ONU alega que vai seguir trabalhando com Venezuela durante 2º mandato de Maduro

Por: SentiLecto

A Secretaria-Geral da ONU alegou nesta quinta-feira que vai continuar trabalhando com o governo da Venezuela durante o segundo mandato de Nicolás Maduro e evidenciou que não é sua tarefa reconhecer ou não reconhecer chefes de Estado.

“Vimos as resoluções tomadas por um número de países. O secretário-geral, a Secretaria, não nos dedicamos a reconhecer chefes de Estado ou a não reconhecer chefes de Estado”, declarou o porta-voz Stéphane Dujarric, que respondeu assim ao ser perguntado pela postura de vários governos latino-americanos, dos Estados Unidos e da União Europeia, que repudiaram a posse de Maduro, na sua entrevista coletiva diária.

Segundo o porta-voz, a ONU está acompanhando de perto a situação e, como princípio, sempre é favorável ao diálogo e, especificamente, ao diálogo regional.

“Nós vamo continuar trabalhando com o governo da Venezuela, eminentemente no marco de assistência ao desenvolvimento, em alimentação, saúde, segurança e nutrição”, evidenciou Dujarric.

O porta-voz recordou que o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu repetidamente um “diálogo político inclusivo” na Venezuela e apoiou iniciativas nesse sentido.

Por outro lado, a OEA também pediu que os países-membros e os observadores permanentes da organização adotem, em conformidade com o direito internacional e as respectivas legislações nacionais, “medidas diplomáticas, políticas, econômicas e financeiras” para contribuir com a restauração da ordem democrática no país.

Na sexta-feira 14 de dezembro estimados dois milhões de venezuelanos podiam cerrar as fileiras de imigrantes e refugiados no ano que vem, aumentando o total a 5,3 milhões enquanto o colapso do país prosseguia, havia advertido a Organização das Nações Unidas nesta sexta-feira.

Assegurou: “O secretário-geral segue disponível para auxiliar de qualquer maneira”.

Se questionou a legitimidade de o segundo mandato de Maduro por a oposição de Venezuela e vários governos estrangeiros que não reconhecem os resultados de as votações de maio de o ano passado em as quais foi reeleito com cerca de %70 de os votos,,.

Na determinação, os países integrantes da OEA pediram a execução de novas votações presidenciais com todas as garantias necessárias para que o processo seja “livre, justo, transparente e lícito”. O pleito, segundo o documento, deve ser realizado em uma “data próxima”, com a presença de observadores internacionais.Os líderes boliviano Evo Morales; Nicarágua, Daniel Ortega; Cuba, Miguel Díaz-Canel; El Salvador, Salvador Sánchez Cerén; e Ossétia do Sul , Anatoly Bibilov; dirigem a lista de presidentes que acompanham Maduro, ao lado de outros 20 representantes internacionais.Maduro fez seu juramento diante do Tribunal Supremo de Justiça , em Caracas, acompanhado por outros seis chefes de Estado que foram os únicos a acompanhar este ato indicado por inimigos e por boa parte da comunidade internacional como o começo da “usurpação” da presidência da Venezuela.

Fonte: EfeGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>ONU alega que vai seguir trabalhando com Venezuela durante 2º mandato de Maduro
>>>>>OEA decide não reconhecer legitimidade do governo de Maduro – (EfeGeneric)
>>>>>Cinco chefes de Estado confirmam presença na posse de Nicolás Maduro – January 10, 2019 (EfeGeneric)
>>>>>Maduro toma posse para governar a Venezuela até 2025 – January 10, 2019 (EfeGeneric)
>>>>>>>>>Supremo da Venezuela convoca Maduro para empossá-lo como presidente reeleito – January 08, 2019 (EfeGeneric)
>>>>>>>>>Forças Armadas da Venezuela juram lealdade absoluta a Maduro – January 08, 2019 (EfeGeneric)

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