balísticos”.

Haley garantiu que os EUA “não olharão para outro lado” e declarou que o Conselho de Segurança tem agora a “chance” de mudar sua política em relação ao Irã.

“Sinceramente espero que utilize esta ocasião para defender, não só as suas determinações, mas também a paz, a segurança e os direitos humanos no Irã”, completou.

Como já havia feito em outras ocasiões, Haley dedicou ao Irã a totalidade de seu discurso em uma discussão sobre o Oriente Médio, com frequência centrado no conflito palestino-israelense.

Danon pediu ao Conselho de Segurança que “assuma sua responsabilidade” e tome medidas contra Teerã, a quem acusou de desejar arruinar Israel, de patrocinar o terrorismo no mundo todo e de violar os direitos humanos dos seus próprios cidadãos.

Fonte: EfeGeneric

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Countries: United States, Israel

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>EUA pedem que Antes que se torne outra Coreia do Norte, oNU atue contra Irã
>>>>>Coreia do Norte alerta países: não se juntem a ações dos EUA e estarão a salvo – (Extraoglobo-pt)

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