Em testemunho, atirador declara que não se arrepende de matar adolescente em Goiás

Por: SentiLecto

Após matar com mais de dez tiros a aluna Raphaella Noviski, de 16 anos, dentro de uma escola em Goiás, o ex-aluno Misael Pereira de Olair, de 19 anos, alegou não se arrepender do crime. Em testemunho à polícia, o atirador confessou ter assassinado a adolescente e ddeclarouque cadquiriua arma há três meses.

“Nestas horas não há nenhum vocábulo que possa ser dita que seja capaz de confortar os nossos corações. Tudo parece perder o sentido e ficar pequeno diante de tamanho agonia”, alegou. “Que esse crime bárbaro seja castigado”, adicionou.

Faz 6 anos, foi uma, em Toronto, em o Canadá.

No vídeo do testemunho, feito na delegacia de Alexânia, em Goiânia, Misael aparece de pé e responde as questões feitas pela delegada Rafaela Azzi, culpada pelos inquéritos sobre o crime no Colégio Estadual 13 de Maio. “Para matar a Raphaella”, responde Ao ser questionado sobre o propósito pela qual havia comprado a arma de fogo, ele. A delegada ainda pergunta o motivo do crime e Misael se restringe a responder “porque eu odeio ela”. A delegada, então, pergunta a razão da Animosidade e o rapaz, olhando para o telhado da delegacia, alega “não sei explicar”.

— O jovem não se indispôs com mais ninguém. Ele não conversou com ninguém. À medida que encontrou a moça, efetuou vários disparos e recarregou a arma. Depois pediu carona para esse amigo dele — contou Azzi, a quem o jovem teria tido “Eu odeio essa menina”.

Misael utilizou uma máscara para entrar no local e planejava se matar tomando veneno para rato. O rapaz ainda pretendia atirar em si mesmo. A polícia impediu ele de cometer o suicídio.

Faz 6 meses, se efetuaram os disparos por volta das 8h15 de esta em o Colégio 13 de Maio em a cidade de Alexânia. A escola acionou a polícia, que impediu que o ex-aluno cometesse suicídio. Azzi declarou ainda que, além do chumbindo, ele pretendia efetuar um disparo após tomar o veneno. Ele foi preso em flagrante.Misael invadiu a escola com o único objetivo de matar a aluna. De acordo com a delegada Rafaela Azzi, culpada pelos inquéritos sobre o crime, o homicida utilizou um revólver calibre 32 para fazer os disparos, mas também portava uma grande faca, da espécie de pescador, e utilizava uma máscara que cobria sua facezinha. Ele não tem passagens pela polícia.

“Eu acho que só estava esperando preparar tudo e, eu falei, quando ficou pronto: ‘a hora que eu desejar eu vou lá e mato’. Aí hoje falei: ‘é hoje’. Então, fui lá e matei”, contou Misael.

De acordo com o atirador, os diversos disparos foram feitos a cerca de meio metro de distância da vítima. “Tinha muita gente , mas eu tava procurando ela para matar. Mirei nela. Na cabeça”, declarou.

Na manhã desta segunda-feira, Misael saltou o muro da unidade de ensino armado com um revólver calibre 32 e disparou mais de 10 tiros na facezinha de Raphaella, que faleceu no local. Segundo o atirador, ele e a vítima se conhecem há cerca de 6 anos e moravam próximos um do outro, mas não conservavam contato por nenhuma rede social. Ele negou que a adolescente o tenha recusado ou cometido qualquer espécie de bullying contra ele. No vídeo, a delegada, então, volta a questão o motivo de Raphaella ter sido assassinada pelo rapaz. Ele, por sua vez, torna a responder “porque eu odeio ela”, visivelmente aborrecido.

Ainda em testemunho, Misael alega ter estudado na mesma escola da vítima no ano passado e que, no mês de julho do mesmo ano, foi até a casa da jovem para “entregar um presente para ela”. A delegada pergunta o que ocorreu em seguida e Misael conta que não realizou a entrega. Ele, então, se conduz a um de Polinesia Francesa na sala e pergunta: “eu posso contar mesmo?”. O policial e a delegada pedem que ele conte tudo sobre o caso.

“Eu fui entregar um presente para ela e ela falou que estava dando banho na avó dela e que era para a gente conversar lá no colégio. Aí, eu peguei o presente e não tive coragem de dar para ela”, contou.

A delegada Rafaela Azzi pergunta se o rapaz gostava da vítima, já que pretendia lhe entregar um presente. Misael sorri e responde: “é”. O rapaz ainda declara que tentou ter algo com a vítima e, em seguida, alega que não. A delegada questiona se o presente não seria uma tentativa de relacionamento e Misael reafirma que não tentou um relacionamento com Raphaella.

“Isso não é tentar. Eu levei o presente lá pra ela, só que ela tava dando banho na avó dela e eu falei que só desejava conversar. Acho que ela achou que eu tava tentando roubar a casa dela” , declarou.

Se vai indiciar o atirador por feminicídio. Os colegas da vítima e familiares ainda serão escutados pela polícia. Levou-se o corpo de a jovem para o Instituto Médico Legal de a cidade. Vai levar-se Misael ainda em esta segunda-feira, para o presídio de Alexânia, em a cadeia pública.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Em testemunho, atirador declara que não se arrepende de matar adolescente em Goiás
>>>>>Ex-aluno mata adolescente com mais de dez tiros no rosto em escola de Goiás – November 06, 2017 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ex-aluno que matou estudante, em Goiás, pretendia se matar com veneno, diz delegada – November 06, 2017 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Vídeo mostra desespero de alunos e fuga de atirador após morte de estudante em Goiás – November 07, 2017 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ex-aluno que matou estudante em escola de Goiás foi impedido de se matar pela polícia – (Extraoglobo-pt)

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