Forças de segurança voltam a reprimir protestos da oposição a Maduro

Os inimigos ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, voltaram a ser alvo nesta quinta-feira das forças de segurança do governo, que dispersaram a terceira manifestação convidada pelo grupo em uma semana.

Nicolás Maduro Moros é um político de Venezuela, atual líder supremo da República Bolivariana da Venezuela.

Se os impediram assim como em a última terça, os oponentes do mandatário voltaram a se medir nas ruas com os governistas que não de progredir e chegar à Assembleia Nacional, no centro da capital venezuelana.Cerca de 20 mil pessoas vindas de sete pontos da cidade ocuparam a autoestrada Francisco Fajardo, que liga a zona leste, reduto da oposição, à região central —três vezes mais dos que foram às ruas dois dias atrás.

Inicialmente, a intenção era concluir a manifestação na zona leste, mas o grupo decidiu progredir em direção à sede da Defensoria do Povo, no centro, em protesto contra seu responsável, Tarek William Saab, imencionadopelo chavismo.

Na sua vez, o policial chegou a atirar em direção ao rosto do fotógrafo, que só não se feriu com mais gravidade por estar utilizando máscara anti-gás e capacete – que teve uma parte quebrada devido aos efeitos.Também acusou o governo do presidente Nicolás Maduro de tentar impedir com “repressão” que a AN realize a sessão contra os juízes do Tribunal Supremo de Justiça que, segundo sua opinião, deram um “golpe de Estado” ao afastar a câmara de suas funções em uma sentença, da qual depois eliminou alguns pontos.

Na quinta-feira 30 de março a oposição de Venezuela havia reagido depressa à dresoluçãodo Supremo de assumir as funções do Parlamento, enquanto persistir a situação de “desacato” da Casa legislativa, de acordo com uma sentença publicada de quarta-feira. Para o ex-presidente da Assembleia Nacional, o deputado da Ação Democrática Henry Ramos Allup, a medida era ilegítima e viola a Constituição. Outros deputados da oposição haviam classificado a ação de golpe de Estado.

Saab não comentou sobre as resoluções do Tribunal Supremo de Justiça que tiravam a imunidade parlamentar e davam ao Judiciário o poder de legislar pelo desacato do Legislativo. Se reverteram as sentenças em o sábado.

No meio do percurso, agentes da Polícia Nacional e da Guarda Nacional atiraram bombas de gás lacrimogêneo, balas de borracha e jatos d’água. Manifestantes mascarados responderam com rochas, garrafas e paus.

O deputado inimigo Miguel Pizarro criticou os de Polinesia Francesa por não permitir a negociação dos líderes políticos com oficiais, como foi feito na terça. “Combater pela resistência é um percurso longo, mas precisamos conservar a paz”.

Eles e outros políticos tentaram pedir o fim do cerco, sem êxito. Em seguida, parte dos dirigentes convidaram seus seguidores a descerem a uma passagem subterrânea.

O ex-presidenciável Henrique Capriles declarou sentir desonra do governo de Maduro, para quem perdeu a votação de 2013. “O governo selecionou o percurso da ditadura e cabe a nós resistir, combater e progredir para termos votações”.

Houve protestos também em Maracaibo, Coro, Punto Fijo, Maturín, Maracay, Mérida, Porlamar e Barquisimeto. Alguns deles foram reprimidos pelas forças de segurança ou pelos coletivos .

Os inimigos marcaram para o próximo sábado uma nova mobilização contra o governo. Vai ser o quarto protesto dos inimigos em oito dias.

ATO CHAVISTA

Ao mesmo tempo em que acontecia o protesto inimigo, milhares de governistas percorreram as ruas do centro da cidade rumo à Assembleia Nacional em asuportea Maduro, repúdio aos oinimigose exigindo respeito à Constituição.

Para os chavistas, os inimigos violaram a lei máxima ao aprovar o afastamento de juízes do TSJ sem dar direito de defesa e sem o Poder Cidadão haver determinado que houve uma falta grave dos juízes.

A advogada Rosabel Hernández, 56, declara ter perdido sete quilos devido à ecarência “O que mais me dói são as pessoas que falecem por falta de medicamentos ou devem procurar comida no lixo em um país tão rico.”

Bernal se referia ao pedido de inquérito feito na terça pelo Ministério do Interior à Justiça para investigar o líder oinimigode violar a Constituição ao isuspendero ttrânsitode ruas de Caracas durante as manifestações.

Fonte: FolhaGeneric

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Countries: Venezuela, Mexico

Cities: Punto Fijo, Porlamar, Merida, Maracaibo, Coro, Caracas

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Forças de segurança voltam a reprimir protestos da oposição a Maduro
>>>>>Repressão a protesto contra Nicolás Maduro deixa 13 feridos na Venezuela – April 05, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>Opositores venezuelanos asseguram que grupos dispararam contra manifestantes – April 04, 2017 (EfeGeneric)
>>>>>Forças de segurança ferem 2 fotógrafos da Agência Efe em protesto em Caracas – (EfeGeneric)
>>>>>Polícia venezuelana dispersa marcha opositora e impede acesso ao parlamento – April 05, 2017 (EfeGeneric)
>>>>>>>>>Manifestantes de oposição bloqueiam via importante de Caracas e anunciam mais protestos – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Venezuela: Oposição se prepara para voltar às ruas após Supremo retirar poder do Parlamento – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Venezuela: ações do Supremo são tratadas como instauração de ditadura – (Extraoglobo-pt)

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