Tunísia força homens suspeitos de ser homossexuais a passarem por ‘teste anal’, declara ONG

Por: SentiLecto

Se proíbe a homossexualidade a Tunísia, país de maioria muçulmana de o Norte da África em que por lei, está realizando ” testes anais ” para certificar de que homens suspeitos de conservar relações sexuais com pessoas de o mesmo sexo sejam identificados e posteriormente castigados, alega a ONG Human Rights Watch.

Segundo o grupo, como estratégia para encontrar “provas” de que algum cidadão é homossexual ou já teve relações com pessoas do mesmo sexo, o governo tem forçado exames que supostamente comprovam a prática, mesmo entre aqueles que procuram as autoridades para delatar estupros ou abusos sexuais. Além disso, a polícia estaria confiscando ilegalmente celulares dos suspeitos, em um esforço de procurar provas sobre sua possível homossexualidade. No país, o “crime” pode render até três anos de prisão.

De acordo com agentes do Human Rights Watch, julgar a homossexualidade como crime e se usar de técnicas como “testes anais” para perseguir suspeitos, além de ser “cruel” e “degradante”, viola os direitos humanos. Ativistas da ONG alegaram ter conversado com seis homens entre 2017 e 2018 que foram processados pelo governo de Tunez sob alegação de homossexualidade. Segundo os acusados, eles padeceram maus tratos sob as autoridades, além de terem sido forçados a confessar fatos que não realizaram.

Em um relatório detalhado, a organização informa que sodomia usa depois como prova em julgamentos esse exame , uma prática criminalizada em a Tunísia que pode render uma pena de três anos de prisão. Esse exame é oposto aos direitos humanos. que pode render uma pena de três anos de prisão.

Dos seis cidadãos entrevistados pela ONG, dois alegam ter sido processados após terem ido à polícia ddelatarestupros de que teriam sido vítimas. Faz 5 meses, que alega que o governo ainda continua a praticá os mesmo assim, um engenheiro de 32 anos entrou em uma delegacia em Monastir em junho de 2018 para delatar um estupro coletivo e requerer um exame médico que atestasse seus ferimentos, de acordo com a Human Rights Watch.. Em lugar disso, no entanto, as autoridades pediram um teste anal para que fosse determinado se o cidadão era ou não “acostumado a praticar sodomia”.

Na sua vez, três deles conseguiram deixar o país a tempo e pediram asilo político, detalhou a ONG.

Faz 1 ano, a Tunísia aceitou as recomendações de um parecer de as Nações Unidas para extinguir os testes anais forçados, mas O grupo fez um pedido para que as autoridades abandonem essa espécie de exame o mais rápido possível, além de extinguir o artigo 230 de seu Código Penal, que criminaliza o homossexualismo.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Tunísia força homens suspeitos de ser homossexuais a passarem por ‘teste anal’, declara ONG
>>>>>Tunísia é denunciada por forçar exame retal a suspeitos de serem gays – November 08, 2018 (EfeGeneric)

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