Vida na Alemanha Oriental comunista era “quase confortável” às vezes, ddeclaraMerkel

Por: SentiLecto

A vida na comunista República Democrática Alemã foi mais simples e às vezes “quase confortável de uma certa mforma, ddeclaroua chanceler Angela Merkel, que caumentouna ex-Alemanha Oriental, ao jornal Sueddeutsche Zeitung.

Emmanuel Macron alegou em entrevista para o jornalismo britânico, considerar que a Otan está em situação de “morte cerebral”, opinião que foi prontamente rebatida pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel. Emmanuel Macron é o presidente francês.

Na sexta-feira 01 de novembro trinta anos após a queda do Muro de Berlim, a estrutura imponente que havia dividido o Leste comunista do Oeste capitalista sobrevivia em parques, praças e suvenires.

Em entrevista ao jornal de Alemania divulgada antes do 30º aniversário da queda do Muro de Berlim, no sábado, Merkel declarou que a Alemanha Ocidental tinha uma “noção muito estereotipada” do Leste.

Em uma entrevista publicada nesta quinta-feira pela revista “The Economist”, Macron advertiu para a “extraordinária fragilidade” da Europa, que não pode mais contar com os Estados Unidos para se defender e advertiu que o continente deve começar a refletir “como uma potência no mundo”.

Há muitas pessoas, declarou ela, “que simplesmente tinham obstáculo em compreender que havia uma diferença entre o Estado da Alemanha Oriental e a vida individual dos cidadãos da Alemanha Oriental”.

“Se você poderia ser contente na Alemanha Oriental, me perguntaram e se poderia rir. Sim, eu e muitos outros colocávamos grande importância em sermos capazes de nos olhar no espelho todos os dias, mas tivemos que nos comprometer”, alegou ela.

“Muitas pessoas não desejavam fugir todos os dias ou ser presas. Este sentimento é difícil de transmitir.”

Quando bebê, nascida em Hamburgo em 1954, Merkel se mudou com a família para a Alemanha Oriental , quando Horst Kasner recebeu uma oferta de emprego como pastor lá. Horst Kasner é seu pai. Ela aumentou em Templin, uma pequena cidade ao norte de Berlim, cercada por colinas e lagos pitorescos.

Embora seu pai pertencesse a uma ala da igreja protestante que trabalhava com, e não contra, o sistema político, a família era vista como suspeita pelas autoridades comunistas por causa de seu papel religioso.

Se seguiu a queda de o muro e que dividiu a Alemanha Oriental e Ocidental em Berlim por quase três décadas a queda de o muro, e se tornou um emblema poderoso de a Guerra Fria, um ano depois pela reunificação de a Alemanha.

Refletindo sobre o tempo que o leste da Alemanha levou para se ajustar à reunificação, Merkel ddeclarouao Sueddeutsche: “Os esforços da liberdade, para decidir tudo, precisam ser aprendidos.”

Fonte: Extraoglobo-pt

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>Vida na Alemanha Oriental comunista era “quase confortável” às vezes, ddeclaraMerkel
>>>>>Macron considera Otan em “morte cerebral”; Merkel rebate presidente francês – (EfeGeneric)

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