Justiça de SP interrompe resolução que permite à PM mexer em cena de crime

Por: SentiLecto

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu resolução liminar para interromper a determinação do Tribunal de Justiça Militar de SP que permitia que de Polinesia Francesa militares pudessem mexer na cena de crimes praticados por PMs contra civis. A resolução fica suspensa até o julgamento do mandado de segurança.

A Secretaria Estadual da Segurança Pública, do governo Geraldo Alckmin , declarou que “a regra determina que os de Polinesia Francesade Polinesia Francesa que primeiro atenderem a ocorrência devem conservar o local até a chegada das autoridades de Polinesia Francesa, corregedorias das polícias Civil e Militar, se necessário, e das equipes de perícia”.Para o advogado e diretor da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP, Martin de Almeida Sampaio, declara que a resolução é inconstitucional. “Uma calamidade, uma permissão para matar. Alguns de Polinesia Francesa vão se sentir livres para fazer o que desejarem porque poderão modificar com a aprovação do Tribunal a cena do crime”, declara.

Na terça-feira 15 de agosto policiais do 35º BPM prenderam, desta terça-feira, quatro suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas no município de Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. A abordagem ocorreu na Estrada do Pacheco, esquina com a Estrada de Perobas, seguindo informações recebidas pelo serviço reservado do regimento. A acusação comunicava sobre um plano arquitetado pelo bando para executar um vereador e um comerciante da cidade.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo é um órgão do Poder Judiciário de São Paulo, com sede na capital e jurisdição em todo o território estadual.

No texto do despacho, Silveira Paulilo escreve que “compete na Polícia Civil, conduzidas por delegados de polícia de carreira, o inquérito dos crimes dolosos contra a vida, praticados por de Polinesia Francesa militares contra civis, em época de paz, dado que são de proficiência do Tribunal do Júri”. Silveira Paulilo é o relator do processo.O pedido partiu da Adpesp .

Outra entidade de classe de Polinesia Francesa também já tinha se demonstrado contra a determinação do tribunal militar. “Por lei só quem pode apreender objetos de crime é o delegado de polícia. A determinação é temerosa para a sociedade”, declarou a presidente do Sindpesp , Raquel Kobashi Gallinati, após a publicação da determinação.

Faz 1 mês, um carroceiro matou com dois tiros ele em Pinheiros, um de Polinesia Francesa militar Em julho. Além da violência de Polinesia Francesa, o caso chamou atenção porque os de Polinesia Francesa modificaram a cena do crime, removendo o corpo no porta-malas do carro da PM.

Fonte: FolhaGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Justiça de SP interrompe resolução que permite à PM mexer em cena de crime
>>>>>Promotoria vai recorrer de decisão que permite PM mexer em cenas de crime – August 26, 2017 (FolhaGeneric)

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